<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788</id><updated>2011-04-21T16:32:14.831-03:00</updated><title type='text'>Abesapien Diz: O Terror</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>106</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-891880176725616444</id><published>2008-07-15T22:53:00.002-03:00</published><updated>2008-07-15T23:09:15.106-03:00</updated><title type='text'>Gritos Mortais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Gritos Mortais (&lt;em&gt;Dead Silence / Shhhhh... / Silence&lt;/em&gt;, EUA, 2007 – 90 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartaz: &lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20080715225053.html"&gt;Aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamie (Ryan Kwanten) perde sua esposa de maneira violenta e misteriosa; inconformado com a morte dela, descobre que a causa pode estar ligada com um mistério do passado de sua família e… Bonecos.&lt;br /&gt;O segundo projeto do diretor James Wan, depois do mega-sucesso “Jogos Mortais”, o que explica o título nacional tosco, não faz feio, pela mediocridade geral do gênero nos últimos anos e o enorme talento visual demonstrado.&lt;br /&gt;As imagens são poderosas e arrepiantes, apostando em um medo pouco explorado, surpreendentemente, por realizadores de horror, que é o temor inconsciente das pessoas em relação a bonecos, principalmente os que são usados por ventríloquos em seus shows – que hoje soam anacrônicos e antiquados, mas como os bonecos me assustavam! E ainda assustam.&lt;br /&gt;Procurando desta vez desenvolver uma trama mais linear, apostando nos flashbacks somente ocasionalmente, a narrativa segue em ritmo mais lento, buscando construir pouco a pouco o quadro para o espectador e colocando os elementos gradativamente. Uma direção de arte muito competente – os cenários são bem assustadores e proporcionam bons momentos e sustos – e fotografia em tons azulados e cores chapadas, com muita névoa, dão aquele ar de filme antigo que é agradável aos olhos e combinam com a história.&lt;br /&gt;O toque de modernidade vem com as transições entre as cenas, bastante características e facilmente reconhecíveis por quem acompanhou a série “Jogos Mortais”. Me vêm à mente a passagem da câmera de um piso a outro, subindo, que ao chegar revela ser um segundo local distante do primeiro, mas que estão ligados pelos personagens, pois o assunto discutido no local anterior é o mesmo onde a câmera chega; muito inventivo e bacana. E isso acontece também com objetos de uma cena aparecendo na outra, fazendo a ligação.&lt;br /&gt;E também, claro, como não podia deixar de ser, cenas de violência altamente gráficas, sangrentas e filmadas com estilo, outra marca registrada; e, ainda mais raro, na medida certa fazer você virar a cara, por causa do jeitão de filme antigo que eu mencionei antes. É meio chocante ver o sangue espirrando quando você espera que a câmera vire para o outro lado, como nos velhos tempos de Hitchcock e Frankenstein… Legal demais! A trilha sonora de Charlie Clouser (integrante do grupo de rock industrial Nine Inch Nails) é outro achado, complementando bem as cenas e trazendo uma pitada extra de macabro.&lt;br /&gt;O elenco está bem razoável, embora a credibilidade da maioria dos atores fique prejudicada pelo fato de precisarem de maquiagem para mostrar sofrimento – Hollywood achar que esse povinho Barbie &amp;amp; Ken é o máximo me deixa embasbacado – com destaque absoluto para a Marion Walker da veterana Joan Heney, altamente classuda e bacana e a participação sempre divertida de Bob Gunton, como o patriarca da família Ashen.&lt;br /&gt;No entanto, todo esse artesanato cinematográfico, trama interessante e cuidado com o suspense, este dentro do que é possível dentro de um filme de terror, é quase implodido completamente no terceiro ato.&lt;br /&gt;Parece que chegaram para a equipe e disseram “olha, tá ficando comprido demais, não tem mais dinheiro, termina logo isso aê, pô!”. E eles fizeram exatamente isso, com uma correria sem sentido, conclusões apressadas e uma reviravolta final que não era surpresa para ninguém. Essa reviravolta parece bem no estilo vocês-fizeram-antes-e-pegou-agora-têm-que-fazer-de-novo-para-todo-o-sempre que acomete, por exemplo, o diretor M. Night Shyamalan depois de “O Sexto Sentido”.&lt;br /&gt;Infelizmente, essa autofagia não é uma novidade para o fã; quantos e quantos filmes de terror começam muito bem, têm clima legal e jogam tudo no lixo ao final?&lt;br /&gt;Entendam, a diversão é garantida, o filme é bom; fica o “mas…” registrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Ryan Kwanten (Jamie Ashen), Amber Valletta (Ella Ashen), Donnie Wahlberg (Detetive Jim Lipton), Michael Fairman (Henry Walker), Joan Heney (Marion Walker), Bob Gunton (Edward Ashen), Laura Regan (Lisa Ashen), Dmitry Chepovetsky (Richard Walker), Judith Roberts (Mary Shaw), Keir Gilchrist (Henry jovem), Steven Taylor (Michael Ashen), David Talbot (Padre), Steve Adams (Detetive de 1941), Shelley Peterson (Mãe de Lisa),&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: James Wan; Roteiro: Leigh Whannell e James Wan (história) e Leigh Whannell (roteiro); Produção: Mark Burg, Gregg Hoffman e Oren Koules; Produção Executiva: Peter Oillataguerre e Scott Stuber; Trilha Sonora: Charlie Clouser; Direção de Fotografia: John R. Leonetti; Montagem: Michael N. Knue; Seleção de Elenco: Barbara Fiorentino, Linda Lamontagne, Rebecca Mangieri e Wendy Weidman; Design de Produção: Julie Berghoff; Direção de Arte: Anastásia Masaro; Cenografia: Christina Kuhnigk; Figurinos: Denise Cronenberg; Maquiagem: David LeRoy Anderson e Nicole Michaud (bonecos); Som: Randy Babajtis, Ken Kobett, Mike Olman, Lauren Stephens e Kelly Cabral; Efeitos Sonoros: Melissa A. Corns e David F. Van Slyke; Efeitos Especiais: Warren Appleby e Tim Barraball; Efeitos Visuais: Aaron Weintraub e Brianne Wells.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-891880176725616444?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/891880176725616444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=891880176725616444&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/891880176725616444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/891880176725616444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2008/07/gritos-mortais.html' title='Gritos Mortais'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4961523296354966369</id><published>2008-05-23T04:08:00.002-03:00</published><updated>2008-05-23T04:12:10.375-03:00</updated><title type='text'>Mutilados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mutilados (&lt;em&gt;Severance&lt;/em&gt; / &lt;em&gt;P45&lt;/em&gt;, ING/ALE, 96 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartaz: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20080523034726.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um grupo de funcionários de uma fábrica de armas (sorrisinho irônico) está em um ônibus, se dirigindo para uma cabana de caça no meio da floresta da Europa Oriental, como parte de um exercício de aproximação, dinâmica de grupo. No meio do caminho, o motorista, que não fala uma palavra de inglês, briga com a galera e os larga no meio da estrada.&lt;br /&gt;Sem alternativa, o grupo vai andando e chega em uma cabana no meio do mato, que pode ou não ser o local para onde estavam indo; e, aos poucos, vão sendo atacados por um assassino ou assassinos misteriosos e têm que lutar para sobreviverem.&lt;br /&gt;Uma pequena jóia do cinema de terror e suspense, misturando cenas sangrentas com altas doses de humor – negríssimo, diga-se de passagem – sem perder a mão durante o desenvolvimento da trama. Desde a abertura até o final, o diretor Smith tira tudo do roteiro e brinca de forma consistente com as convenções do gênero e a narrativa. Sem uma linha do tempo definida, praticamente todo o primeiro ato e metade do segundo são utilizados para mostrar cada um dos personagens, que possuem personalidades distintas e interessantes; nós nos importamos com eles quando a carnificina começa e torna tudo o que é mostrado ainda mais impactante, além de uma boa inversão de expectativas; nem tudo é o que parece e o roteiro foge dos lugares comuns em relação ao que está no inconsciente coletivo do apreciador do gênero.&lt;br /&gt;Passado no paraíso do “torture porn” (sem os exageros ridículos da maioria das produções dessa linha, como “O Albergue”), a Europa Oriental, várias histórias de fundo são mostradas para dar alguma explicação para os acontecimentos; deixando para o espectador escolher a que melhor lhe convém, o diretor consegue mais uma surpresa ao deixar claro qual é a verdadeira somente no terceiro ato, que amarra legal a narrativa circular e ainda entrega um final irônico e inteligente. E, ainda, vai dando pequenas dicas para quem assiste sobre o tipo de confusão em que os protagonistas se meterão, com planos-detalhes de armadilhas de urso, partes do corpo mutiladas e outras coisinhas que eu não vou entregar aqui.&lt;br /&gt;É tecnicamente muito bom, com planos bonitos e movimentos elegantes de câmera, diferente do que normalmente se faz, pelo menos em um exemplar tão sangrento, onde a suposta simplicidade de filmagem procura esconder falhas de planejamento de cena ou de orçamento; em mais uma decisão ousada, a maior parte das tomadas foi realizada com um ponto de vista de perseguidor, como se o espectador estivesse caçando os protagonistas. Esse artifício ajuda a criar um clima de suspense e tensão como poucas vezes eu vi recentemente.&lt;br /&gt;Muito desse envolvimento se deve ao elenco escolhido, com alguns rostos conhecidos que incluem Toby Stephens (o vilão de “007 – Um Novo Dia para Morrer”), Laura Harris (da 2ª temporada da série “24 Horas”) e Tim McInnerny (o amigo casado com a deficiente de “Notting Hill”); mas a maioria é de independentes, inclusive um dos “musos”de David Lynch, Danny Dyer, dono do papel mais bacana, o de Steve, o chapadão, dono das melhores tiradas. Destaque ainda para Andy Nyman, como Gordon e sua mochila do Gato Félix; o que sai daquilo é impressionante.&lt;br /&gt;Enfim, um filme inteligente, não é covarde, não enche o saco com ações estúpidas dos personagens, não fica tremendo a câmera o tempo todo, tem orgulho de sua verve canalha (as mocinhas tentando sair da armadilha é de rolar de rir) e ainda se dá ao luxo de tirar um sarro dos gurus de Administração tão em voga atualmente. Façam a garimpagem nas locadoras, cada minuto vale. E pense duas vezes antes de se enfiar em uma viagem de “integração de equipe” que seu chefe empurrar para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Toby Stephens (Harris), Claudie Blakley (Jill), Andy Nyman (Gordon), Babou Ceesay (Billy), Tim McInnerny (Richard), Laura Harris (Maggie), Danny Dyer (Steve), David Gilliam (George), Juli Drajkó (Olga), Judit Viktor (Nadia), Sándor Boros (Motorista). Assassinos: Levente Törköly (Cabana), János Oláh (Lança-chamas), Attila Ferencz (Esmaga-cabeça), Bela Kasi (Cabeçada), Roland Kollárszky (Faca na Bunda), Péter Katona (Jogador de Pedras), Levente Lezsák (Mina Terrestre), Nick Greenall (Arma Grande).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Christopher Smith; Roteiro: James Moran (história) e James Moran e Christopher Smith (roteiro); Produção: Finola Dwyer e Jason Newmark; Co-produção: Alexandra Arlango, Andrew Hildebrand, Colleen Woodcock e Mark Wooley; Produção Executiva: Steve Christian, Michael Kuhn e Rosa Romero; Co-produção Executiva: Malcolm Ritchie e Jill Tandy; Trilha Sonora: Christian Henson; Direção de Fotografia: Ed Wild; Montagem: Stuart Gazzard; Seleção de Elenco: Williams Davies e Gail Stevens; Design de Produção: John Frankish; Direção de Arte: Louise Marzaroli e Lucinda Thomson; Cenários: Zsuzsa Mihalek; Figurinos: Stephen Noble; Maquiagem: Jan Sewell; Som: Peter Baldock, Paul Cotterell e Joe Henson; Efeitos Sonoros: Nick Baldock; Efeitos Especiais: Richard Darwin e Attila Torók; Efeitos Visuais: Phil Attfield, Simon Frame e Howard Watkins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4961523296354966369?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4961523296354966369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4961523296354966369&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4961523296354966369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4961523296354966369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2008/05/mutilados.html' title='Mutilados'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-2933889477033625063</id><published>2008-05-23T04:05:00.001-03:00</published><updated>2008-05-23T04:08:00.835-03:00</updated><title type='text'>1408</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;1408 (&lt;em&gt;1408&lt;/em&gt;, EUA, 104 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Se você ainda não assistiu o filme, este texto pode conter alguns spoilers (em português claro, “entregar” alguns pontos-chave do filme), leia por sua própria conta e risco, ok?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartaz: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20080523030505.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um escritor famoso por criar livros onde desmistifica fenômenos paranormais, Mike Enslin (John Cusack) descobre um hotel em Nova York, o Dolphin, onde um dos quartos – o 1408 do título – possui um histórico assustador de suicídios, mortes naturais e estranhos acidentes. E o melhor, ninguém consegue durar mais do que uma hora dentro do lugar. Pressentindo que encontrou o capítulo principal de sua última empreitada, “10 Noites em Hotéis Mal-Assombrados”, ele força o gerente, Olin (Samuel L. Jackson) a lhe permitir passar a noite no mal-afamado quarto. E descobre que pode ter abocanhado mais do que seu ceticismo lhe permite agüentar.&lt;br /&gt;Retirado de um conto de Stephen King, o filme não faz feio em recriar o clima de tortura psicológica presente no texto. Houve um bom trabalho de expansão da idéia inicial, que poderia dar quando muito um curta-metragem e foi bem desenvolvido pelos roteiristas (nada menos do que três profissionais), aproveitando cada grama de carisma e talento do seu protagonista, John Cusack. Depois de pelo menos uma década no piloto automático e interpretando a si mesmo, o ator teve uma ótima performance, mantendo o interesse do espectador em alta, mesmo porque ele está praticamente sozinho em cena durante três quartos da produção; e isso, meus amigos, é difícil para caramba de se conseguir. Acho que a última atuação com tanto tempo de tela de um ator sozinho em cena foi em “Náufrago”, com Tom Hanks – e ele ainda teve Wilson (a bola de vôlei, lembram?) para ajudar a segurar a onda.&lt;br /&gt;Segundo filme do diretor sueco Mikael Hafstrom em Hollywood, depois do risível “Fora de Rumo”, uma bobagem de que até mesmo o tosco “A Força em Alerta 2” vence em tensão e suspense, demonstra que o talento demonstrado por ele no filme “Evil” indicado ao Oscar em 2004 – quando perdeu para “As Invasões Bárbaras” de Denys Arcand – não foi diluído ou perdido, como se poderia pensar. Com um ritmo narrativo excelente, planos perturbadores, ângulos de câmera inusitados e uma montagem interessante, o sueco conseguiu imprimir o mesmo senso de descida à insanidade que o conto possuía. Com uma construção lenta e gradual do poder demoníaco do quarto, o espectador, graças também a uma história de fundo plausível para o protagonista, embarca sem muito freio nos delírios do escritor atormentado e aceita sem muitos questionamentos as diversas maneiras com que o 1408 tenta “dobrar” o intruso.&lt;br /&gt;Duas cenas em particular me impressionaram, pelo cuidado dos detalhes e o susto na hora certa: quando Cusack está na janela e pede ajuda ao habitante do prédio em frente e a tentativa do escritor de buscar sair do quarto pelo parapeito. Na primeira, filmada de maneira simples, o personagem chega a uma conclusão desagradável junto com quem assiste, comprovando a ambientação envolvente montada pelo diretor; e, na segunda, o plano aberto depois de alguns passos é arrepiante, bem como o detalhe do mapa do hotel mostrado na porta reforça de modo inteligente e sem enrolação a intenção de demonstrar a irrealidade causada pelo quarto e inteligência demoníaca do 1408.&lt;br /&gt;Depois do próprio cômodo, Samuel L. Jackson em uma, praticamente, participação especial é o personagem mais fascinante do filme e domina com facilidade suas cenas, fazendo com perfeição as poucas falas expositivas presentes no roteiro e situando o espectador para a enormidade da encrenca que Enslin entrou de livre e espontânea vontade; ao mesmo tempo em que não podemos deixar de desejar que o protagonista ignore todos os avisos – senão não tem filme – Olin é crível e não demonstra, em nenhum momento, algum motivo escuso ou debochado para demover aquele “cliente” indesejável que não seja uma genuína preocupação com a segurança do escritor e de não querer provocar o quarto do Capeta. Da próxima, John, se Sam Jackson lhe diz para não fazer alguma coisa, siga a orientação dele, rapaz!&lt;br /&gt;Mesmo com todas as qualidades apontadas acima, o filme não dá o passo necessário para se tornar memorável, justamente pelas limitações paradoxais de se contar com um grande orçamento para fazer um filme de terror. O estúdio e os engravatados se metem mesmo e isso se vê pela desnecessária, no contexto da trama, grandiloqüência da trilha sonora e de alguns efeitos especiais, estes inegavelmente de excelente qualidade. Mas que soam e nos fazem sentir que estão deslocados e fora de lugar. Enquanto o filme se mantém intimista e na seara das tomadas criativas (inclusive algumas bastante interessantes com espelhos, deliciosamente anacrônicas), “1408” sustenta e prende o interesse.&lt;br /&gt;Na média (baixa) do cinema de gênero da atualidade, esta produção se destaca, pelo roteiro de razoável inteligência, uma dupla de atores talentosos e bem dirigidos e um vilão improvável. Em um dos diálogos, reproduzido literalmente do conto original, o escritor afirma que quartos de hotel são sinistros por sua natureza de transitoriedade e impessoalidade; quem viveu ali antes de você, usou o banheiro, dormiu naquela mesma cama, você não conhece nem sabe o estado mental, mas sente. E “1408” extrapola o sentimento normal de que esses aposentos têm uma vida própria.&lt;br /&gt;Uma boa pedida, merece ser conhecido, embora tenha um efeito melhor quando revisitado, provavelmente. Da primeira vez que se assiste, pode-se não conseguir apreciar devidamente os valores do filme; porém, depois, conseguimos passar através do véu de puro entretenimento e vislumbrar questões importantes, como somente um bom filme de terror e horror consegue passar e sem apelar para cenas irritantes de tortura e sanguinolência sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: John Cusack (Mike Enslin), Samuel L. Jackson (Gerald Olin), Tony Shalhoub (Sam Farrell), William Armstrong (Clay, o Advogado), Kim Thomson (Recepcionista), Drew Powell (Gerente Assistente), Noah Lee Margetts (Mensageiro), Isiah Whitlock Jr. (Engenheiro de Manutenção), Mary McCormack (Lily Enslin), Jasmine Jéssica Anthony (Katie Enslin), Lou Cariou (Pai de Mike).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Mikael Hafstrom; Roteiro: Matt Greenberg, Scott Alexander e Larry Karaszweski, baseados no conto “1408” de Stephen King; Produção: Lorenzo Di Bonaventura; Produtores Associados: Kelly Dennis, Antonia Kamalcoff e Jeremy Speckler; Produção Executiva: Harvey Weinstein, Bob Weinstein, Richard Saperstein e Jake Myers; Trilha Sonora: Gabriel Yared; Direção de Fotografia: Benoit Delhomme; Montagem: Peter Boyle; Seleção de Elenco: Elaine Granger; Design de Produção: Andrew Laws; Direção de Arte: Stuart Kearns, Doug J. Meerdink e Mark Raggett; Cenografia: Daniel B. Clancy e Marina Morris; Figurinos: Natalie Ward; Maquiagem: Luisa Abel, Victor DeNicola, Linda Grimes, Pauline Hayes e Suzanne Stokes-Munton; Efeitos de Maquiagem: Karl Derrick e Deborah Hyde; Som: Nigel Mills, Tim Cavagin, Craig Irving, Kevin McCue e Steve Single; Efeitos Sonoros: Nigel Mills e Steve Mayer; Efeitos Especiais: Paige Chaytor, Ian Corbould e Paul Corbould; Efeitos Visuais: David Dozoretz, Sean Farrow, Adam Gascoyne, Uel Hormann, Simon Leech, Ben Shepherd e Val Wardlaw.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-2933889477033625063?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/2933889477033625063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=2933889477033625063&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2933889477033625063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2933889477033625063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2008/05/1408.html' title='1408'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-2768409028986813238</id><published>2008-05-23T03:59:00.002-03:00</published><updated>2008-05-23T04:05:02.931-03:00</updated><title type='text'>Horror em Amityville</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Horror em Amityville (&lt;em&gt;The Amityville Horror&lt;/em&gt;, EUA, 2005 – 81 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartaz: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20080523030032.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A família Lutz, liderada por George (Ryan Reynolds) e Kathy (Melissa George), se muda para uma enorme casa em Amityville, uma pechincha. O fato de um assassinato em massa ter ocorrido ali dentro não impediu o casal de comprar o imóvel, mas ambos se arrependem depois que estranhos eventos começam a ocorrer, colocando em risco a sanidade e a vida de todos.&lt;br /&gt;Remake do sucesso de 1979, onde o mão-pesada Michael Bay resolveu modernizar a trama e utilizar a última palavra em efeitos visuais e especiais para contar a história do flagelo da família Lutz para o público atual. Para isso, trouxe o roteirista Scott Kosar, que já havia “modernizado” o clássico “O Massacre da Serra Elétrica” e deu a primeira oportunidade ao diretor de comerciais e clipes Andrew Douglas no cinema de longa-metragem. Até que ficou razoável.&lt;br /&gt;Melhorando o original em suas principais falhas, que eram o ritmo arrastado e os efeitos especiais primários (além de arrumarem uma babá muito mais gostosa), infelizmente o remake caiu na mesma armadilha, que é a falta de senso comum dos personagens principais e um suspense frouxo, para dizer o mínimo. Ainda por cima, o roteiro trocou o emblemático espírito-porco Jodie, responsável por uma das cenas mais aterrorizantes que eu já vi, por uma menininha saída diretamente de algum terror asiático de quinta categoria; e inventou uma história de fundo para a casa que é de doer de tão forçada, com a prisão dos índios no porão, dirigida por um tal de Reverendo Ketcham, que são uma mera desculpa para ficar mostrando cenas de desmembramentos e torturas variadas e o fantasminha nada camarada da menina, onde os ótimos técnicos da KNB podem mostrar todo seu talento e só.&lt;br /&gt;Como os Lutz são um bando de chatos e ainda por cima burros, que não saem da casa nem por decreto mesmo com a tonelada de motivos racionais e simples que se apresentam, a identificação do espectador fica prejudicada sobremaneira. Quando George, vivido preguiçosamente por Ryan Reynolds, começa a ficar cada vez mais influenciado pela casa demoníaca, ficamos torcendo para ele torcer o pescoço de todo mundo de uma vez para que possamos fazer outra coisa mais interessante, como assistir o jogo da seleção do Dunga ou a grama crescer.&lt;br /&gt;No original, pelo menos, o espectador se importa com o que acontece com George, que aqui ficou reduzido a um psicopata bombadão com um machado, o que já não mete medo em ninguém. Ademais, o personagem do padre somente aparece para homenagear o original, já que não tem função nenhuma e entra e sai de cena como um foguete; antes, ficava justificada a presença do religioso pela fé da família, o que já não acontece aqui. Para piorar, Melissa George é gostosa demais para ter três filhos e nada faz além de chorar e correr para cima e para baixo.&lt;br /&gt;Como fator positivo, o diretor tem certo estilo, com um visual bastante limpo e usa bem a tecnologia a seu favor, com bons ângulos, movimentos de câmera e tomadas interessantes. O passeio pelo porão é bacana, macabro e dá uns bons sustos; a cena do telhado ficou angustiante na medida certa e as passagens na casa de barcos se seguram bem.&lt;br /&gt;No geral, um filme desnecessário e comum, que segue o padrão atual do gênero. Totalmente descartável, sem maior interesse, demonstrando a alarmante falta de idéias dos realizadores atuais. Se até um filme nada marcante está merecendo remakes, o que mais falta aparecer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Ryan Reynolds (George Lutz), Melissa George (Kathleen Lutz), Jesse James (Billy Lutz), Jimmy Bennett (Michael Lutz), Chloe Grace Moretz (Chelsea Lutz), Rachel Nichols (Lisa), Philip Baker Hall (Padre Callaway), Isabel Conner (Jodie De Feo), Brendan Donaldson (Ronald De Feo), Annabel Armour (Corretora de Imóveis), Rich Komenich (Chefe de Polícia), David Gee (Médico de Emergência), Danny McCarthy (Policial Greguski), Nancy Lollar (Bibliotecária), José Taitano (Stitch).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Andrew Douglas; Roteiro: Scott Kosar, baseado no roteiro de Sandor Stern e adaptado do livro de Jay Anson; Produção: Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller; Produtores Associados: Matthew Cohan e Stefan Sonnenfeld; Produção Executiva: David Crockett e Ted Field; Co-produção Executiva: Randall Emmett, George Furla, Paul Mason e Steve Whitney; Trilha Sonora: Steve Jablonsky; Direção de Fotografia: Peter Lyons Collister; Montagem: Roger Barton e Christian Wagner; Seleção de Elenco: Lisa Field; Design de Produção: Jennifer Williams; Direção de Arte: Marco Rubeo; Cenografia: Daniel B. Clancy; Figurinos: David C. Robinson; Maquiagem: Dominic Mango e Suzi Ostos; Efeitos de Maquiagem: Howard Berger, Gregory Nicotero e Jake Garber; Som: Kelly Oxford, Alan Rankin, Brad Sherman e Jon Taylor; Efeitos Sonoros: Kerry Ann Carmean, Michael Kamper e Karen Vassar; Efeitos Especiais: John D. Milinac; Efeitos Visuais: Sean Andrew Faden, Roger Guyett e Nathan McGuinness.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-2768409028986813238?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/2768409028986813238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=2768409028986813238&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2768409028986813238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2768409028986813238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2008/05/horror-em-amityville.html' title='Horror em Amityville'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-307765560601150996</id><published>2008-05-23T03:55:00.002-03:00</published><updated>2008-05-23T03:59:43.662-03:00</updated><title type='text'>O Massacre da Serra Elétrica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Massacre da Serra Elétrica (&lt;em&gt;The Texas Chainsaw Massacre&lt;/em&gt;, EUA, 2003 – 98 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartaz: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20080523025939.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um grupo de jovens está a caminho de um show em Dallas, no Texas, quando quase atropelam uma moça que vaga, desnorteada, pela estrada. Depois de a pegarem, a garota revela estar em fuga, fica histérica ao ver que se aproximam de uma fábrica aparentemente abandonada e se dá um tiro na cabeça. O grupo então se vê cercado por uma família de loucos, liderados por Leatherface, um enorme assassino que usa uma serra elétrica para pegar suas vítimas. E começa o pesadelo.&lt;br /&gt;Remake do clássico de 1974, onde o produtor Michael Bay mais uma vez coloca seu toque de Midas reverso para entregar um filmeco de horror horroroso. Como em “Horror em Amityville”, temos um estreante na função de diretor de longas, vindo também do mundo dos vídeos musicais, o alemão Marcus Nispel, confirmando a regra de que nem todo clipeiro é um David Fincher.&lt;br /&gt;Seu filme, também com roteiro de Scott Kosar, do já citado “Amityville”, tenta recriar todo o clima doentio e aterrorizante de sua inspiração e falha miseravelmente, ainda que com o habitual apuro visual e efeitos de primeira linha. Só que uma maçã podre, toda maquiada e tratada no Photoshop, está podre, amigos. E a precária direção de arte não dá em nenhum momento a impressão de que a trama se passa em 1973, embora seja isso que a narração em off diga.&lt;br /&gt;O roteirista, no afã de “modernizar” a obra, acrescenta toques aqui e ali, como a presença da moça da estrada e interesses românticos entre a protagonista e um mané, além de mais um casal e drogas e tira cenas seminais como a do jantar, um supra-sumo da tensão, apenas para dar uma desculpa ao seu diretor de jogar na cara da platéia doses generosas de sanguinolência... E quase tudo fora de plano, para evitar a temida classificação R, pode isso? A preparação cuidadosa e falta de escrúpulo do original é jogada no lixo, em nome de uma narrativa pobre e linear, mas bastante acelerada e, de acordo com os produtores, mais ao gosto da turba adolescente que freqüenta os cinemas atrás de filmes do gênero.&lt;br /&gt;Temos muita correria, pancadaria, mulheres gostosas com trajes sensuais, tiroteios e sustos fáceis com acordes altos da trilha sonora. Além de nos obrigar a agüentar a extrema idiotice do grupo, com atitudes que nem mesmo uma criança de seis anos tomaria, enfiou goela abaixo da audiência uma resistência simplesmente extraordinária de alguns personagens, os quais agüentam um abuso físico incrível; principalmente o super Andy, papel de Mike Vogel e a deliciosa Erin de Jessica Biel, atriz de algum talento que deixou seus jeans apertados de cintura baixa e sua blusinha branca molhada fazerem o trabalho de atuação, com um fôlego de maratonista queniana. Pena também que o namorado da personagem da atriz, “interpretado” por Eric Balfour, seja a cara do Marcos Mion, com a agravante de não falar merdas engraçadas e ser um trouxa completo e emaconhado.&lt;br /&gt;Mas nada supera o desperdício de um ícone do medo, o assassino enlouquecido Leatherface; sua aparição, entremeada por gemidos e uivos ridículos, enfraquece o enredo de uma forma tão absoluta que chega a causar gargalhadas. Um dos mais assustadores assassinos seriais da história virou um gordo de máscara com uma serra elétrica na mão e correndo atrás de menininhas e rapazotes. Vergonha! Vergonha! Vergonha!&lt;br /&gt;Mesmo com uma ou outra ceninha bacana no porão e a família de Leatherface, um grupo de loucos de dar nó daqueles com uma boa caracterização, o remake, ou melhor, a reinvenção, é um desastre total e irrestrito. Se salvam o sempre bom R. Lee Ermey, perfeito e assustador como o xerife piradaço e a plástica irretocável de Biel.&lt;br /&gt;O que me deixa ainda mais perplexo é o diretor e o roteirista do original, Tobe Hooper e Kim Henkel, terem chancelado esta abominação com créditos de produtores executivos.&lt;br /&gt;Que a fúria de Leatherface recaia sobre vós, homens de pouca fé e muita ganância...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Jessica Biel (Erin), Jonathan Tucker (Morgan), Erica Leerhsen (Pepper), Mike Vogel (Andy), Eric Balfour (Kemper), Andrew Bryniarski (Thomas Hewitt – Leatherface), R. Lee Ermey (Xerife Hoyt), David Dorfman (Jedidiah), Lauren German (A Caronista), Terrence Evans (Velho Monty), Marietta March (Luda May), Heather Kafka (Henrietta), Kathy Lamkin (Senhora no Trailer), Brad Leland (Bob), John Larroquette (Narrador).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Marcus Nispel; Roteiro: Scott Kosar, baseado no roteiro de Kim Henkel e Tobe Hooper; Produção: Michael Bay e Mike Fleiss; Co-produção: Joe Dishner, Tobe Hooper e Kim Henkel; Produtores Associados: Matthew Cohan e Pat Sandston; Produção Executiva: Jeffrey Allard, Andrew Form, Brad Fuller, Ted Field e Guy Stodel; Trilha Sonora: Steve Jablonsky; Direção de Fotografia: Daniel Pearl; Montagem: Glen Scantlebury; Seleção de Elenco: Lisa Fields; Design de Produção: Greg Blair; Direção de Arte: Scott Gallagher; Cenografia: Randy Huke; Figurinos: Bobbie Mannix; Maquiagem: Troy Breeding, Kelly Nelson e Carla Palmer; Efeitos de Maquiagem: Grady Holder, Gregory Nicotero e Chiz Hazegawa; Som: Scott Martin Gershin, Trevor Jolly, Jon Taylor e Brad Sherman; Efeitos Sonoros: Jon Title, Mark Allen e Paul Menichini; Efeitos Especiais: Rocky Gehr; Efeitos Visuais: Nathan McGuinness e Jason Schugardt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-307765560601150996?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/307765560601150996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=307765560601150996&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/307765560601150996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/307765560601150996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2008/05/o-massacre-da-serra-eltrica.html' title='O Massacre da Serra Elétrica'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-8123905317737481662</id><published>2008-05-23T03:51:00.002-03:00</published><updated>2008-05-23T03:55:25.443-03:00</updated><title type='text'>Wishcraft - Feitiço Macabro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Wishcraft – Feitiço Macabro (&lt;em&gt;Wishcraft&lt;/em&gt;, EUA, 2002 – 97 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartaz: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20080523025503.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cartaz Alternativo: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20080523025322.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cara meio nerd, Brett Bumpers (Michael Weston), recebe um pacote pelo correio. Dentro, tem uma caixa antiga, contendo um troço estranho; uma carta explica ao rapaz que o conteúdo da caixa é um amuleto que concede três desejos ao seu possuidor, alertando para tomar cuidado com o que deseja. Apaixonado por Sam (Alexandra Holden), a quem dá aulas particulares, Brett deseja ficar com ela. Quando isso acontece, nosso herói fica sem saber como agir. Nesse meio tempo, um mascarado começa a atacar os alunos mais populares da escola, matando-os cruelmente. Sem saber se as mortes têm a ver com seu amuleto, Brett acaba tendo que enfrentar o assassino, que está atrás de sua amada por motivos desconhecidos.&lt;br /&gt;Um exemplar do gênero que até tem boas idéias, a premissa é muito legal e a abertura promete, com boa ambientação e uma música mais moderninha, com um personagem misterioso usando uma máquina de escrever, um toque de anacronismo, mas funciona. Porém, como sói acontecer, não as desenvolve com competência e se mostra um bom jeito de jogar fora uma hora e meia de vida; pelo menos, não dá câncer como o cigarro. Espero que não, pelo menos.&lt;br /&gt;As tentativas de originalidade são ofuscadas pelos clichês, que se amontoam na tela a uma grande velocidade. Filmes que se passam no colegial estadunidense são a nova “Comedia Dell’Arte”, com todos os arquétipos presentes: a líder de torcida linda, gostosa e de bom coração; o atleta popular, obviamente namorado da líder de torcida e que odeia, sem qualquer razão aparente, o nerd bacana; os amigos do atleta popular, a maioria do time dele, um bando de idiotas e seu respectivo séquito de namoradas bonitas, gostosas e burras, sempre amigas da líder de torcida; o nerd bacana e que tem uma queda pela líder de torcida e o amigo inseparável do nerd, uma máquina de despejar piadinhas infames. Todos, ainda por cima, interpretados por atores de vinte e muitos se passando por teens. Algo que não facilita a identificação do espectador, pela sensação de irrealidade que um elenco assim causa, ainda mais quando são maus atores.&lt;br /&gt;De todos, o pior para mim foi o amigo inseparável, Howie; irritante e com piadas que não funcionam, o alívio cômico saiu pela culatra sem dó. Além disso, os ataques do assassino são mal encenados, com zero suspense e uma conclusão que se enxerga a quilômetros de distância. Verdade seja dita, a escolha de armas do vilão chama a atenção pela originalidade, como na cena da bola de boliche, mas a realização canhestra joga por terra a intenção; os efeitos visuais simplesmente não estão à altura e a câmera faz questão de se afastar no último momento, tirando um dos poucos prazeres de quem assiste esse tipo de filme, que é a carnificina.&lt;br /&gt;Para piorar, desperdiça dois ícones pop do elenco em participações mínimas e sem sentido, casos de Meat Loaf (o Robert Paulsen de “Clube da Luta”) como o xerife e de Zelda Rubinstein, a inesquecível Tangina da série “Poltergeist”, no papel da legista irônica e desbocada.&lt;br /&gt;No fim, quando a identidade do assassino é descoberta, que confesso ter sido uma surpresa, mais uma vez o filme joga no lixo a revelação e descamba para uma perseguição básica e com todos os clichês possíveis, como por exemplo o da chave do carro não ligar o veículo e os indefectíveis closes de machados, com a exceção da participação especial de um anão de jardim.&lt;br /&gt;Como se pode ver, o terror não teve vez nenhuma e temos ao invés uma comédia involuntária já que, para deixar a areia ainda mais movediça, o filme se leva a sério, mesmo com as bolas de boliche, pênis de touro e anões de jardim. Uma lástima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Michael Weston (Brett Bumpers), Alexandra Holden (Samantha Warren), A. J. Buckley (Howie), Sara Downing (Desiree), Huntley Ritter (Cody), Alexandra Breckenridge (Kristie), Evan Jones (Eddie), Charlie Talbert (Jimbo), Louis Mustillo (Diretor Dombrowski), Austin Pendleton (Sr. Turner), Meat Loaf (Sparky Shaw), Zelda Rubinstein (Legista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Danny Graves e Richard Wenk; Roteiro: Larry Katz; Produção: Larry Katz e Jeanne Van Cott; Co-produção: Dara Weintraub; Produção Executiva: Norm Waitt; Trilha Sonora: J. Peter Robinson; Direção de Fotografia: Suki Medencevic; Montagem: Tim Board; Seleção de Elenco: Fern Cassel; Design de Produção: Michael Wylie; Direção de Arte: Kevin Constant e Katherine Smith; Cenografia: Elizabeth M. Burhop; Figurinos: Julia Caston; Maquiagem: Tammy Ashmore, Tammy Ashcroft e Patrícia Gundlach; Efeitos de Maquiagem: James Conrad, Gloria Conrad e Randy Westgate; Som: David Bartlett, Robby Bartholomew, John Dunn e Stanley Kastner; Efeitos Sonoros: David Bartlett; Efeitos Especiais: Joseph P. Mercurio e Vincent Montefusco; Efeitos Visuais: Bill Coffin e Dan Schmit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-8123905317737481662?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/8123905317737481662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=8123905317737481662&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/8123905317737481662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/8123905317737481662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2008/05/wishcraft-feitio-macabro.html' title='Wishcraft - Feitiço Macabro'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-8097948663449799047</id><published>2007-08-08T23:49:00.000-03:00</published><updated>2007-08-08T23:56:39.268-03:00</updated><title type='text'>A Noite dos Mortos-Vivos</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Noite dos Mortos-Vivos (&lt;em&gt;The Night of the Living Dead / Monster Flick / The Night of Anubis / The Night of the Flesh-Eaters&lt;/em&gt;, EUA, 1968 – 96 min.)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Cartaz: &lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20070808231032.html"&gt;Aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Cartazes Alternativos: &lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20070808230926.html"&gt;Aqui&lt;/a&gt; , &lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20070808230845.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; , &lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20070808230753.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://abesapien.nafoto.net/photo20070808230713.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;Barbra (Judith O’Dea) vai visitar o cemitério onde seus pais estão enterrados, com seu irmão Johnny (Russell Streiner). De repente, a dupla é atacada por um homem muito estranho e Johnny é ferido. Desesperada, Barbra corre sem direção e vai parar em uma casa de fazenda abandonada que acaba se tornando a única esperança dela e de um grupo de pessoas, liderados por Ben (Duane Jones); à medida que o tempo passa, fica claro para os sobreviventes que seus atacantes são pessoas mortas, as quais por algum motivo misterioso se levantaram dos túmulos com uma predileção por carne humana.&lt;br /&gt;Um dos filmes seminais do gênero, que redefiniu o papel dos zumbis para o espectador, desde a ambientação até o estilo de movimento e predileção, digamos, alimentar dos monstros. Presentes no cinema desde os primórdios, os mortos-vivos finalmente se separam da visão preconceituosa que até então vigorava, sempre relacionada aos primitivos praticantes de vodu que queriam se vingar dos civilizados, para se tornarem uma força da natureza, já que a razão dos acontecimentos jamais é explicada.&lt;br /&gt;Realizado de forma totalmente independente, o filme foi lançado em poucos cinemas e praticamente esquecido pelo público; até que se tornou um dos mais projetados nos drive-ins, em sessões sempre à meia-noite e foi redescoberto para virar um clássico, muito imitado pelos realizadores atuais.&lt;br /&gt;O estilo semi-documental, com ritmo um pouco arrastado – principalmente nas cenas entre os ataques dos zumbis, prejudicado pelo elenco fraco (onde Judith O’Dea é a mais irritante) praticamente formado por amadores, a maioria amigos do diretor e do roteirista, além de colaboradores como o açougueiro, que forneceu os restos animais de graça em troca de participar do filme – e a pobreza da produção são fartamente superadas, pela inventividade dos realizadores e sua óbvia paixão pelo material.&lt;br /&gt;A abordagem tensa e sem concessões ao politicamente correto, que não se furtou de utilizar vísceras reais e uma maquiagem impressionante para a época, deu um senso de pesadelo poucas vezes repetido. Romero se mostra um bom diretor nesse sentido, injetando realidade na premissa completamente absurda. A montagem é correta, com bons cortes e a fotografia, dessaturada e em preto e branco, é muito bem utilizada para a construção de suspense, claramente influenciada pelo expressionismo e bem crua e suja; longe do estilo “turma da praia” dominante na época, antecipando as tendências e ladeando com, por exemplo, “Bullitt”, do mesmo ano. Posicionando a câmera de maneira não intrusiva e com bons ângulos, Romero puxa o espectador para o cenário e é particularmente eficiente ao retratar o modo impiedoso e irracional dos monstros de buscar suas vítimas, reforçado pelo andar sempre lento e olhar vidrado.&lt;br /&gt;Uma boa sacada foi o uso de peças jornalísticas para situar o espectador, com o rádio e a televisão, onde o tom sério dos apresentadores destoa da destoa do estado mental dos personagens, constantemente no limite. Não há uma distinção clara entre os zumbis e os humanos, já que algumas ações dos protagonistas são tão questionáveis quanto de seus algozes, gerando cenas viscerais e genuinamente assustadoras. Como exemplos, a tentativa de fuga com o caminhão que tinha tudo para dar errado e dá; os ataques no porão; a reunião de forças-tarefa para lidar com o problema dos zumbis – leia-se grupos de extermínio – e a constante animosidade entre Ben e Harry Cooper (Karl Hardman).&lt;br /&gt;Características do cinema de Romero, a crítica social e a inversão de valores ante os conflitos também se fizeram presentes, pela ousadia de ter um protagonista negro e de não poupar crianças e mulheres de destinos horríveis, além de permear o desenvolvimento da trama com baixos instintos. Lembrem-se de que era 1968 e a tensão racial nos EUA estava muito presente. Ainda, o tratamento dado às mulheres estava em estágios menos desenvolvidos, com as mesmas sempre relegadas ao segundo plano; a contra-cultura ainda estava em gestação e a liberação de costumes não estava tão forte fora das grandes cidades. “A Noite dos Mortos-Vivos” foi um soco no estômago dos americanos; foi refilmado, mais como uma atualização, em 1990, dirigida pelo constante colaborador de Romero, o maquiador e mestre de efeitos Tom Savini.&lt;br /&gt;Foi muito influente no surgimento de um novo estilo, chamado “splatter” ou terror-que-espirra, pela violência mostrada na tela e a falta de pudor em se apoiar em cenas sangrentas para enojar o espectador e provar os pontos desejados pelos realizadores. O esforço coletivo valeu a pena. Contando ainda com um final impactante e irônico, a produção se segura bem até hoje, mesmo com alguns defeitos e é obrigatória para qualquer fã do gênero que se preze, principalmente por ter sido proibida no Brasil e permanecer inédita em nossos cinemas.&lt;br /&gt;Teve ainda mais três seqüências, também dirigidas por Romero, que ampliaram o universo apresentado aqui. São elas: “Dawn of the Dead – O Despertar dos Mortos”, de 1978; “Day of the Dead – O Dia dos Mortos”, de 1983 e, mais recente, “Land of the Dead – Terra dos Mortos”, de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Duane Jones (Ben), Judith O’Dea (Barbra), Karl Hardman (Harry Cooper), Marilyn Eastman (Helen Cooper / Zumbi), Keith Wayne (Tom), Judith Riley (Judy), Kyra Schon (Karen Cooper / Cadáver na Escada), Charles Craig (Apresentador do Telejornal / Zumbi), S. William Hinzman (Zumbi do Cemitério), George Kosana (Xerife McClelland), Frank Doak (Cientista), Bill “Chilly Billy” Cardille (Repórter de Campo), Russell Streiner (Johnny), George A. Romero (Repórter de Washington), John Russo (Repórter Militar de Washington / Zumbi na Casa), Phillip Smith (Membro da força-tarefa / Zumbi), Randy Burr (Membro da força-tarefa / Zumbi), A.C. McDonald (Membro da força-tarefa / Zumbi), Samuel R. Solito (Membro da força-tarefa / Zumbi), Mark Ricci (Cientista de Washington), Lee Hartman (Repórter / Zumbi), Jack Givens (Zumbi), Rudy Ricci (Zumbi), Paula Richards (Zumbi), John Simpson (Zumbi), Herbert Summer (Zumbi), Richard Ricci (Zumbi), William Burchinal (Zumbi), Ross Harris (Zumbi), Al Croft (Zumbi), Jason Richards (Zumbi), Dave James (Zumbi), Sharon Carroll (Zumbi), William Mogush (Zumbi), Steve Hutsko (Zumbi), Joann Michaels (Zumbi), Ella Mae Smith (Zumbi).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: George A. Romero; Roteiro: George A. Romero e John Russo; Produção: Karl Hardman e Russell Streiner; Trilha Sonora: Domínio Público; Direção de Fotografia: George A. Romero; Montagem: George A. Romero e John Russo; Maquiagem: Bruce Capristo e Karl Hardman; Efeitos de Maquiagem: Vincent J. Guastini; Som: Marshall Booth e Gary Streiner; Efeitos Sonoros: Karl Hardman; Efeitos Especiais: Tony Pantanello e Regis Survinski.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nota festiva do blogueiro: Amigos leitores, comemoro com esta a centésima postagem!!! Sim, já são cem filmes de terror e suspense comentados aqui! Um brinde para nós!!!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-8097948663449799047?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/8097948663449799047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=8097948663449799047&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/8097948663449799047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/8097948663449799047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/08/noite-dos-mortos-vivos.html' title='A Noite dos Mortos-Vivos'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-2585220263752418608</id><published>2007-07-19T15:40:00.000-03:00</published><updated>2007-07-19T15:46:49.629-03:00</updated><title type='text'>Alone In The Dark - O Despertar do Mal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alone In The Dark: O Despertar do Mal (&lt;em&gt;Alone In The Dark&lt;/em&gt;, CAN/EUA/ALE, 2005 – 96 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“O Mal desperta.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Edward Carnby (Christian Slater) pertencia a uma agência governamental especializada em fenômenos paranormais, de onde foi expulso por razões obscuras. Agora um investigador independente, Edward busca no mundo inteiro artefatos de uma civilização antiga chamada Abkani. Quando estranhos eventos começam a ocorrer, somente a antropóloga Aline (Tara Reid) pode ajudá-lo a desenrolar uma trama que sugere serem as lendas Abkani sobre criaturas demoníacas de outra dimensão, paralela à nossa, muito próximas da realidade; e, inclusive, tiveram influência no misterioso passado do detetive.&lt;br /&gt;Olha, é difícil escrever sobre um “filme” como este. Baseado, mal e porcamente, em um videogame de grande sucesso no início da década de 90, de onde tirou, praticamente, apenas o título e o nome dos personagens principais, busca misturar conceitos mostrados em “Alien”, “Hellboy” e “Predador” com terror rasteiro e, claro, que o produto final não podia ser nada além de indigesto, para dizer o mínimo.&lt;br /&gt;Atirando para todos os lados, o roteiro não causa mais do que alguns bocejos e demonstra totalmente sua intenção de seguir uma fórmula, pensando assim: se nossas influências foram bem-sucedidas, basta colocar tudo no mesmo balaio que teremos a receita do sucesso instantâneo. É o Miojo (com o devido respeito ao alimento, que matou muita fome minha na vida) cinematográfico por excelência.&lt;br /&gt;Só que não é tão fácil assim criar um filme do gênero. Para começar, o diretor escolhido é o canhestro alemão Uwe Boll, que vem construindo uma “carreira” adaptando videogames para a tela grande – cometeu ainda os dois “House of the Dead”, a seqüência de “Dungeon Siege” e “Bloodrayne” - e não tem a menor noção do que seja uma composição ou movimento de câmera de qualidade; viciado em cortes rápidos, usa ângulos e monta cenas até interessantes, porém vazios e (d)efeitos visuais e especiais poluem o quadro o tempo todo. Assistir algo com a assinatura dele é de doer. Ainda, para deixar tudo ainda mais irritante, desvia a câmera na hora das mortes ou cobre tudo com uma fotografia tão escurecida que fica difícil perceber o que está acontecendo; poxa, nem mesmo a sanguinolência a gente tem para se divertir um pouco!&lt;br /&gt;Isso ocorre também pela total falta de competência na construção de suspense ou tensão, com o envolvimento dos espectadores para com os personagens e os eventos mostrados na tele muito próximo de zero; o samba do crioulo doido que os roteiristas inventaram é tão sem sentido que fica até difícil de acompanhar. O que um professor maluco, órfãos, implantes biológicos, civilizações antigas, um detetive durão, uma cientista gostosa, agentes do governo com coletes à prova de balas com músculos e criaturas invisíveis que atacam os humanos têm em comum? Estão todos neste filme!&lt;br /&gt;Nesse ponto, falando das atuações, Slater, sempre carismático, faz o que pode com um personagem tosco e sem qualquer outra idéia para resolver as situações que se apresentam a não ser correr, dar porrada, atirar, dizer frases estúpidas ou explodir as coisas, não necessariamente nesta ordem; Tara (hum, que nome, hein) Reid – de “American Pie” - cada vez mais confirma ser um rostinho bonito com um corpo lindo e, e, e... é isso. Sua cientista, que usa óculos para comprovar sua competência acadêmica e faz beicinho para ler os complicados relatórios do museu, não serve para nada a não ser enfeitar o campo e dar um interesse romântico para o herói. Dorff, a última parte do tripé de atores “famosos” para chamar público, deixa muito claro que seu interesse no personagem é o contra-cheque e dá uma interpretação preguiçosa e clichê até a última bala de sua metralhadora; triste para um ator com tanto potencial e que já apresentou performances memoráveis.&lt;br /&gt;Para encerrar, aguardem, que em 2008 teremos a seqüência, também dirigida por Uwe Boll. Um raio cai duas vezes... Pelo menos, em Hollywood e enquanto os DVDs continuarem vendendo.&lt;br /&gt;Só consigo sentir pena. “Alone in the Dark” é um dos melhores jogos que eu já brinquei, recheado de atmosfera, inteligência e sustos para dar e vender. Quem quiser ver uma adaptação de games de terror que faz jus à fonte, assistam “Silent Hill”, clique &lt;a href="http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/02/terror-em-silent-hill.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ler a crítica deste blogueiro que vos fala, que obteve resultados bem melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Christian Slater (Edward Carnby), Tara Reid (Aline Cedrac), Stephen Dorff (Comandante Richard Burke), Frank C. Turner (Sam Fischer), Matthew Walker (Professor Lionel Hudgens), Will Sanderson (Agente Miles), Mark Acheson (Capitão Chernick), Darren Shalavi (John Dillon), Karin Konoval (Irmã Clara), Craig Bruhnanski (Xerife), Kwesi Ameyaw (Policial Adams), Dustyn Arthurs (Edward jovem), Catherine Lough Haggquist (Krash), Ed Anders (James Pinkerton), Sarah Deakins (Linda) Daniel Cudmore (Agente Barr), Françoise Yip (Agente Cheung), Ho Sung Pak (Agente Marko), Mike Dopud (Agente Turner), Brendan Fletcher (Motorista de Táxi), Donna Lysell (Sarah Fischer), Ona Grauer (Agente Feenstra), John Fallon (Agente Yonek), Rebekah Postey (Sophie), Robert Bruce (Barnes), Dean Redman (Agente Richards), Antonio Maiurano (Agente Tony).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Uwe Boll; Roteiro: Elan Mastai, Michael Roesch e Peter Scheerer; Produção: Shawn Williamson; Produtores Associados: Frederic Demey, Dan Sales, Philip Selkirk, Jonathan Shore, Jörg Tittel e Max Wanko; Produção Executiva: Uwe Boll, Dan Clarke e Wolfgang Herold; Co-produção Executiva: Bruno Bonnell e Harry Rubin; Trilha Sonora: Reinhard Besser, Oliver Lieb, Bernd Wendlandt e Peter Zweier; Direção de Fotografia: Mathias Neumann; Montagem: Richard Schwadel; Seleção de Elenco: Maureen Webb; Design de Produção: Tink; Direção de Arte: Peter Stratford; Cenografia: David Birdsall; Figurinos: Maria Livingstone; Maquiagem: Lise Kuhr, Connie Parker e Sanna Seppanen; Efeitos de Maquiagem: Bill Terezakis; Som: Jochen Engelke, Tobias Fleig, Wolfgang Herold e Marco Raab; Efeitos Especiais: John Sleep; Efeitos Visuais: Doug Oddy, Geoff D.E. Scott, Max Wanko e Bojan Zoric.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-2585220263752418608?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/2585220263752418608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=2585220263752418608&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2585220263752418608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2585220263752418608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/07/alone-in-dark-o-despertar-do-mal.html' title='Alone In The Dark - O Despertar do Mal'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-1404094345423884203</id><published>2007-06-10T22:36:00.000-03:00</published><updated>2007-06-10T22:39:46.862-03:00</updated><title type='text'>A Casa dos Maus Espíritos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Casa dos Maus Espíritos (&lt;em&gt;House on Haunted Hill&lt;/em&gt;, EUA, 1959 – 77 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Uma casa mal-assombrada, uma noite que eles jamais esquecerão!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um excêntrico milionário, Frederick Loren (Vincent Price), convida cinco pessoas totalmente desconhecidas entre si para se juntarem a ele e sua esposa, Anabelle (Carol Ohmart), para comemorarem o aniversário dela.&lt;br /&gt;Até aí, nada demais, exceto o fato de que os convidados nunca encontraram com a aniversariante ou seu anfitrião. Porém, outras características tornam tudo mais estranho – e perturbador; primeiro, o cenário da festa é uma casa isolada, considerada mal-assombrada e onde diversas mortes ocorreram, como o aterrorizado e bebum dono da casa, Watson Pritchard (Elisha Cook Jr., &lt;em&gt;habitué&lt;/em&gt; de filmes de terror baratos na década de 50 e 60) mais do que rapidamente esclarece aos outros companheiros; segundo, cada um dos convidados receberá a quantia de dez mil dólares, se sobreviverem a uma noite na casa, que ficará trancada e sem saída para os que se dispuserem a ficar depois da meia-noite e todos estão, de uma forma ou de outra, desesperadamente precisando de dinheiro; e, por último, o casamento entre Frederick e Anabelle não parece ser exatamente harmonioso.&lt;br /&gt;Assim, a caixa Nora (Carolyn Craig), o piloto de provas Lance (Richard Long), a jornalista Ruth (Julie Mitchum, irmã de Robert Mitchum, em um dos cinco filmes que participou na carreira) e o psiquiatra David (Alan Marshal), além do já citado Watson, terão a pior noite de suas vidas e onde nada é o que parece...&lt;br /&gt;Um filme interessante que dá uma outra visão do subgênero old dark house, contando com uma boa ambientação em uma casa de design mais moderno e original, fora do esquema do casarão vitoriano de praxe; efeitos especiais bacanas, principalmente o esqueleto e as cenas de assassinato, mais sangrentas; história original, sendo mais um thriller do que um filme de terror e um elenco acima da média, capitaneado por Price no auge da forma, abusando de sua figura simpática e sinistra ao mesmo tempo – sua narração irônica e com ameaça em cada frase é ótima. “She is so amusing / Ela é tão divertida” – e a beleza de Carol Ohmart, encarnando a perfeita &lt;em&gt;vamp&lt;/em&gt; do imaginário popular, linda e fatal.&lt;br /&gt;A montagem certinha e o ótimo uso de luz e sombra deixa toda a experiência melhor do que se poderia imaginar, dado o período em que foi feito.&lt;br /&gt;O mérito vai, principalmente, para a direção inventiva do famoso William Castle, pioneiro do gênero depois do ciclo da Universal nos anos 30 e 40 e que se especializou em amedrontar a platéia com produções baratas e divertidas. Castle adorava brincar com a audiência nos cinemas, tendo inventado muitas ações bacanas para potencializar o efeito dos seus filmes, como o sistema “Odorama”, que soltava um cheiro nauseabundo durante a projeção. Para “A Casa”, Castle inventou o “Emergo”, que era um esqueleto fluorescente que saía de uma caixa ao lado da tela, em uma das cenas cruciais, e passava pelas cabeças dos espectadores (tiveram que parar depois de pouco tempo, pois a molecada levava estilingues e tentava derrubar o esqueleto quando este aparecia, com pedrinhas, balas, pipocas e o que mais estivesse à mão. Adolescentes sempre são adolescentes...). Fez grande sucesso nas bilheterias e inspirou Hitchcock para fazer o super-clássico “Psicose”.&lt;br /&gt;Hoje, serve mais como curiosidade para fãs, já que envelheceu mal e parece irremediavelmente datado, com os penteados, roupas, trilha sonora exagerada e argumentos que atualmente soam anacrônicos e inverossímeis, como aquele blá-blá-blá de histeria, que o bom doutor não pára de arrotar o tempo todo. Embora a diversão permaneça intacta e nem se perceba o tempo passar, já que ele é curtinho e não enrola, indo direto ao ponto.&lt;br /&gt;Foi refilmado em 1999, com muito mais grana e muito menos talento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Vincent Price (Frederick Loren), Carolyn Craig (Nora Manning), Richard Long (Lance Schroeder), Elisha Cook Jr. (Watson Pritchard), Carol Ohmart (Anabelle Loren), Alan Marshal (Dr. David Trent), Julie Mitchum (Ruth Bridgers), Leona Anderson (Sra. Slydes), Howard Hoffmann (Jonas Slydes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: William Castle; Roteiro: Robb White; Produção: William Castle; Produtor Associado: Robb White; Trilha Sonora: Von Dexter (tema central, “House on Haunted Hill” composto por Richard Kayne e Richard Loring); Direção de Fotografia: Carl E. Guthrie; Montagem: Roy V. Livingston; Direção de Arte: Dave Milton; Cenografia: Morris Hoffman; Maquiagem: Jack Dusick e Gale McGarry; Som: Ralph Butler, Jerry Irvin e Charles G. Schelling; Efeitos Especiais: Herman Townsley.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-1404094345423884203?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/1404094345423884203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=1404094345423884203&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/1404094345423884203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/1404094345423884203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/06/casa-dos-maus-espritos.html' title='A Casa dos Maus Espíritos'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-6380995269459886658</id><published>2007-06-04T00:19:00.000-03:00</published><updated>2007-06-04T00:22:57.974-03:00</updated><title type='text'>Prelúdio Para Matar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Prelúdio Para Matar (&lt;em&gt;Profondo Rosso / Deep Red / The Hatchet Murders / Dripping Deep Red&lt;/em&gt;, ITA, 1975 – 126 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um teatro, a sensitiva Helga (Macha Meril), acompanhada do psicanalista Giordani (Glauco Mauri) e do cientista Bardi (Piero Mazzinghi), faz uma palestra onde demonstra seus poderes de telepatia; de repente, a moça se sente mal e afirma que um assassino está presente na platéia e irá matar de novo. Visivelmente abalada, o show se encerra e Helga volta para sua casa, prometendo escrever quem é o assassino, pois as impressões mentais já se estabilizaram e ela sabe a identidade.&lt;br /&gt;Lá, pressente que não está sozinha e é assassinada brutalmente. Da praça em frente, o pianista Marcus (David Hemmings, de “Blow-Up”), morador do mesmo prédio de apartamentos, testemunha o crime e corre para tentar salvá-la; porém, chega tarde demais para evitar a morte da moça. Com a curiosidade despertada por uma misteriosa figura com capote que viu se afastando do lugar e por um quadro que desapareceu da parede, Marcus, com a ajuda da repórter Gianna (Daria Nicolodi) vai fazer de tudo para chegar ao fundo do mistério, que ainda deixa uma trilha de corpos pelo caminho e carrega uma ameaça nada fútil à sua própria vida.&lt;br /&gt;Grande thriller da década de 70, realizado por um dos diretores / autores mais originais e talentosos do gênero, o italiano Dario Argento. Dono de uma técnica impecável e um grande compositor de imagens, Argento é o fundador de um sub-gênero dentro do horror, o chamado “&lt;em&gt;giallo&lt;/em&gt;”. “&lt;em&gt;Giallo&lt;/em&gt;”, em italiano, significa “amarelo”, que é a cor utilizada por editores, nos anos 50 e 60, nas capas de publicações baratas com histórias de crimes e terror recheadas de assassinatos e muito sangue; inspiração que o diretor segue à risca e ainda coloca seu toque muito pessoal nos trabalhos que realiza. Com a carreira iniciada em 1969, Argento fez muitos “&lt;em&gt;giallos&lt;/em&gt;”, mas somente começou a acrescentar o sobrenatural a partir de seu próximo filme, “Suspiria”, de 1977.&lt;br /&gt;A marca registrada dele é o uso inventivo e delirante da steady cam (câmera de mão) e muitos POVs (tomadas de ponto de vista), com closes de mãos enluvadas, olhos e objetos inanimados; inclusive, em quase todos os filmes quando aparecem as mãos do assassino, ele próprio o interpreta. Além dos aspectos técnicos, outra coisa que chama a atenção é a total falta de pudor em mostrar a violência e usá-la como elemento narrativo. Em “Prelúdio”, por exemplo, temos tiros, punhaladas, cuteladas, água quente (!!!) e decapitações, mostradas em todos os detalhes nos assassinatos cometidos na trama.&lt;br /&gt;Justamente por esse pendão mais gráfico e explícito no uso da violência, seus filmes são impiedosamente picotados por censores e guardiões da moral (e por executivos que querem faturar uns trocados a mais baixando a censura), tornando-os ainda mais fragmentados do que o “normal” e dificultando bastante a compreensão das tramas pelos espectadores. Felizmente, pude assistir a versão integral (com exceção de alguns segundos de uma decapitação, que se perderam para sempre com as tesouras raivosas pelo mundo) e deu para curtir bastante. Claro que temos uma horrorosa dublagem em inglês, sem sincronia nenhuma e com muitas passagens simplesmente ignoradas pelos dubladores, em que temos até cinco minutos seguidos de diálogos em italiano, sem dublagem e sem legendas; e isso acontece em diversos trechos, tirando um pouco do prazer de assistir. Nada que prejudique muito, afinal o que realmente importa, pelo menos ao vermos um legítimo Argento, são as imagens.&lt;br /&gt;Quanto ao filme em si, temos muitas qualidades, como um elenco empenhado e interessante, capitaneado pelo inglês David Hemmings, com sua cara de Paul McCartney e a boa atriz Daria Nicolodi, namorada do diretor na época e muito bem como a repórter pentelha. A investigação do crime transcorre com fluidez (e alguns furinhos no roteiro), num crescendo de elementos e muitas surpresas, onde praticamente todos os personagens, com exceção do pianista, podem ser considerados como suspeitos. Embora a trama possa ser considerada como batida, o diferencial é o toque do diretor. Muitos movimentos de câmera e ângulos inusitados; a fotografia mais etérea, junto com uma cenografia bem diferente, que reforçam a sensação de pesadelo; as marcas registradas estão todas aqui; os efeitos de maquiagem do mestre Carlo Rambaldi; alguns truques com espelhos e bonecos e a crueza da encenação dos ataques do assassino formam um conjunto de dar nos nervos.&lt;br /&gt;Coroando o espetáculo, uma música inquietante e nervosa do grupo Goblin, que se tornaria um parceiro habitual do diretor e pontuando as cenas mais violentas e de perturbação emocional que fazem parte do roteiro com perfeição.&lt;br /&gt;Como nem tudo são flores, o ritmo narrativo é lento demais em algumas passagens e cansa, pois a duração da projeção (mais de duas horas) pedia um pouco mais de gás, além dos exageros tipicamente italianos de uma parte do elenco, principalmente o superintendente e a sensitiva.&lt;br /&gt;Não é um filme digerível com facilidade por qualquer público, mas vale a visita e tem que ser conhecido por qualquer apreciador de cinema, que verá um dos gênios da arte em grande forma. Argento já mencionou em entrevistas e documentários que este é o seu favorito; acho que ele sabe do que está falando, não é mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: David Hemmings (Marcus Daly), Daria Nicolodi (Gianna Brezzi), Gabriele Lavia (Carlo), Macha Meril (Helga Ulmann), Eros Pagni (Superintendente Calcabrini), Giuliana Calandra (Amanda Righetti), Piero Mazzinghi (Bardi), Glauco Mauri (Professor Giordani), Clara Calamai (Martha – Mãe de Carlo), Aldo Bonamano (Pai), Liana Del Balzo (Elvira – empregada de Amanda), Geraldine Hooper (Massimo Ricci), Furio Meniconi (Rodi), Fulvio Mingozzi (Agente Mingozzi), Nicoletta Elmi (Olga – filha de Rodi), Jacopo Mariani (Carlo jovem), Vittorio Fanfoni (Policial tomando notas), Dante Fioretti (Fotógrafo da polícia), Lorenzo Piani (Policial das digitais), Salvatore Puntillo (Policial), Piero Vida (Policial gordo), Dario Argento (As Mãos do Assassino).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Dario Argento; Roteiro: Dario Argento e Bernardino Zapponi; Produção: Salvatore Argento; Produção Executiva: Cláudio Argento; Trilha Sonora: Giorgio Gaslini e o grupo Goblin (Walter Martino, Fabio Pignatelli e Claudio Simonetti); Direção de Fotografia: Luigi Kuveiller; Montagem: Franco Fraticelli; Design de Produção: Giuseppe Bassan; Cenografia: Armando Mannini; Figurinos: Elena Mannini; Maquiagem: Giuliano Laurenti, Giovanni Morosi e Nicla Palombi; Som: Nick Alexander, Mario Faraoni e Eugenio Fiori; Efeitos Especiais: Germano Natali e Carlo Rambaldi.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-6380995269459886658?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/6380995269459886658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=6380995269459886658&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/6380995269459886658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/6380995269459886658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/06/preldio-para-matar.html' title='Prelúdio Para Matar'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-3030051936545106424</id><published>2007-06-04T00:15:00.000-03:00</published><updated>2007-06-04T00:19:09.498-03:00</updated><title type='text'>Boletim Extraordinário sobre a Série Amityville</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou deixar registrados os nomes das seqüências picaretas que saíram em resultado do sucesso de “Terror em Amityville”, como serviço de utilidade pública e para evitar desperdício de tempo e dinheiro. Assisti, é claro, a todas, principalmente na adolescência e nas madrugadas insones. Mas não recomendo a experiência para ninguém. São elas:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Amityville: A Casa do Medo”,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de 1983 – já comentada aqui, pois veio de graça quando comprei a parte 2. Assisti e comentei no estrito dever de ofício (para mim é questão de honra comentar todos os filmes da minha coleção; quanto aos outros, me dou o direito de escolher se merece comentário ou não), portanto não riam da minha cara e ainda por cima foi a responsável pelo resto da “série” ser produzida para a TV, ou então, lançada direto em vídeo;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Amityville: A Fuga do Mal”,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; de 1989 onde um abajur da casa original toca o puteiro (!). O aparelho elétrico até tem um design interessante, mas fica nisso;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“A Maldição de Amityville”,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de 1990, onde um grupo de jovens passa a noite na casa, agora abandonada, embora a mesma tenha explodido na terceira parte. Pode isso, juiz? Espero que não, mas como fizeram acho que vale;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Amityville 1992: Questão de Hora”,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de 1992, onde o relógio da casa original toca o puteiro (!!!), embora seja o melhorzinho, com bom clima;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Amityville: A Nova Geração”, &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;de 1993, onde um espelho (!!!!) da casa original é responsável por mais destruição e, como cereja no bolo,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Amityville: Casa de Bonecas”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, de 1996, onde uma casa de bonecas com a forma da casa original toca o puteiro (!!!... Ah, desisto, essa doeu).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Deu para perceber a “originalidade” das produções, certo? Fuja delas como o Diabo da cruz!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-3030051936545106424?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/3030051936545106424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=3030051936545106424&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/3030051936545106424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/3030051936545106424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/06/boletim-extraordinrio-sobre-srie.html' title='Boletim Extraordinário sobre a Série Amityville'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-245710873332742570</id><published>2007-06-04T00:11:00.000-03:00</published><updated>2007-06-04T00:15:01.702-03:00</updated><title type='text'>Amityville 2: A Possessão</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Amityville 2: A Possessão (&lt;em&gt;Amityville 2 / Amityville 2: The Possession&lt;/em&gt;, EUA/MEX, 1982 – 100 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Na noite de 5 de fevereiro de 1976, George e Kathleen Lutz fugiram de sua casa em Amityville, Nova York. Eles sobreviveram! Seu pesadelo chocou platéias no mundo inteiro em “Terror em Amityville”. Mas, antes deles, uma outra família morou nesta casa e foram assediados pelo Mal. Eles não tiveram tanta sorte... Esta, é a sua história!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Uma família, os Montelli, formada por: o pai abrutalhado Anthony (Burt Young, da série “Rocky”); a mãe sofrida Dolores (Rutanya Alda); a gracinha Patricia (Diane Franklin); o filho mais velho Sonny (Jack Magner) e as crianças Jan (Erika Katz) e Mark (Brent Katz) se muda para uma casa em Long Island para tentar pacificar os ânimos e melhorar a vida em comum, pois o pai tem uma tendência a usar os punhos e isso causa conflitos com todos, em especial com Sonny.&lt;br /&gt;Por um tempo, tudo parece que vai se resolver a contento, mesmo com algumas explosões ocasionais do papai bonzinho. Embora no porão tenha uma abertura, uma passagem, pouco convencional e que a mãe imediatamente sente não ser nada boa; e está certa, pois é uma porta de entrada para o inferno. Temerosa do que aquilo possa representar para a frágil harmonia familiar, busca o auxílio do padre Adamsky (James Olson, ótimo).&lt;br /&gt;A interferência do padre causa uma agitação dos espíritos da casa (construída sobre um antigo cemitério indígena), que possuem o corpo de Sonny. O rapaz então começa a praticar atos de confronto a Deus (como dar uma trepadinha amiga com a irmã bonita e gostosa) e semear cada vez mais fúria dentro da casa, até que um dia pega uma arma e mata todo mundo. Convencido de que o rapaz sofre de possessão demoníaca, o padre Adamsky faz tudo que pode para salvar a alma de Sonny, num exorcismo terrível e de conseqüências imprevisíveis.&lt;br /&gt;Na verdade, não é uma seqüência, mas sim uma prequel (pré-continuação) do primeiro filme, onde foi feita uma dramatização dos assassinatos cometidos por Ronnie De Feo e considerados como causa da perturbação espiritual e maléfica da casa.&lt;br /&gt;O diretor Damiani (em sua primeira e única produção falada em língua inglesa) fez um grande trabalho, com tomadas inventivas, efeitos especiais bem razoáveis (a maquiagem da possessão é impressionante), indo fundo nas perversões do roteiro e criando muito clima e suspense, valorizadas pela trilha sonora muito bem feita, mais uma vez, por Lalo Schifrin.&lt;br /&gt;O elenco está empenhado e bom na média geral, com destaques absolutos para dois atores. O primeiro é James Olson, como o padre, que passa totalmente a emoção necessária e credibilidade para o espectador se envolver com seus esforços para convencer a polícia, e a direção da Igreja, da seriedade dos eventos ocorridos em Amityville e da influência demoníaca do caso. O outro é Jack Magner, que estranhamente sumiu do mapa e nunca mais filmou. Uma pena, pois seu retrato do atormentado Sonny é muito bom e potencializa o efeito no público da possessão sofrida pelo personagem; suas cenas dos ataques e manifestações da força maligna são ótimas (com muitos sorrisos dementes) e ele leva bem a terrível dramatização da morte da família toda, que deve ter sido uma dureza, emocionalmente, já que o personagem não demonstra qualquer traço de hesitação em meter bala na família, sem poupar nem mesmo as crianças pequenas, com uma crueldade daquelas.&lt;br /&gt;E aí chegamos ao que realmente choca. Nos dois primeiros atos, a destruição e o caos campeiam, além de ter algumas das ações mais repugnantes que já vi. A cena onde Sonny, já possuído pelo espírito maléfico, seduz sua irmã é de prender na cadeira e se torcer de raiva. A porta no porão é apropriadamente suja e a aparição da entidade que depois persegue e pega Sonny (com uma ótima tomada longa em POV, com ângulos angustiantes e inusitados) dá frio na espinha.&lt;br /&gt;O único problema é o final, com uma ambientação sub-Exorcista bem fraquinha, apesar dos efeitos legais da manifestação do demônio, com bastante sangue e nojeiras. Mas, felizmente, não consegue estragar o todo, que consegue a proeza de ser melhor do que o original, com ritmo mais acelerado, efeitos bacanas e atores melhores, além de nem traço da gritaria generalizada que irritava bastante.&lt;br /&gt;Vale a visita, amigos leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: James Olson (Padre Adamsky), Jack Magner (Sonny Montelli), Burt Young (Anthony Montelli), Rutanya Alda (Dolores Montelli), Diane Franklin (Patricia Montelli), Moses Gunn (Detetive Turner), Ted Ross (Sr. Booth – advogado), Erika Katz (Jan Montelli), Brent Katz (Mark Montelli), Leonardo Cimino (Monsenhor), Danny Aiello III (Maqueiro 1), Gilbert Stafford (Maqueiro 2), Petra Lea (Sra. Greer), Martin Donegan (Detetive Cortez), John Ring (Chefe de Polícia), Peter Radon (Assistente do Monsenhor), Lawrence Bolen (Celebrante do Funeral), John Clohessy (Policial 1), Hollis Granville (Policial 2), Frank Patton (Policial 3), Kim H. Ornitz (Policial 4), Lindsay Hill (Policial 5), Rudy Jones (Jardineiro), Ken Smith (Médico da Prisão), Tony Devon (Legista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Damiano Damiani; Roteiro: Tommy Lee Wallace e Dardano Sacchetti, baseados no livro “Assassinato em Amityville”, de Hans Holzer; Produção: Dino de Laurentiis, Stephen R. Greenwald e Ira N. Smith; Produtor Associado: José Lopez Rodero; Produção Executiva: Bernard Williams; Trilha Sonora: Lalo Schifrin; Direção de Fotografia: Franco Di Giacomo; Montagem: Sam O’Steen; Design de Produção: Píer Luigi Basile; Direção de Arte: Ray Recht; Cenografia: George DeTitta Jr.; Figurinos: William Kellard; Maquiagem: Joe Cuervo e Werner Sherer; Efeitos de Maquiagem: John Caglione Jr. e Stephan Dupuis; Som: Stan Bochner e Dick Vorisek; Efeitos Especiais: Glen Robinson.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-245710873332742570?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/245710873332742570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=245710873332742570&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/245710873332742570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/245710873332742570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/06/amityville-2-possesso.html' title='Amityville 2: A Possessão'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-356882193300601698</id><published>2007-06-04T00:07:00.000-03:00</published><updated>2007-06-04T00:11:36.061-03:00</updated><title type='text'>Terror em Amityville</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Terror em Amityville (&lt;em&gt;The Amityville Horror&lt;/em&gt;, EUA, 1979 – 118 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Pelo amor de Deus, saiam!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Recém-casados, George (James Brolin) e Kathy Lutz (Margot Kidder) estão à procura de uma casa para chamarem de lar. Ele, ainda, gostaria de um imóvel com espaço suficiente para poder transferir seu escritório – ele tem uma firma de consultoria em tipografia – e transformar assim uma despesa em lucro. Ambos visitam uma casa em Amityville, Long Island, no estado de Nova York, espaçosa e com casa de barcos e de hóspedes mais por desencargo de consciência, já que imaginam um preço exorbitante.&lt;br /&gt;Para surpresa deles, o preço é bastante convidativo. Isso se deve, como explica a corretora, pelo fato de que a casa foi palco de um assassinato medonho (e real. O assassino está preso até hoje), onde o jovem Ronnie De Feo matou os pais e quatro irmãos com tiros de rifle, dizendo-se influenciado por “vozes demoníacas”. Com a atitude moderna de quem não se abala por bobagens, o casal fecha o negócio e se muda com os três filhos do primeiro casamento de Kathy e assumidos por George, confiantes em uma nova etapa de prosperidade e felicidade.&lt;br /&gt;Porém, pelos 28 dias seguintes, enfrentam problemas que não podem ter outra explicação além de influência maligna, como móveis que são jogados de um lado para o outro, paredes sangrando e perturbações de personalidade e físicas. Com a ajuda do padre Delaney (Rod Steiger), os Lutz tentam lutar contra o que quer que esteja perturbando suas vidas, mas são obrigados a abandonar a casa antes que percam suas vidas.&lt;br /&gt;Terror convencional que foi turbinado, na década de 70, pelo hype originado com a publicação do livro-reportagem em que é baseado, escrito por Jay Anson, sustentáculo da tese que os eventos que são mostrados no filme são reais e arrasou nas bilheterias no mundo todo. Claro que a tese do livro gerou polêmica, pois a única fonte do escritor, de talento inegável, foi o casal Lutz, embora ele sustente que buscou confirmação com a Igreja e com a polícia dos supostos fatos. Bem, vamos ao filme.&lt;br /&gt;O diretor optou por desenvolver a trama de forma lenta (até demais, diga-se de passagem), aumentando a carga de tensão gradativamente e com problemas progressivamente piores para a família enfrentar, o que não é algo necessariamente ruim e diferencia o filme dentro do gênero, mais afeito a porra-louquices e sangreiras, apesar da falta de lógica de toda a situação. Não tem muito sustento se ver de frente a portas que são arrombadas de dentro para fora, infestações de moscas, olhos na janela (brrr!), levitações, sentimentos assassinos; não querer fugir dali rapidinho antes que a coisa vá para o vinagre não é natural, viu, família Lutz e soa forçado. O roteiro, ainda, joga personagens na trama e estes não fazem absolutamente nada, como o padre auxiliar Bolen e o sargento Gionfriddo. Este último é o que de mais ridículo; segue o padre Delaney e George para todo lado e não faz absolutamente nada. Para que seguir os caras então?&lt;br /&gt;O quadro não é ajudado com a opção pela histeria da maior parte do elenco, em especial Steiger, que berra suas falas a maior parte do tempo a plenos pulmões, confundindo intensidade com gritaria e a falta de alcance dramático das crianças, todas péssimas e a atuação chorosa de Kidder (a Lois Lane da trilogia cinematográfica “Superman”) como Kathy. Quem salva a lavoura é James Brolin, com uma barba impressionante e uma atuação minimalista e forte como o protagonista George; ele sempre domina a cena assim que entra no aposento e dá credibilidade aos conflitos internos do seu personagem, que poderia facilmente descambar para a caricatura, já que é o mais perseguido pela presença demoníaca.&lt;br /&gt;Conforme dito acima, o diretor Rosenberg exagerou no freio de mão puxado, mas constrói cenas de grande impacto visual (as paredes sangrando e a descoberta do quarto secreto todo pintado de vermelho onde Ronnie De Feo fazia seus rituais de magia negra sendo os pontos altos) e consegue imprimir uma tensão muito boa durante toda a projeção. Com uma mão mais do que bem-vinda da soturna e arrepiante trilha sonora do mestre argentino Lalo Schifrin (indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro pelo trabalho), com uso interessante de coros infantis num resultado de gelar a espinha e pontuando com brilhantismo os momentos mais intensos, que infelizmente são poucos.&lt;br /&gt;Mesmo com todos os defeitos, é um terror sério e sóbrio, onde a casa se torna um vilão de respeito, com muitas tomadas inquietantes das agora famosas janelas que lembram olhos. Não deixem de assistir, vale a pena para qualquer fã que se preze.&lt;br /&gt;Foi refilmado em 2005 (ainda não vi, então não sei se foi uma caca ou se ficou bom) e gerou nada menos do que oito seqüências, das quais apenas a segunda pode ser realmente considerada como tal e é muito boa; as outras seis (campeãs de exibição nas madrugadas para tapar buracos de programação durante a década de 90) simplesmente pegaram carona e utilizaram a casa como mote para as tramas cada vez mais forçadas e ridículas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: James Brolin (George Lutz), Margot Kidder (Kathy Lutz), Rod Steiger (Padre Delaney), Don Stroud (Padre Bolen), Murray Hamilton (Padre Ryan), John Larch (Padre Núncio), Natasha Ryan (Amy Lutz), K.C.Martel (Greg Lutz), Meeno Peluce (Matt Lutz), Michael Sacks (Jeff), Helen Shaver (Carolyn), Amy Wright (Jackie), Val Avery (Sargento Gionfriddo), Irene Dailey (Tia Helena), Marc Vahanian (Jimmy), Elsa Raven (Sra. Townsend), Ellen Saland (Noiva), Eddie Barth (Agucci), Hank Garrett (Barman), James Tolkan (Legista), Carmine Foresta (Policial na casa), Charlie Welch (Carpinteiro), Jim Dukas (Vizinho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Stuart Rosenberg; Roteiro: Sandor Stern, baseado no livro “Horror em Amityville”, de Jay Anson; Produção: Elliot Geisinger e Ronald Saland; Produção Executiva: Samuel Z. Arkoff; Trilha Sonora: Lalo Schifrin; Direção de Fotografia: Fred J. Koenekamp; Montagem: Robert Brown; Seleção de Elenco: Jane Feinberg, Mike Fenton e Judy Taylor; Direção de Arte: Kim Swados; Cenografia: Robert Benton; Maquiagem: Stephen Abrums e Christine Lee; Som: Robert W. Glass, Richard Tyler e John Wilkinson; Efeitos Sonoros: Stephen Hunter Flick; Efeitos Especiais: Dell Rheaume; Efeitos Visuais: Allen Blaisdell e William Cruse.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-356882193300601698?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/356882193300601698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=356882193300601698&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/356882193300601698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/356882193300601698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/06/terror-em-amityville.html' title='Terror em Amityville'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-2054863345725154848</id><published>2007-06-04T00:04:00.000-03:00</published><updated>2007-06-04T00:07:29.418-03:00</updated><title type='text'>Boneco Assassino</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Boneco Assassino (&lt;em&gt;Child’s Play&lt;/em&gt;, EUA, 1988 – 87 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Você vai desejar que fosse apenas faz-de-conta.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Após uma perseguição implacável, o assassino serial Charles Lee Ray (Brad Dourif) se vê encurralado em uma loja de brinquedos pelo policial Mike Norris (Chris Sarandon), que acaba ferindo o bandido gravemente; sentindo que está morrendo, Ray pega um boneco Good Guy (Bonzinho) e, jurando vingança contra o parceiro que o abandonou, Eddie (Neil Giuntoli) e ao policial, com a ajuda de cânticos vodu, Ray imprime sua alma no brinquedo e faz a loja explodir.&lt;br /&gt;Não muito tempo depois, Karen (Catherine Hicks), uma jovem viúva, está quebrando a cabeça para arrumar um jeito de dar o boneco Bonzinho que seu filhinho Andy (Alex Vincent) quer de aniversário; a solução se apresenta quando um vagabundo aparece e vende a ela o boneco tão desejado. Adivinhem onde o tal vagabundo arrumou o brinquedo? Exatamente, na loja que explodiu.&lt;br /&gt;Andy, claro, adora o presente e começa imediatamente a brincar com Chucky, que lhe pede favores como ligar a TV para ele assistir o noticiário e levá-lo até o esconderijo de Eddie. Quando mortes começam a ocorrer, ninguém acredita em Andy, que conta a todos que o boneco fofinho é Charles Lee Ray e ele está com sede de vingança...&lt;br /&gt;Um pequeno clássico dos anos 80, responsável pelo lançamento do terceiro membro do grande triunvirato do terror recente: Jason Voorhees, Freddy Krueger e Chucky. O boneco acabou se tornando uma figura icônica no cinema de horror moderno, paradoxalmente apostando em um medo que vem de longe; a impressão infantil de que os bonecos e bonecas têm uma vida própria afastados de seus donos, na direção oposta a que foi, por exemplo, a série “Toy Story”. Outro aspecto interessante é que esse medo primordial foi pouco explorado pelos realizadores do gênero (de cabeça, me lembro de “Magia”, de 1979, com Anthony Hopkins; e, mais recentemente, “Jogos Mortais”, além de, é claro, a emblemática cena do palhaço em “Poltergeist”).&lt;br /&gt;Obviamente, para apreciar totalmente a experiência, o espectador tem que embarcar na premissa absurda do filme, pois é realmente complicado de aceitar um boneco tão pequeno causando tanto estrago e com tanta força física. Mas, a partir do momento em que se aceita isso, a diversão é garantida.&lt;br /&gt;O grande responsável por tornar Chucky tão querido pelos fãs é a interpretação primorosa de Brad Dourif, emprestando um jeito tão canalha e sarcástico ao boneco que se torna difícil não querer que o vilão se dê bem, principalmente pela falta de cuidado do roteiro em desenvolver os antagonistas. Eu sou suspeito para falar, pois simplesmente abomino atores infantis no gênero, mas Alex Vincent até que se dá relativamente bem no papel de Andy, fazendo com que nos importemos com seu destino, diferente de Hicks e Sarandon; ambos não conseguiram dar mais peso aos seus personagens estereotipados, embora o segundo domine bem suas cenas, como de hábito.&lt;br /&gt;A direção de Holland é bastante competente, criando bom timing de suspense (quase uma hora de projeção se passa antes que tenhamos certeza de que é o brinquedo mesmo que está tocando o puteiro), com ótimas tomadas de POV (ponto de vista) e ângulos baixos, usando os clichês a seu favor. As cenas dos sustos são filmadas com gosto, dando um bom tempero a algo batido. Por exemplo, todo mundo sabe que quando a gente mata um vilão ele não está realmente morto ainda, sempre tem tempo para mais um ataquezinho... O jeito com que o diretor lida com esse tipo de cena é o que conta, e Holland cumpriu muito bem seu papel.&lt;br /&gt;Nos demais aspectos técnicos, os bons efeitos especiais ganham destaque, com uma maquiagem competente e o uso de um dublê anão para as cenas de Chucky andando e perseguindo suas vítimas, o que acaba gerando um certo humor involuntário.&lt;br /&gt;O sucesso gerou uma franquia, que conta com mais quatro exemplares. As duas primeiras seqüências são uma forçada de barra só, com histórias ridículas e meras desculpas para o boneco assassinar a galera; já os dois últimos são os mais bacanas, por brincarem constantemente com o status de Chucky como celebridade e partirem para a auto-paródia explícita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Catherine Hicks (Karen Barclay), Chris Sarandon (Mike Norris), Alex Vincent (Andy Barclay), Brad Dourif (Charles Lee Ray / Voz de Chucky), Dinah Manoff (Maggie Peterson), Tommy Swerdlow (Jack Santos), Jack Colvin (Dr. Ardmore), Neil Giuntoli (Eddie Caputo), Juan Ramirez (Vagabundo), Alan Wilder (Sr. Criswell), Raymond Oliver (Dr. Morte), Aaron Osborne (Enfermeiro), Tyler Hard (Mona), Ted Liss (George), Roslyn Alexander (Lucy), Ed Gale (Chucky) e Edan Gross (voz de Chucky amistoso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Tom Holland; Roteiro: Don Mancini (história) e Don Mancini, John Lafia e Tom Holland (roteiro); Produção: David Kirschner; Produtora Associada: Laura Moskowitz; Produção Executiva: Barrie M. Osborne; Co-produção Executiva: Elliot Geisinger; Trilha Sonora: Joe Renzetti; Direção de Fotografia: Bill Butler; Montagem: Roy E. Peterson e Edward Warschilka; Seleção de Elenco: Sharon Bialy e Richard Pagano; Design de Produção: Daniel A. Lomino; Cenografia: Cloudia; Figurinos: April Ferry; Maquiagem: Michael Hancock e Marina Pedraza; Som: Rick Kline, Donald O. Mitchell, Kevin O’Connell e John Riordan; Efeitos Sonoros: Clayton Collins; Efeitos Especiais: Richard O. Helmer; Efeitos Visuais: Peter Donen.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-2054863345725154848?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/2054863345725154848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=2054863345725154848&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2054863345725154848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2054863345725154848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/06/boneco-assassino.html' title='Boneco Assassino'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4023161549459346884</id><published>2007-06-04T00:00:00.000-03:00</published><updated>2007-06-04T00:04:32.212-03:00</updated><title type='text'>2001 Maníacos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;2001 Maníacos (&lt;em&gt;2001 Maniacs!,&lt;/em&gt; EUA, 2005 – 87 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Você é o que ELES comem!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os três amigos Lee (Jay Gillespie), Nelson (Dylan Edrington) e Cory (Matthew Carey) estão loucos para sair de viagem para o spring break (mais para baixo eu explico o que é isso), principalmente depois da espinafrada épica que levaram do professor Ackerman (participação especial de Peter Stormare), o que os deixou com uma bela tarefa para quando o período longe da universidade terminar.&lt;br /&gt;Por isso, o trio quer que suas pequenas férias sejam o mais legal possível, com muita mulher, muita cerveja e muita curtição, já que a universidade para eles pode não ter nenhum futuro. No caminho, parando em um posto de gasolina na Carolina do Norte, os rapazes vêem um outro carro, com duas gatas estonteantes, Kat (Gina Marie Heekin) e Joey (Marla Leigh Malcom), acompanhadas do motorista mal-encarado Ricky (Brian Gross); Lee imediatamente se interessa por Joey, que avisa a ele: se chegar em Daytona Beach (o destino deles), para procurar por ela.&lt;br /&gt;Depois de se perderem, o trio pega um desvio e acaba indo parar na cidadezinha de Pleasant Valley, onde são recepcionados pelos habitantes e o prefeito Buckman (Robert Englund), que os avisa: são os convidados de honra do festival Guts n’ Glory, comemorativo do aniversário da cidade, com temática da Guerra de Secessão. Logo depois, para surpresa de Lee, Joey e seus amigos se aproximam de carro, seguidos ainda do motoqueiro Malcolm (Mushond Lee) e sua namorada Leah (Bianca Smith).&lt;br /&gt;Assim, tudo parece que vai se encaixar bem, pois muitas mulheres lindas moram na cidade, para alegria de Nelson e Cory; Joey está realmente afim de alguma coisa com Lee; Kat se anima com os habitantes da ala masculina, assim como Ricky (sim, ele é gay) e Malcolm e Leah, bem, eles já têm o que fazer.&lt;br /&gt;Só que alguma coisa está errada. Os habitantes são muito hospitaleiros, agradáveis e coisa e tal; mas, um por um, os forasteiros desaparecem. Até que Lee descobre o que realmente está acontecendo e, junto com Joey e seus amigos, terão que rezar para conseguirem sobreviver ao terrível festival, pois Pleasant Valley e todos seus habitantes têm um pequeno segredinho...&lt;br /&gt;Boa diversão sangrenta, uma recriação de um “clássico” do terror de 1964, chamado “2000 Maniacs” que foi dirigido e criado por Herschell Gordon Lewis, o pioneiro dos filmes de terror mais hardcore e que apostam na violência mais gráfica e chocante, inusitada na época e que fez escola, inclusive na Europa. Com o envolvimento de Eli Roth, responsável por “Cabana do Inferno” e “O Albergue” (ambos já comentados aqui no blog, procurem nos arquivos), a quantidade de sangue, tripas e podreiras afins é elevada à máxima potência, com resultados tão exagerados que dão mais motivos para riso do que para medo; e a intenção dos realizadores foi exatamente esta, com uma comédia sangrenta na melhor tradição de “Uma Noite Alucinante” (também já comentado aqui no blog, mais uma vez olhem nos arquivos), por acaso também produzido por Scott Spiegel, que tem muitos bons momentos e outros nem tanto, mas com um resultado geral bem aceitável.&lt;br /&gt;Com um orçamento baixo e enxuto, temos muita coisa legal para nos divertirmos, mas é muito melhor irmos por partes, como diria nosso amigo inglês.&lt;br /&gt;Começando pelo elenco, o destaque total vai para o velho conhecido do fã de terror Robert Englund, intérprete do ícone Freddy Krueger e que está simplesmente se divertindo como nunca no papel do prefeito Buckman, o líder da comunidade; exagerando no sotaque sulista e nas micagens, o veterano dá um show e torna toda a experiência mais bacana. Gostei também de Giuseppe Andrews (que se não se cuidar acaba virando o novo Bruce Campbell do terror. E tomara que não se preocupe com isso mesmo!) e dos dois menestréis da cidade, hilariantes. O restante segue o padrão dos jovens atores, muita aparência e pouco conteúdo.&lt;br /&gt;Falando nisso, os apreciadores de beleza feminina terão um bom deleite para os olhos, pois praticamente todas as atrizes são bonitas e gostosas e o roteiro não tem pudor nenhum em explorar seus belos corpos, com muitos seios de fora e fetiches (roupas de empregada, mulheres juntas se beijando, shortinhos e couro), mostrados com muito bom humor.&lt;br /&gt;Em outro departamento, os assassinatos são bem diferentes e muito bem montados pela equipe de efeitos especiais e de maquiagem, tendo para todos os gostos: desmembramentos, cabeças decepadas, lanças (!), sinos caindo na cabeça (!!) e ácido sulfúrico (!!!); uma festa gore e com sangue falso aos borbotões. O que nos leva ao roteiro, muito sarcástico e sem a menor preocupação em ser politicamente correto, algo que eu, particularmente, aprecio sempre. Tem piadas grosseiras (e outras nem tanto) com caipiras, homossexuais, comida, idosos, minorias étnicas e muito mais. Coisa boa, senhoras e senhores, sobra para todo mundo!&lt;br /&gt;Em resumo, nada para entrar nas listas acadêmicas. Mas é divertido e cumpre sua proposta, que é a de simplesmente fazer passar o tempo.&lt;br /&gt;Como curiosidade, o spring break é uma pausa de duas semanas nas aulas dos EUA (antes de começar o último trimestre e as provas finais), onde tradicionalmente os universitários e colegiais soltam a franga e se acabam na birita e no sexo, que já serviu de mote para muitas produções, de todos os gêneros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Robert Englund (Prefeito Buckman), Lin Shaye (Granny Boone), Giuseppe Andrews (Harper Alexander), Jay Gillespie (Anderson Lee), Marla Leigh Malcom (Joey), Dylan Edrington (Nelson Elliott), Matthew Carey (Cory Jones), Gina Marie Heekin (Kat), Brian Gross (Ricky), Mushond Lee (Malcolm), Bianca Smith (Leah), Peter Stormare (Professor Ackerman), Brendan McCarthy (Rufus Buckman), Adam Robitel (Lester Buckman), Christa Campbell (Donzela do Leite), Wendy Kremer (Peaches), Kodi Kitchen (Hester), Cristin Michele (Glendora), Ryan Fleming (Hucklebilly), Johnny Legend (Menestrel Errante #1), Scott Spiegel (Menestrel Errante #2), Eli Roth (Justin, vulgo Grim), Craig Stark (Xerife Friedman), Travis Tritt (Frentista), William “Billy” Burnside (Banjo Boy), Bill McKinney (O Chef), Isaac C. Singleton Jr. (O Açougueiro), Jezebel, Topper (Dr. Mambo), Kane Hodder (Jason), Tim Sullivan (Harry, Agente Funerário), Hugh Casey (Reverendo Jonas),&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Tim Sullivan; Roteiro: Tim Sullivan e Chris Kobin; Produção: Brett W. Nemeroff, Eli Roth, Scott Spiegel, Christopher Tuffin e Boaz Yakin; Co-produção: Eric Miller e C. Scott Votaw; Produtores Associados: Lisette Bross e David Fleming; Produção Executiva: Jonathan Bross; Co-produção Executiva: David F. Friedman; Trilha Sonora: Nathan Barr; Direção de Fotografia: Steve Adcock; Montagem: Michael Ross; Seleção de Elenco: Aaron Griffth; Cenografia: Lori Mazuer; Figurinos: Wendy Moynihan; Maquiagem: Wendy Boscon e Heather Mages; Efeitos de Maquiagem: Grady Holder, David A. Brooke e Ron Karkoska; Som: Trevor Jolly, Craig Clark e Craig Schafer; Efeitos Sonoros: Mark Allen e Danny Kim; Efeitos Especiais: Roy Knyrim e Robert Vazquez; Efeitos Visuais: Robert Kurtzman.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4023161549459346884?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4023161549459346884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4023161549459346884&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4023161549459346884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4023161549459346884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/06/2001-manacos.html' title='2001 Maníacos'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-894955579191793063</id><published>2007-06-03T23:57:00.000-03:00</published><updated>2007-06-04T00:00:13.415-03:00</updated><title type='text'>Amityville - A Casa do Medo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Amityville: A Casa do Medo (&lt;em&gt;Amityville 3-D / Amityville 3 / Amityville 3: The Demon / Amityville: The Demon&lt;/em&gt;, EUA, 1983 – 100 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Adentre os portões do inferno… Por sua conta e risco!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;John Baxter (Tony Roberts) é um repórter abelhudo – e orelhudo – que se especializou em desmascarar falsos eventos e fenômenos ditos “sobrenaturais”, além de videntes e picaretas em geral, junto com a parceira Melanie (Candy Clark). Em sua ultima reportagem, eles puxaram o tapete de um casal que fingia convocar espíritos em uma casa com fama de mal-assombrada em Amityville. Como não acredita em nada dessas bobagens, precisa de um teto para morar depois de se divorciar de Nancy (Tess Harper) e o dono da casa, Sanders (John Harkins) está mais do que ansioso para se livrar do abacaxi, Baxter compra o imóvel e se muda, pretendendo escrever um longamente adiado romance.&lt;br /&gt;Não demora muito para que estranhos eventos comecem a ocorrer, inclusive com pessoas morrendo, na casa ou por influência desta. Quando sua filha, Susan (Lori Loughlin) sofre um acidente no lago em frente da casa e morre, Baxter e a esposa aceitam a proposta de um parapsicólogo, Elliot West (Robert Joy) para uma investigação científica da casa e chegar a uma resposta sobre se o local é assombrado ou não, já que Nancy está perigosamente próxima da insanidade depois da morte da filha e acredita que a moça esteja na casa.&lt;br /&gt;Só que a presença que habita a casa não está nada satisfeita e não vai deixar barato a invasão...&lt;br /&gt;Segunda seqüência do sucesso de 1979, “Terror em Amityville” e que não tem nenhuma relação com os eventos do primeiro ou do segundo filmes, preferindo colocar a casa como protagonista do espetáculo; os assassinatos dos De Feo são mencionados rapidamente e sem citar nomes e a epopéia da família Lutz nem mesmo é considerada, funcionando como uma produção independente.&lt;br /&gt;O que é ótimo, já que os dois primeiros, que são bastante decentes (aguarde comentários aqui no blog) não precisam passar vergonha de serem associados com esta bomba, que não cumpre nada do que promete. Ainda por cima, foi cometida utilizando a técnica de 3-D, que estava sendo meio que ressuscitada na época; até um exemplar da série interminável “Sexta-Feira 13” e outra seqüência de “Tubarão” foram feitas com essa intenção; mas, relaxem, ninguém vai precisar usar aqueles óculos engraçados para ser torturado aqui.&lt;br /&gt;Com um roteiro ridículo e sem rumo, parece que nosso personagem principal fez um baú de cópias de chaves e saiu distribuindo na rua. Todo mundo entra e sai a hora que quer da casa do homem quando ele não está, somente para dar uma desculpa aos realizadores para mostrar cenas quase constrangedoras de manifestações da casa, com efeitos especiais pobres, sem nenhum punch ou suspense que preste. Outro problema grave é o fato de que a personagem de Candy Clark, parceira de Baxter nas reportagens, some depois da metade do filme e nem mesmo é mencionada novamente por ninguém.&lt;br /&gt;O que nos leva ao distanciamento emocional de todo o elenco, frio e desinteressado e que traz zero de identificação. Se ninguém se importa um com o outro, porque eu, espectador, teria que achar ruim o que acontece com eles no filme? Que morram todos, assim acaba rápido! Principalmente o protagonista, que parece ser feito de pedra. Nada abala o cara, ou pelo menos o ator assim o caracteriza; tragédias ocorrem com ele o tempo todo e nada, nem mesmo uma lágrima derramada pela filha ou pelas outras pessoas do seu círculo de amizades que são atingidas pela casa. No lado “jovem”, ainda pior, pois me digam que grupo de “adolescentes” sozinhos em casa (dois homens e duas garotas) e sem perspectiva de serem surpreendidos por ninguém, resolvem fazer o jogo do copo em vez de curtirem todas? Francamente!&lt;br /&gt;Ainda mais inacreditável é a direção da lenda Richard Fleischer, em franca decadência e que enquadrou pessimamente o filme todo, cortando os lados e deixando atores pela metade aparecerem na tela. Além disso, (que, admito, foi corrigido depois de mais ou menos meia hora de projeção, apesar de ainda ter escorregadelas aqui e ali) temos zero suspense e um clima geral de preguiça. Para quem já assinou clássicos da fantasia como “20.000 Léguas Submarinas” e “Viagem Fantástica”, além dos bacaninhas “Conan, o Destruidor” e “Guerreiros de Fogo”, é muito pouco. E decepcionante, também. O que as pessoas não fazem para pagar o aluguel...&lt;br /&gt;Nos aspectos técnicos, efeitos especiais de fundo de quintal (a parede do banheiro é bem exemplificativa da falta de noção, pois se move para perto do ator e... Nada acontece!) e uma fotografia escurecida que só serve para irritar, já que não esconde a falta de vontade do elenco e a preguiçosa composição de quadros e suspense. Pena que a trilha sonora, bem boazinha, vê seus esforços irem por água abaixo (talvez no poço do porão da casa).&lt;br /&gt;Como positivo, apenas a estréia de Meg Ryan, fofíssima e já demonstrando seu carisma como uma amiga de Susan que não está nem aí para fantasmas e coisas que tais. E também some da projeção como se engolida por um buraco para nunca mais ser nem mesmo mencionada. O final, pelo menos, é bem movimentado e destrutivo.&lt;br /&gt;Leitores amigos, se eu não tivesse recebido de graça tinha jogado na privada e dado descarga. Nem percam seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Tony Roberts (John Baxter), Tess Harper (Nancy Baxter), Robert Joy (Elliot West), Candy Clark (Melanie), John Beal (Harold Caswell), Leora Dana (Emma Casswell), John Harkins (Clifford Sanders), Lori Loughlin (Susan Baxter), Meg Ryan (Lisa), Neill Barry (Jeff), Peter Kowanko (Roger), Carlos Romano (David Cohler), Josefina Echanove (Dolores), Jorge Zepeda (Motorista da van), Raquel Pankowsky (Mulher Sensitiva), Paco Pharrez (Homem da Manutenção).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Richard Fleischer; Roteiro: William Wales; Produção: Stephen F. Kesten; trilha Sonora: Howard Blake; Direção de Fotografia: Fred Schuler; Montagem: Frank J. Urioste; Seleção de Elenco: Howard Feuer e Jeremy Ritzer; Direção de Arte: Giorgio Postiglione; Cenografia: Justin Scoppa; Figurinos: Clifford Capone; Maquiagem: Anthony Cortino; Efeitos de Maquiagem: Vincent Callaghan e John Caglione Jr.; Som: William L. Stevenson, Rick Kline e Michael Minkler; Efeitos Especiais: Jeff Jarvis e Michael Wood; Efeitos Visuais: Gary Platek.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-894955579191793063?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/894955579191793063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=894955579191793063&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/894955579191793063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/894955579191793063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/06/amityville-casa-do-medo.html' title='Amityville - A Casa do Medo'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-2099113380375540559</id><published>2007-05-06T18:11:00.000-03:00</published><updated>2007-05-06T18:14:21.713-03:00</updated><title type='text'>Uma Noite Alucinante</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma Noite Alucinante (&lt;em&gt;Evil Dead 2: Dead by Dawn / Evil Dead II, The Sequel to the Ultimate Experience in Grueling Terror&lt;/em&gt;, EUA, 1987 – 85 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Terrível demais. Assustador demais. Demais!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um jovem casal, Ash (Bruce Campbell) e Linda (Denise Bixler), alugou uma cabana no meio da floresta para passar alguns dias juntos, comemorando o início das férias. À medida que avançam rumo ao chalé, verificam que o caminho não é dos mais fáceis, pois tudo está mal-cuidado e um pouco abandonado. Na cabana, eles encontram um gravador e um estranho livro, com um monstro na capa; tocando a fita, eles descobrem que o livro é um registro sumério de práticas de conjuração de demônios e o professor Knowby (John Peakes) recitando algumas passagens. O que eles não sabem é que as conjurações servem para despertar demônios das trevas, que se utilizam dos vivos para devorar almas; depois de Linda ser possuída, Ash acaba ficando inconsciente depois de uma batalha pela sobrevivência, onde até seu próprio corpo se virou contra ele.&lt;br /&gt;Nesse meio tempo, a filha do professor, Annie (Sarah Knowby), chega do exterior com o restante das páginas do livro, encontradas em uma escavação no castelo de Kandar e vai até a cabana, acompanhada de seu namorado Ed (Richard Domeier), se encontrar com seu pai para terminarem as pesquisas. Finalmente no chalé, com a ajuda de uma dupla de habitantes locais, Jake (Dan Hicks) e Bobbie Joe (Kassie Wesley), pois a ponte que ligava a cabana ao mundo exterior desabou, todos terão que se virar para não serem derrubados um por um, pois os demônios não vão desistir assim tão facilmente.&lt;br /&gt;Cinco anos depois do primeiro “Evil Dead”, o diretor Sam Raimi, agora com mais dinheiro e experiência, resolveu cometer esta seqüência, que não é bem uma continuação; e sim um novo começo, que em alguns aspectos supera o original e, em outros, fica devendo. Os efeitos especiais e de maquiagem estão muito melhores; o ritmo mais acelerado; os movimentos de câmera continuam inspirados e cheios de estilo e, principalmente, a evolução do sensacional canastrão Bruce Campbell, que domina o filme com seu personagem pateta-heróico e virou ícone do gênero com suas frases inspiradas. &lt;strong&gt;Groovy!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O diretor, desta vez, mudou alguns aspectos da trama (alguns problemas com os direitos do original o impediram de refilmar algumas cenas) e optou por turbinar as risadas, usando o terror como escada para muitas cenas cômicas, principalmente com Campbell (os demais atores do elenco, todos muito fracos, estão lá como bucha de canhão para os demônios destruírem).&lt;br /&gt;O ator usa todo seu arsenal de comédia pastelão para segurar o interesse e tem uma atuação insana de primeira categoria, com um grande arsenal de gargalhadas histéricas e olhares ensandecidos; nesse tópico, destaque para a luta de Ash com sua mão (!), com direito a socos na cara e pratos quebrados, além de uma perseguição digna de Tom e Jerry e os objetos da casa rachando o bico da cara do protagonista. Claro que o horror gore e sangrento não foi esquecido. Temos muitas decapitações, desmembramentos, sangue verde espirrando aos galões (não puderam usar vermelho para evitar uma censura muito alta), punhaladas e tiros de escopeta para todos os lados, somados a ataques da própria floresta (com muitas árvores de borracha).&lt;br /&gt;Com essas decisões, Raimi levou sua série para uma outra direção, a do cinema fantástico, o que ficou ainda mais evidenciado com o último filme da série, “Army of Darkness”, bem parecido com aquelas produções estrelando Sinbad, dos anos 70 e “Fúria de Titãs”, só que com muito mais sangue e tripas.&lt;br /&gt;Ainda temos lugar, felizmente, para arrepios, como a dança da morta-viva, as cenas no porão (onde Ash tem que lidar com a esposa do professor, que foi enterrada lá) e mais uma corrida alucinante pela floresta, com o uso da steady-cam (ponto de vista de primeira pessoa, ou seja, como se a câmera fosse nossos olhos), que ficou ainda melhor do que no primeiro filme; mas a comédia predomina, sendo algo típico do período.&lt;br /&gt;Com isso, o primeiro fica mais destacado no quesito medo e permanece, para mim, como o melhor da trilogia, ainda que perdendo nos aspectos técnicos, que teve a participação dos futuros reis da maquiagem dos filmes de terror Kurtzman, Berger e Nicotero na equipe de Mark Shostrom. A trilha sonora também é bem legal, dando o tom certo nas mudanças de enfoque de terror para comédia e vice-versa.&lt;br /&gt;Assim, mesmo com todos os defeitos apontados, “Evil Dead 2”, um dos pioneiros na mistura de terror hardcore e comédia, é um dos melhores já feitos e tem seu lugar cativo na minha estante; altamente recomendável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Bruce Campbell (Ashley “Ash” J. Williams), Sarah Berry (Annie Knowby), Dan Hicks (Jake), Kassie Wesley (Bobbie Joe), Ted Raimi (Henrietta – Possuída), Denise Bixler (Linda), Richard Domeier (Ed Getley), John Peakes (Professor Raymond Knowby), Lou Hancock (Henrietta Knowby), Snowy Winters (Dançarina). Criaturas (Fake Shemps): Sid Abrams, Josh Becker, Scott Spiegel, Thomas Kidd, Mitch Cantor, Jenny Griffith e William Preston Robertson (voz da Mão, Espírito das Trevas, Cabeça de Veado, Objetos Encantados)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Sam Raimi; Roteiro: Sam Raimi e Scott Spiegel; Produção: Robert G. Tapert; Co-produção: Bruce Campbell; Produção Executiva: Alex de Benedetti e Irvin Shapiro; Trilha Sonora: Joseph LoDuca; Direção de Fotografia: Peter Deming; Montagem: Kaye Davis; Direção de Arte: Randy Bennett e Phillip Duffin; Cenografia: Elizabeth Moore; Maquiagem: Wendy Bell; Efeitos de Maquiagem: Mark Shostrom; Som: David John West e Andrew Schatz; Efeitos Sonoros: John Voss Bond Jr., Kevin Hill, Cindy Rabideau, Drew Newmann, Steve Sheranian, Brian E. Wedewer e David Lewis Yewdall; Efeitos Especiais: Vern Hyde, Dave Thiry, David Moenkhaus e Larry Odien; Efeitos Visuais: Jim Aupperle, James Belohovek e Larry Arpin.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-2099113380375540559?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/2099113380375540559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=2099113380375540559&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2099113380375540559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2099113380375540559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/05/uma-noite-alucinante.html' title='Uma Noite Alucinante'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4259407721100240338</id><published>2007-05-06T18:07:00.000-03:00</published><updated>2007-05-06T18:11:02.554-03:00</updated><title type='text'>Vôo Noturno</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vôo Noturno (&lt;em&gt;Red Eye / Wes Craven’s Red Eye&lt;/em&gt;, EUA, 2005 – 85 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Medo nas Alturas.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisa (Rachel McAdams) é uma mega-eficiente gerente de hotel que está voltando para sua cidade, Miami. Seu vôo no aeroporto está atrasado (parece familiar?) e, na fila do check-in, ela conhece o charmoso Jackson (Cillian Murphy, o Espantalho de “Batman Begins”); depois de uma conversa agradável, flertando um tantinho e um drinque, os dois se separam e Lisa entra, finalmente, no avião.&lt;br /&gt;Dentro, ela descobre que seu companheiro de poltrona é ninguém menos do que Jackson. Quando o avião decola, ele, casualmente, solta a bomba: se Lisa não telefonar para o hotel onde trabalha e mudar um hóspede muito especial, o Sr. Charles Keefe (Jack Scalia), o secretário de Segurança Nacional Doméstica, do quarto habitual para outro selecionado por ele e seus comparsas, o pai dela, Joe (Brian Cox) será assassinado por um membro de sua equipe. A partir daí, vira um jogo de perseguição onde Lisa tenta de tudo para evitar uma tragédia e, ao mesmo tempo, salvar a vida de seu pai.&lt;br /&gt;Um &lt;em&gt;thriller&lt;/em&gt; divertido, em um trabalho diferente do habitual do diretor Wes Craven, mais familiar com o gênero terror (são dele a trilogia “Pânico” e “A Hora do Pesadelo”, entre outros exemplares) e que se deu relativamente bem nesta mudança de ares. Um sopro de originalidade é o cenário de praticamente mais de quarenta minutos de filme, dentro de um avião, reforçando a sensação de sem saída para a protagonista e apoiado em diálogos cortantes e interessantes e um suspense bacana e tenso, pois ninguém pode saber o que está acontecendo com nossa heroína.&lt;br /&gt;A premissa interessante, infelizmente, se dilui no terceiro ato, onde o roteiro se rende à fórmula de ação, com perseguições, correrias e pancadas a torto e a direito, onde a mignon Lisa se transforma em uma super mulher, que consegue encarar os assassinos e seu perseguidor sem nenhum problema (tá certo que Murphy é bem magrinho, mas ainda assim, fica difícil de acreditar), além de agüentar castigos que um homem com o dobro do peso teria dificuldades para encarar. Pelo menos, algumas pitadas de humor bem colocadas ajudam a descer o bolo, indigesto pela brusca mudança de tom.&lt;br /&gt;Ademais, cenas de ação tradicionais não são o forte de Craven, definitivamente. A montagem do final tem todos os cacoetes de um filme de terror, com a indefectível cena do banheiro e a mocinha afastando de repente as cortinas e os protagonistas encostados em paredes, esperando um ao outro para atacar. O ferimento que Lisa fez em Jackson ainda no avião deixa a coisa toda ainda mais inverossímil, pois não dá para aceitar com facilidade a incrível mobilidade e resistência do vilão depois do que aconteceu com ele e provoca mais risos do que tensão, pela semelhança com os psicopatas indestrutíveis que construíram a fama do diretor.&lt;br /&gt;Sobre o elenco, foi selecionado com critério, já que o público não teria nenhuma idéia pré-concebida ao ser apresentado aos personagens e, portanto, compraria a idéia com mais facilidade. E funciona às mil maravilhas, principalmente com Murphy, mais conhecido dos fãs de cinema independente (“Café da Manhã em Plutão”, “Extermínio”, entre outros) que tem uma performance muito boa, pelo menos até o risível terceiro ato e McAdams é uma atriz adorável, com aquela carinha de fofa e um sorriso &lt;em&gt;a la&lt;/em&gt; Julia Roberts, também egressa dos independentes e segura bem um dos primeiros papéis de protagonista de sua carreira. Brian Cox, sempre eficiente, também se destaca como o pai de Lisa.&lt;br /&gt;Questionável apenas, a meu ver, é a escolha do cafajeste Jack Scalia, mais conhecido por filmes de ação de baixo orçamento e que não tem o biotipo apropriado para ser um político de peso. Não que um político tenha que ter uma barriga de chope e ser careca, mas a cara de cafetão de Scalia, bronzeada e com um furinho no queixo definitivamente não encaixa no papel. Até mesmo uma correntona de ouro o cara está usando... Fala sério. Vai ver que foi uma piada e eu não entendi.&lt;br /&gt;Assim, pela primeira hora, bastante interessante e original, o filme vale a visita. E fica a recomendação ao Sr. Craven para ficar onde ele conhece, nem todos os diretores conseguem trafegar bem por vários gêneros; se o que ele faz bem é dar arrepios, que seja, não tem vergonha ou demérito nenhum nisso. Ou então achar outro filme como “Música do Coração”, com Meryl Streep, que até ficou bacaninha.&lt;br /&gt;Como curiosidade, o título original “Red Eye”, foi tirado do apelido dado pelas tripulações e passageiros ao último vôo do dia, que geralmente sai depois da meia-noite, pelos olhos vermelhos de sono de quem usa e trabalha no serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Rachel McAdams (Lisa Reisert), Cillian Murphy (Jackson Rippner), Brian Cox (Joe Reisert), Jayma Mays (Cynthia), Laura Johnson (Loira do Avião), Max Kasch (Garoto do Fone de Ouvido), Angela Paton (Senhora Bacana), Suzie Plakson (Aeromoça Senior), Jack Scalia (Charles Keefe), Terry Press (Marianne Taylor), Robert Pine (Bob Taylor), Carl Gilliard (Motorista de Taxi), Mary Kathleen Gordon (Representante da Companhia Aérea), Loren Lester (Passageiro Nervoso), Brittany Oaks (Rebecca), Tina Anderson (Mãe da Rebecca), Kyle Gallner (Irmão do Garoto de Fone de Ouvido), Monica McSwain (Aeromoça Junior), Tom Elkins (Piloto), Dane Farwell (Assassino), Jennie Baek (Assistente de Keefe), Colby Donaldson (Chefe dos Guarda-Costas de Keefe), Beth Toussaint (Lydia Keefe), Adam Gobble (Filho de Keefe), Megan Crawford (Filha de Keefe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Wes Craven; Roteiro: Carl Ellsworth e Dan Foos (história) e Carl Ellsworth (roteiro); Produção: Chris Bender e Marianne Maddalena; Produção Executiva: Bonnie Curtis, Jim Lemley, Mason Novick e J.C. Spink; Trilha Sonora: Marco Beltrami; Direção de Fotografia: Robert D. Yeoman; Montagem: Stuart Levy e Patrick Lussier; Seleção de Elenco: Lisa Beach e Sarah Katzman; Design de Produção: Bruce Alan Miller; Direção de Arte: Andrew Max Cahn; Cenografia: Maggie Martin; Figurinos: Mary Claire Hannan; Maquiagem: June Brickman, Susan Carol Schwary, Bárbara Lorenz e Christina Smith; Som: David E. Fluhr, Chuck Michael, Christian P. Minkler e Todd Toon; Efeitos Sonoros: Adam Kopald; Efeitos Especiais: Ron Bolanowski e George Zamora; Efeitos Visuais: David Lingenfelser, Jerry Pooler, John E. Sullivan e James D. Tittle. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4259407721100240338?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4259407721100240338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4259407721100240338&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4259407721100240338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4259407721100240338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/05/vo-noturno.html' title='Vôo Noturno'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-7861164775563115644</id><published>2007-04-23T23:59:00.000-03:00</published><updated>2007-04-24T00:02:33.553-03:00</updated><title type='text'>A Morte Pede Carona</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Morte Pede Carona (&lt;em&gt;The Hitcher&lt;/em&gt;, EUA, 1986 – 97 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“O terror começa quando ele pára. Jamais dê carona a um estranho.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Jim Halsey (C. Thomas Howell) está levando um carro até a Califórnia para uma empresa. No caminho, passando pelo Meio-Oeste, de madrugada e quase dormindo no volante, ele vê um homem solitário no acostamento da estrada, sob uma chuva torrencial. Pensando que uma companhia seria boa, para quebrar a monotonia e ficar acordado, Jim pára e apanha o tal homem, que diz se chamar John Ryder (Rutger Hauer).&lt;br /&gt;Acontece que Jim acaba agarrando mais do que pode segurar, pois Ryder, de uma hora para outra, se revela um assassino sádico. Mesmo na mira de uma faca, Jim consegue se livrar do companheiro indesejado com um movimento ousado e jogando o cara para fora do carro. Crente que se livrou do maluco, ele toma mais um susto ao vê-lo no automóvel em frente do dele. À medida que o dia passa, uma quantidade crescente de cadáveres é jogada aos pés de Jim, agora procurado pela polícia pelas mortes causadas pelo caronista; com a ajuda de Nash (Jennifer Jason Leigh), nosso herói relutante procura provar sua inocência ao mesmo tempo em que tenta deter o onipresente Ryder, que o persegue incansavelmente.&lt;br /&gt;Uma pequena jóia. Nada mais, nada menos. Misturando os gêneros de &lt;em&gt;road movie&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;serial killer&lt;/em&gt; e o velho bom jogo de gato e rato, “A Morte Pede Carona” marcou os anos 80 com seu ritmo de ação incessante e apetitosas cenas sangrentas para nenhum fã botar defeito. Méritos do excelente roteiro de Eric Red, que buscou desenvolver seu par de antagonistas com minúcias, onde o duelo de vontades entre os dois ficou em primeiro plano sobre a ação.&lt;br /&gt;Desde a primeira cena, o ator Rutger Hauer em um de seus papéis fundamentais (ao lado do atormentado vilão andróide de “Blade Runner”) estabelece um jogo com o inseguro e imaturo personagem de Howell, onde ele simplesmente aponta para o rapaz e diz: você é quem vai me deter, quero ver se tem o que é preciso para um ser humano completo; se não conseguir, você não vale nada e merece morrer como um animal.&lt;br /&gt;Realmente, de princípio, o espectador não dá nada pelo herói. Ryder é muito mais forte, inteligente e determinado. O vilão aparece do nada, mata todo mundo e deixa Halsey vivo para enfrentar as conseqüências, cada vez piores, pois a situação vai se desenvolvendo em um padrão de caos inimaginável. A cada aparição do caronista, o espectador se encolhe na cadeira, as ações dele são totalmente imprevisíveis.&lt;br /&gt;Só que o mais legal é que Jim também vai evoluindo na trama, se tornando um rival de respeito para o assassino, principalmente depois de uma ação revoltante que acaba tornando possível a captura de Ryder. Em outra sacada incrível do roteirista, fica no ar se o caronista é mesmo um homem; não há registros de sua existência, ele não tem impressões digitais ou origem conhecida. Em um último traço de ousadia, por causa da composição do personagem feita por Hauer, há uma sugestão levemente erotizada do relacionamento entre Halsey e Ryder; os brutos também amam? Seria por isso que Halsey foi escolhido para detê-lo?&lt;br /&gt;Temos muitas cenas memoráveis, mas destaco: a das batatas fritas; o diálogo inicial; a conversa entre Jim e Ryder no restaurante; o interrogatório do caronista; a captura de Ryder e, claro, o final eletrizante e cruel ao extremo.&lt;br /&gt;Não deixem de conhecer, leitores habituais. Teve uma refilmagem chinfrim no ano passado, sem um décimo da energia e vigor, apesar da boa atuação de Sean Bean como John Ryder. Mais uma vez, fiquem com o que veio primeiro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Elenco: C. Thomas Howell (Jim Halsey), Rutger Hauer (John Ryder), Jennifer Jason Leigh (Nash), Jeffrey DeMunn (Capitão Esteridge), John M. Jackson (Sargento Starr), Billy Green Bush (Patrulheiro Donner), Jack Thibeau (Patrulheiro Prestone), Armin Shimermann (Sargento de Interrogatório), Gene Davis (Patrulheiro Dodge), Jon Van Ness (Patrulheiro Hapscomb), Henry Darrow (Patrulheiro Hancock), Tony Epper (Patrulheiro Conners), Tom Spratley (Proprietário), Colin Campbell (Trabalhador de Construção).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Robert Harmon; Roteiro: Eric Red; Produção: David Bombyk e Kip Ohman; Co-produção: Paul Lewis; Produção Executiva: Edward S. Feldman e Charles R. Meeker; Trilha Sonora: Mark Isham; Direção de Fotografia: John Seale; Montagem: Frank J. Urioste; Seleção de Elenco: Penny Perry; Design de Produção: Dennis Gassner; Direção de Arte: Dinns Danielson; Cenografia: Lynda Burbank; Maquiagem: Leslie Ann Anderson e Pamela Peitzman; Som: Gregg Landaker, Steve Maslow e Michael Minkler; Efeitos Sonoros: Stephen Hunter Flick e Mark A. Mangini; Efeitos Especiais: Arthur Brewer e Andrew Miller.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-7861164775563115644?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/7861164775563115644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=7861164775563115644&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/7861164775563115644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/7861164775563115644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/04/morte-pede-carona.html' title='A Morte Pede Carona'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-3678373473903351578</id><published>2007-04-22T21:53:00.000-03:00</published><updated>2007-04-22T21:58:28.628-03:00</updated><title type='text'>Um Lobisomem Americano em Londres</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um Lobisomem Americano em Londres (&lt;em&gt;An American Werewolf in London&lt;/em&gt;, EUA, 1981 – 97 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Tenha Medo da Lua.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Dois amigos, David (David Naughton) e Jack (Griffin Dunne) estão viajando de mochilão pela Europa. Agora, eles estão na Inglaterra, no interior do país, perto de uma aldeia no meio do nada. Com frio e com fome, os rapazes vão até a aldeia, mais especificamente ao bar local, em busca de algo quente para comerem e poderem seguir viagem. O pub chama-se “The Slaughtered Lamb – O Carneiro Assassinado” e tem uma figura de uma cabeça de lobo decepada na ponta de uma lança; eles acham aquilo muito estranho, mas a necessidade fala mais alto.&lt;br /&gt;Dentro do pub, todos param de falar e jogar dardos para olharem para os recém-chegados; depois desse momento constrangedor, tudo vai voltando ao normal, mas os freqüentadores não estão exatamente acolhedores, principalmente um jogador de dardos (David Schofield), um de xadrez (Brian Glover) e a dona do bar (Lila Kaye). Para aumentar a esquisitice, na parede tem um pentagrama ladeado por duas velas negras e o bar não parece ter nada para servir aos viajantes. Sem outra opção, a dupla resolve seguir andando e recebem a recomendação de não saírem da estrada e ficarem longe das charnecas (uma espécie de pântano).&lt;br /&gt;Durante o caminho, um uivo tenebroso soa pelo ar, encimado por uma enorme lua cheia; de repente, um barulho de animal perto dos dois os faz parar; eles percebem que, distraídos pela conversa, se afastaram da estrada; assustados, tentam voltar; mas, um animal enorme os ataca e mata Jack, rasgando sua garganta e fere gravemente David, jogando-o longe; os aldeões aparecem e matam o atacante que, na verdade, é um homem.&lt;br /&gt;Corta para três semanas mais tarde, quando David recupera a consciência em um hospital de Londres, sendo cuidado pela enfermeira Alex Price (Jenny Agutter) e o Dr. Hirsch (John Woodvine). Nessa ocasião, ele recebe a noticia de que Jack está morto. Acolhido por Alex, David sofre com pesadelos constantes e as visitas de Jack, agora um morto vivo, que o incita a tirar sua própria vida, pois ele é o ultimo dos lobisomens e a maldição tem que ser quebrada...&lt;br /&gt;Grande filme de Landis, em minha opinião um dos melhores já feitos com os personagens clássicos do gênero e que traz um bem-vindo tempero de humor, bem ao estilo do seu realizador, que apareceu para o cinema dirigindo comédias anárquicas como “Animal House” e “Blues Brothers”. Ao mesmo tempo em que traz boas tiradas e algumas gags hilárias, não se esqueceu do objetivo principal, que era o de assustar seu público. Na verdade, entendo que os alívios cômicos espalhados pelo roteiro ajudam a aumentar o senso de medo e chegam a chocar o espectador quando aparece alguma cena assustadora, que não se preocupa em poupar o sangue falso, já que estamos, ao assistir, de volta a uma zona de conforto por causa de alguma piada anterior.&lt;br /&gt;Com isso fora do caminho, vamos analisar o filme, certo?&lt;br /&gt;O diretor imprime um bom ritmo narrativo, colocando um acontecimento importante para a trama a cada sete ou dez minutos mais ou menos, deixando todo o desenvolvimento mais fluido, evidenciado pelo relativamente enxuto tempo de projeção (pouco mais de uma hora e meia). Seria tentador ficar mostrando a família de David, o enterro de Jack e etc. Do jeito que ele escolheu, fica muito mais parecido com uma volta no trem-fantasma: rápido, divertido e assustador na medida.&lt;br /&gt;O roteiro é outro achado, com muitas boas idéias: as vítimas do lobisomem visitando seu algoz foi coisa de gênio, bem como as seqüências de sonho que ajudam o espectador a ver como o nosso anti-herói tem consciência de que as coisas estão perigosas para ele e para qualquer um que o cerque (o sonho dos lobisomens nazistas é assustadoramente hilariante); além de tudo, os diálogos espertos, principalmente entre Jenny e David e entre os dois amigos, principalmente depois que Jack morre e volta cada vez mais deteriorado, são outro ponto alto.&lt;br /&gt;Porém, o que realmente deixa o filme em outro nível é a impressionante e inovadora maquiagem de Rick Baker. Um dos melhores profissionais do ramo em Hollywood, Baker se especializou no que é chamado “maquiagem de transformação”, ou seja, nos efeitos especiais (sem computação gráfica, senhoras e senhores) que transformam um ator em qualquer outra coisa que o roteiro pedir. Aqui, as cenas de transformação de David em lobisomem colocaram a Academia de joelhos; ela teve que criar um Oscar, o de Melhor Maquiagem, para poder dar o devido crédito ao fantástico trabalho que ele fez. Como o diretor queria uma transformação sem os truques habituais (sombras, luz reduzida, etc), o resultado, conseguido com uma série de próteses e animatrônicos (bonecos com movimentos específicos), é incrível até hoje. Não há ainda computador que conseguiu fazer o que Rick Baker fez, na raça e em frente das câmeras.&lt;br /&gt;Como ponto negativo, apenas a escolha do protagonista, David Naughton, muito fraquinho e que quase põe a perder tudo; suas parcas habilidades como comediante ajudam, mas quase sempre ele tem que ser “salvo” pelo parceiro de cena, seja o bom Griffin Dunne (em diferentes estados de decomposição, em outro golaço de Rick Baker), a gracinha Jenny Agutter, musa dos anos 70 da ficção científica pela participação em "Logan's Run", ou "Fuga do Século 23" em português (com seu sotaque sexy) ou o lobo.&lt;br /&gt;Como curiosidade, todas as músicas da trilha tem “Moon = Lua” no título e como última piada, o chamado aviso de responsabilidade legal, que tem em todos os filmes, escrito da seguinte maneira: “Os eventos mostrados neste filme são ficcionais; qualquer semelhança com pessoas vivas, mortas ou mortas vivas é puramente coincidência”. Haja senso de humor, hehehe.&lt;br /&gt;Teve ainda uma seqüência picareta em 1997, com o título “Um Lobisomem Americano em Paris”, onde nenhum personagem do original aparece e a inteligência tirou umas férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: David Naughton (David Kessler), Griffin Dunne (Jack Goodman), Jenny Agutter (Enfermeira Alex Price), John Woodvine (Dr. J.S. Hirsch), Lila Kaye (Dona do bar), Joe Belcher (Caminhoneiro), David Schofield (Jogador de Dardos), Brian Glover (Jogador de Xadrez), Rik Mayall (Segundo Jogador de Xadrez), Sean Baker (Segundo Jogador de Dardos), Paddy Ryan (Primeiro Lobisomem), Anne-Marie Davies (Enfermeira Susan Gallagher), Frank Oz (Sr. Collins / voz da Miss Piggy), Don McKillop (Inspetor Villiers), Paul Kember (Sargento McManus), Colin Fernandes (Benjamin), Albert Moses (Empregado do Hospital), Nina Carter (Naughty Nina), Geoffrey Burridge (Harry Berman), Brenda Cavendish (Judith Browns), Christopher Scoular (Sean), Mary Tempest (Esposa de Sean), Sydney Bromley (Alf), Frank Singuineau (Ted), Will Leighton (Joseph), Michael Carter (Gerald Bringsley), Christine Hargreaves (Bilheteira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: John Landis; Roteiro: John Landis; Produção: George Folsey Jr.; Produção Executiva: Peter Guber e Jon Peters; Trilha Sonora: Elmer Bernstein; Direção de Fotografia: Robert Paynter; Montagem: Malcolm Campbell; Seleção de Elenco: Debbie McWilliams; Direção de Arte: Leslie Dilley; Figurinos: Deborah Nadoolman; Maquiagem: Robon Grantham e Beryl Lerman; Efeitos de Maquiagem; Rick Baker; Som: Gerry Humphreys e Ivan Sharrock; Efeitos Especiais: Matin Gutteridge e Garth Inns. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-3678373473903351578?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/3678373473903351578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=3678373473903351578&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/3678373473903351578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/3678373473903351578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/04/um-lobisomem-americano-em-londres.html' title='Um Lobisomem Americano em Londres'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-107390588648331295</id><published>2007-04-17T22:34:00.000-03:00</published><updated>2007-04-17T22:37:11.938-03:00</updated><title type='text'>O Exorcista</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Exorcista (&lt;em&gt;The Exorcist / William Peter Blatty’s The Exorcist&lt;/em&gt;, EUA, 1973 – 132 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Entre a Ciência e a Superstição, existe um outro mundo. O mundo das Trevas. Algo além da compreensão está acontecendo com uma garotinha, nesta rua, nesta casa. Um homem foi convocado como último recurso para ajudá-la, para salvá-la. Esse homem... É O Exorcista.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Uma atriz famosa, Chris (Ellen Burstyn), está em Washington filmando sua mais nova produção. Para manter o calendário de filmagens em dia, ela se mudou para a cidade com sua filha Regan (Linda Blair). Enquanto isso, do outro lado do mundo, no Iraque, o padre arqueólogo Merrin (Max Von Sydow) começa a sentir presságios de que algo de muito errado está acontecendo, depois da descoberta de uma estátua representando o Mal, conhecido como Pazuzu.&lt;br /&gt;Após a estátua ser desenterrada, Regan começa a sofrer com uma misteriosa doença. Sua mãe a leva a vários médicos, que nada conseguem descobrir sobre o que aflige a garota, que passa por muitos e dolorosos exames inúteis. Um dia, Regan desce as escadas de uma forma inusitada (a famosa cena da “spider walk”, pela semelhança entre o modo imaginado pelo roteirista e uma aranha andando) e urina no chão, na frente de convidados de sua mãe para uma festa.&lt;br /&gt;Com a filha cada vez pior, Chris se desespera e procura pelo atormentado Padre Karras (Jason Miller, em sua estréia no cinema), um psiquiatra eclesiástico que está questionando sua fé diante do que ocorre no mundo, com seus colegas religiosos e sua impotência diante dos problemas de sua mãe idosa (Vasiliki Maliaros). Ainda que muito relutante, Karras visita a pobre Regan e, impressionado com o que vê, concorda em realizar um exorcismo, com a ajuda de Merrin, recém-chegado aos EUA e um dos únicos do mundo que já fez o antigo ritual com sucesso. Então, começa uma luta de vida ou morte contra o maior de todos os inimigos...&lt;br /&gt;Excelente e assustador filme de Friedkin, baseado no best seller do também roteirista Blatty e que arrebatou as platéias no inicio da década de 70, sendo, até hoje, em valores atualizados, o filme com censura acima de 18 anos de maior bilheteria da história do cinema. Com níveis de violência e terror até então nunca vistos, ficou famoso por espantar as pessoas das salas de cinema, fazê-las passar mal, desmaiar... Enfim, um clássico moderno que merece ser conhecido, ficou banido da Inglaterra por mais de 14 anos e rendeu ainda ameaças de morte a Linda Blair, por parte de fundamentalistas cristãos.&lt;br /&gt;O diretor acabara de receber um Oscar por seu trabalho no filme “Conexão França” e não poupou esforços para judiar de seu elenco durante as longas filmagens (quase um ano): ele disparava armas por trás deles para assustá-los; refrigerou o quarto onde foi filmado o exorcismo a espantosos 30 graus abaixo de zero – para conseguir filmar respiração dos personagens de forma mais autêntica; jogou a dupla feminina principal para todos os lados, chegando a machucar Burstyn depois de filmar a cena onde a mãe é esbofeteada e voa pelo quarto. Além disso, é um primor de técnica. Montagem inventiva, fotografia escurecida e envelhecida, composições de quadro interessantes (uma da imagens mais emblemáticas de todos os tempos, a cena onde Merrin desce do táxi e fica em frente à casa dos MacNeils; simplesmente fantástica) e ângulos de câmera perturbadores. Inclusive, um truquezinho simples, de que falarei mais tarde, reforça a experiência com muita eficácia.&lt;br /&gt;O resultado de tanto esforço é um realismo extremamente incômodo e aterrorizante, uma vez que muitos dos gritos e rostos contorcidos de dor são reais, além de utilizar efeitos de maquiagem impressionantes e muita sopa grossa de ervilha para retratar a degradação da menina. A atuação de Linda Blair rendeu elogios, mesmo com praticamente todas as cenas onde ela fala possuída terem sido dubladas pela atriz Mercedes McCambridge; Regan cospe, baba, conversa em latim e línguas mortas, vira a cabeça 360 graus, desce escadas como uma aranha, levita, se masturba com um crucifixo, agride as pessoas em volta, xinga como uma puta veterana, tudo que você possa imaginar de grotesco.&lt;br /&gt;Como extra, o diretor espalhou durante a projeção montes de imagens subliminares do demônio por todos os cômodos da casa e diversos locais mostrados durante o desenrolar da trama; os fotogramas não duram mais do que cinco segundos, mas funcionam maravilhosamente bem para estabelecer um clima macabro e tétrico como poucas vezes foi visto no gênero.&lt;br /&gt;Mas, nada disso funcionaria tão bem sem as ótimas atuações: de Burstyn como Chris, em uma performance carismática e angustiante como a mãe impotente para ajudar sua própria prole; do aristocrático Von Sydow (ator favorito do sueco Ingmar Bergman) que dá um enorme peso dramático ao frágil e determinado Merrin, disposto a tudo para espantar seu mais temível adversário; a arrasadora estréia de Jason Miller como o padre Karras, um homem acima de tudo, que mesmo tendo o poder de Deus por trás não se furta a compor um anti-herói profundo e incansável, dilacerado por dúvidas e culpa.&lt;br /&gt;Em uma pequena nota pessoal, este filme é um dos poucos onde realmente tive medo ao assistir; a ambientação e os acontecimentos macabros que permeiam a projeção tiveram um grande impacto em mim e despertaram meu interesse pelo gênero como um todo, no qual persegui através dos anos o mesmo sentimento de desconforto e urgência que passei ao vê-lo pela primeira vez; claro que tive muito mais frustrações do que alegrias nessa viagem atrás do medo, mas nada teria acontecido sem que “O Exorcista” tivesse entrado na minha vida. E o livro é ainda mais assustador, por incrível que pareça; você fica olhando por trás do ombro para cada sombra, cada som estranho que sua imaginação ouça. Essas sensações são impagáveis. Mal comparando, é mais ou menos o que se sente ao encontrar a pessoa que vai ficar ao seu lado o resto da vida. E tenho a sorte de ter os dois.&lt;br /&gt;Saindo da digressão, o filme teve 10 indicações ao Oscar em 1974, um dos poucos do gênero a aparecerem com tanta força na premiação mais careta do cinema (Melhor Som – ganhou, Melhor Roteiro Adaptado – ganhou, Melhor Ator Coadjuvante para Jason Miller, Melhor Atriz para Ellen Burstyn, Melhor Atriz Coadjuvante para Linda Blair, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Diretor para William Friedkin, Melhor Montagem, Melhor Filme) e 7 para o Globo de Ouro (Melhor Diretor para William Friedkin – ganhou, Melhor Filme/Drama – ganhou, Melhor Roteiro – ganhou, Melhor Atriz Coadjuvante para Linda Blair – ganhou, Melhor Atriz para Ellen Burstyn, Melhor Ator Coadjuvante para Max Von Sydow, Revelação Feminina para Linda Blair), um sucesso incomparável.&lt;br /&gt;Depois daqui, a infalível maldição sobre os realizadores de filmes de terror que estouram a boca do balão caiu sobre os envolvidos: Friedkin nunca mais atingiu o mesmo nível de excelência; Jason Miller voltou ao ostracismo do teatro independente; Linda Blair jamais se firmou como atriz; os atores Jack McGowan e Vasiliki Maliaros faleceram antes do lançamento. Brrrr!!!!&lt;br /&gt;Eleito pela revista Variety como o “Filme Mais Assustador de Todos os Tempos”, com certeza está no meu top 5 dos melhores filmes de terror. Não deixem de ver, leitores constantes e fiquem grudados na cadeira até o final falsamente confortante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Ellen Burstyn (Chris MacNeil), Jason Miller (Padre Damien Karras), Max Von Sydow (Padre Lankester Merrin), Lee J. Cobb (Tenente-Detetive William F. Kinderman), Kitty Winn (Sharon Spencer), Jack McGowan (Burke Dennings), Linda Blair (Regan Teresa MacNeil), Reverendo William O’Malley (Padre Dyer), Barton Heyman (Dr. Klein), Peter Masterson (Dr. Barringer), Rudolf Schundler (Karl), Gina Petrushka (Willi), Robert Symonds (Dr. Taney), Arthur Storch (Psiquiatra), Reverendo Thomas Bermingham (Tom, Reitor da Universidade), Vasiliki Maliaros (Mãe de Karras), Titos Vandis (Tio de Karras), Wallace Rooney (Bispo Michael), Ron Faber (Chuck / Voz Demoníaca), Donna Mitchell (Mary Jo Perrin), Roy Cooper (Reitor Jesuíta), Mercedes McCambridge (Pazuzu – Voz).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: William Friedkin; Roteiro; William Peter Blatty, baseado em seu livro “O Exorcista”; Produção: William Peter Blatty; Produtor Associado: David Salven; Produção Executiva: Noel Marshall; Trilha Sonora: Steve Boeddeker e peças de Mike Oldfield e Penderecki; Direção de Fotografia: Owen Roizman; Montagem: Norman Gay, Evan Lottman e Bud S. Smith; Seleção de Elenco: Louis Di Giaimo, Nessa Hyams e Juliet Taylor; Design de Produção: Bill Malley; Cenografia: Jerry Wunderlich; Figurinos: Joseph Fretwell; Maquiagem: William A. Farley; Efeitos de Maquiagem: Dick Smith; Som: Jean-Louis Ducarme, Richard King, Gary Rizzo, Christopher Newman e Robert Knudson; Efeitos Sonoros: Fred Brown, Bob Fine, Gonzalo Gavira, Ron Nagel, Doc Siegel e Ross Taylor; Efeitos Especiais: Marcel Vercoutere; Efeitos Visuais: Marv Ystrom.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-107390588648331295?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/107390588648331295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=107390588648331295&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/107390588648331295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/107390588648331295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/04/o-exorcista.html' title='O Exorcista'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-7084798452383503845</id><published>2007-04-08T21:04:00.000-03:00</published><updated>2007-04-08T21:09:10.457-03:00</updated><title type='text'>Cabana Do Inferno</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cabana do Inferno (&lt;em&gt;Cabin Fever&lt;/em&gt;, EUA, 2002 – 93 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Terror... Em carne e osso.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de cinco amigos de faculdade, Paul (Rider Strong), Karen (Jordan Ladd), Bert (James DeBello), Marcy (Cerina Vincent) e Jeff (Joey Kern) alugam uma cabana no meio do mato para comemorarem o final dos estudos, em uma região distante do estado. No caminho, param em uma loja de conveniência para comprarem os últimos mantimentos e se deparam com um conjunto de figuras, como Caldwell (Robert Harris) e o menino que morde (sim, é isso mesmo) Dennis (Matthew Helms).&lt;br /&gt;Depois da experiência nada agradável, o grupo chega à cabana e começa a curtir as férias. Jeff e Marcy, namorados, vão direto para a cama; Paul tenta consumar seu relacionamento platônico com Karen e Bert vai atirar em esquilos que, segundo ele, merecem isso porque são gays.&lt;br /&gt;Na floresta, Bert se depara com um cara coberto de pústulas e espinhas nojentas, Henry (Arie Verveen), que é portador de uma doença que devora a carne das pessoas. Logo, os cinco têm que superar seus medos e desconfianças à medida que a doença misteriosa os ataca um a um, além de escapar das reações nada amistosas dos habitantes locais.&lt;br /&gt;Excepcional estréia de Roth, com um filme ferozmente aterrorizante e engraçado onde o diretor presta homenagens a praticamente todas as produções do gênero que o influenciaram. Por exemplo, de “Evil Dead”, ele retirou os movimentos de câmera e a ambientação em uma cabana deteriorada no meio da floresta, além de utilizar cinco personagens principais; de “Amargo Pesadelo”, o uso de caipiras como parte dos vilões; de “A Noite dos Mortos Vivos”, algumas mortes e o final aberto e apocalíptico; de “Enigma do Outro Mundo”, a solução para isolar Karen; gente vestida de coelho (como em “Donnie Darko” e “O Iluminado”) e usou a música-tema do clássico podreira “Aniversário Macabro”, feito por Wes Craven (diretor e criador de, entre outros, Freddy Krueger – “A Hora do Pesadelo” – e dos mutantes canibais de “Quadrilha de Sádicos”).&lt;br /&gt;Felizmente, porém, temos muito mais além das referências e homenagens; “Cabana do Inferno” tem vida própria e muitas qualidades. Começando pela escolha do elenco, todos adequados para seus papéis, com destaque especial para Rider Strong (nome ridículo para um ator razoável e simpático) como Paul, se distanciando da imagem de bom-mocismo construída em uma série de TV, estilo “Barrados no Baile”, chamada “Boy Meets World” que fazia frisson entre todas as adolescentes que você pode imaginar; e a atuação sensacional de Giuseppe Andrews como o policial doidão Winston, o melhor de todos os personagens. Além de uma participação especial do diretor como um maconheiro metido a conquistador que é de cair de dar risada, depois de dar aquela segurada na ânsia de vômito.&lt;br /&gt;De tudo, o melhor são as tiradas sem qualquer preocupação de serem politicamente corretas. Só para ficar em algumas: as preferências sexuais de Jeff; qualquer frase dita por Bert, vivido com garra por James DeBello; uma “dedada” inesquecível entre Paul e Karen; a depilação de Marcy na banheira (brrrr!!!) e os cachorros que permeiam a produção.&lt;br /&gt;Nos aspectos técnicos, mais um &lt;em&gt;tour de force&lt;/em&gt; dos gênios da KNB, que fizeram milagres com o orçamento baixíssimo disponível realizando mutilações, decomposições e sangueiras diversas com muita competência e realismo; fotografia e montagem corretas e sem comprometer, o que já é mais do que se pode esperar de um filme independente. Como bônus, participação especialíssima do compositor Ângelo Badalamenti (“Twin Peaks” e “Veludo Azul”, entre outros), parceiro habitual do diretor &lt;em&gt;cult&lt;/em&gt; David Lynch, com alguns temas macabros, certeiros e arrepiantes.&lt;br /&gt;Daqui, depois de chamar a atenção de ninguém menos do que o diretor Peter “Senhor dos Anéis” Jackson (que chegou a fazer publicidade de graça e mostrou o filme três vezes para o elenco e equipe durante a filmagem de “O Retorno do Rei”), Roth partiu para o escracho total com “O Albergue”, ainda divertido, mas sem um quinto da potência mostrada em sua estréia; tomara que recupere toda a verve e criatividade na continuação “O Albergue – 2ª Parte”, prevista para estrear ainda este ano.&lt;br /&gt;Imperdível, vale cada centavo. Claro que não é recomendável para assistir com a família, mas rende uma ótima sessão podreira com os amigos naquela casa de praia, de preferência depois de um churrasco e muita cerveja...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Rider Strong (Paul), Jordan Ladd (Karen), James DeBello (Bert), Cerina Vincent (Marcy), Joey Kern (Jeff), Arie Verveen (Henry, o Eremita), Robert Harris (Velho Caldwell), Hal Courtney (Tommy), Matthew Helms (Dennis), Richard Boone (Fenster), Giuseppe Andrews (Policial Winston), Tim Parati (Andy), Dalton McGuire (Menino da Limonada), Jana Farmer (Menina da Limonada), Brandon Johnson (Ray Shawn), Richard Fullerton (O Xerife), Phil Fox (Policial Malvado), Christy Ward (Mulher dos Porcos), Eli Roth (Justin, vulgo Grim).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Eli Roth; Roteiro: Eli Roth (história) e Eli Roth e Randy Pearlstein (roteiro); Produção: Eli Roth, Evan Astrowsky, Sam Froelich e Lauren Moews; Produção Executiva: Susan Jackson; Co-Produção Executiva: Jeffrey D. Hoffman; Trilha Sonora: Nathan Barr e Ângelo Badalamenti; Direção de Fotografia: Scott Kevan; Montagem: Ryan Folsey; Seleção de Elenco: Joe Adams e Ayo Davis; Design de Produção: Franco-Giacomo Carbone; Figurinos: Paloma Candelária; Som: Brian Best, Lance Brown e Timothy A. Carpenter; Efeitos Sonoros: William Cawley, David P. Earle, Steve Mann, Marc Meyer e Joseph Tsai; Efeitos Especiais e de Maquiagem: Howard Berger, Gregory Nicotero, Robert Kurtzman e Garrett Immel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-7084798452383503845?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/7084798452383503845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=7084798452383503845&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/7084798452383503845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/7084798452383503845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/04/cabana-do-inferno.html' title='Cabana Do Inferno'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-3683906535752634457</id><published>2007-04-06T04:09:00.000-03:00</published><updated>2007-04-06T04:12:32.860-03:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 20 / Montado na Bala</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Montado na Bala (&lt;em&gt;Riding The Bullet / Stephen King´s Riding The Bullet&lt;/em&gt;, EUA, 2004 – 98 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A Morte viaja rápido.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Alan (Jonathan Jackson) é um universitário que leva algumas coisas muito a sério: seus estudos, sua atitude foda-se-o-mundo (ei, é o final da década de 60) e sua namorada Jessica (Érika Christensen). Quando, em seu aniversário, Jéssica insinua que quer terminar com ele, Alan, meio desesperado, entra na banheira numa depressão épica; e está quase cortando os pulsos quando um grupo de amigos, incluindo sua quase ex-namorada, invade o banheiro para uma festa surpresa de aniversário. Com o susto, a mão dele escorrega e seu pulso é severamente cortado.&lt;br /&gt;No hospital, se recuperando, Jéssica informa que realmente quer terminar e curtir um pouco o amor livre, deixando um presente: um par de ingressos para o show do John Lennon. Surpreso com sua calma, Alan aceita o rompimento e vai para seu dormitório onde convida seus amigos Hector (Chris Gauthier) e Archie (Robin Nielsen) para irem ao show. No meio dos preparativos, Alan recebe uma ligação de uma vizinha de sua mãe, informando que ocorreu um derrame e Jean (Bárbara Hershey) está no hospital.&lt;br /&gt;Ele larga tudo e sai para a cidade de Lewiston, distante quase 200 quilômetros, de carona com alguns tipos muito estranhos. Até que um cara (David Arquette) perto do cemitério, quase 32 quilômetros do hospital, o pega em um carro envenenado. O motorista é estranhamente familiar para Alan, muito parecido com a foto em uma lápide, de George Staub, falecido aos 27 anos de idade.&lt;br /&gt;George, de repente, confirma que é mesmo o jovem da lápide e oferece uma escolha macabra para Alan...&lt;br /&gt;Mais uma adaptação de King feita pelo diretor Mick Garris, baseado desta vez em uma das idéias mais interessantes do autor. “Montado na Bala” foi o primeiro conto da história vendido diretamente online e capítulo a capítulo; na época, por volta de 2002, foi uma revolução no mercado editorial e deixou as grandes editoras tremendo na base, pois se desse certo o livro de papel poderia perder um pouco da primazia para os leitores e em conseqüência tirar uma boa parte do lucro deles. Mas, em mais uma mostra do humor peculiar do mestre do suspense, a segunda vez que ele disponibilizou um conto, “The Plant”, no mesmo esquema, foi abandonada pelo autor depois de dois capítulos dizendo que “acho que muita gente não quer que eu continue fazendo isso...”.&lt;br /&gt;Quanto ao filme, o resultado é meramente satisfatório. O roteiro apostou em muitas seqüências de sonho ou devaneios do personagem principal, que chega ao requinte de conversar consigo mesmo, prejudicando a linha narrativa e deixando muitas passagens confusas. Além disso, algumas piadinhas infames mal colocadas irritam o espectador, que acaba desejando um prosseguimento mais acelerado e tira sua atenção.&lt;br /&gt;Em compensação, as cenas da estrada escura e assustadora são muito boas e o personagem de Arquette, George Staub, é realmente bacana. O ator, normalmente exagerado e caricato, foi seguro com força pelo diretor, não conseguindo estragar a sua atuação com tiques, caretas e expressões ridículas de praxe. Jonathan Jackson, como Alan, segura bem o protagonista e a sempre bonitona Bárbara Hershey tem uma participação legal.&lt;br /&gt;Alguns destaques: a cena onde Alan encontra sua mãe na estrada; o ataque de um cachorro e a carona com um fazendeiro muito esquisito, vivido com brilho pelo veterano Cliff Robertson (o Tio Ben de “Homem-Aranha), um dos poucos alívios cômicos bem realizados pelo roteiro.&lt;br /&gt;No geral, suspense aceitável, personagens divertidos (o par de amigos de Alan é impagável) e situações encenadas com competência pelo diretor, que mostra uma evolução constante como profissional e demonstra essa segurança maior no seu desenvolvimento de tramas e narrativas.&lt;br /&gt;Se não tiver mais nada para ver, aposte. Para os fãs, não deixem de ver, pois Garris é um dos que mais procura manter a fidelidade às ótimas histórias de Stephen King.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Jonathan Jackson (Alan Parker), David Arquette (George Staub), Cliff Robertson (Fazendeiro), Barbara Hershey (Jean Parker), Erika Christensen (Jessica Hadley), Barry W. Levy (Julian Parker), Jackson Warris (Alan – 6 anos), Jeffrey Ballard (Alan – 12 anos), Peter LaCroix (Alan – adolescente), Chris Gauthier (Hector Passmore), Robin Nielsen (Archie Howard), Matt Frewer (Sr. Clarkson), Simon Webb (Ceifador), Keith Dallas (Enfermeiro), Danielle Dunn-Morris (Sra. Janey McCurdy), Nicky Katt (Ferris), Francis Boyle (Cadáver Falante), David Purvis (Sr. Dalrymple), Greg Rogers (Vendedor do Cadillac), Dylan Basile (Garoto comprador do Cadillac), Mick Garris (Dr. Higgins), Mark McConchie (Dr. Shustek), Cynthia Garris (Enfermeira Annie Wilkes), Norman Krevoy (Zelador do Hospital).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Mick Garris; Roteiro: Mick Garris, baseado no conto “Montado na Bala”, de Stephen King; Produção: Mick Garris, David Lancaster, Greg Malcolm, Joel T. Smith, T. Smith e Vicki Sotheran; Co-produção: Bill Kravitz e Julia Verdin; Produtores Associados: Chad Marting e Neal Ramer; Produção Executiva: Jan Fantl, Frank Hubner, Stephen King, Brad Krevoy e Jorg Westerkamp; Trilha Sonora: Nicholas Pike; Direção de Fotografia: Robert C. New; Montagem: Marshall Harvey; Seleção de Elenco: Audrey Skalbania e Julia Verdin; Design de Produção: Andrew Deskin; Direção de Arte: Kristina Lyne; Maquiagem: Ian C. Ballard, Scott Patton e Rebbecah Delchambre; Efeitos de Maquiagem: Howard Berger e Gregory Nicotero; Som: Christian Carruthers, Keith Elliott, Peter Kelly e Garrett Kerr; Efeitos Especiais: Mike Fields, Rachel Griffin, Garrett Immel, Grady Holder e Andrew Chamberlayne; Efeitos Visuais: Loren Bivens e Wendy Ruiz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-3683906535752634457?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/3683906535752634457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=3683906535752634457&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/3683906535752634457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/3683906535752634457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/04/srie-stephen-king-20-montado-na-bala.html' title='Série Stephen King 20 / Montado na Bala'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-5178421408055966724</id><published>2007-04-02T00:49:00.000-03:00</published><updated>2007-04-02T00:57:59.719-03:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 19 / Desespero</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desespero (&lt;em&gt;Desperation / Stephen King’s Desperation&lt;/em&gt;, EUA, 2006 – 131 min. – TV)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“O Mal vive aqui.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um jovem casal, Peter (Henry Thomas) e Mary Jackson (Annabeth Gish), dirigem pelo deserto de Nevada em direção à Califórnia, com o carro da irmã dele. De repente, são parados na estrada por um policial muito esquisitão, que diz coisas sem sentido, tem um sorriso demente no rosto e prende os dois para levá-los para a cidade fantasma de Desespero. No local, os dois descobrem que o policial se chama Collie Entrangian (Ron Perlman) e existem mais pessoas na mesma condição: Ralph (Matt Frewer), Ellie (Sylva Kelegian) e David Carver (Shane Haboucha) e ainda Tom Billingsley (Charles Durning).&lt;br /&gt;Os presos por Collie ainda receberiam a companhia de John Marinville (Tom Skerritt), um escritor que, quase no ostracismo por causa de um problema sério de alcoolismo, buscava a redenção com uma viagem pelos EUA com o apoio de Steve (Stephen Weber). Não sem antes sofrerem algumas baixas, o grupo, reforçado por Cynthia (Kelly Overton), uma caronista pega na estrada por Steve, percebe que algo de muito errado está acontecendo na cidade, pois o policial está apodrecendo ante seus olhos e tudo leva a crer que tem a ver com os eventos ocorridos na mina de Desespero, recentemente reaberta depois de ser encerrada por causa de um desabamento.&lt;br /&gt;Liderados por David e sua fé inabalável, os novos companheiros precisam enfrentar Tak, uma entidade demoníaca antiga de outra dimensão e saírem vivos para contarem a história.&lt;br /&gt;Uma boa adaptação do livro de Stephen King, o filme alcançou um bom grau de fidelidade à fonte. Claro que o fato do próprio autor roteirizar ajudou, pois a trama possui muitos personagens diferentes e seria fácil cair na tentação de suprimir importantes eventos para o desenvolvimento da história e fazer mais um filme de monstro com grife, embora tedioso. O roteiro buscou trazer todos os diálogos legais e manteve o nível com algum sarcasmo e boas tiradas (tem uma piadinha hilária com "O Senhor dos Anéis").&lt;br /&gt;Para quem leu o livro, fica uma experiência mais legal, porque o reconhecimento das passagens e cenas é imediata, com o bom trabalho da equipe do diretor Mick Garris (em sua sexta parceria com o escritor, desde 1992), destacando a boa montagem de Patrick McMahon, deixando vários cliffhangers legais (ganchos para deixar o interesse do espectador alto para a próxima cena depois dos comerciais) para nos divertir e mais um excelente desempenho dos mestres dos efeitos de maquiagem Berger e Nicotero, com efeitos surpreendentemente sangrentos para um filme de TV. O mesmo vale para diversas cenas tétricas e macabras, com muitos corpos pendurados, membros decepados e cadáveres pelo chão, muito bem filmadas com enquadramentos e iluminação mais &lt;em&gt;dark&lt;/em&gt; do que se poderia esperar.&lt;br /&gt;O elenco é bastante homogêneo e gostei bastante da “cara” dos personagens que eu já conhecia, exceto por Sylva Kelegian como Ellie Carver, histérica demais para o meu gosto. Os destaques no elenco vão para: Perlman, dando show como o maníaco policial Collie (um ator muito bacana, que ficou meio de fora dos grandes papéis por causa de sua aparência diferente e que tem afastado essa pecha com ótimas performances em personagens nada convencionais), dono dos melhores diálogos; a reaparição de Henry Thomas, que andava meio sumido, mesmo com pouco tempo em cena soube dar relevância para seu personagem e o veterano Tom Skerritt, com seu indefectível bigode, divertido como o ex-bebum e mui sarcástico escritor em fim de carreira.&lt;br /&gt;No lado negativo, ficou óbvio que precisaram “correr” com a história, pois muitos eventos legais foram encurtados e deixaram aquela impressão de hum-acho-que-faltou-alguma-coisa-aqui,em detrimento de muitas cenas de falação interminável sobre as origens de Tak e Deus demais para o meu saco. Outro aspecto que me chamou a atenção foi o fato de que os personagens ficavam sabendo os nomes e angústias uns dos outros meio de repente, as ligações entre os sobreviventes ficaram frouxas e, consequentemente, a resolução das situações apresentadas pelo roteiro parecem “jogadas” na tela, em vez de resultarem de alguma coisa que os personagens tenham feito ou deixado de fazer.&lt;br /&gt;Isso aconteceu, imagino, pelo fato de o autor não querer deixar de fora tudo que achasse relevante do seu bebê; e como é difícil ter a objetividade e desprendimentos necessários para adaptar algo que você mesmo produziu e cortar gordura, isso prejudicou o produto final.&lt;br /&gt;No geral, nada excepcional, mas diverte e mantém o interesse pelas suas mais de duas horas de projeção. Mais indicado para quem já leu o livro. Porém, os neófitos ou quem nunca ouviu falar de Stephen King também vai curtir essa voltinha de montanha-russa de terror com certo conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Tom Skerritt (John Edward Marinville), Ron Perlman (Collie Entrangian), Shane Haboucha (David Carver), Steven Weber (Steve Ames), Annabeth Gish (Mary Jackson), Charles Durning (Tom Billingsley), Matt Frewer (Ralph Carver), Henry Thomas (Peter Jackson), Kelly Overton (Cynthia Smith), Sylva Kelegian (Ellie Carver), Ewan Chung (Shih), Alain Uy (Cha’an), Trieu Tran (Jovem vietcongue), Tom Parker (John jovem), Darren Victoria (Brian Ross), Glenn R. Wilder (Motorista Bêbado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Mick Garris; Roteiro: Stephen King, baseado em seu livro “Desespero”; Produção: Kelly Van Horn; Produtor Associado: Bruce Dunn; Produção Executiva: Mick Garris, Stephen King e Mark Sennet; Trilha Sonora: Nicholas Pike; Direção de Fotografia: Christian Sebaldt; Montagem: Patrick McMahon; Seleção de Elenco: Lynn Kressel; Design de Produção: Phil Dagort; Direção de Arte: Jason Weil; Cenografia: Márcia Calosio; Figurinos: Warden Neil; Maquiagem: Kim Collea e Tina Sims; Efeitos de Maquiagem; Howard Berger, Greg Nicotero e Jake Garber; Som: Mark Binder, Kenneth R. Burton, André Perreault e Richard Taylor; Efeitos de Som: Bob Costanza; Efeitos Especiais: Lou Carlucci e Andy Schoenberg; Efeitos Visuais: Loren Bivens e Aaron Cullen.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-5178421408055966724?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/5178421408055966724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=5178421408055966724&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/5178421408055966724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/5178421408055966724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/04/srie-stephen-king-19-desespero.html' title='Série Stephen King 19 / Desespero'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-6864481400952568733</id><published>2007-03-25T22:30:00.000-03:00</published><updated>2007-03-25T22:33:22.020-03:00</updated><title type='text'>Zombie - A Volta dos Mortos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Zombie – A Volta dos Mortos (&lt;em&gt;Zombie / Zombi 2 / Island of The Flesh-Eaters / Island of the Living Dead / Gli Ultimi Zombi / Zombie Flesh Eaters / Zombie… The Dead Are Among Us!,&lt;/em&gt; ITA, 1979 – 93 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Quando o solo expulsa os mortos... Eles retornarão para arrancar a carne dos vivos.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um estranho incidente em um veleiro na baía de Nova York, onde um policial foi atacado (e morto) por um ser, que rasgou a garganta do homem e levou seis tiros sem sofrer danos aparentes antes de cair do barco, chama a atenção de um repórter, Peter West (Ian McCulloch). Estimulado por seu editor (aparição relâmpago do diretor Fulci), ele investiga e chega até Anne Bowles (Tisa Farrow, irmã menos conhecida de Mia Farrow – ex-musa de Woody Allen), que procura por seu pai (Ugo Bologna), um cientista que desapareceu no mar do Caribe.&lt;br /&gt;Indo até lá, eles descobrem que a última localização do homem era a ilha de Matool, que nem aparece no mapa. Com a ajuda do casal Brian (Al Cliver) e Susan (Auretta Gay), que está em férias, os dois acabam descobrindo a tal ilha, habitada pelo Dr. Menard (Richard Johnson) e sua equipe, pesquisadores de uma doença misteriosa e mortal que traz de volta à vida suas vítimas; embora os nativos tenham certeza de que a causa das ressuscitações seja o vodu, praticado com constância naquelas ilhas.&lt;br /&gt;Mega-clássico do cinema de terror, realizado por um dos mais prolíficos e talentosos cineastas do gênero, o italiano Lucio Fulci, que tinha por característica nenhum pudor em mostrar e idealizar cenas extremamente gráficas e sangrentas, além de um alto teor de suspense (nos seus melhores dias, claro). Contemporâneo de outro expoente, o americano George A. Romero, Fulci dividia com o amigo a primazia dos filmes de zumbi e este foi sua obra-prima.&lt;br /&gt;Lançado pouco depois da segunda parte da “Trilogia dos Mortos” do colega americano, o arrasador “Zumbi – O Despertar dos Mortos”, de 1978 (recentemente refilmado com competência por Zack Snyder com o nome de “Madrugada dos Mortos”, já comentado aqui no seu cantinho sangrento, leitor habitual. Veja no arquivo de ), teve as cenas em Nova York no início e no final acrescentadas para tentar faturar um pouquinho mais em cima disso; mas, na verdade, as duas tramas não têm nenhuma correlação.&lt;br /&gt;Com esses detalhes de lado, o filme se sustenta muito bem, com Fulci apelando com gosto para belos corpos nus femininos e traz uma grande experiência para qualquer fã que se preze. O diretor constrói muito bem a tensão e orquestra com maestria os violentíssimos ataques dos zumbis, com uma composição de planos incrivelmente tensa (com bom uso de zoom e closes nojentos), contando com a competência e arte do mestre italiano dos efeitos Giannetto De Rossi para entregar algumas das mortes mais sangrentas da história do cinema.&lt;br /&gt;Temos pessoas devoradas, olhos perfurados, cabeças baleadas e decepadas, gargantas rasgadas e membros arrancados. Tudo que se possa imaginar de violento e nojento foi realizado, numa festa &lt;em&gt;gore&lt;/em&gt; para ninguém colocar defeito; quando lançado nos cinemas, os distribuidores forneciam sacos de vômito para os espectadores, pois o nível de violência era ainda sem precedentes na época. E, ainda por cima, toda a orgia de sangue foi filmada com arte, closes no limite da sanidade e uma tensão quase insuportável, este é um dos poucos filmes que me deu medo de verdade.&lt;br /&gt;Normalmente, uma produção de terror me causa diferentes reações, como interesse, repulsa e até mesmo simplesmente tédio. Mais raramente, dá tensão e até mesmo medo. Pouquíssimos exemplares do gênero conseguiram essa proeza (entre eles “O Iluminado” de Kubrick e “O Exorcista”) e “Zombie” atinge essa raridade com louvor, amigos leitores. Eu fiquei roendo as unhas de medo mesmo. Que sensação!&lt;br /&gt;Claro que existem pontos fracos: um elenco irregular, com boas atuações (incluo nessa conta Ian McCulloch como West, Olga Karlatos e seu par de olhos verdes maravilhosos como a esposa do médico e Richard Johnson como o Dr. Menard) e outras sofríveis (Tisa Farrow justifica a falta de destaque e fama); uma trilha sonora ridiculamente deslocada, alternando entre musiquinhas disco com efeitos sonoros de fundo de quintal e a idéia que os compositores tinham do que seria um toque de vodu, com muitos tambores sem nexo e as cenas entre os ataques carecem de um ritmo narrativo mais intenso, afrouxando a intensidade almejada.&lt;br /&gt;Mesmo assim, temos seqüências antológicas, entre as quais destaco: a luta submarina entre um zumbi e um tubarão (!); os zumbis se levantando das sepulturas, socorro; o ataque à esposa do bom doutor, um primor; e, claro, o frenético embate final entre humanos e zumbis, recheado de tiros e explosões. Sem esquecer, claro, do final pessimista, apocalíptico e sem concessões.&lt;br /&gt;A produção nunca foi lançada em nossos cinemas, tendo sido proibida pela censura no Brasil. Sofreu a mesma coisa em diversos outros países, inclusive na Itália, vejam só, mas já está disponível em DVD, numa versão sem cortes onde se pode apreciar a obra em toda a sua força.&lt;br /&gt;Não tenho mais o que falar. Assistam e curtam o prazer de um filme de morto-vivo bem realizado, bem filmado e que certamente não decepcionará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Tisa Farrow (Anne Bowles), Ian McCulloch (Peter West), Richard Johnson (Dr. David Menard), Al Cliver (Brian Hull), Auretta Gay (Susan Barrett), Stefania D’Amario (Enfermeira Missey), Olga Karlatos (Paola Menard), Ugo Bologna (Pai de Anne), Dakkar (Lucas), Franco Fantasia (Matthias), Lucio Fulci (Editor-Chefe do Jornal), Leo Gavero (Fritz), Alberto Dell’Acqua (Zumbi), Arnaldo Dell’Acqua (Zumbi), Ottaviano Dell’Acqua (Zumbi), Roberto Dell’Acqua (Zumbi), Captain Haggerty (Zumbi Gordo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Lucio Fulci; Roteiro: Elisa Briganti e Dardano Sacchetti; Produção: Fabrizio De Angelis e Ugo Tucci; Produtor Associado: Gianfranco Couyoumdjian; Trilha Sonora: Giorgio Cascio Tucci e Fabio Frizzi; Diretor de Fotografia: Sergio Salvati; Montagem: Vincenzo Tomassi; Design de Produção: Walter Patriarca; Cenografia: Carlo Ferri; Figurinos: Walter Patriarca; Maquiagem: Mirella De Rossi e Maurizio Trani; Efeitos de Maquiagem: Giannetto De Rossi; Som: Bruce Nazarian e Ugo Celani; Efeitos Especiais: Giannetto De Rossi, Giovanni Corridori, Gino De Rossi e Roberto Pace.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-6864481400952568733?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/6864481400952568733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=6864481400952568733&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/6864481400952568733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/6864481400952568733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/03/zombie-volta-dos-mortos.html' title='Zombie - A Volta dos Mortos'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-8523250822486179776</id><published>2007-03-18T22:28:00.000-03:00</published><updated>2007-03-18T22:31:27.446-03:00</updated><title type='text'>Alta Tensão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alta Tensão (&lt;em&gt;Haute Tension / High Tension / Switchblade Romance&lt;/em&gt;, FRA, 2003 – 87 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Uma casa isolada… Uma família unida… Uma visita inesperada…”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas amigas de faculdade, Marie (Cécile de France, de “Albergue Espanhol”) e Alex (Maiwenn) estão a caminho da casa dos pais da segunda para uma sessão de estudos antes das provas finais, aproveitando a paz e quietude do local. Após se instalarem e colocarem o papo em dia, as moças vão se deitar. Repentinamente, um homem misterioso (Phillipe Mahon) pára seu caminhão na porta, mata todos os habitantes da casa e seqüestra Alex; o que ele não contava é que Marie conseguiu se esconder e vai junto com a amiga para tentar deter o assassino.&lt;br /&gt;Um bom filme do gênero psicopata-na-floresta, feito com vontade e força pelo duo francês Aja e Levasseur, que depois deste soco no estômago iriam para os EUA para fazerem a nova versão de “Quadrilha de Sádicos” (com o nome de “Viagem Maldita”), já comentado aqui no blog para vocês, leitores constantes. Junto com outros jovens diretores (como Eli Roth, de “O Albergue” e Darren Lynn Bousman e James Wan, da série “Jogos Mortais”), a dupla francesa tem ajudado a revitalizar o gênero com suas obras e trazido de volta os antigos fãs, meio órfãos de um horror sangrento e de qualidade desde o boom do terror adolescente do meio da década de 80 até o começo dos anos 2000.&lt;br /&gt;“Alta Tensão” faz jus ao nome, com um suspense enervante criado pelo diretor, utilizando com maestria o ambiente isolado da casa de fazenda e o som, com a câmera sendo nossos olhos em relação ao que se desenrola na trama. As cenas do ataque do cara são de roer as unhas, com a checagem cuidadosa e metódica dos quartos e cômodos da casa por parte do vilão, deixando a nós, pobres espectadores, na beira da cadeira.&lt;br /&gt;Se ficasse somente no suspense, já estaria de bom tamanho; mas, eles gostam mesmo é de sangue espirrando. E temos muito para nos deliciar, com membros e cabeças decepadas, tiros, gargantas cortadas e o uso criativo de um bastão de cerca com arame farpado. O trabalho do veterano Giannetto de Rossi (que realizou grandes filmes com diretores do porte de um Sergio Leone, em “Era Uma Vez no Oeste”; Bernardo Bertolucci, em “1900” e, principalmente, com o mestre do terror &lt;em&gt;splatter&lt;/em&gt; italiano, Lucio Fulci, em “Do Além”, “Zumbi” e muitos outros) está fenomenal, com muito sangue e mutilações a granel com um senso de realidade nauseante.&lt;br /&gt;No que diz respeito ao elenco, destaco o grande trabalho de Cécile de France, habitualmente em papéis delicados, mandando bala como a imprevisível Marie e demonstrando mais conteúdo do que somente gritar o tempo todo, o que ela deixou para a esquisitinha Maiwenn, no papel de Alex. Phillipe Mahon também está ótimo como o assassino indestrutível e sem clemência, dando muita raiva dele e torcendo para que o cara se ferre legal.&lt;br /&gt;O roteiro ainda guarda uma surpresa e tanto, que obviamente não vou falar qual é; mesmo já tendo aparecido em outras produções, ainda mantém o impacto pela eficiente &lt;em&gt;mis-em-scéne&lt;/em&gt; criada pela dupla Aja e Levasseur em um dos finais mais sangrentos e nojentos que eu já vi. E eu já vi muita coisa...&lt;br /&gt;Não recomendo para espectadores mais convencionais, mas quem gostar de filmes fora do circuito americano e de um terror bem realizado e tenso, terá um prato cheio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Cécile de France (Marie), Maiwenn Le Besco (Alexia), Phillipe Mahon (O Assassino), Franck Khalfoun (Jimmy – frentista), Andrei Finti (Daniel – pai de Alex), Oana Pellea (Mãe de Alex), Marco Claudiu Pascu (Tom), Jean-Claude de Goros (Capitão de Polícia), Bogdan Uritescu (Policial), Gabriel Spahiu (Motorista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Alexandre Aja; Roteiro: Alexandre Aja e Grégory Levasseur; Produção: Alexandre Arcady e Robert Benmussa; Co-produção: Luc Besson; Produção Executiva: Andrei Boncea e Inigo Lezzi; Trilha Sonora: François Eudes; Diretor de Fotografia: Máxime Alexandre; Montagem: Baxter; Seleção de Elenco: Florin Kevorkian; Design de Produção: Renald Cotte Verdy e Tony Ergy; Direção de Arte: Grégory Levasseur; Cenografia: Gabriela Nechita; Maquiagem: Gabi Cretan; Efeitos de Maquiagem: Giannetto de Rossi; Som: Didier Lozahic e Didier Lesage; Efeitos Sonoros: Pierre André, Mihai Burtan, Marian Costea e Bogdan Varzaru; Efeitos Especiais: Adrian Popescu; Efeitos Visuais: Christophe Chanvin.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-8523250822486179776?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/8523250822486179776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=8523250822486179776&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/8523250822486179776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/8523250822486179776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/03/alta-tenso.html' title='Alta Tensão'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-966746194122565394</id><published>2007-03-14T20:23:00.000-03:00</published><updated>2007-03-14T20:26:05.517-03:00</updated><title type='text'>Serpentes a Bordo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Serpentes a Bordo (&lt;em&gt;Snakes on a Plane; S.o.a.P&lt;/em&gt;, EUA, 2006 – 105 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Sente-se. Relaxe. Aproveite o Medo.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um garotão despreocupado com a vida, Sean (Nathan Phillips) está fazendo trilha com sua moto quando, sem querer, testemunha um assassinato cometido pelo chefão do crime Eddie Kim (Byron Lawson). Transformado em testemunha-chave para colocar o bandido na cadeia por um longo tempo, Sean é protegido pelo agente do FBI Flynn (Samuel L. Jackson), que escoltará o rapaz até Los Angeles onde o testemunho dele será anotado. Para chegar até Los Angeles, a dupla escolhe o vôo 121 da Pacific Air Lines.&lt;br /&gt;De algum modo, Kim descobriu em qual vôo a pessoa que pode acabar com ele para sempre estaria e colocou, no compartimento de bagagens, uma caixa lotada com dezenas de cobras venenosas estimuladas a serem agressivas por feromônios, ou seja, as cobras estarão tão nervosas que atacarão qualquer coisa que se mexer. Agora, Flynn, com a ajuda da aeromoça Claire (Julianna Margulies, da série “E.R.” e da mini-série “Avalon”) e dos demais passageiros, terá que se virar para conseguir pousar o avião e manter sua testemunha viva.&lt;br /&gt;Um filme estranho. Começou que, depois de “A Bruxa de Blair”, foi uma poucas produções que tentaram aproveitar de forma maciça o poderio da Internet para a mobilização dos fãs e criação de “hype” (aquela coisa indefinível que faz com que as pessoas falem sobre algo, seja uma pessoa ou um filme ou outro produto cultural, quase sempre com propósito positivo); por exemplo, Samuel L. Jackson, que afirmou ter aceitado o papel quando viu o título do filme e nem quis ler o resto do roteiro, conclamou os fãs a bombardearem o estúdio com e-mails e mensagens para manter o título e filmar novas cenas mais violentas e com mais sexo. Conseguiu!&lt;br /&gt;Mesmo com todo o boca-a-boca e a criação de uma aura cult antes mesmo de estrear, o filme não fez boa carreira nos cinemas, algo injusto na minha opinião. “SOAP” é agitado, cheio de cenas de ação, efeitos bem decentes e um elenco escolhido a dedo para manter o pique elevado. Destaques absolutos para Jackson, sempre ótimo e muito à vontade como o durão agente do FBI que adora mandar frases de efeito (“Não aguento mais essas merdas dessas cobras dentro dessa merda de avião!”); Margulies, emprestando a sua beleza e simpatia para a decidida aeromoça Claire em seu último vôo e David Koechner como o desbocado e metido a espertinho piloto Rick.&lt;br /&gt;Além de um elenco adequado e personagens genéricos (sem características marcantes, funcionam como arquétipos de tipos consagrados, como “o chato do local”, “o casal apaixonado”, “as criancinhas bacanas”, “a mocinha bonita e bocuda”, “a patricinha loira”, “o rapper de sucesso” e por aí vai), tenho que falar de como o roteiro não quis nem saber de correção política (com boas piadinhas infames. Por exemplo, o local onde um dos guarda-costas do rapper 3G'S é mordido já gera pelo menos um trocadilho de bater no escritor de tão tosco...) e, com a ajuda mais do que bem-vinda de uma excelente equipe de efeitos especiais e de maquiagem, não poupa mulheres, casais, velhinhos e criancinhas dos ataques de suas vilãs rastejantes; embora obviamente de CGI (computação gráfica), as reptilianas assassinas dão o bote com gosto no pessoal do avião, desde um casal curtindo uma transa, um cara fazendo o nº1 (adivinha onde a cobra morde o infeliz? É... Lá mesmo) e criancinhas fofas sempre em locais incomuns como seios, pescoços, olhos (!!!) e etc, além de o diretor Ellis ter colocado alguns POVs (ponto de vista, tomada onde a câmera funciona como se fosse os olhos de um determinado personagem) das cobritas que são de arrepiar.&lt;br /&gt;No geral, uma diversão descompromissada e que não fará ninguém perder o sono por causa dela. Podem pegar, amigos leitores, vale o aluguel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Samuel L. Jackson (Neville Flynn), Julianna Margulies (Claire Miller), Nathan Phillips (Sean Jones), Rachel Blanchard (Mercedes), Flex Alexander (3G's), Kenan Thompson (Troy), Keith Dallas (Big Leroy), Lin Shaye (Grace), Bruce James (Ken), Sunny Mabrey (Tiffany), Casey Dubois (Curtis), Daniel Hogarth (Tommy), Gerard Plunkett (Paul), Terry Chen (Chen Leong), Elsa Pataky (Maria), Emily Holmes (Ashley), Tygh Runyan (Tyler), Mark Houghton (John Sanders), David Koechner (Rick), Bobby Cannavale (Hank Harris), Todd Louiso (Dr. Steven Price), Tom Butler (Capitão Sam McKeon), Kevin McNulty (Emmett Bradley), Samantha McLeod (Kelly), Taylor Kitsch (Kyle), Ann Warn Pegg (Sra. Bova), Byron Lawson (Eddie Kim), Darren Moore (Kreitler), Scott Nicholson (Daniel Hayes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: David R. Ellis; Roteiro: David Dalessandro e John Heffernan (história), John Heffernan e Sebastian Gutierrez; Produção: Craig Berenson, Don Granger e Gary Levinsohn; Produtores Associados: Tawny Ellis e Heather Meehan; Produção Executiva: Stokely Chaffin, Toby Emmerich, Penney Finkelman Cox, Justis Greene, Jeff Katz, Sandra Rabins e George Waud; Trilha Sonora: Trevor Rabin; Direção de Fotografia: Adam Greenberg; Montagem: Howard E. Smith; Seleção de Elenco: Mindy Marin; Design de Produção: Jaymes Hinkle; Direção de Arte: John Alvarez; Cenografia: Erin Gould e Mary-Lou Storey; Figurinos: Karen L. Matthews; Maquiagem: Monica Huppert e Robert A. Pandini; Efeitos de Maquiagem: Greg Johnson e Todd Masters; Som: Tom Bellfort e Dave McMoyler; Efeitos Sonoros: Bruce Tanis, Jon Title e Karen Vassar; Efeitos Especiais: Eric Allard, Alex Burdett, Rick Galinson, Matt Kutcher e Rick Lazzarini; Efeitos Visuais: Toni Pace Carstensen, Thierry Delattre, Anouk Deveault-Moreau, Mark Freund, Scott Gordon, Erik Henry e Daniel Leduc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-966746194122565394?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/966746194122565394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=966746194122565394&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/966746194122565394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/966746194122565394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/03/serpentes-bordo.html' title='Serpentes a Bordo'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-957207285489196870</id><published>2007-03-14T20:15:00.000-03:00</published><updated>2007-03-14T20:23:05.587-03:00</updated><title type='text'>Os Pássaros</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os Pássaros (&lt;em&gt;The Birds; Alfred Hitchcock's The Birds&lt;/em&gt;, EUA, 1963 – 119 min.)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“Nada do que você já viu antes poderia tê-lo preparado para estes terríveis e chocantes acontecimentos!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Melanie (Tippi Hedren) e Mitch (Rod Taylor) se conheceram em uma loja de animais e imediatamente começaram a esgrimir, com tiradas ferinas de parte a parte. Melanie é uma socialite, filha de um magnata da imprensa e Mitch é um famoso advogado de defesa; obviamente que a atração é mútua e Melanie decide levar um presente para a irmã do rapaz, com uma pitada de cinismo (um casal de periquitos, “lovebirds” em ingles) na casa da mãe de Mitch, Lydia (Jessica Tandy) localizada em Bodega Bay, cidadezinha litorânea perto de San Francisco.&lt;br /&gt;Chegando lá, as gaivotas da area atacam Melanie. Aos poucos, as aves vão se juntando e crescendo em número, realizando ataques cada vez mais furiosos e inexplicáveis, causando muita destruição e medo entre os habitantes. Durante a noite, a intensidade dos ataques aumenta e deixa Mitch, Melanie e a família dele isolados dentro de casa. Em uma das estiadas, todos tentam escapar, mas...&lt;br /&gt;Super-clássico do mestre ingles do suspense, em um dos que formam, para mim, o triunvirato insuperável de Hitchcock, junto com “Psicose” e “Um Corpo Que Cai”. Inovador e assustador, “Os Pássaros” é obrigatório para quem aprecia o suspense e por que não dizer, o cinema em geral.&lt;br /&gt;Uma aula de construção de climax, os acontecimentos vão num crescendo de intensidade e medo até um final apocalíptico e atemporal, que mantém sua força até hoje, mesmo tendo mais de quarenta anos de sua realização. Um dos primeiros que utilizou “monstros” da natureza de uma maneira mais séria e sem intenções cômicas, antecipando tendências e utilizando de maneira muito competente efeitos de animação, composição de efeitos fotográficos, mecânicos e de maquiagem; teve muita influência nas produções posteriores, principalmente pela opção do diretor de não utilizar trilha sonora convencional, preferindo apostar na tecnologia (nova na época) dos sintetizadores eletrônicos e sons produzidos pelos proprios animais; em resumo, um primor de qualidade técnica tanto em som quanto nos “vilões”.&lt;br /&gt;A montagem inteligente e fluida ajuda a manter a narrativa ágil, aproveitando os planos mais abertos para mudar de ambiente e o diretor não se furtou de mostrar o resultado dos ataques dos pássaros com detalhes e em closes. Brrrr!!!! Os figurinos de Edith Head também são de primeira linha.&lt;br /&gt;O roteiro de Evan Hunter (nome verdadeiro do escritor de romances policiais e de suspense Ed McBain) sugere, de forma brilhante, que a causa dos ataques é perturbação emocional e sentimentos da heroína Melanie, que obviamente possui uma carga muito grande de negatividade e influencia a todos em volta, além das frustrações de Lydia e de Annie (Suzanne Pleshette), a professora local e antiga namorada de Mitch. Essa correlação de forças entre os estados emocionais dos seres humanos e a agressividade dos animais é comprovada hoje cientificamente e dá um receio danado de irritar demais algum pombinho ou talvez um ursinho fofo por aí...&lt;br /&gt;O elenco demonstra toda genialidade do diretor, com boas atuações de todos, principalmente do par central. Rod Taylor, galã da década de 60 (participou de “A Máquina do Tempo”, entre outros), segura bem o papel de Mitch, dando a dose certa de cinismo, proteção e masculinidade típicas da época. E Tippi Hedren, ex-modelo sueca e estreando no cinema, domina o filme com sua beleza estonteante, voz rouquinha (bem mais sexy do que a das Cicarellis da vida) e boa composição da sua personagem, uma pobre menina rica que paga o preço por suas escolhas de forma trágica. Destaco ainda a estréia de Veronica Cartwright como Cathy.&lt;br /&gt;Cenas memoráveis pululam pela tela, com mais preponderância de: o primeiro ataque à escola, o cerco na casa dos Brenner e, claro, o final deliciosamente aberto e sugerindo um beco sem saída para os humanos, em mais uma demonstração do senso de humor atípico de Hitch, que faz sua tradicional ponta como um homem que está passeando seus cachorros; só como curiosidade, o diretor, na estréia londrina, instalou alto-falantes nas árvores ao redor da rua e tocou, em altos brados, os ruídos e guinchos dos pássaros, usados no filme.&lt;br /&gt;Indicado ao Oscar em 1964 de Melhores Efeitos Visuais, vale a visita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Tippi Hedren (Melanie Daniels), Rod Taylor (Mitch Brenner), Jessica Tandy (Lydia Brenner), Suzanne Pleshette (Annie Hayworth), Veronica Cartwright (Cathy Brenner), Ethel Griffies (Sra. Bundy – ornitóloga), Charles McGraw (Sebastian Scholes – pescador no restaurante), Ruth DeVitt (Sra. MacGruder – dona da pet shop), Lonny Chapman (Deke Carter – cozinheiro do restaurante), Joe Mantell (vendedor no restaurante), Doodles Weaver (Pescador dos barcos de aluguel), Malcolm Atterbury (Delegado Al Malone), John McGovern (Carteiro), Karl Swenson (Bêbado no restaurante), Richard Deacon (Vizinho de Mitch – cidade), Elizabeth Wilson (Ruth Carter), Bill Quinn (Homem no restaurante) e Doreen Lang (Mãe no restaurante ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Alfred Hitchcock; Roteiro: Evan Hunter, baseado no conto de Daphne Du Maurier; Produção: Alfred Hitchcock; Trilha Sonora: Bernard Herrmann; Direção de Fotografia: Robert Burks; Montagem: George Tomasini; Design de Produção: Robert Boyle; Cenografia: George Milo; Figurinos: Edith Head; Maquiagem: Virginia Darcy e Howard Smit; Som: William Russell e Waldon O. Watson; Efeitos Sonoros: Remi Gassmann e Oskar Sala; Efeitos Especiais: Larry Hampton, Dave Fleischer e Chuck Gaspar, Efeitos Visuais: Ub Iwerks.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-957207285489196870?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/957207285489196870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=957207285489196870&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/957207285489196870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/957207285489196870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/03/os-pssaros.html' title='Os Pássaros'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4117449267837133542</id><published>2007-03-08T21:54:00.000-03:00</published><updated>2007-03-08T21:57:09.228-03:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 18 / O Sobrevivente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Sobrevivente (&lt;em&gt;The Running Man&lt;/em&gt;, EUA, 1987 – 101 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“2019. Um jogo onde ninguém sobrevive. Este pode ser a exceção...”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2019, os EUA são um Estado policial e totalitário, onde todas as informações são passadas através da TV e cuidadosamente controladas pelos governantes, que não querem ninguém levantando a cabeça. Nesse ambiente opressivo, o maior sucesso de audiência é o game show “O Sobrevivente”, estrelado por condenados e fugitivos da Justiça que são perseguidos e caçados impiedosamente por brucutus assassinos chamados “Sorrateiros”. E o povão delira.&lt;br /&gt;Ben Richards (Arnoldão no auge da forma) é um policial piloto de helicóptero que cai em desgraça depois de se recusar a abrir fogo contra uma multidão desarmada, que fazia tumulto por causa de comida. Nocauteado, processado e condenado, ele mofa em uma prisão. Na cadeia, conhece Laughlin (Yaphett Kotto) e Weiss (Marvin McIntyre), participantes de um pequeno grupo de rebeldes, que quer mudar o atual estado de coisas usando a própria arma dos ditadores, a TV. Depois de uma ousada fuga, Richards acaba sendo dedurado por Amber (Maria Conchita Alonso) e é capturado no aeroporto, quando tentava fugir do país.&lt;br /&gt;Sua fuga e histórico chamaram a atenção do apresentador do “O Sobrevivente”, Damon Killian (Richard Dawson, apresentador por mais de 20 anos do programa “Family Feud”) que propõe a participação de Ben no programa, em troca de poupar Weiss e Laughlin, também recapturados. Lógico que, mesmo tendo a concordância de Richards para a participação, o seboso manda os dois para a porrada também. Os três, ainda por cima acompanhados de Amber (em um toque que não vou estragar, pois o motivo da moçoila se ferrar também é importante para o final da trama), têm que sobreviver, encontrar os rebeldes e revidar.&lt;br /&gt;Beleza de filme de ação, na melhor tradição das produções estreladas pelo astro austríaco no início da carreira. Muitas cenas de perseguição, brigas homéricas, frases feitas afiadas e humor na dose certa, tornando “O Sobrevivente” algo agradável de assistir e relaxar. Escrito pelo especialista De Souza (de “Comando para Matar” e outras pérolas da ação descerebrada nos anos 80 e 90, incluindo o pequeno clássico “Duro de Matar”), o roteiro é levemente baseado no livro de sucesso de King, sob pseudônimo, de onde tirou, basicamente, alguns nomes de personagens e a interessante premissa.&lt;br /&gt;No mais, segue uma estrutura simples – Schwarza enfrenta um vilão, mata (sempre virando a arma do bandido contra ele mesmo) e parte para o próximo – salvo da mediocridade pelas atuações caricaturais e diálogos toscos, eficientes para o clima pretendido de diversão escapista e sem fazer muito sentido. O pano de fundo mais politizado encaixa bem e traz um bom desenvolvimento, em constante ida à frente até a luta final, quando o personagem Ben Richards vai virando o gosto do povão para ele. Nos aspectos técnicos, um tema musical grudento, bons efeitos especiais e de maquiagem colocam a cereja no bolo.&lt;br /&gt;Outra coisa que valoriza o filme é a ótima atuação de Richard Dawson como o apresentador Killian. Inescrupuloso e obcecado por mais audiência, o vilão-mor é interessante, pois vemos a imediata transformação de seu humor ao sair dos bastidores para as câmeras no palco; o ator (um experiente apresentador de game shows na TV americana, usando toda essa bagagem com bons resultados) vai da arrogância e sarcasmo para calor humano e simpatia em questão de segundos, dando mais raiva ainda e fazendo a gente torcer como nunca pelo Arnoldão. Chamo a atenção dos leitores para a cena onde Killian faz uma proposta para Richards, com um ar de olha-só-como-eu-sou-legal-e-você-não-valoriza-seu-trouxa que é impagável.&lt;br /&gt;Destaque ainda para o ator Jesse Ventura como Capitão Liberdade, um veterano do jogo que mantém aquela chama de covardia acesa – ele, do mesmo modo que o astro principal (hoje governador da Califórnia) deixou o cinema para ser governador do estado de Minnesota; Jim Brown, ex-astro do futebol americano, se divertindo para caramba como o impiedoso Fireball e a participação de Mike Fleetwood (da banda de rock Fleetwood &amp; Mac) e Dweezil Zappa (filho do grande Frank Zappa) como líderes da rebelião.&lt;br /&gt;No lado negativo, Maria Conchita Alonso é ruim de mais, estando no filme somente porque fica bem de macacão de lycra e a breguice generalizada dos cenários e figurinos, demais até mesmo para a excessiva década de 80 – o néon e os brilhos, além das danças ridículas das ajudantes de palco e os motoqueiros de butique são de doer os olhos. Por outro lado, as colegas de trabalho rendem bons momentos, como a velhinha que acha Richards um “mean motherfucker – um maldito dum filho da puta”; ver aquela doce senhora soltar um palavrão desses com a vozinha mais fofa do mundo não tem preço, bem como a cara de espanto de Killian.&lt;br /&gt;Vai com fé que vale o aluguel, principalmente se vocês forem fãs do brucutu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Arnold Schwarzenegger (Ben Richards), Richard Dawson (Damon Killian), Yaphet Kotto (Laughlin), Marvin J. McIntyre (Harold Weiss), Maria Conchita Alonso (Amber Mendez), Jesse Ventura (Capitão Liberdade), Jim Brown (Fireball), Gus Rethwisch (Buzzsaw), Professor Toru Tanaka (Sub Zero), Erland Van Lidth (Dynamo), Mick Fleetwood (Mick), Dweezil Zappa (Stevie), Sven Ole-Thorsen (Sven), Karen Leigh Hopkins (Brenda), Edward Bunker (Lenny), Bryan Kestner (Médico), Kurt Fuller (Tony), Donna Hardy (Sra. McArdle), Lynne Marie Stewart (Edith Wiggins), Bill Margolin (Leon).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Paul Michael Glaser; Roteiro: Steven E. de Souza, baseado no livro “The Running Man”, de Richard Bachman (pseudônimo de Stephen King); Produção: George Linder e Tim Zinnemann; Produção Executiva: Keith Barish e Rob Cohen; Trilha Sonora: Harold Faltermeyer; Direção de Fotografia: Thomas Del Ruth; Montagem: Mark Warner, Edward Warschilka e John Wright; Seleção de Elenco: Jackie Burch; Design de Produção: Jack T. Collis; Cenografia: Jim Duffy; Figurinos: Robert Blackman; Maquiagem: Jeff Dawn e Peter Tothpal; Efeitos de Maquiagem: Richard Miranda; Som: Richard C. Franklin, Paul Timothy Carden, Rick Kline, Donald O. Mitchell e Kevin O’Connell; Efeitos Especiais: Lawrence J. Cavanaugh e R. Bruce Steinheimer; Efeitos Visuais: Robert Grasmere e Gary Gutierrez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4117449267837133542?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4117449267837133542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4117449267837133542&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4117449267837133542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4117449267837133542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/03/srie-stephen-king-18-o-sobrevivente.html' title='Série Stephen King 18 / O Sobrevivente'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4119426480866245959</id><published>2007-03-03T22:29:00.000-03:00</published><updated>2007-03-03T22:32:49.601-03:00</updated><title type='text'>O Albergue</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Albergue (&lt;em&gt;Hostel&lt;/em&gt;, EUA, 2005 – 94 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Bem-vindo ao seu pior pesadelo.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Dupla de amigos americanos, Paxton (Jay Hernandez) e Josh (Derek Richardson), estão viajando pela Europa como mochileiros, zoando todas e tentando comer cada mulher que aparece pela frente. Para isso, ainda contam com a companhia do islandês maluco Oli (Eythor Gudjonsson), que os guia pela noite alucinada de Amsterdã. Ficando em um albergue, uma noite em que ficaram chutando o balde até mais tarde os deixa trancados para fora do local; aí, um cara meio estranho, Alex (Lubomir Bukovy), os acolhe em seu quarto, onde fumam maconha e haxixe e Alex fala para os rapazes que não existe lugar melhor para pegar mulher do que a Eslováquia, mostrando fotos de várias mulheres lindas e nuas pegando geral.&lt;br /&gt;Animado, o trio pega um trem no dia seguinte – onde conhecem um holandês muito estranho – e desembarca em Bratislava, capital do país do Leste Europeu. Lá, encontram outro albergue e se instalam; na primeira noite, os caras encontram as deliciosas Natalya (Barbara Nedeljakova) e Svetlana (Jana Kaderabkova, além da apetitosa Vala (Jana Havlickova), recepcionista de onde estão hospedados.&lt;br /&gt;A noite é boa, eles se divertem até dizer chega e vão até uma boate. No dia seguinte, Oli desapareceu; Paxton e Josh estranham, mas acham que é normal e seguem na farra. Até que Josh some do mapa e Paxton, preocupado, começa a procurar por todo o lado. Com suas investigações dando em nada, o rapaz acaba sendo atraído por Natalya até uma misteriosa fábrica na periferia da cidade, onde ele descobre afinal o que aconteceu com seus amigos. E a descoberta não é nada agradável...&lt;br /&gt;Segundo filme do multiuso Eli Roth, que escreveu, produziu e dirigiu, é uma pérola do terror sádico e de mau-gosto, que se apóia em cenas absolutamente chocantes de tortura e muita mulher pelada para atrair a atenção do espectador. E consegue!&lt;br /&gt;Fazia muito tempo, eu não via nada tão grotesco, canalha e sem noção (e divertido) como “O Albergue”, cuja trama é supostamente baseada em fatos reais e contou com um padrinho de peso, Quentin Tarantino, que adotou o diretor depois de ver a estréia do cara em “Cabana do Terror” – aguarde comentário aqui, leitor constante, neste blog modesto.&lt;br /&gt;Vamos explicar o que quer dizer cada uma das afirmações do parágrafo anterior.&lt;br /&gt;Fatos reais – o diretor alega que esbarrou, na Internet, com um site filipino onde era oferecida a “oportunidade” de torturar uma pessoa até a morte, por US$ 10.000,00 (dez mil dólares); ele se interessou pelo “negócio”, mostrou o site para o amigo Tarantino e começou a fuçar por aí, interessado em fazer um documentário. Dada a enorme dificuldade de encontrar confirmações se o site era verdadeiro, Roth imaginou que ia se meter em confusão da grossa se continuasse com as perguntas. E mudou para um filme de ficção mesmo.&lt;br /&gt;Grotesco – é das maiores coleções de cenas sangrentas que eu já vi em um filme, com o uso criativo de: furadeiras, alicates, serras elétricas e armas; membros decepados, cabeças perfuradas, gargantas cortadas, olhos arrancados. Mais um grande trabalho dos mestres Kurtzman, Berger e Nicotero com efeitos especiais e de maquiagem extremamente realistas e incômodos.&lt;br /&gt;Canalha – dá para ver que correção política não é uma das preocupações de Roth, pois as mulheres que aparecem no filme não passam de belos pedaços de carne. Ele explora com gosto a beleza das moças do Leste Europeu, que aparentemente não querem mais nada da vida a não ser pular alegremente na cama de qualquer um que apareça. E dá-lhe peitinho e bunda para cá e para lá. Nada mau, claro, mas faz falta um pouco mais de conteúdo em cinema, com exceção da dupla Natalya e Svetlana, que são gostosas e malvadas.&lt;br /&gt;Sem noção – os diálogos são impagáveis de tão ruins e os vilões, pura caricatura. Além de tudo, ele inventou uma tal de Gangue do Chiclete que rendeu cenas hilárias e que quebram um pouco os banhos de sangue na tela; e um final catártico com atropelamentos e uso interessante de um vaso sanitário.&lt;br /&gt;Quanto ao elenco, nada a declarar. Um bando de nulidades, com o protagonista Hernandez apenas simpático, porém eficiente para fazer com que o espectador se preocupe com seu destino, ajudando a amplificar o clima de pesadelo de Dante que a tal fábrica representa e um bom desempenho de Jan Vlasak como o vilão principal.&lt;br /&gt;Com tudo, com tudo, diversão de primeira e sem-vergonha, como tem que ser. Ademais, tem um retrato, obviamente involuntário, nada lisonjeiro dos americanos mostrados como ingênuos, loucos por sexo e completamente alienados do que pensa o resto do mundo. Será tão fora da realidade assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosidade: o discurso em alemão de Paxton para seu “companheiro” de salinha dizia: “Se você me matar, vai destruir sua vida. Cada vez que você fechar os olhos, vai me ver na sua frente. Estarei nos seus pesadelos toda noite, pelo resto da sua vida. Eu vou arruinar você.”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Jay Hernandez (Paxton), Derek Richardson (Josh), Eythor Gudjonsson (Oli), Jan Vlásak (O Negociante Holandês), Barbara Nedeljakova (Natalya), Jana Kaderabkova (Svetlana), Jennifer Lim (Kana), Keiko Seiko (Yuki), Lubomir Bukovy (Alex), Jana Havlickova (Vala), Rick Hoffman (O Cliente Americano), Petr Janis (O Cirurgião Alemão), Takashi Miike (O Cliente Japonês), Patrik Zigo (Líder da Gangue do Chiclete), Milda Jedi Havlas (Recepcionista da Manhã), Martin Kubacák (Motorista de Táxi), Petr Sedlacek (Motorista de Táxi Desdentado), Josef Bradna (O Açougueiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Eli Roth; Roteiro: Eli Roth; Produção: Eli Roth, Chris Briggs e Mike Fleiss; Daniel S. Frisch e Philip Waley; Produção Executiva: Quentin Tarantino, Scott Spiegel e Boaz Yakin; Trilha Sonora: Nathan Barr; Direção de Fotografia: Milan Chadma; Montagem: George Folsey Jr.; Seleção de Elenco: Ivan Vorlicek e Kelly Wagner; Design de Produção: Franco-Giacomo Carbone; Direção de Arte: David Baxa; Cenografia: Karel Vanasek; Figurinos: Franco-Giacomo Carbone; Maquiagem: Rini Lemanova; Efeitos de Maquiagem: Howard Berger e Gregory Nicotero; Som: Brian Best, Tateum Kohut e Sean McCormack; Efeitos Especiais: Martin Pryca, Howard Berger, Grady Holder e Kevin Wasner; Efeitos Visuais: Robert Kurtzman e Miro Gal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4119426480866245959?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4119426480866245959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4119426480866245959&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4119426480866245959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4119426480866245959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/03/o-albergue.html' title='O Albergue'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4383456337141894568</id><published>2007-02-24T23:52:00.000-02:00</published><updated>2007-02-24T23:59:03.805-03:00</updated><title type='text'>Terror em Silent Hill</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Terror em Silent Hill (&lt;em&gt;Silent Hill&lt;/em&gt;, CAN/EUA/FRA/JAP, 2006 – 127 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Aproveite sua estadia.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Rose (Radha Mitchell, de “Melinda e Melinda” e “Eclipse Mortal”) está correndo por todo o país até a cidade fantasma de Silent Hill, onde há mais de trinta anos um incêndio devastador ocorreu e chamas ainda ardem no subsolo da cidade, um antigo pólo minerador de carvão. A razão para essa corrida desabalada é que sua filha adotada, Sharon (Jodelle Ferland) sofre de ataques de sonambulismo e, nos últimos tempos, tem feito estranhos e assustadores desenhos envolvendo a cidade; sendo sua única pista para entender o que acomete sua amada filha, Rose decide levá-la até lá, mesmo contra a vontade do marido, Chris (Sean Bean).&lt;br /&gt;No caminho para a cidade (que não está no mapa), Rose e Sharon cruzam o caminho da policial Cybill (Laurie Holden); sabendo que Chris deve ter alertado as autoridades, Rose foge até a entrada de Silent Hill, com uma chuva constante de cinzas que escondem o céu. Ao voltar para o carro, Rose verifica que Sharon sumiu. Desesperada, ela vê um vulto se aproximando. É Cybill, fula da vida, que coloca algemas na moça; depois do ataque de um ser sem braços, Rose foge até a rua central e descobre pistas do paradeiro de sua filha. À medida que avança em sua jornada, a mãe fica cada vez mais próxima de um terrível segredo, envolvendo uma seita liderada por Christabella (Alice Krige) e um alarme que toca sempre antes de trevas misteriosas caírem sobre a cidade, quando estranhas criaturas são soltas. Conseguirá Rose sobreviver a esse pesadelo e recuperar sua filha?&lt;br /&gt;Uma das únicas adaptações de jogos de vídeo-game que funcionaram na tela grande, baseada na série “Silent Hill”, da empresa Konami (que atualmente encontra-se na quarta seqüência), de grande sucesso por causa de sua ambientação tétrica e criaturas horripilantes.&lt;br /&gt;No comando da empreitada, temos o diretor Christophe Gans, comprovando mais uma vez sua capacidade impressionante de engendrar espetáculos visuais de grande beleza plástica e climas angustiantes e perturbadores. Contando com a valiosa ajuda do mestre do design Patrick Tatopoulos (de “Godzilla” e “Underworld – Anjos da Noite”, entre muitos outros), Gans dá vida a todas as principais criaturas do game, como o Homem-Pirâmide e sua espada, as Enfermeiras-Negras e outros.&lt;br /&gt;Preferindo utilizar mais efeitos físicos ao uso constante de computação gráfica, o diretor recrutou dançarinos, naturalmente mais flexíveis, para representarem os monstros, deixando ainda mais repelentes as cenas quando as trevas caem sobre a cidade; os movimentos, coreografados por Roberto Campanella, são todos “errados” e causam ótima impressão para o fã de terror, pois deixam ainda mais assustadoras as criaturas do game, re-imaginadas por Tatopoulos. A cenografia, fotografia e montagem estão corretas e reforçam a intenção de respeitar a fonte, com muitas salas abandonadas, bom jogo de luz e sombras, narrativa acelerada na medida certa e alguns cenários muitos interessantes.&lt;br /&gt;No elenco, destaco a boa atuação de Mitchell como Rose, onde ela aproveita muito bem sua mistura de fragilidade e força; Alice Krige, fantástica como a líder da seita e a pequena, mas marcante, participação da bela Deborah Kara Unger como Dahlia, num papel onde mal se reconhece a atriz, de tão diferente do habitual.&lt;br /&gt;Porém, existem falhas. E a maior parte delas encontra-se no roteiro do craque Roger Avary (“As Leis da Atração” e “Pulp Fiction”), que errou a dose de respeito ao game e deixou uma estrutura episódica demais, piorada pelo fato de que a trilha sonora foi tirada inteira da série de jogos e muitos diálogos são risíveis de tão toscos. Ainda como exemplo, toda hora a personagem principal pega um item, usa e descarta, exatamente como em um vídeo-game e cada pista leva para um local novo, parecendo que Rose passou de fase e tem que enfrentar o próximo chefe. Pelamordedeus, né...&lt;br /&gt;Mais um ponto negativo é a sub-trama totalmente desnecessária com Chris, personagem de Sean Bean. O ator, como sempre, tem ótima presença de cena e não tem culpa de os engravatados terem reclamado de que o roteiro só tinha personagens femininas e que somente aprovariam o filme se tivesse algum homem; se não fosse essa exigência ridícula, daria para ter cortado uma boa meia hora de projeção e “Silent Hill” ficaria melhor.&lt;br /&gt;Somando tudo, um filme bem decente de terror, com boas cenas sangrentas (e um final enigmático de dar arrepios) que entra para a lista crescente dos poderia-ter-sido-clássico, se sustentando acima da média com seu visual apurado e trama interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como curiosidade: na cena final, podemos visualizar uma inscrição na igreja que diz: &lt;em&gt;“Domine Deus Omnipotens in Cuius Manu Omnis Victoria Consistit..”.&lt;/em&gt; Ela é parte de uma oração inglesa pré-medieval que era assim: “&lt;em&gt;Ó Deus Todo-Poderoso, em Cuja Mão toda Vitória reside&lt;/em&gt; e toda Guerra é destruída; garanta que Tua Mão fortaleça meu coração, fazendo com que eu lute e aja com coragem, para que meus inimigos caiam diante de minha vista.”. Legal, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Radha Mitchell (Rose Da Silva), Sean Bean (Christopher Da Silva), Laurie Holden (Cybill Bennett), Deborah Kara Unger (Dahlia Gillespie), Alice Krige (Christabella), Jodelle Ferland (Sharon Da Silva / Alessa Gillespie), Kim Coates (Inspetor Thomas Gucci), Tanya Allen (Anna), Colleen Williams (Arquivista), Ron Gabriel (Mecânico), Eve Crawford (Irmã Margaret), Nicky Guadagni (Elinor), Roberto Campanella (Homem-Pirâmide / Zelador / Colin), Michael Cota (Homem-sem-braços), Yvonne Ng (Criança Cinzenta), Lorry Ayers (Alessa), Emily Lineham (Enfermeira Rubra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Christophe Gans; Roteiro: Roger Avary; Produção: Samuel Hadida e Don Carmody; Produção Executiva: Victor Hadida, Andrew Mason e Deb LeFaive; Trilha Sonora: Jeff Danna e Akira Yamaoka; Direção de Fotografia: Dan Laustsen; Montagem: Sebastien Prangere; Seleção de Elenco: Deirdre Bowen; Design de Produção: Carol Spier; Direção de Arte: Ellinor Rose Galbraith e James McAteer; Cenografia: Peter P. Nicolakakos; Figurinos: Wendy Partridge; Coreógrafo: Robert Campanella; Maquiagem: Karola Dirnberger, Rose-Mary Gubala e Paul Pattinson; Efeitos de Maquiagem: Patrick Tatopoulos e Paul Jones; Som: David McCallum, Jane Tattersall, Todd Beckett, Lou Solakofski e Mark Zsifkovits; Efeitos Sonoros: Jane Tattersall, Roderick Deogrades e Paul Germann; Efeitos Especiais: Patrick Tatopoulos, David Gauthier, Dave Grasso, Russell Lukich, Brian Rae e Mark Viniello; Efeitos Visuais: Lisa Carr-Harris, Jessé Bradstreet, Bret Culp, Kyle Menzies, Stephane Ceretti, Evan Jacobs e Lon Molnar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4383456337141894568?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4383456337141894568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4383456337141894568&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4383456337141894568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4383456337141894568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/02/terror-em-silent-hill.html' title='Terror em Silent Hill'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4655683038055098809</id><published>2007-02-17T17:40:00.000-02:00</published><updated>2007-02-17T17:46:47.844-02:00</updated><title type='text'>Viagem Maldita</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Viagem Maldita (&lt;em&gt;The Hills Have Eyes&lt;/em&gt;, EUA, 2006 – 108 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Quem tem sorte, morre primeiro.”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;A família Carter faz uma viagem de comemoração dos 25 anos de casamento de Big Bob (Ted Levine) e Ethel (Kathleen Quinlan), indo de carro até San Diego com todos os filhos e netos; como toque Disney, eles têm um casal de pastores alemães, chamados Bela e Fera. Não é fofo? Quando param para abastecer, recebem indicação de um atalho do dono do posto (Tom Bower, o Marvin de “Duro de Matar 2”) através do deserto do Novo México que pouparia várias horas de estrada.&lt;br /&gt;Eles pegam o tal atalho e sofrem um “acidente”, ficando parados no meio do nada. Aí, são atacados por um bando de mutantes deformados, resultantes dos testes nucleares de superfície dos anos 50 e que vivem de carne humana. Os Carter sobreviverão a esse ataque brutal?&lt;br /&gt;Refilmagem do clássico podreira dos anos 70 dirigido por Wes Craven (que atua aqui como produtor) que buscou dar uma nova roupagem, mais adequada ao século XXI, no aniversário de 30 anos do original. Missão cumprida, pessoal! Aproximadamente 15 minutos mais longo do que o primeiro, utilizou com sucesso os melhores efeitos especiais e um orçamento mais generoso para entregar um bom filme de terror com ótimos momentos sangrentos e suspense bastante aceitável.&lt;br /&gt;No lado dos normais, Aaron Stanford é o destaque, com uma boa atuação e retratando com garra o desenvolvimento de seu personagem na situação-limite a que foi submetido, deixando bastante críveis as ações de Doug. Quanto aos heróis, Robert Joy está fantástico como o insano e cruel Lizard, sob pesada maquiagem e o rei do filme B Billy Drago está bem legal como o paizão bacana Júpiter, dono de uma das melhores cenas.&lt;br /&gt;Um toque interessante foi dar uma história de fundo mais desenvolvida para os mutantes, deixando mais fáceis de seguir os porquês de fazerem o que fazem; inclusive mostrando, na abertura, muitas cenas de arquivo dos testes nucleares de superfície nos EUA e fotos de deformações reais, causadas por Chernobyl e pelo uso do gás venenoso Agente Laranja no Vietnam, já dando o tom do que viria a seguir. Os efeitos de maquiagem estão ótimos, em mais um grande trabalho de Berger e Nicotero, com a maioria dos mutantes sendo criados com efeitos físicos em vez de computação gráfica, dando muito mais realismo aos monstros e deixando toda a trama mais assustadora com um tom sem meias palavras e sem esconder do espectador, por meio de cortes de montagem, os resultados dos ataques.&lt;br /&gt;Na verdade, desde a cena de abertura, já sabemos que vamos assistir muitos momentos grotescos e assassinatos violentíssimos, com o uso diferente de uma picareta por Pluto (vivido por um dedicado Michael Bailey Smith, em boa performance mesmo sob muita maquiagem), em agentes do governo americano que vêm verificar o nível de radiação. Depois daí, temos tiros, membros decepados, machadadas, pessoas assadas, mordidas rascantes e pancadaria a granel. Uma festa &lt;em&gt;gore&lt;/em&gt; e sádica muito divertida.&lt;br /&gt;O filme não é isento de defeitos. Os Carter, embora melhor escritos do que no original, fazendo com que nos preocupemos mais com seus destinos (sempre importante em um filme do gênero, se importar com os protagonistas deixa tudo ainda mais medonho), mostram reações sem sentido por vezes e chegam a irritar pela apatia ou pela histeria exagerada. A inexperiência do diretor Aja, francês de nascimento em seu primeiro filme americano, fica revelada na fraca direção de atores e nas falhas de ritmo, que é muito irregular e lento demais em algumas passagens; embora ele demonstre um grande apuro visual e verdadeira vocação para o suspense, com planos bem construídos e total falta de vergonha de mostrar o que tem que mostrar e não ter preocupações politicamente corretas, algo sempre salutar e saudável em nossos tempos bundões.&lt;br /&gt;Para quem tiver curiosidade, o original foi lançado aqui com o nome “Quadrilha de Sádicos” e pode ser encontrado em boas locadoras e sebos. Já temos uma seqüência pronta (puxada pelo gancho obrigatório na cena final), que deve ser lançada este ano aqui e nos EUA.&lt;br /&gt;Não é um programa fácil, mas é simplesmente imperdível para os fãs de terror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Máxime Giffard (Primeira Vítima), Michael Bailey Smith (Pluto), Tom Bower (Dono do Posto), Ted Levine (Big Bob), Kathleen Quinlan (Ethel), Dan Byrd (Bobby), Emilie de Ravin (Brenda), Aaron Stanford (Doug), Vinessa Shaw (Lynn), Maisi Camilleri Preziosi (Bebê Catherine), Robert Joy (Lizard), Laura Ortiz (Ruby), Ezra Buzzington (Goggle), Billy Drago (Júpiter), Gregory Nicotero (Cyst), Ivana Turchetto (Big Mama), Desmond Askew (Big Brain), Judith Jane Vallette (Criança Deformada) e Adam Perrell (Criança Deformada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Alexandre Aja; Roteiro: Alexandre Aja e Gregory Levasseur, baseados no roteiro de Wes Craven “Quadrilha de Sádicos”, de 1977; Produção: Wes Craven, Peter Locke, Marianne Maddalena e Samy Layani; Produtor Associado: Cody Zwieg; Produção Executiva: Frank Hildebrand e Inigo Lezzi; Trilha Sonora: Tomandandy; Direção de Fotografia: Máxime Alexandre; Montagem: Baxter; Seleção de Elenco: Mark Bennett; Design de Produção: Joseph Nemec III; Direção de Arte: Tamara Martin; Cenografia: Alessandra Querzola; Figurinos: Danny Glicker; Maquiagem: Massimiliano Duranti, Mario Michisanti, Scott Patton e Matteo Silvi; Efeitos de Maquiagem: Howard Berger e Greg Nicotero; Som: Richard Adrian, Dane A. Davis, François Eudes Chanfrault, Mark Larry, Ezra Dweck e Ken S. Polk; Efeitos Sonoros: Carla Murray e Bryan O. Watkins; Efeitos Especiais: Danilo Bollettini, Franco Argusa, Karl Derrick, Grady Holder e Kevin Wasner; Efeitos Visuais: Jamison Scott Goei.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;span style="font-family:Webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4655683038055098809?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4655683038055098809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4655683038055098809&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4655683038055098809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4655683038055098809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/02/viagem-maldita.html' title='Viagem Maldita'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-8949765347828665526</id><published>2007-02-14T00:20:00.000-02:00</published><updated>2007-02-14T00:26:36.761-02:00</updated><title type='text'>O Homem de Palha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Homem de Palha (&lt;em&gt;The Wicker Man / The Wickerman (grafia alternativa) / Anthony Schaffer’s The Wicker Man&lt;/em&gt;, ING, 1973 – 88 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Os residentes de Summerisle convidaram o Sargento Howie para seu tradicional festival de Maio. Só que ele não esperava conhecer... O Homem de Palha!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O Sargento Howie (Edward Woodward) é um policial zeloso, competente e temente a Deus. Um dia, seus superiores o enviam para a ilha de Summerisle, na costa da Cornualha, de onde receberam uma carta. Nessa carta, era comunicado o desaparecimento da garota Rowan Morrison (Geraldine Cooper) e pedia providências das autoridades para que ela fosse encontrada.&lt;br /&gt;Chegando ao local, Howie começa o trabalho de investigação com os habitantes da ilha, que não sabem, ou fingem não saber, quem é Rowan; observando tudo, o policial nota comportamentos estranhos de praticamente todos os moradores, que incluem canções com letras bizarras, efervescência sexual e desprezo pelos costumes do continente e regras morais em geral.&lt;br /&gt;Cada vez mais determinado, o sargento se encontra com o governante da ilha, o par do reino Lord Summerisle (Christopher Lee), um homem diferente que desdenha do conhecimento comum e é entusiasta das antigas religiões pagãs, que se esmeravam em rituais de fertilidade e sacrifícios aos deuses; a rígida criação católica do homem da lei (noivo, ele ainda não conheceu o amor de uma mulher pois não acredita em sexo antes do casamento) é cada vez mais aviltada e ele sofre cada vez mais com as constantes tentações, principalmente da filha do estalajadeiro, a linda Willow (Britt Ekland, famosa Bond-girl) e dos padrões aberrantes dos habitantes da ilha.&lt;br /&gt;Esses padrões estão chegando ao clímax com a proximidade do Festival de Maio, comemoração do solstício de verão e festa mais importante da localidade, essencialmente agrícola; como a colheita passada foi muito ruim, um sacrifício mais forte deve ser feito para aplacar a fúria dos deuses. E o Homem de Palha aguarda...&lt;br /&gt;Grande filme inglês, que foge dos padrões das famosas produtoras dos anos 60 e 70 Hammer e Amicus, mais focadas no horror gótico-medieval e em personagens clássicos como Drácula ou Frankenstein e prefere apostar em uma ambientação mais contemporânea. Méritos do excelente roteiro de Schaffer e da direção segura de Hardy, que conseguem construir um clima angustiante e recheado de culpa cristã e insanidade, além de contarem com um ótimo trabalho de cenografia e trilha sonora competentemente esquisita do músico folk Paul Giovanni.&lt;br /&gt;Cenas de grande beleza plástica com um toque de estranheza (atentem para as cabeças de animais) permeiam toda a narrativa, com uma lentidão calculada que contrasta com a tônica atual, mais frenética e agitada; a naturalidade com que os habitantes da ilha praticam atos esquisitos assusta mais do que qualquer corte rápido ou efeito especial. Bons exemplos são o próprio Festival, bem tétrico e os olhares significativos trocados pelos nativos sempre que o policial reto como uma flecha aparece em algum lugar ou faz alguma pergunta. Destaco ainda a cena onde Willow dança e canta para seduzir o pobre Howie com a atriz Britt Ekland fazendo o que faz melhor - ser bonita e gostosa (apesar da dublê de corpo para as partes onde ela está de costas; falta bunda, senhoras e senhores) e o encontro do sargento com o excêntrico lorde.&lt;br /&gt;O que nos leva à segunda grande força do filme, depois da excelência do roteiro; a solidez das atuações de Woodward e Lee, dois lados da mesma moeda. Principalmente Lee (que trabalhou de graça), aqui em uma das melhores atuações da sua carreira, simplesmente perfeito como Summerisle; o descendente de nobres europeus se tornou uma lenda viva da profissão, com uma carreira recheada de papéis marcantes, mas ainda considero este um de seus maiores personagens. A fria condescendência para com o personagem de Woodward, tratando-o como uma criança mimada e teimosa por não compartilhar de suas crenças amalucadas e anacrônicas, em pleno século XX, é um momento marcante do cinema fantástico, bem como a cena final do Festival, onde somos apresentados finalmente ao Homem de Palha; é de roer as unhas, caros leitores.&lt;br /&gt;A produção, ainda, tem uma história muito bacana. Depois de finalizada e montada, foi enviada para o produtor americano Roger Corman, rei do filme B. O estúdio inglês, que já havia sido convencido a bancar o filme de má vontade, foi vendido para um grupo que tratou com absoluto descaso o resultado de tanto trabalho e acabou perdendo todas as latas de negativos, que acabaram indo para o lixão junto com os objetos descartados pelos novos donos do pedaço e acabou virando asfalto para pavimentar uma nova estrada para a sede do estúdio; desesperados, os realizadores tentaram encontrar o material, sem sucesso.&lt;br /&gt;Corman ligou então para Hardy para perguntar se o diretor ia querer de volta o filme, vez que o acordo de distribuição nos EUA não vingou; quase em êxtase, ele disse que sim. Enfim lançado no Reino Unido, o ator Christopher Lee começou a ligar para seus amigos críticos de cinema, pedindo que fossem assistir; se necessário, ele pagaria a entrada do próprio bolso. Não foi preciso, os críticos adoraram, o filme fez enorme sucesso, ganhou prêmios e marcou toda uma geração na Europa.&lt;br /&gt;Depois de tantos percalços, mais um para a rica história de “O Homem de Palha”: sofreu uma refilmagem safada e picareta no ano passado, chamada “O Sacrifício”, estrelada por Nicolas Cage; amigos leitores, esse remake canalha não vale a unha podre do dedão do pé gangrenado do original, nem percam seu tempo. Prefiram esta aqui, que é um programa imperdível para os fãs de terror e cinéfilos em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Edward Woodward (Sargento Howie), Christopher Lee (Lord Summerisle), Diane Cilento (Miss Rose), Britt Ekland (Willow), Ingrid Pitt (Bibliotecária), Lindsay Kemp (Alder McGregor), Russell Waters (Mestre do Porto), Aubrey Morris (Jardineiro / Coveiro), Irene Sunters (May Morrison), Walter Carr (Professor), Ian Campbell (Oak), Roy Boyd (Broome), Penny Cluer (Gillie), Geraldine Cowper (Rowan Morrison), Donald Eccles (T.H. Lennox), Myra Forsyth (Sra. Grimmond), John Hallam (P.C. McTaggert), Alison Hughes (Noiva de Howie), Charles Kearney (Açougueiro), Fiona Kennedy (Holly), John MacGregor (Baker), Jimmy Mac Kenzie (Briar), Lesley Mackie (Daisy), Jennifer Martin (Myrtle Morrison), John Sharp (Doutor Ewan).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Robin Hardy; Roteiro: Anthony Shaffer, baseado no livro “Ritual”, de Anthony Shaffer e David Pinner; Produção: Peter Snell; Trilha Sonora: Paul Giovanni; Direção de Fotografia: Harry Waxman; Montagem: Eric Boyd-Perkins; Seleção de Elenco: Maggie Cartier; Direção de Arte: Seamus Flannery; Figurinos: Sue Yelland; Maquiagem: Jan Dorman e W.T. Partleton; Som: Robin Gregory, Bob Jones e Vernon Messenger.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-8949765347828665526?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/8949765347828665526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=8949765347828665526&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/8949765347828665526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/8949765347828665526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/02/o-homem-de-palha.html' title='O Homem de Palha'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-1667973583921949819</id><published>2007-02-12T01:06:00.000-02:00</published><updated>2007-02-11T00:50:58.832-02:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 17 / Às Vezes Eles Voltam</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Às Vezes, Eles Voltam (&lt;em&gt;Sometimes They Come Back / Stephen King’s Sometimes They Come Back&lt;/em&gt;, EUA, 1991 – 97 min.) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“Com ‘Cemitério Maldito’ e ‘Louca Obsessão’, Stephen King Matou Você de Medo. Agora, Ele Vai Ressuscitar Você de Tanto Gritar.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;James Norman (Tim Matheson) é um professor secundário que volta para sua cidade natal com a família, buscando apagar as marcas de um colapso nervoso e recuperar sua carreira. Ele arruma emprego em sua antiga escola e recomeça a lecionar com certo sucesso.&lt;br /&gt;Um dia, Billy Stearns (Matt Nolan), aluno da sua pior classe, sofre um misterioso acidente e outro rapaz, Richard Lawson (Robert Rusler) vem para o seu lugar; Lawson é estranhamente familiar para Jimmy. Outros acidentes fatais ocorrem e chegam também Vinnie (Nicholas Sadler) e David (Bentley Mitchum). Numa noite de pesadelos, Jimmy recorda de onde conhece os três rapazes. Eles faziam parte de uma gangue que atacou a ele e ao irmão, Wayne (Chris Demetral) onde o resultado foi o assassinato deste último.&lt;br /&gt;Assustado, pois os desordeiros começam a ameaçar sua família e ele nunca se recuperou do trauma da morte do irmão mais velho, Jimmy decide combater seus demônios do passado com demônios do presente, não importa o custo...&lt;br /&gt;Filme feito para a TV e uma grata surpresa, com bom nível técnico e direção segura de McLoughlin, que entrega uma adaptação bastante decente da obra do mestre Stephen King, tendo um suspense e trama bem construídos e cenas bem realizadas.&lt;br /&gt;Claro que o argumento sofreu uma óbvia suavização para poder ser aceito pela televisão americana, bastante rígida com a censura das produções que leva ao ar, mas essa ocorrência não tira, surpreendentemente, a força da trama, que consegue manter a tensão elevada e com algumas cenas mais ousadas na violência. O trabalho do elenco é bem aceitável, com destaque para o protagonista Matheson que compõe com competência o frustrado e amargurado Jimmy Norman, além da boa participação de Brooke Adams (de “A Hora da Zona Morta”, já comentado aqui no blog) e dos rapazes da gangue, que contam com Rusler (de “A Hora do Pesadelo II”), Sadler (filho de William Sadler) e Mitchum (filho de Robert Mitchum).&lt;br /&gt;Chamo a atenção para as cenas do ataque aos dois irmãos e o duelo final, bastante eficiente e que amarra bem o desenvolvimento da história, com interessantes toques sobrenaturais.&lt;br /&gt;O filme fez bastante sucesso em sua estréia e animou o produtor De Laurentiis a lançá-lo nos cinemas no resto do mundo e até mesmo nos EUA, onde fez uma carreira digna na bilheteria.&lt;br /&gt;Gerou mais duas seqüências, ambas naturalmente inferiores e com argumentos progressivamente mais forçados e distanciados do original, embora tenham razoáveis efeitos especiais e de maquiagem para os orçamentos de dinheiro de pinga. Não recomendável para pessoas que não curtam alucinadamente o gênero, pois são meio pentelhas de se ver. Claro que já vi todas, fazer o que, não é mesmo, amigos leitores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Tim Matheson (James Norman), Brooke Adams (Sally Norman), Robert Rusler (Richard Lawson), Nicholas Sadler (Vinnie Vincent), Bentley Mitchum (David North), Don Ruffin (Carl Mueller – 17 anos), William Sanderson (Carl Mueller – 44 anos), Chris Demetral (Wayne Norman), Matt Nolan (Billy Sterns), Tassia Valenza (Kate), Chadd Nyerges (Chip Osway), Kimball Cummings (Policial Nell – Jovem), Duncan McLeod (Policial Nell – Velho), Timothy Graham (Chefe Pappas), William Kuhlke (Diretor Simmons), Zachary Ball (Jimmy Norman – 6 anos), Nancy Mc Loughlin (Dra. Bernardi), Robert Hy Gorman (Scott Norman).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Tom McLoughlin; Roteiro: Lawrence Konner e Mark Rosenthal, baseados no conto de Stephen King; Produção: Michael S. Murphey; Co-produção: Milton Subotsky e David C. Thomas; Produção Executiva: Dino De Laurentiis; Trilha Sonora: Terry Plumeri; Diretor de Fotografia: Bryan England; Montagem: Charles Bornstein; Seleção de Elenco: David Cohn; Design de Produção: Philip Dean Foreman; Direção de Arte: Timothy R. Bauer; Figurinos: Karen Patch; Maquiagem: Gabriel Bartalos, Patti Brand e Daniel Marc; Efeitos de Maquiagem: Joel Harlow; Som: Jeremy Hoenack, Michael Payne e Melissa Sherwood Hofmann; Efeitos Visuais: Alan McFarland.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-1667973583921949819?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/1667973583921949819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=1667973583921949819&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/1667973583921949819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/1667973583921949819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/02/srie-stephen-king-17-s-vezes-eles.html' title='Série Stephen King 17 / Às Vezes Eles Voltam'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-2378434344104834071</id><published>2007-02-11T00:47:00.000-02:00</published><updated>2007-02-11T00:47:45.715-02:00</updated><title type='text'>Mortos de Fome</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Mortos de Fome&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Ravenous&lt;/em&gt;, RCH/ING/EUA, 1999 – 100 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Você é quem você come.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Jack Boyd (Guy Pearce) é o único sobrevivente do massacre de seu pelotão durante a Guerra do México e, por isso, é promovido a capitão. Só que o método utilizado para sua sobrevivência não foi muito apreciado pelos seus superiores e ele é transferido para um forte no limite das fronteiras das Sierras Nevadas. O local é comandado pelo Coronel Hart (Jeffrey Jones) com um efetivo reduzido e recheado de figuras estranhas, como o religioso Toffler (Jeremy Davies), o doidão Cleaves (David Arquette), o bebum Knox (Stephen Spinella) e o exército-de-um-homem-só Reich (Neal McDonough). Para completar a mistura indigesta, um casal de irmãos índios, o caladão George (Joseph Running Fox) e Martha (Sheila Tousey), que servem como guias e empregados do forte.&lt;br /&gt;Um dia, em uma patrulha, os soldados encontram um homem quase morto, Colqhoun (Robert Carlyle) que conta uma história aterrorizante de sobrevivência e luta, onde todos seus companheiros morreram ou foram assassinados. Levado para o forte, Colqhoun é apontado por George como sendo o Weendigo, lenda indígena que conta de um homem, que após provar carne humana, recebe a força do devorado e fica com poderes de regeneração física impressionante, embora sua fome aumente cada vez mais.&lt;br /&gt;Os eventos se desenrolam e Boyd tem que superar sua natureza covarde e escolher entre sua sobrevivência ou abraçar a sina do seu inimigo.&lt;br /&gt;Filme diferente e esquisitão, que foge do padrão normal e conta com uma atmosfera opressiva e pesadona, por conta do tema central polêmico e que não agrada a maioria, que é o canibalismo. Só que não se deve levar em conta somente isso, já que o desenvolvimento da trama revela uma abordagem diferenciada de um mito muito utilizado pelo gênero, o do vampiro. Tem muito mais camadas a serem reveladas do que uma primeira visita mostra.&lt;br /&gt;O vampiro é um ser que precisa de sangue de seres vivos para sobreviver; qual a diferença dessa característica para a vontade de Colqhoun de devorar carne humana para manter seu corpo forte? A necessidade crescente do antagonista de se alimentar dos companheiros traz um viés realista e incômodo ao mito, que perturba ainda mais quando visto assim de forma mais crua e menos fantasiosa; toda a &lt;em&gt;mis-en-scéne&lt;/em&gt; imortalizada pelo cinema e pela literatura tornam muito difícil sentir medo real daquela figura retratada. Quem se assusta com um troço que vira nevoeiro, tem que dormir em um caixão, vive num castelão e tem medo de cruzes? De outro lado, ter alguém igual a você te perseguindo para, literalmente, te devorar, deixa muito mais arrepiado e assustado do que qualquer coisa que eu possa pensar.&lt;br /&gt;Para completar, um trabalho exemplar do ator escocês Robert Carlyle colabora bastante para deixar seu personagem ainda mais repugnante e medonho. Como seu contraponto, Guy Pearce compõe com competência seu Capitão Boyd, relutante e covarde até o primeiro naco de carne devorada.&lt;br /&gt;O filme tem alguns problemas no seu segundo ato, com algumas reaparições absurdas, compensando tudo em um clímax sangrento e bem movimentado. Outro ponto negativo para as atuações de Jeremy Davies, chato como sempre, murmurando suas falas e de David Arquette, irritante com suas risadinhas constantes e sem sentido, além de falhas no desenvolvimento dos outros personagens, com mudanças de comportamento abruptas para conseguir terminar a história.&lt;br /&gt;Mas, é dirigido com competência por Bird, fugindo do seu padrão sóbrio e sério de direção, deixando sua imaginação fluir com naturalidade e mantendo o ritmo constante, com alguns toques interessantes de humor, além de uma trilha sonora esquisita e deslocada de Damon Albarn (do grupo Blur e do Gorillaz), que contribui para o clima geral de insanidade.&lt;br /&gt;Assistam, e garanto que nunca mais aquele pratão de carne assada com legumes vai ter a mesma cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Guy Pearce (Capitão Jake Boyd), Robert Carlyle (Coronel Ives / F.W. Colqhoun), David Arquette (Soldado Cleaves), Jeremy Davies (Soldado Toffler), Jeffrey Jones (Coronel Hart), John Spencer (General Slauson), Stephen Spinella (Tenente Knox), Neal McDonough (Soldado Reich), Joseph Running Fox (George), Bill Brochtrup (Lindus), Sheila Tousey (Martha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Antonia Bird; Roteiro: Ted Griffin; Produção: Adam Fields e David Heyman; Produção Executiva: Tim Van Rellim; Trilha Sonora: Damon Albarn, Michael Nyman e Milton “Quiltman” Sahme; Direção de Fotografia: Anthony B. Richmond; Montagem: Neil Farrell; Seleção de Elenco: Kerry Barden, Billy Hopkins e Suzanne Smith; Design de Produção: Bryce Perrin; Direção de Arte: Marco Niro, Adam O’Neill, Ricardo Spinacé e Karel Vacek; Cenografia: Jiri Zucek; Figurinos: Sheena Napier; Maquiagem: Fae Hammond e Raúl Sarmiento; Som: James Bolt, Stanley Kastner, John A. Larsen, Roger Mitchell e Adrian Rhodes; Efeitos Sonoros: Jack Whittaker; Efeitos Especiais: Terry Glass; Efeitos Visuais: John Swinnerton e Pat Wong.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-2378434344104834071?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/2378434344104834071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=2378434344104834071&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2378434344104834071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2378434344104834071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/02/mortos-de-fome.html' title='Mortos de Fome'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-5270756170595067201</id><published>2007-02-11T00:44:00.000-02:00</published><updated>2007-01-22T22:10:00.374-02:00</updated><title type='text'>A Casa do Espanto 2</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Casa do Espanto 2 (&lt;em&gt;House II: The Second Story&lt;/em&gt;, EUA, 1987 – 88 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“O arrepio sempre toca duas vezes!”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesse (Arye Gross) recebe a notícia de que herdou a casa onde seus pais foram misteriosamente assassinados alguns anos atrás. Acompanhado de sua namorada, Kate (Lar Park Lincoln) e do amigo pateta Charlie (Jonathan Stark), ele vai tomar posse de sua nova residência. Charlie leva ainda sua namorada estridente, a pretensa cantora Jana (Amy Yasbeck, de “O Pestinha” e “Drácula – Morto e Feliz”) para tentar arranjar um contrato com a gravadora de Kate.&lt;br /&gt;No local, Jesse encontra fotos do seu avô, com o mesmo nome dele, que foi um bandido do Velho Oeste. Curioso com as histórias sobre um tesouro que o velho teria encontrado e escondido em algum lugar, o rapaz investiga mais a fundo e descobre boatos e rumores de que o tal tesouro foi enterrado junto com o parente. Com a ajuda de Charlie, Jesse vai até o cemitério e verifica que o avô (Royal Dano), ainda está vivo graças a um crânio de cristal asteca que encontrou durante suas andanças pelo Oeste. O complicado é que o artefato é perseguido por um monte de gente, incluindo o ex-parceiro do avô, John (Bill Maher), que quer a caveira para ter a vida eterna e soltar os espíritos da casa, que na verdade é um portal dimensional criado pela caveira asteca, no mundo normal.&lt;br /&gt;A partir daí, uma sucessão de perseguições, envolvendo viagens temporais, homens da caverna, astecas sanguinários e um eletricista muito estranho, Bill (John Ratzenberger), até que a caveira possa finalmente descansar.&lt;br /&gt;Seqüência do filme de 1986, onde o roteirista e diretor Ethan Wiley partiu para o escracho total e sem nenhuma intenção de assustar ninguém, a não ser pela quantidade de piadinhas infames e diálogos inacreditáveis, mudando a casa e os protagonistas. A viagem na maionese é tão grande que não dá para não se divertir com as situações inusitadas que o cara bolou para seus personagens, que chegam ao requinte de mostrar um cachorro-verme e um pássaro pré-histórico, além de uma virgem que ia ser sacrificada e os panacas salvam com a ajuda do tal eletricista. Temos ainda um hilário duelo ao estilo do Oeste entre Jesse e o morto-vivo que foi parceiro do avô.&lt;br /&gt;Muito bom tecnicamente, contando com efeitos de maquiagem e criaturas melequentas realizadas pelo mestre Chris Walas (de “A Mosca”) e bastante correria pela casa, com atuações bacanas, de tão ruins, de Arye Gross (fez bastante sucesso na década de 80 com filmes adolescentes) e Jonathan Stark (o assustador auxiliar do vampiro Jerry Dandridge no sucesso “A Hora do Espanto”, de 1985). O veterano Royal Dano também faz bonito como o velho bandido, que chega inclusive a curtir uma festinha de Halloween com uma moçoila feliz e toma cerveja e uísque de monte.&lt;br /&gt;Atentem para a participação pequena do nosso velho e bom Jason Voorhees da série “Sexta-Feira 13”, Kane Hodder, como um gorila (é, é isso mesmo).&lt;br /&gt;No geral, não compromete a pipoca de sábado à tarde, mas não espere muito além de risadinhas amarelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Arye Gross (Jesse), Jonathan Stark (Charlie), Royal Dano (Vovô), Bill Maher (John), John Ratzenberger (Bill), Lar Park Lincoln (Kate), Amy Yasbeck (Jana), Gregory Walcott (Xerife), Dwier Brown (Clarence), Lenora May (Judith), Devin De Vasquez (Virgem), Jayne Modean (Rochelle), Ronn Carroll (Policial), Dean Cleverdon (Slim), Doug MacHugh (Alto Sacerdote), Mitzi Kapture (Cowgirl), David Arnott (Banana), Kane Hodder (Gorila), Susan Isaac (Gata), Gus Rethwisch (Arnold, o Bárbaro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Ethan Wiley; Roteiro: Ethan Wiley; Produção: Sean S. Cunningham; Produtor Associado: Andrew Z. Davis; Produção Executiva: Roger Corman; Trilha Sonora: Harry Manfredini; Direção de Fotografia: Mac Ahlberg; Montagem: Martin Nicholson; Seleção de Elenco: Melissa Skoff; Design de Produção: Gregg Fonseca; Direção de Arte: Don Diers e Larry Fulton; Cenografia: Dorree Cooper; Figurinos: Heidi F. Gilles e Heidi Kaczenski; Maquiagem: Kelly Lepkowski e Daniel Marc; Efeitos de Maquiagem: Mike Smithson; Efeitos Especiais: Mark Sullivan e Chris Walas; Efeitos Visuais: James Isaac.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-5270756170595067201?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/5270756170595067201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=5270756170595067201&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/5270756170595067201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/5270756170595067201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/02/casa-do-espanto-2.html' title='A Casa do Espanto 2'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-7852317138352213134</id><published>2007-01-22T22:02:00.000-02:00</published><updated>2007-01-22T22:10:00.845-02:00</updated><title type='text'>Vampiros do Deserto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vampiros do Deserto (&lt;em&gt;The Forsaken&lt;/em&gt;, EUA, 2001 – 90 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A noite está sedenta de sangue!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Sean (Kerr Smith, de “Premonição” e da série de TV “Dawson’s Creek”) trabalha como montador em uma produtora de filmes e está começando a achar que sua vida está estagnando. Quando surge uma oportunidade, ele faz uma opção; prefere levar uma Mercedes conversível para Nova York a ficar marcando o passo, atravessando o país de carro e aproveitando para ir ao casamento de sua irmã.&lt;br /&gt;No caminho, ele encontra Nick (Brendan Fehr), que lhe pede uma carona; mesmo desconfiado, Sean o pega e os dois seguem viagem. Em uma das paradas, os dois encontram uma moça loira perambulando pela estrada, parecendo doente (Izabella Miko, de “Show Bar”) acompanhada de um pessoal muito estranho, liderados por Kit (Johnathon Schaech, de “The Wonders – O Sonho Não Acabou”).&lt;br /&gt;Se preparando para dormir e continuar a viagem no dia seguinte, Sean vê Nick entrando de supetão no quarto, com a moça a tiracolo e passando muito mal. Assustado, Sean ajuda o amigo a colocá-la na banheira e acaba se ferindo. Sem entender nada, ele também começa a passar mal.&lt;br /&gt;Nick então explica a situação. O trio está contaminado por um vírus que os transformará em vampiros em pouco tempo, se não for controlado por umas drogas e que a única chance de reverter essa doença é destruindo o transmissor, que ele pensa ser Kit, um vampiro centenário.&lt;br /&gt;Filme furadíssimo, que mesmo tendo uma abordagem diferente do mito do vampiro, visto aqui como um vírus, não consegue levar com dignidade uma trama minimamente interessante.&lt;br /&gt;O elenco, recheado de carinhas bonitas, não traz muito para a trama. Boa parte da inépcia vem do roteiro tosco e da direção canhestra do picareta J.S.Cardone, especialista em filmes lixentos e baratos que não se esforçou muito para dar um ritmo mais forte, o que a história pedia. A opção de misturar o conceito do road movie de muitas estradas vazias e desertos, com um terror mais sangrento, rendeu filmes memoráveis (“Wolf Creek”, “Viagem Maldita”, “A Casa dos 1000 Cadáveres”, “O Massacre da Serra Elétrica”, só para ficar em alguns). Só que, para funcionar a contento, o desenvolvimento da trama tem que ser mais acelerado, para compensar as paisagens inóspitas e a falta de ambientes mais fechados para manter o suspense.&lt;br /&gt;Perde-se muito tempo com falação sem sentido e perseguições ridículas, desperdiçando a beleza de Miko (que praticamente não tem nenhuma fala até o final do filme), a simpatia de Smith e a presença cênica de Schaech, repetindo o seu tipo bonitão e perigoso. Mas nada ganha, como ponto baixo, da histeria e falta de talento da atriz (?) Phina Oruche, que só faz irritar o espectador com sua performance afetada e pentelha. Nem gostosa ela é, para compensar...&lt;br /&gt;Para não falarem que só joguei pedra, fica óbvio que os produtores picotaram as partes mais sangrentas na sala de edição (e fazendo com que muitas cenas pareçam meio “puladas”, sem muita concatenação entre uma passagem e outra) para atingir um público adolescente maior, o que uma classificação mais restrita poderia ter afastado. Schaech deu entrevistas onde deixou claro que havia muito mais sexo, sangue e violência no primeiro corte do diretor Cardone. Talvez se lançarem uma versão do diretor dê para curtir mais esta bomba (duvido, pela falta de talento do cara, mas a esperança é a última que morre), pois os efeitos de maquiagem e especiais são de bom nível, o visual é bacaninha (com bastante escuridão e empoeirado) e poderiam deixar o espectador menos de saco cheio.&lt;br /&gt;Fuja e somente assista se for um fã empedernido de sangueiras e podreiras, como eu. Hehehe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Kerr Smith (Sean), Brendan Fehr (Nick), Izabella Miko (Megan), Johnathon Schaech (Kit), Phina Oruche (Cym), Simon Rex (Pen), Carrie Snodgress (Ina Hamm), Alexis Thorpe (Sam), F.J. Flynn (Hoot), Beth Ann Styne (Mecânica), Bert Emmett (Balconista), A.J.Buckley (Mike), James Marsh (Mitch), Sara Downing (Julie), Marc Vann (Decker), Ed Anders (Patrulheiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: J.S. Cardone; Roteiro: J.S. Cardone; Produção: Scott Einbinder e Carol Kottenbrook; Produção Executiva: Connie Dolph; Trilha Sonora: Tim Jones e Johnny Lee Schell; Direção de Fotografia: Seteven Bernstein; Montagem: Norman Buckley; Seleção de Elenco: Ferne Cassel; Design de Produção: Martina Buckley; Direção de Arte: Trevor Murray; Figurinos: Ernesto Martinez; Maquiagem: Leah Rial; Efeitos de Maquiagem: Tuck John Porter, Dan Gates, Michael Burnett e Brian Sveum; Som: jon Taylor e Steven Ticknor; Efeitos Sonoros: Mark Larry e William Jacobs; Efeitos Especiais: Larry Fioritto; Efeitos Visuais: Richard Malzahn.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt; !&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-7852317138352213134?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/7852317138352213134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=7852317138352213134&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/7852317138352213134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/7852317138352213134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/01/vampiros-do-deserto.html' title='Vampiros do Deserto'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-2577282129028309565</id><published>2007-01-18T01:42:00.000-02:00</published><updated>2007-01-18T01:44:32.071-02:00</updated><title type='text'>O Labirinto do Fauno</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Labirinto do Fauno (&lt;em&gt;El Laberinto del Fauno / Pan’s Labyrinth&lt;/em&gt;, ESP/MEX/USA, 2006 – 119 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A Inocência tem um poder que o Mal não consegue conceber.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Após a consolidação da ditadura de Franco na Espanha, Ofélia (Ivana Baquero) e sua mãe Carmen (Ariadna Gil), viajam para se encontrarem com o capitão Vidal (Sergi López), novo marido de Carmen, no interior do país, para onde ele foi enviado para esmagar a incipiente rebelião contra o regime; frio, impiedoso e violento, Vidal quer as duas por perto quando Carmen der à luz ao seu filho, do qual ela está em estágio avançado de gravidez.&lt;br /&gt;Oprimida e preocupada com a saúde fragilizada da mãe, que se mantém a duras penas com a ajuda prestimosa do médico local Ferrero (Alex Ángulo) e da empregada Mercedes (Maribel Verdú), Ofélia encontra dentro da propriedade um antigo labirinto, habitado por uma criatura fantástica, chamada Pan (Doug Jones, sob pesada maquiagem) que a informa da verdade: a menina é a reencarnação da Princesa do Mundo Subterrâneo e precisa provar seu merecimento realizando três tarefas.&lt;br /&gt;Dividida entre a realidade terrível e a talvez fantasia não menos assustadora, Ofélia precisará de toda a sua coragem para chegar até o final de sua jornada.&lt;br /&gt;Uma fábula para adultos com visual deslumbrante e macabro, o filme é uma mistura ousada de filme político com terror, onde a ambigüidade dos personagens somente reforça a sensação de desorientação e desamparo, perante situações limite onde não podemos contar com nada além de nossas próprias forças internas.&lt;br /&gt;O diretor Del Toro, especializado em filmes fantásticos, realizou aqui sua obra mais incisiva, tocante, aterrorizante e triste. Auxiliado pela trilha sonora melancólica e cheia de nuances de Javier Navarrete e uma fotografia primorosa de Guillermo Navarro (com tons carregados de azul e laranja, além de uma granulação – aquela impressão de tela enfumaçada – sufocante), a história envolve o espectador como poucas vezes vi em produções do gênero que ainda conta com efeitos especiais e de maquiagem de alto nível, brincando o tempo todo com a pergunta: “será que é verdade?”.&lt;br /&gt;O elenco se entregou de corpo e alma à proposta do diretor e temos diante de nossos olhos um desfile homogêneo de atuações interessantes e profundas, com destaque para: a protagonista Baquero, caso raro de atriz infantil que possui alta expressividade e profundidade emocional (méritos para a direção de atores competente de Del Toro); Sergi Lopez, experimentado ator espanhol com uma sólida carreira na Europa e que compõe um tipo inesquecível para a galeria ilustre dos piores vilões do cinema e o trabalho simplesmente fantástico de Doug Jones como o Fauno. Escondido pela maquiagem e roupas especiais, o ator inglês passa toda a ambigüidade angustiante do guia de Ofélia somente com as inflexões de voz (detalhe que o ator não fala espanhol e teve que decorar suas falas foneticamente) e o gestual detalhado.&lt;br /&gt;Destaque para as tarefas que a garota tem que cumprir (principalmente a segunda, onde ela encontra o Homem Pálido – outra vez Doug Jones – um ser que possui os olhos nas palmas das mãos), todas momentos de puro terror; e as seqüências onde vemos a atuação profissional do capitão, que chocam pela frieza e pela utilização da violência mais gráfica e sangrenta.&lt;br /&gt;Hoje em dia, parece que os cineastas jovens mais interessantes estão fora do eixo de Hollywood. Del Toro faz parte de um trio apelidado de “Los Três Amigos”, formado por ele, Alfonso Cuarón (de “Harry Potter e O Prisioneiro de Azkaban” e do excelente “Filhos da Esperança”) e Alejandro Iñarritu (de “Babel”, um dos favoritos ao Oscar). Sempre se auxiliando mutuamente, onde cada um faz alguma coisa nos filmes do outro, seja produzindo, auxiliando no roteiro ou nos efeitos, o trio mexicano tem que ser observado com atenção para os próximos anos, muita coisa boa ainda vai sair daí.&lt;br /&gt;Um espetáculo visual e emocional, “O Labirinto do Fauno” é um dos finalistas para abiscoitar uma indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro (numa aposta ousada e bem-vinda da Academia de Cinema mexicana) e disputou a Palma de Ouro em Cannes no ano passado.&lt;br /&gt;Vejam, se encantem e pensem nas mensagens que ficam nas entrelinhas (com mais uma prova de respeito, o roteiro não se preocupa em explicar tudo, deixando muito do trabalho para ser feito pela audiência). Não percam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Ivana Baquero (Ofélia), Sergi López (Capitão Vidal), Ariadna Gil (Carmen), Doug Jones (Pan / O Homem Pálido), Maribel Verdú (Mercedes), Alex Ângulo (Dr. Ferrero), Manolo Solo (Garcez), Cesar Vea (Serrano), Roger Casamajor (Pedro), Ivan Massagué (El Tarta), Gonzalo Uriarte (Francês), Eusébio Lázaro (Padre), Francisco Vidal (Cura), Pepa Pedroche (Conchita), Maria Jesus Gattoo (Jacinta), Ana Sáez (Paz), Chani Martin (Trigo), Jose Luis Torrijo (Sargento Bayona), Federico Luppi (Rei).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Guillermo del Toro; Roteiro: Guillermo del Toro; Produção: Álvaro Augustín, Bertha Navarro, Frida Torresblanco, Victor Albarrán, Guillermo del Toro e Alfonso Cuarón; Produção Executiva: Belén Atienza e Elena Manrique; Co-produção Executiva: Edmundo Gil; Trilha Sonora: Javier Navarrete; Direção de Fotografia; Guillermo Navarro; Montagem: Bernat Vilaplana; Seleção de Elenco: Sara Bilbatúa; Design de Produção: Eugenio Caballero; Figurinos: Lala Huete e Rocío Redondo; Maquiagem e Efeitos de Maquiagem: José Quetglás e Arjen Tuiten; Som: Sergio Diaz, Martin Hernandez e Roland N. Thai; Efeitos Sonoros: Dana Blanco, Alejandro Quevedo e Roland N. Thai; Efeitos Especiais: Reyes Abades e Sergio Sandoval; Efeitos Visuais: Everett Burrell, Wendy Hubert, Edward Irastorza e Fernanda Plana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-2577282129028309565?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/2577282129028309565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=2577282129028309565&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2577282129028309565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/2577282129028309565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/01/o-labirinto-do-fauno.html' title='O Labirinto do Fauno'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-5258129120359609555</id><published>2007-01-06T23:02:00.000-02:00</published><updated>2007-01-07T00:03:31.771-02:00</updated><title type='text'>Premonição</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Premonição (&lt;em&gt;Final Destination&lt;/em&gt;, EUA, 2000 – 98 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Não há acidentes. Não há coincidências. Não há fuga. Você não pode enganar a Morte.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que este filme provocou uma divisão entre quem assistiu: uns odiaram e outros amaram. Estou na turma dos que amaram!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alex Browning (Devon Sawa) está a caminho de Paris com sua turma de Francês da escola, comemorando a formatura. Dentro do avião, ele tem um sonho onde vê o avião explodir depois da decolagem. Fica tão assustado que acaba sendo expulso da aeronave junto com mais alguns colegas e a Profa. Lewton. Só que o sonho de Alex virou realidade: o avião realmente explode, matando todos os passageiros. Ao ter a premonição, Alex enganou a Morte. Só que Ela não desiste tão fácil e começa a perseguir os sobreviventes, um por um.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desesperado, Alex, junto com Clear (Ali Larter), Carter (Kerr Smith), Terry (Amanda Detmer), Billy (Seann William Scott), Tod (Chad Donella) e a Professora Lewton (Kristen Cloke) têm que encontrar um plano para evitar seu destino.Um dos poucos filmes de terror mais atuais que apresenta uma história interessante, Premonição (ô título besta!) é um daqueles que traz novos elementos cada vez que se assiste.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando vi pela primeira vez, gostei do clima de suspense bem construído;da segunda, prestei mais atenção nos detalhes da história, depois me concentrei, na terceira vez, aos detalhes do roteiro. E quantos detalhes para a gente se deliciar!&lt;br /&gt;O roteiro, por sinal, é recheado de deliciosas citações a outros filmes, diretores e atores do gênero além de criar uma história verossímil e com muito suspense. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;As citações e brincadeiras:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;1) quando os estudantes estão embarcando, a câmera focaliza um carrinho de bagagem na pista. O número do carrinho é 666. Obviamente, referência à trilogia “A Profecia”;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;2) O número 180 aparece em várias cenas. No luminoso que atinge Carter na França, pode-se ler `180`; o número do vôo para Paris no começo do filme é 180 e no relógio de cabeceira de Alex podemos ver o número 180 quando chega na hora do desastre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;3) Os números 9 e 25 também aparecem bastante: o horário de partida do vôo é 9:25; o aniversário de Alex é 25 de setembro (em inglês, o mês vem antes. portanto, o aniversário é 9/25); a poltrona de Alex é I (nona letra do alfabeto), na fileira...25!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;4) Os nomes dos principais personagens têm homenagens a grandes diretores e atores da época de ouro dos filmes de horror em preto e branco: Tod Waggner e Alex Browning (diretor de “Drácula”, de 1937, Tod Browning e o diretor George Waggner); Profa. Valerie Lewton (diretor e produtor Val Lewton, de “Curse of the Cat People”, “Cat People” e muitos outros); Prof. Larry Murnau (diretor F.W. Murnau, de “Nosferatu”, de 1926); Terry Chaney (sobrenome de Lon Chaney, famoso ator de “Werewolf” e conhecido como o Homem das Mil Faces); Billy Hitchcock (nem preciso comentar de onde veio esse nome); Agente Schreck (ator Max Schreck, que interpretou o papel principal de “Nosferatu”);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;5) No segundo interrogatório de Alex feito pelo FBI, a ele é perguntado: “Did you see it in TV static? – Você viu onde, na estática da TV?”. A TV sem programação é a porta de entrada de Carol Anne Freeling no mundo dos espíritos em “Poltergeist”;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;6) Quando Tod é atacado no banheiro, o ângulo de câmera em relação ao chuveiro é idêntico ao utilizado por Hitchcock no assassinato de Marion Crane em “Psicose”, de 1960;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;7) O agente funerário William Bludworth é interpretado por Tony Todd (numa das poucas cenas desnecessárias do filme; todo mundo já tinha percebido o que estava acontecendo, não precisava ter uma explicação, ô diretor!), o vilão de “Candyman”. O sobrenome do personagem é uma brincadeira. Blud (blood) é sangue e Worth significa vale a pena.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;8) Em todas as mortes, a música “Rocky Mountain High” toca. Ela pode ser ouvida no circuito interno do aeroporto; no rádio de Tod no banheiro e a Profa. Lewton coloca um CD que tem essa música antes de morrer. Ela é cantada por John Denver, que morreu em um desastre de avião. No final do filme, em Paris, aparece um cara parecido com ele tocando a música na calçada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;9) O vitrô da porta da frente na casa da Profa. Lewton é uma faca virada para baixo; muito sugestivo...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;10) Alguns objetos de cena contêm referência a presidentes ou quase-presidentes que foram assassinados. A caneca da Profa. Lewton tem a inscrição “Abraham High”(Abraham Lincoln); a placa do carro de Carter é RFK (Robert Fitzgerald Kennedy, irmão de JFK, assassinado quando fazia campanha para a presidência) e o avião decola do Aeroporto JFK (John Fitzgerald Kennedy, assassinado em Dallas por Lee Harvey Oswald).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Além de toda essa diversão, outro detalhe que me agradou foi ver a dupla de Arquivo X, James Wong e Glen Morgan, trabalhando juntos no cinema. Eles foram responsáveis pelas temporadas 3, 4 e 5 da série, na minha opinião as melhores. A direção de James Wong, em particular, é cheia de estilo, com vários ângulos criativos e uma montagem esperta. Os assassinatos são criativos e têm um senso de inevitabilidade que é de arrepiar; a escolha de mostrar a Morte como uma presença mais espiritual do que física, que deturpa e utiliza os mais banais aspectos da realidade dos personagens como ameaças, foi um tiro na mosca e dá uma mãozinha mais que bem-vinda para o suspense. Só mais um destaque: a trilha sonora foi composta por uma mulher, coisa rara de se ver e mais raro ainda, se encaixa perfeitamente com o clima do filme.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em resumo, um programa de primeira categoria. Não deixe de ver!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: Devon Sawa (Alex Chance Browning), Ali Larter (Clear Rivers), Kerr Smith (Carter Horton), Tony Todd (William Bludworth), Kristen Cloke (Srta. Valerie Lewton), Seann William Scott (Billy Hitchcock), Daniel Roebuck (Agente Weine), Roger Guenveur Smith (Agente Schreck), Chad Donella (Tod Waggner), Amanda Detmer (Terry Chaney), Brendan Fehr (George Waggner), Forbes Angus (Sr. Larry Murnau), Lisa Marie Caruk (Christa Marsh), Fred Keating (Howard Seigel)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: James Wong; Roteiro: Jeffrey Reddick (história) e Jeffrey Reddick, James Wong e Glen Morgan (roteiro); Produção: Glen Morgan, Craig Perry e Warren Zide; Co-produção: Art Schaffer; Produtor Associado: Chris Bender; Produção Executiva: Richard Brener e Brian Witten; Trilha Sonora: Shirley Walker; Direção de Fotografia: Robert McLachlan; Montagem: James Coblentz; Seleção de Elenco: John Papsidera e Wendy O’Brien; Design de Produção: John Willett; Direção de Arte: William Heslup; Cenografia: Mary-Lou Storey; Figurinos: Jori Woodman; Maquiagem: Lisa Love e Thom McIntyre; Efeitos de Maquiagem: Ryan Nicholson; Som: Dave McMoyler, Scott Martin Gershin, Brad Sherman e Melissa Sherwood Hofmann; Efeitos Sonoros: Paul Timothy Carden, Hector C. Gika, Tom Ozanich, Alan Rankin, Scott Sanders, Scott Wolf e Peter Zinda; Efeitos Especiais: Terry Sonderhoff; Efeitos Visuais: Franklin Cofod, Charlene Eberle, Ray McIntyre Jr., Jon Tanimoto e Ariel Velasco-Shaw.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-5258129120359609555?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/5258129120359609555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=5258129120359609555&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/5258129120359609555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/5258129120359609555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/01/premonio.html' title='Premonição'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4381457206032647193</id><published>2007-01-06T22:53:00.000-02:00</published><updated>2007-01-06T22:56:56.166-02:00</updated><title type='text'>Sinais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sinais (&lt;em&gt;Signs / M. Night Shyamalan’s Signs&lt;/em&gt;, EUA, 2002 – 106 min.) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“Uma Mensagem. Um Aviso. Um Sinal... Do que está por vir.” &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Eu sou fã do diretor indiano M. Night Shyamalan! Depois de um filme obscuro de estréia (acho que foi uma comédia, não me lembro bem. Viram só como é obscuro?), Night chegou na poderosa Disney com a cara, a coragem e um roteiro intrigante sobre um menino que vê pessoas mortas. O resultado foi um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema, “O Sexto Sentido”, que de quebra ressuscitou Bruce Willis e apresentou o fantástico ator mirim Haley Joel Osment.&lt;br /&gt;Mesmo sendo um perfeito desconhecido, Night exigiu controle total sobre o filme. Os engravatados tiveram um momento de lucidez e apostaram no rapaz. E ele é hoje um dos cineastas mais autorais, fazendo sempre o que ele acha que vai ser bom e se lixando para estratégias de marketing e milhares de efeitos especiais por fotograma (claro que na medida do possível, ninguém pode ser ingênuo de acreditar que concessões não são feitas). Acredito que Shyamalan sofre, por parte do público, da síndrome do blockbuster. Depois de cometer “O Sexto Sentido”, todo mundo acha que os filmes dele tem que ser iguais e, esperando sempre essa similaridade, ficam decepcionados e saem malhando.&lt;br /&gt;Aconteceu assim com “Corpo Fechado” (aguardem comentário no blog). Quem não se lembra de ter ouvido, pelo menos uma vez na saída do cinema: “Nossa, que filme ruim... Não é nada parecido com o Sexto Sentido. Que lixo!”.&lt;br /&gt;O que ficou claro, desde que vi “Corpo Fechado” pela primeira vez, é de que estava diante de um autor de verdade, que busca fazer coisas diferentes sempre mas com um toque pessoal uniforme, seguindo a tradição de Kubrick e Hitchcock. No caso de Shyamalan, para mim, o toque pessoal que ele imprimiu em seus filmes é a clara opção de narrar a história com respeito e reverência ao espectador (além de alguns elementos emblemáticos como as imagens refletidas em telas de TV; a cor vermelha; a Filadélfia e acidentes de carro). Como assim? No seguinte sentido: os filmes dele têm um ritmo lento e constante de se desenrolar, despertando interesse contínuo; somos enredados de tal maneira em seus roteiros que não dá para desgrudar os olhos da tela. Bem, peço que me perdoem a digressão acima.&lt;br /&gt;Vamos falar agora de “Sinais”. Passado, como sempre, na Filadélfia, conta a história da família Hess. Graham Hess (Mel Gibson), é um pastor que deixou o ministério depois da morte violenta da esposa Coleen em um acidente de carro. Amargo e questionando sua fé a cada momento, ele mora em uma fazenda com o irmão Merrill (Joaquin Phoenix) e os filhos Morgan (Rory Culkin) e Bo (Abigail Breslin).&lt;br /&gt;Um certo dia, a plantação amanhece com círculos marcados em estranhos padrões; e nenhuma das plantas foi quebrada, além de estranhas mortes e doenças de animais. Alarmado, Graham tenta descobrir quem fez aquilo e acaba sendo levado a acreditar que os sinais foram feitos por alienígenas que querem invadir a Terra. Saindo do lugar-comum, toda a trama se desenrola lentamente, abusando de planos fechados e, sugerindo mais do que mostrando os alienígenas, que realmente possuem intenções hostis e obrigando os personagens a se defenderem.&lt;br /&gt;Como já é tradição nos filmes de Shyamalan, o elenco infantil está ótimo e não enche a paciência do espectador. E o astro principal segura bem a onda. Mel Gibson está muito bem como um dos personagens mais humanos que já interpretou, ajudado com galhardia por um dos melhores atores de sua geração, o feioso e super-expressivo Joaquin Phoenix, que já havia dado trabalho aos oscarizados Russell Crowe em “Gladiador” e Geoffrey Rush em “Quills”, roubando as cenas. Os dois ficam bem em cena e um complementa o outro. Méritos para o roteiro do diretor, que apesar de conter alguns furos, criou bons personagens. Ainda temos a tradicional aparição do multi-talentoso diretor, no papel de um veterinário da região que é importantíssimo para a trama. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alguns destaques são as cenas da primeira excursão de Graham na plantação; a citação clara dos filmes de mortos-vivos quando a família Hess fica presa no porão e o encontro de Graham com o alienígena na cozinha.&lt;br /&gt;Um programaço, soturno e sóbrio. Saliento que a falta de um ritmo mais acelerado pode aborrecer a maioria dos espectadores, mas garanto que vai valer a pena ter assistido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Mel Gibson (Reverendo Graham Hess), Joaquin Phoenix (Merrill Hess), Rory Culkin (Morgan Hess), Abigail Breslin (Bo Hess), Cherry Jones (Oficial Paski), M. Night Shyamalan (Ray Reddy), Patricia Kalember (Colleen Hess), Ted Sutton (Cunningham), Merritt Wever (Tracey Abernathy), Lanny Flaherty (Sr. Nathan), Marion McCorry (Sra. Nathan), Michael Showalter (Lionel Prichard). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Diretor: M. Night Shyamalan; Roteiro: M. Night Shyamalan; Produção: M. Night Shyamalan, Sam Mercer e Frank Marshall; Produção Executiva: Kathleen Kennedy; Trilha Sonora: James Newton Howard; Direção de Fotografia: Tak Fujimoto; Montagem: Barbara Tulliver; Seleção de Elenco: Douglas Aibel; Design de Produção: Larry Fulton; Direção de Arte: Keith P. Cunningham; Cenografia: Douglas A. Mowat; Figurinos: Ann Roth; Maquiagem: Bernadette Mazur e Francesca Paris; Som: Michael Semanick, Lee Dichter e Richard King; Efeitos Sonoros: Caseline T. Kunene, Michael W. Mitchell e Ambition Sandamela; Efeitos Especiais: Steve Cremin; Criaturas: Erik Jensen, Rodney Morgan, Michael Steffe, Danny Wagner e Mark Walas; Efeitos Visuais: Eric Brevig e Stefen Fangmeier.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4381457206032647193?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4381457206032647193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4381457206032647193&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4381457206032647193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4381457206032647193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2007/01/sinais.html' title='Sinais'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-7761086233622852172</id><published>2006-12-26T16:47:00.000-02:00</published><updated>2006-12-26T16:56:02.740-02:00</updated><title type='text'>Scanners - Sua Mente Pode Destruir</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Scanners – Sua Mente Pode Destruir (&lt;em&gt;Scanners&lt;/em&gt;, CAN, 1981 – 103 min.)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“Existem 4 bilhões de pessoas no mundo. 237 são Scanners. Eles possuem os mais aterrorizantes &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;poderes jamais criados... E estão vencendo.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“10 segundos: A dor começa; 15 segundos: Você não consegue respirar; 20 segundos: Você Explode.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Em um seminário, o palestrante pede um voluntário da platéia para participar de uma experiência, pois ele é um scanner (pessoa com poderes psíquicos desenvolvidos através da aplicação de uma droga sintética antes dela nascer) e irá demonstrar como funcionam seus poderes. Todos se entreolham e apenas um homem se levanta. Sentados um ao lado do outro, os dois começam a se olhar e o palestrante treme violentamente, sente espasmos e sua cabeça explode!&lt;br /&gt;A empresa Consec fica alarmada com o ocorrido, pois tudo leva a crer que o programa Scanner, criado pelo Dr. Ruth (Patrick McGoohan) aparentemente saiu de controle e um dos telepatas, Daryl Revok (Michael Ironside) está convidando todos os scanners do país a se juntarem a ele e formar um exército para tomar o poder.&lt;br /&gt;Extremamente apreensivos, eles pedem a Ruth que encontre uma maneira de proteger os interesses da empresa e controle os Scanners. O doutor assim o faz, ao recolher Cameron Vale (Stephen Lack) das ruas e ensinar o rapaz a aprimorar seus poderes para poder enfrentar Revok.&lt;br /&gt;À medida que investiga o paradeiro de Revok, Vale descobre que nem tudo é o que parece ser na Consec e, com a ajuda de Kim (Jennifer O'Neil, de “O Verão de 42”), vai ter que lutar para sobreviver, uma vez que Revok tem um espião na Consec e está quase pegando-o. Mas será que Daryl é tão mau assim?&lt;br /&gt;Filme que chamou definitivamente a atenção para o diretor canadense David Cronenberg, aqui tratando, mais uma vez, dos temas que lhe são caros: a incapacidade do homem de conter seu próprios impulsos e como a ciência pode ser nociva quando desprovida de ética e padrões mínimos de conduta por parte dos cientistas.&lt;br /&gt;Um cineasta com grande predileção pela violência gráfica e efeitos especiais melequentos para mostrar seus pontos de vista, Cronenberg trouxe o veterano Dick Smith para elaborar os efeitos impressionantes dos ataques dos scanners nas outras pessoas. O filme ficou famoso pelas cenas onde as cabeças explodiam (cujo visual foi conseguido ao encher uma cabeça de látex com comida de cachorro e fígados de coelho e dando um tiro de espingarda calibre 12 por trás) e pela falta de pudor do diretor em mostrar sangue e idéias polêmicas sobre dominação e poder, através dos personagens de Ironside e McGoohan.&lt;br /&gt;A produção é muito interessante, tendo sido premiada em diversos festivais pelo mundo e só é prejudicada pela irregularidade de ritmo narrativo (cuja lentidão, embora desenvolva melhor as idéias do roteiro, chega a dar sono) impressa por Cronenberg, principalmente nas cenas onde aparecem o casal protagonista, Stephen Lack e Jennifer O'Neil. Os dois são muito fracos e quase acabam com o filme, salvo pelas sempre atuais advertências do roteiro e o vilão deliciosamente maligno de Ironside, além de, é claro, o duelo final, bem sangrento e recheado de sangue espirrando e olhos explodindo.&lt;br /&gt;Contando ainda com um final enigmático, vale a pena conferir esse trabalho da fase inicial de um dos melhores diretores do cinema fantástico de todos os tempos.&lt;br /&gt;O sucesso foi tão grande que originou mais duas sequências (de 1991 e 1992) ambas ridículas de tão forçadas e mal-feitas; além do &lt;em&gt;spin-off&lt;/em&gt; (baseado em personagem apenas) “Scanner Cop”, que já tem dois filmes, também extremamente ridículos. Em suma, quer  ver alguma coisa com scanners? Veja este aqui e só, o resto nem perca seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Stephen Lack (Cameron Vale), Michael Ironside (Daryl Revok), Jennifer O'Neil (Kim Obrist), Patrick McGoohan (Dr. Paul Ruth), Lawrence Dane (Braedon Keller), Robert Silverman (Benjamin Pierce), Mavor Moore (Trevelian), Adam Ludwig (Arno Crostic), Fred Doederlein (Dieter Tautz), Murray Cruchley (Programador #1), Geza Kovacs (Assassino na Loja de Discos), Sony Forbes e Jerome Tiberghien (Assassinos no Sótão), Denis Lacroix e Elizabeth Murdry (Assassinos no Celeiro), Graham Batchelor (Mestre Iogue).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Diretor: David Cronenberg; Roteiro: David Cronenberg; Produção: Claude Heroux; Produção Executiva: Pierre David e Victor Solnicki; Trilha Sonora: Howard Shore; Direção de Fotografia: Mark Irwin; Montagem: Ronald Sanders; Direção de Arte: Carol Spier; Design de Produção: Alfred; Figurinos: Delphine White; Maquiagem: Brigitte McCaughry e Constant Natale; Efeitos de Maquiagem: Dick Smith e Chris Walas; Som: Peter Burgess, Paul Coombe e Mike Hoogenboom; Efeitos Especiais: Dennis Pike e Gary Zeller.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-7761086233622852172?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/7761086233622852172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=7761086233622852172&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/7761086233622852172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/7761086233622852172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/12/scanners-sua-mente-pode-destruir.html' title='Scanners - Sua Mente Pode Destruir'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4338034652922923546</id><published>2006-12-26T14:13:00.000-02:00</published><updated>2006-12-26T14:21:18.664-02:00</updated><title type='text'>Sexta-Feira 13</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Sexta-Feira 13 (&lt;em&gt;Friday the 13th / A Long Night at Camp Blood&lt;/em&gt;, EUA, 1980 – 95 min.)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“Eles foram Avisados... Eles foram Condenados... E, na Sexta-Feira 13, nada poderá salvá-los.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de jovens, liderados por Alice (Adrienne King), são contratados por Steve Christy (Peter Brouwer) para reabrir um acampamento de verão, fechado há mais de 20 anos; a razão para o local ter sido fechado foi a ocorrência do assassinato de dois monitores em 1958, logo após o menino Jason Voorhees (Ari Lehman) ter se afogado no lago.&lt;br /&gt;Ignorando esse fato, Steve quer colocar o lugar em ordem, para voltar a funcionar o quanto antes; em uma Sexta-Feira 13, os jovens começam a chegar e são avisados pela população da cidade para ficarem afastados do Lago Cristal, pois existe uma maldição sobre o local. O mais veemente de todos é Crazy Ralph (Walt Gorney).&lt;br /&gt;Os avisos são recebidos com desdém pelos garotos, que alegremente vão começando a trabalhar, brincar e transar. Só que, um a um, eles vão sendo assassinados por um misterioso personagem que não vai permitir a reinauguração, jamais, enquanto os monitores não pagarem por sua negligência...&lt;br /&gt;Uma simplificação da trama criada por John Carpenter em “Halloween”, este filme independente estabeleceu as bases para o &lt;em&gt;slasher movie&lt;/em&gt; descartável (adolescentes em ebulição hormonal, florestas e um assassinato a cada cinco minutos) e arrebentou nas bilheterias (arrecadou mais de 50 vezes seu orçamento, sem contar as locações e vendas de VHS e DVD), gerando nada mais nada menos do que nove sequências e incontáveis imitações e cópias.&lt;br /&gt;Por causa da massificação dos seus elementos, é uma produção muito subestimada e até mesmo ignorada como referência do gênero. Mas, na verdade, faz parte do seleto grupo de clássicos do terror, onde conta com uma história interessante (cheia de nudez discreta e mulheres bonitas desfilando de lingerie), atuações razoáveis e um trabalho incrível do mestre Tom Savini (de “A Noite dos Mortos-Vivos” e “Amanhecer dos Mortos”, para ficar nos mais famosos) nos efeitos especiais e de maquiagem, especialmente se for considerado o avanço tecnológico da época – muita coisa bacana era feita na raça, sem a muleta dos computadores.&lt;br /&gt;Além disso, a direção é segura e cria um bom suspensezinho entre as mortes, ajudada pela excelente trilha sonora de Harry Manfredini; este criou um dos mais executados temas de todos os tempos, o famoso “ki-ki-ki, ma-ma-ma”, que segundo ele são simplificações das palavras “kill them mom”. Não vou falar mais para não estragar a surpresa de quem ainda não viu.&lt;br /&gt;O elenco é OK, com destaque para Betsy Palmer (uma ex-estrela da TV, uma espécie de namoradinha da América que gerou muita polêmica ao fazer este papel; inclusive, sofreu um ataque inédito de um crítico de cinema, o qual publicou seu endereço na coluna e incitou os leitores a escreverem para ela protestando pela “traição”) como a mãezona Voorhees; Adrienne King como Alice (depois deste e da sequência “Sexta-Feira 13 – Parte 2”, nunca mais atuou depois de ter sido perseguida por um fã obsessivo e quase ter sido assassinada de verdade); Harry Crosby, filho do cantor dos anos 30 e 40 Bing Crosby (que chegou a atuar com a princesa Grace Kelly no musical “Alta Sociedade”), como Bill e um iniciante Kevin Bacon, futuro astro, como Jack.&lt;br /&gt;Como dito acima, ficou muito previsível (pelo monte de continuações e imitações) e datado, mas ainda é um dos mais legais filmes de terror de todos os tempos, muito divertido e com ótimas mortes sangrentas (gargantas cortadas, machadadas na cara, cabeças decepadas, flechadas, etc).&lt;br /&gt;Nenhum fã do gênero e mesmo quem apenas gosta de cinema pode passar sem. Assistam!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Betsy Palmer (Sra. Pamela Voorhees), Adrienne King (Alice Hardy), Harry Crosby (Bill), Laurie Bartram (Brenda), Jeannine Taylor (Marcie Cunningham), Kevin Bacon (Jack Burrell), Mark Nelson (Ned Rubinstein), Robbi Morgan (Annie), Peter Brouwer (Steve Christy), Rex Everheart (Enos – motorista de caminhão), Ron Carroll (Sargento Tierney), Ron Milkie (Policial Dorf), Walt Gorney (Crazy Ralph), Willie Adams (Barry), Debra S. Hayes (Claudette), Dorothy Kobs (Trudy), Sally Anne Golden (Sandy – garçonete), Ken L. Parker (Médico) e Ari Lehman (Jason Voorhees).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Sean S. Cunningham; Roteiro: Victor Miller; Produção: Sean S. Cunningham; Produtor Associado: Steve Miner; Produção Executiva: Alvin Geiler; Trilha Sonora: Harry Manfredini; Direção de Fotografia: Barry Abrams; Montagem: Bill Freda; Seleção de Elenco: Julie Hughes e Barry Moss; Design de Produção e Direção de Arte: Virginia Field; Efeitos de Maquiagem, Especiais e Visuais: Tom Savini; Som: Lee Dichter.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4338034652922923546?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4338034652922923546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4338034652922923546&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4338034652922923546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4338034652922923546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/12/sexta-feira-13.html' title='Sexta-Feira 13'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-8209504463064933080</id><published>2006-12-16T19:33:00.000-02:00</published><updated>2006-12-16T19:40:43.670-02:00</updated><title type='text'>A Casa do Espanto</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Casa do Espanto (&lt;em&gt;House; House: Ding Dong, You’re Dead&lt;/em&gt;, EUA, 1986 – 93 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Você está convidado para passar a noite com Roger Cobb e seus amigos.&lt;br /&gt;Não venha sozinho! O Horror encontrou uma nova Casa!”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um escritor de livros de terror, Roger Cobb (William Katt, da série “O Super-Herói Americano”), está em uma sinuca de bico: sem inspiração para escrever e sendo pressionado pelo agente; sua esposa, Sandy (Kay Lenz), uma atriz famosa, pediu o divórcio depois do desaparecimento do filho do casal, Jimmy (Erik e Mark Silver). E, para completar, sua tia Elizabeth (Susan French) – que o criou depois da morte de sua mãe – acaba de cometer suicídio.&lt;br /&gt;Buscando um pouco de paz desse turbilhão, para colocar no papel o livro sobre a guerra do Vietnã que sempre sonhou em escrever, Roger resolve se mudar para a casa onde cresceu; sem acreditar que o local seja mesmo assombrado como dizia sua tia, Roger vai tentar encarar seus próprios fantasmas, com a ajuda relutante de Harold (George Wendt), seu novo e atrapalhado vizinho.&lt;br /&gt;No entanto, os fatos desmentem as crenças iniciais de Roger; inclusive, um amigo do passado tem contas a acertar com ele...&lt;br /&gt;Um bom filme de terrir (terror para rir), com excelentes efeitos de maquiagem para a época e situações interessantes para o espectador. A proposta inicial era de fazer um filme sério, com um terror mais pesado; porém, o roteirista Ethan Wiley resolveu levar tudo para uma outra direção em conjunto com o diretor Miner (que começou a carreira comandando as duas primeiras seqüências do sucesso “Sexta Feira 13”), tendo resultados bastante apreciáveis. Miner usa um estilo mais frenético de filmagem, com alguns enquadramentos inusitados e bom ritmo, parecido com um desenho animado do Scooby Doo e construindo de forma eficiente o suspense para os sustos.&lt;br /&gt;O protagonista William Katt tem ótimo timing cômico e ajuda muito a comprar os absurdos bolados pelo roteirista. Bons exemplos dessa capacidade são as seguintes cenas: quando Roger conhece a vizinha gostosona Tanya, vivida pela ex-Miss Universo Mary Stavin; a visita dos policiais; quando Tanya convence Roger a ficar de babá do seu filhinho e a conversa com o corretor. É de chorar de rir.&lt;br /&gt;Destaque ainda para George Wendt, perfeito como o vizinho bonachão e Richard Moll como Big Ben, na medida como o companheiro de exército meio pirado; ambos os atores fizeram sucesso na TV em séries de comédia (“Cheers” e “Night Court”, respectivamente, inéditas na nossa TV aberta, mas que fizeram sucesso no cabo) e esse background transparece na naturalidade das suas atuações, mesmo com alguns dos diálogos mais estúpidos pertencendo a eles. E Mary Stavin é um colírio...&lt;br /&gt;Nos outros aspectos técnicos, o cenário é interessante e adequado ao gênero da casa mal-assombrada (com boa direção de arte e cenografia eficiente), tornando a mansão praticamente um personagem; com essa ambientação, as palhaçadas ficam ainda melhores, por causa da surpresa que causa uma cena engraçada num local tão lúgubre e os sustos potencializados, justamente pelo espectador estar esperando que alguma coisa aconteça (parece um paradoxo, mas é verdade).&lt;br /&gt;Há alguns momentos fortes, como a primeira aparição da criatura no armário, a expedição do espelho do banheiro e a perseguição final, acentuados pela música eficiente de Harry Manfredini (autor do famoso tema do assassino imortal Jason Voorhees, do já citado filme “Sexta Feira 13”); mas prevalece o clima de gozação geral (é só ver o outro título de trabalho: “Ding Dong, Você Está Morto”. Fala sério...) e o estilo cartunesco da narrativa, com muita correria, tombos inacreditáveis e quase nenhum sangue na tela.&lt;br /&gt;Dica: prestem atenção nos quadros pintados pela tia; eles dão pistas do que está ocorrendo na casa.&lt;br /&gt;Muito divertido, gerou duas seqüências, sendo que a primeira delas seguiu o mesmo estilo – aguardem comentário aqui no blog – e a outra (mesmo sendo o terceiro capítulo, acabou se chamando “House IV”. Isso aconteceu porque os produtores tentaram pegar carona no sucesso da série e lançaram um outro filme, com outros personagens e trama, no mercado internacional com o título de “House III”) procurou um caminho mais sério, puxado para o drama. Nem é preciso dizer que a última fracassou miseravelmente.&lt;br /&gt;Uma última coisa: o título em português é de lascar; obviamente, quis tentar chupar o público de "A Hora do Espanto", lançado aqui na mesma época.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: William Katt (Roger Cobb), George Wendt (Harold Gorton), Richard Moll (Big Ben), Kay Lenz (Sandy Sinclair), Mary Stavin (Tanya), Michael Ensign (Chet Parker), Erik e Mark Silver (Jimmy), Susan French (Tia Elizabeth), Alan Autry (Policial #3), Steven Williams (Policial #4), James Calvert (Menino da Mercearia), Steve Susskind (Frank McGraw), Dwier Brown (Tenente), Joey Green (Fitzsimmons), Stephen Nichols (Scott), Donald Willis (Soldado), Curt Wilmot (Big Ben Esqueleto), Peter Pitofsky (Bruxa), Elizabeth Barrington (Criatura), Jerry Maren (Criatura) e Felix Silla (Criatura).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Steve Miner; Roteiro: Fred Dekker (história) e Ethan Wiley (roteiro); Produção: Sean S. Cunningham e Richard F. Brophy; Produção Executiva: Roger Corman; Trilha Sonora: Harry Manfredini; Direção de Fotografia: Mac Ahlberg; Montagem: Michael N. Knue; Design de Produção:Gregg Fonseca; Direção de Arte: John Reinhart; Cenografia: Anne Huntley; Figurinos: Bernadette O’Brien; Maquiagem: Robert Boyd e Ronnie Specter; Efeitos de Maquiagem: Barney Burman e Brian Wade; Efeitos Especiais: Tassilo Baur e Joe Viskocil; Design das Criaturas: James Cummins e Kirk R. Thatcher; Efeitos Visuais: Hoyt Yeatman.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-8209504463064933080?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/8209504463064933080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=8209504463064933080&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/8209504463064933080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/8209504463064933080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/12/casa-do-espanto.html' title='A Casa do Espanto'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-1632264350103609711</id><published>2006-12-11T01:14:00.000-02:00</published><updated>2006-12-11T01:18:59.285-02:00</updated><title type='text'>Poltergeist - O Fenômeno</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Poltergeist – O Fenômeno (&lt;em&gt;Poltergeist&lt;/em&gt;, EUA, 1982 – 114 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Eles estão aqui.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família Freeling acaba de se mudar para uma casa nova, parte do empreendimento onde Steve (Craig T. Nelson) trabalha e é o melhor vendedor. Junto com Diane (JoBeth Williams), Dana (Dominique Dunne), Robbie (Oliver Robbins) e a caçula Carol Anne (Heather O’Rourke), Steve não poderia estar mais feliz. Inclusive, está ampliando a casa e construindo uma piscina no quintal. Tudo nos leva a crer que estamos diante de uma típica família americana, com seus afazeres e prazeres comuns, de todo mundo. Só que há um pequeno detalhe, que o chefe de Steve, o Sr. Teague (James Karen) deixou passar quando deu a casa aos Freeling: a construção foi erguida em cima de um antigo cemitério e os corpos ficaram lá; somente as lápides foram removidas para um novo local.&lt;br /&gt;Um dia, Carol Anne começa a conversar com a TV fora do ar; estranhos fenômenos acontecem na casa, como cadeiras que se movem sozinhas, árvores com vontade própria e barulhos esquisitos; tudo vai para o vinagre de vez quando a garotinha desaparece. Aparentemente, ela está dentro da TV, pedindo socorro.&lt;br /&gt;Angustiados, os pais recorrem à equipe da Dra. Lesh (Beatrice Straight), especializada em fenômenos parapsicológicos, que fica na casa e tenta entender o que está realmente acontecendo. Quando fica clara a ocorrência de manifestações sobrenaturais legítimas, a única esperança daquela família é a ajuda da clarividente Tangina Barrons (Zelda Rubinstein, de “Os Olhos da Cidade São Meus”).&lt;br /&gt;Sucesso de bilheteria, o filme é um dos poucos clássicos do gênero que foram realizados dentro do &lt;em&gt;mainstream&lt;/em&gt; hollywoodiano. Tanto para o bem quanto para o mal.&lt;br /&gt;A parte boa, obviamente, é a produção muito bem-cuidada e polida, com efeitos fantásticos e parte técnica impecável (a fotografia, por exemplo, é um primor, com a subexposição de luz e cores dando a tudo um ar lúgubre e macabro). Já a parte ruim é a necessidade de concessões ao considerado politicamente correto o tempo todo e ter que se curvar às exigências mercadológicas do estúdio, que não pode ter um produto proibido para menores nas mãos.&lt;br /&gt;Uma pena. Somente podemos imaginar o que o diretor Tobe Hooper faria com um material desses nas mãos, sem ter que se preocupar com a constante intervenção de Spielberg (dizem as más línguas que Hooper foi um mero operário, sendo todas as decisões criativas sido tomadas por Spielberg, que inclusive chegou ao cúmulo de praticamente montar o filme sozinho). Embora extremamente talentoso, ele é claramente careta demais para o gênero e Hooper é o responsável pelo nada mais, nada menos, &lt;em&gt;slasher movie&lt;/em&gt; definitivo, “O Massacre da Serra Elétrica”, de 1974, que mantém sua força até hoje como um dos filmes mais perturbadores e doentios já realizados, além de ter dado ao mundo Leatherface (yeah!).&lt;br /&gt;Assim, apesar de algumas cenas mais fortes (o rosto no espelho, o bife que anda, o palhaço, a piscina, a batalha final) e o fato de Freeling-pai e Freeling-mãe curtirem puxar um fuminho (os dois dividem um charutão da erva maldita enquanto os petizes passeiam para lá e para cá. E, o que é mais incrível, a cena não foi limada na ilha de edição!), o clima de a-família-e-o-amor-vencem-tudo prevalece e tira boa parte do potencial aterrorizante da história, que diga-se de passagem é muito boa e tinha terreno para colar o espectador na cadeira e causar pesadelos por muito tempo. Do jeito que ficou, é divertido e dá um medinho bacana, mas aquele gostinho de podia-ter-sido-mais-fodão permanece...&lt;br /&gt;Deixando essas considerações de lado temos um elenco dedicado, com boa química na tela e que realmente traz o espectador para torcer por eles, com destaque para: Zelda Rubinstein como a vidente Tangina, sua figura diminuta e voz inconfundível ajudaram-na a se tornar um mito do gênero terror com seu personagem cheio de personalidade e a menininha Heather O’Rourke como Carol Anne deixou muita gente sem dormir com sua carinha de anjo e frases misteriosas (aquele sorrisinho depois de contar para os pais sobre os amiguinhos da TV é de arrepiar).&lt;br /&gt;Foi indicado para três Oscars em 1983 (Melhor Som, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Trilha Sonora) e rendeu ainda duas sequências: “Poltergeist II: O Outro Lado”, de 1986 e “Poltergeist III: O Capítulo Final”, de 1988, progressivamente piores e sem imaginação.&lt;br /&gt;Agora, vamos falar um pouquinho de fofocas. Como nenhuma boa ação segue sem punição, existem rumores de que existe uma “Maldição Poltergeist”. A atriz Dominique Dunne, que faz o papel de Dana, foi assassinada (estrangulada) pelo namorado pouco depois do lançamento nos cinemas; Heather O’Rourke, a Carol Anne, morreu de uma doença misteriosa um pouco antes de a terceira parte ser lançada, com 15 anos de idade (o final do filme teve que ser feito com uma dublê de corpo); o vilão do segundo filme, Julian Beck, que fez o Reverendo Kane, descobriu que estava com câncer e foi devastado em menos de dois meses (algumas cenas tiveram que ser filmadas com um dublê); uma cena com um acidente de carro no terceiro filme se descontrolou e uma explosão quase matou os técnicos que trabalhavam ali; Will Sampson, o Taylor do segundo filme, morreu alguns meses depois do lançamento de complicações após uma cirurgia cardíaca; Dominique Dunne e Heather O’Rourke estão enterradas no mesmo cemitério de Los Angeles (brrrr!) e muitas carreiras dos envolvidos sofreram depois, como a de Craig T. Nelson (que ficou anos no ostracismo na TV) e a de Tobe Hooper, que ainda mostrando alguns espasmos de talento (com “Força Sinistra”, de 1985 e “O Massacre da Serra Elétrica 2”, de 1986) nunca mais foi o mesmo e seus filmes são uma porcaria há mais de 20 anos. Verdade? Mentira? Só digo uma coisa: &lt;em&gt;“Jo no creo en brujas; pero que las hay, las hay”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Craig T. Nelson (Steve Freeling), JoBeth Williams (Diane Freeling), Beatrice Straight (Dra. Lesh), Dominique Dunne (Dana Freeling), Oliver Robbins (Robbie Freeling), Heather O’Rourke (Carol Anne Freeling), Martin Casella (Dr. Marty Casey), Richard Lawson (Ryan), Zelda Rubinstein (Tangina Barrons), James Karen (Sr. Teague), Michael McManus (Ben Tuthill), Virginia Kiser (Sra. Tuthill), Lou Perryman (Pugsley), Clair E. Leucart (Motorista da escavadeira), Dirk Blocker (Jeff Shaw), Allan Graf (Sam, o vizinho), Joseph Walsh (Joey, o vizinho), Helen Baron (Compradora), Noel Conlon (Marido da compradora), Robert Broyles (Trabalhador da piscina #1), Sonny Landham (Trabalhador da piscina #2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Tobe Hooper; Roteiro: Steven Spielberg (história) e Steven Spielberg, Michael Grais e Mark Victor (roteiro); Produção: Steven Spielberg e Frank Marshall; Produtora Associada: Kathleen Kennedy; Trilha Sonora: Jerry Goldsmith; Direção de Fotografia: Matthew F. Leonetti; Montagem: Michael Kahn; Seleção de Elenco: Jane Feinberg, Mike Fenton e Marci Liroff; Design de Produção: James H. Spencer; Cenografia: Cheryal Kearney; Maquiagem: Dorothy J. Pearl e Toni-Ann Walker; Efeitos de Maquiagem: Craig Reardon; Som: Richard L. Anderson, Stephen Hunter Flick, Steve Maslow, Kevin O’Connell e Bill Varney; Efeitos Sonoros: Alan Howarth, John Dunn e Mark A. Mangini; Efeitos Especiais: Michael Wood, Thaine Morris e Robert Cole; Efeitos Visuais: Richard Edlund e Mitch Suskin. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-1632264350103609711?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/1632264350103609711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=1632264350103609711&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/1632264350103609711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/1632264350103609711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/12/poltergeist-o-fenmeno.html' title='Poltergeist - O Fenômeno'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4545069206889049545</id><published>2006-12-10T02:26:00.000-02:00</published><updated>2006-12-10T02:30:59.165-02:00</updated><title type='text'>A Volta do Padrasto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Volta do Padrasto (&lt;em&gt;Stepfather II&lt;/em&gt;; &lt;em&gt;Stepfather 2: Make Room For Daddy&lt;/em&gt;, EUA, 1989 - 90 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Esta noite, o Papai está vindo para fatiar muito mais do que só o bolo!”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dos eventos do primeiro filme, vemos O Padrasto (Terry O’Quinn) em um asilo para doentes mentais, recuperado (milagre!) fisicamente e começando o tratamento com um novo psiquiatra, Dr. Joseph Danvers (Henry Brown). Ele engana o médico, o apunhala, mata também um guarda de segurança e foge calmamente, andando pela porta da frente.&lt;br /&gt;Ele, ciente de que todos estarão à sua procura, vai até o outro lado do país, assumindo a identidade de um psiquiatra, Dr. Gene Clifford, especializado em terapia de casais; lá, ele conhece a doce Carol (Meg Foster) e o filho dela, Todd (Jonathan Brandis, de “It – Uma Obra-Prima do Medo”, já comentado aqui no blog), ambos sofrendo com o abandono do pai e marido Phil (Mitchell Laurance), que fugiu com a secretária.&lt;br /&gt;Vendo ali a oportunidade ideal para construir a família perfeita que sempre sonhou, Gene não vai deixar ninguém se metendo no caminho em direção ao seu objetivo...&lt;br /&gt;Continuação desnecessária do filme de 1987 (o clímax já resolvia satisfatoriamente a situação), que, como o personagem bem gosta, segue uma tradição: é uma rematada porcaria.&lt;br /&gt;Só que é uma porcaria bem-feitinha até e com tudo que um fã do gênero gosta: sangue de monte e cenas bem grotescas de assassinatos (o problema é o que fica entre as mortes e quando o ator principal não está em cena). Dirigida com certa segurança pelo especialista em continuações Jeff Burr (fez nada menos do que cinco filmes que eram continuações de outros), a produção, mais uma vez, é salva pela atuação espetacular de Terry O’Quinn. Quase sempre relegado a papeis coadjuvantes, o que é uma pena, o ator refinou o personagem, deixando-o ainda mais soturno e perigoso, uma espécie de Tom Ripley psicopata, ligando e desligando o charme como uma lanterna.&lt;br /&gt;Só lamento que o resto do elenco seja tão ruim e o roteiro não fugir, nem um pouco que seja, da estrutura do original, prejudicando bastante o resultado final; pela carnificina do clímax (apesar da solução escrota para a descoberta da identidade de Gene) e o personagem tão fascinante, ganha duas estrelinhas. Embora já se possa ter uma idéia do espírito da seqüência pelo subtítulo “Make Room For Daddy – Dá um espaço para o papai”. Francamente...&lt;br /&gt;Teve ainda mais uma continuação, com outro ator no lugar de O’Quinn, totalmente besta e tosca chamada “O Padrasto 3 – Ele Está de Volta”. Nem perca tempo de ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Terry O’Quinn (Dr. Gene Clifford / O Padrasto), Meg Foster (Carol Grayland), Caroline Williams (Matty Crimmins), Jonathan Brandis (Todd Grayland), Henry Brown (Dr. Joseph Danvers), Mitchell Laurance (Phil Grayland), Miriam Byrd-Nethery (Sally Jenkins), Leon Martell (Smitty), Renata Scott (Betty Willis), John O’Leary (Sam Watkins), Glen Adams (Vendedor), Eric Brown (Atendente do Hotel).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Jeff Burr; Roteiro: John Auerbach, baseado no personagem criado por Carolyn Lefcourt, Brian Garfield e Donald E. Westlake; Produção: William Burr e Darin Scott; Produção Executiva: Carol Lampman; Trilha Sonora: Jim Manzie e Pat Regan; Diretor de Fotografia: Jacek Laskus; Montagem: Pasquale A. Buba; Seleção de Elenco: Rosemary Welden; Design de Produção: Byrnadette Disanto; Direção de Arte: Aram Allan; Cenografia:Johnna Butler; Figurinos: Julie Carnahan; Maquiagem: Susan Mills; Som: Bruce Stubblefield, Jay Harding, John Stephens e Bill Benten; Efeitos de Maquiagem: Michele Burke.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4545069206889049545?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4545069206889049545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4545069206889049545&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4545069206889049545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4545069206889049545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/12/volta-do-padrasto.html' title='A Volta do Padrasto'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-607830838848672321</id><published>2006-12-09T21:06:00.000-02:00</published><updated>2006-12-09T21:23:53.650-02:00</updated><title type='text'>O Padrasto</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Padrasto (&lt;em&gt;The Stepfather&lt;/em&gt;, EUA, 1987 – 91 min.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Ele queria uma família perfeita, numa cidade perfeita. Mas elas não conseguiam atingir o padrão... Como as outras também não puderam.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Jerry Blake (Terry O’Quinn) não quer muito da vida. Em um relacionamento firme com Susan (Shelley Hack), seu único desejo é casar e formar uma família, tradicional e ordeira, com uma casa bonita, bons amigos e um cachorro. Para isso, ele está tendo um pouco de trabalho para convencer Stephanie (Jill Schoelen), filha de Susan, de suas boas intenções. Eventualmente, os dois se entendem e o casamento acontece.&lt;br /&gt;As desconfianças de Stef ressurgem quando ela flagra seu padrasto em uma fúria descontrolada no porão, durante a festa de inauguração da casa e comemoração do casamento. Ela então começa a fuçar e suspeita que foi Jerry o responsável pelo assassinato de uma família inteira um ano antes de ele conhecer sua mãe, em uma cidade da região.&lt;br /&gt;Jerry descobre que a enteada está investigando seu passado e dá um jeito de encobrir os rastros; o que ele não sabe é que Jim (Stephen Shellen), seu ex-cunhado e que o conhece por Henry Morrison, nunca se conformou com a morte da irmã e está chegando perto, tendo inclusive estabelecido o padrão de Jerry. Este funciona assim: o pirado chega numa cidade, casa-se com uma viúva ou divorciada com filhos e persegue seu ideal familiar; quando a família o desaponta, ele mata todo mundo e parte para outra tentativa. Assim, está na hora de procurar outro local e outra família para transformar na imagem da perfeição, pois Stef, ao investigá-lo e colocar o psiquiatra dela, Dr. Bondurant (Charles Lanyer) para testar suas reações (o bom doutor não apreciou o resultado) e Susan, ao defender a filha de suas ordens, o decepcionaram, e muito.&lt;br /&gt;Tendo estabelecido uma nova identidade e um novo emprego em outra cidade, além de uma moçoila em perspectiva, é chegado o momento de Jerry “despachar” Susan e Stephanie; mas, Jim está na cidade e já sabe onde procurar...&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Thriller&lt;/em&gt; convencional sobre &lt;em&gt;serial killers&lt;/em&gt;, com o diferencial de mostrar a perseguição da família tradicional e ordeira como motivo de desequilíbrio mental, algo nunca utilizado (que eu saiba) como mote para esse tipo de produção, o que é sempre legal de ver; além disso, o diretor optou por mostrar a violência de forma bastante gráfica (a seqüência de abertura é de arrepiar), com hematomas pastosos e melequentos e sangue espirrando o tempo todo, além do uso de telefones e tábuas, instrumentos pouco usuais, para as agressões, sem deixar de lado a velha e boa faca de cozinha. Só que eu tenho que falar uma coisa: a trilha sonora é risível, parecendo ter sido feita para um mafuá (um daqueles parquinhos de diversão bem mambembes que pululam pelo litoral nas férias) ou um circo vagabundo, com aquele órgãozinho chinfrim e climinhas ridículos.&lt;br /&gt;Porém, o que realmente tira o filme da mediocridade é a atuação intensa e vigorosa de Terry O’Quinn (o John Locke da série de TV “Lost”) como o protagonista; as cenas no porão, onde ele extravasa sua raiva e loucura, são memoráveis, bem como os olhos dele durante as cenas onde convive com a sociedade – embora Jerry tenha a admiração e respeito da comunidade e seja um bem-sucedido corretor de imóveis, seus olhos nunca sorriem e estão sempre frios e calculistas. O restante do elenco fica na vala comum, inclusive Shelley Hack (da série de TV “As Panteras”) como Susan e Jill Schoelen (futura diretora do bom &lt;em&gt;slasher movie&lt;/em&gt; – tipo de filme de terror onde o vilão é sempre um psicopata indestrutível com predileção por facas e machados para matar suas vitimas adolescentes – “Pop Corn”), como Stephanie e com direito a uma discreta cena de nudez no banho, antes do ataque de Jerry.&lt;br /&gt;Fez um sucesso relativo em festivais pelo mundo e nas bilheterias americanas, o que rendeu uma seqüência, também estrelada por O’Quinn, chamada “A Volta do Padrasto” (aguardem comentário aqui no blog).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Terry O’Quinn (Jerry Blake / O Padrasto), Jill Schoelen (Stephanie Maine), Shelley Hack (Susan Maine), Charles Lanyer (Dr. Bondurant), Stephen Shellen (Jim Ogilvie), Stephen E. Miller (Al Brennan), Robyn Stevan (Karen), Jeff Schultz (Paul Baker), Lindsay Bourne (Professor de Arte), Anna Hagan (Sra. Leitner), Gillian Barber (Anne Barnes), Blu Mankuma (Tenente Jack Wall), Jackson Davies (Sr. Chesterton), Sandra Head (Recepcionista), Gabrielle Rose (Dorothy Finnehard), Richard Sargent (Sr. Anderson), Margot Pinvidic (Sra. Anderson), Rochelle Greenwood (Cindy Anderson), Don S. Williams (Sr. Stark), Don McKay (Joe), Dale Wilson (Frank), Gary Hetherington (Herb), Andrew Snider (Sr. Grace), Marie Stillin (Sra. Fairfax), Paul Batten (Sr. Fairfax) e Sheila Patterson (Dra. Barbara Faraday).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Joseph Ruben; Roteiro: Carolyn Lefcourt, Brian Garfield e Donald E. Westlake (história) e Donald E. Westlake (roteiro); Produção: Jay Benson; Trilha Sonora: Patrick Moraz; Direção de Fotografia: John Lindley; Montagem: George Bowers; Seleção de Elenco: Jane Feinberg, Mike Fenton e Judy Taylor; Maquiagem: Maurice Parkhurst e Susan Boyd; Design de Produção: James William Newport; Direção de Arte: David Willson; Cenografia: Kimberley Richardson; Figurinos: Mina Mittelman; Som: Larry Sutton, Keith Stafford, Christopher L. Haire, John L. Anderson e Doug Davey; Efeitos Especiais: Bill Orr.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-607830838848672321?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/607830838848672321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=607830838848672321&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/607830838848672321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/607830838848672321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/12/o-padrasto.html' title='O Padrasto'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-4732554166529939115</id><published>2006-11-24T16:22:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T16:33:27.446-02:00</updated><title type='text'>Underworld - Anjos da Noite</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Underworld – Anjos da Noite (&lt;em&gt;Underworld&lt;/em&gt;, EUA, 2003)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“Uma batalha imortal pela supremacia.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Selene (Kate Beckinsale) é uma Mercadora da Morte, uma vampira. Sua raça está em uma ferrenha e sangrenta batalha contra os Lycans (lobisomens), pelo domínio sem opositores do mundo e, consequentemente, dos humanos, há séculos.&lt;br /&gt;Recentemente, o líder dos Lycans, Lucian (Michael Sheen), obteve vitórias importantes contra seus inimigos e está, aparentemente, em busca de um fator novo na guerra; descobrir o paradeiro e trazer para o seu lado da luta o último descendente conhecido do imortal Alex Corvinus (o homem que originou as duas raças), Michael (Scott Speedman) cujo sangue tem propriedades diferenciadas e que podem ser a derrota definitiva dos Mercadores.&lt;br /&gt;Para impedir que seu clã seja derrotado, Selene salva Michael do ataque de Lucian; mas não antes que este seja mordido pelo lobisomem. Sem outra alternativa, Selene transforma Michael em vampiro, para que ele não morra e a mistura dos dois genes o torna um híbrido, que pode realmente mudar a balança da guerra. Enquanto o casal se apaixona um pelo outro, Selene descobre uma conspiração dentro de sua casa e desperta Viktor (Bill Nighy), o cruel líder dos vampiros. Mas, ela também verificará que nada é o que parece ser. Uma batalha furiosa está para acontecer e Selene e Michael são última esperança dos humanos.&lt;br /&gt;Filme de visual muito bem elaborado, com forte influência de “Matrix” e cenas de ação recheadas de câmeras lentas, cabos, pancadaria e tiroteios em profusão, na tradição oriental. E mais nada.&lt;br /&gt;Apesar da premissa interessante e que poderia render um épico, o diretor estreante Wiseman optou por ficar na superfície, com um ritmo acelerado o tempo todo (apesar de que não se rendeu à escola enjôo de edição, economizando nos cortes rápidos e preferindo planos mais abertos, o que ajuda o espectador a acompanhar melhor os montes de lutas e apreciar a primorosa direção de arte e maquiagem, além dos efeitos mecânicos muito bons, com a computação complementando e não substituindo a inventidade do departamente de efeitos) e não se aprofundar nos personagens em nenhum momento. Os diálogos são risíveis e o protagonista Speedman revela uma falta de preparação total para o papel, com expressões nulas e reações impassíveis. Beckinsale desfila pela tela com sua beleza etérea e não consegue muito mais do que isso. O restante do elenco, recrutado principalmente na Europa, não tem muito o que fazer e dá pena ver Bill Nighy e Sheen desperdiçados em papéis que não dão oportunidade de mostrar um décimo de seus enormes recursos dramáticos.&lt;br /&gt;Um sinal dos tempos, fez um baita sucesso no mercado de home entertainment e agradou em cheio a geração MTV. E me deixou esperando por algo a mais que nunca veio.&lt;br /&gt;Teve uma sequência em 2006, um pouco melhor.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Kate Beckinsale (Selene), Scott Speedman (Michael Corvin), Bill Nighy (Viktor), Michael Sheen (Lucian), Shane Brolly (Kraven), Erwin Ledger (Singe), Sophia Myles (Erika), Robbie Gee (Khan), Wentworth Miller (Dr. Adam Lockwood), Kevin Grevioux (Raze), Zita Gorog (Amelia), Scott McElroy (Soren), Todd Schneider (Trix), Sandor Bolla (Rigel), Hank Amos (Nathaniel), Richard Cetrone (Pierce), Mike Mukatis (Taylor).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Len Wiseman; Roteiro: Len Wiseman, Kevin Grevioux e Danny McBride (história) e Danny McBride (roteiro); Produção: Gary Lucchesi, Tom Rosenberg e Richard Wright; Produtores Associados: Danny McBride e Kevin Grevioux; Produção Executiva: Robert Bernacchi, Terry McKay, James McQuaide, Skip Williamson e Henry Winterstern; Trilha Sonora: Paul Haslinger, Billy Howerdel e Alex Karmalov; Direção de Fotografia: Tony Pierce-Roberts; Edição: Martin Hunter; Design de Produção: Bruton Jones; Direção de Arte: Kevin Phipps e Csaba Stork; Cenografia: Malcolm Stone; Figurinos: Wendy Partridge; Maquiagem: Giovanni Giuliano e Trefor Proud; Efeitos de Maquiagem: Rosalina da Silva, Jesse D'Angelo, Thomas Floutz e Chris Hanson; Próteses: Cristina Patterson, Iván Pohárnok e Richard Redlefsen; Som: Tschangis Chahrokh, Michael Hinreiner e Max Rammler-Rogall; Efeitos Sonoros: Christof Ebhardt e Benedikt Just; Efeitos Especiais: Nick Allder, Kinga Baranyai, Jeff Clifford, Guy Himber, Patrick Tatopoulos, Clayton Martinez e Gene Warren Jr; Efeitos Visuais: Gary E. Beach, Robert Duncan, Charles Howell, James McQuaide, Sarah Micaleff, Saybian Gordon, Andrew Rawling, Nate Robinson e Glenn Norris.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-4732554166529939115?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/4732554166529939115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=4732554166529939115&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4732554166529939115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/4732554166529939115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/11/underworld-anjos-da-noite.html' title='Underworld - Anjos da Noite'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-116369371112890900</id><published>2006-11-16T14:09:00.000-02:00</published><updated>2006-11-16T14:15:11.160-02:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 17 / Comboio do Terror</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Comboio do Terror (&lt;em&gt;Maximum Overdrive&lt;/em&gt;, EUA, 1986)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“Imagine seu pior pesadelo: as Máquinas dominaram o mundo!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Primeira e única experiência na direção do autor de suspense e terror Stephen King (obrigado, Deus, pelas pequenas vitórias), famoso por reclamações veladas sobre os cineastas que adaptaram suas obras para a tela grande (chegou inclusive a encrencar – civilizadamente, claro – com Stanley Kubrick, por causa dos cortes e leves mudanças na história feitos pelo genial diretor inglês na filmagem do livro “O Iluminado”e a processar o realizador por causa de “O Passageiro do Futuro”, que ele alegou ter deturpado completamente sua história e feito um filme péssimo).&lt;br /&gt;Um cometa, Rhea-M, está passando na órbita da Terra e o planeta ficará mergulhado em sua cauda por 7 dias e algumas horas. Por causa desse fenômeno, as máquinas, tais como carros, caminhões, cortadores de grama, pontes levadiças e outras mais desenvolvem comportamento independente e apetite assassino, atacando violentamente os humanos.&lt;br /&gt;Em uma parada de caminhões, na Carolina do Norte, alguns sobreviventes, liderados por Bill (Emilio Estevez, recém-saído do sucesso de “Repo Man” e “Clube dos Cinco”) e Brett (Laura Harrington) buscam uma saída até a marina mais próxima, uns dois quilômetros de distância, para pegarem um veleiro e fugirem até uma ilha, aguardando que o cometa se afaste e com a ajuda de um verdadeiro arsenal que o dono do posto Hendershot (Pat Hingle, certamente se divertindo horrores) tem no porão (mais armas do que tem alguns países do Caribe). Mas antes eles têm que passar por um bizarro grupo de caminhões pesados, liderado por um com a cara do Duende Verde (vilão do filme “Homem-Aranha”) no capô, que não parece ter a menor intenção de deixá-los vivos por muito tempo.&lt;br /&gt;Filmeco divertido, com diversas cenas grotescas de atropelamento, cortadores de grama ensandecidos, caixas automáticos boca-suja e máquinas de refrigerante cuspidoras de latas, além de secadores, fliperamas e facas elétricas. Sangue jorra aos borbotões, senhoras e senhores, e uma destruição bastante apreciável ocorre durante todo o filme, principalmente na cena do jogo de beisebol onde a protagonista é a máquina de refrigerante mencionada acima.&lt;br /&gt;Obviamente, o filme padece de problemas de ritmo narrativo (o desenrolar da trama dá umas “quebradas” de ritmo para mostrar alguma cena sangrenta), diálogos inacreditáveis (“Jesus está vindo e ele está puto da vida!”), buracos gigantescos no roteiro (se todas as máquinas se revoltaram, como é que alguns personagens estão dirigindo carros e as geladeiras continuam a providenciar cerveja gelada? Isso para ficar em alguns furos) e atuações risíveis de grande parte do elenco (o troféu vai para Christopher Murney e seu vendedor seboso e histérico, simplesmente hilariante, com Yeardsley Smith correndo por fora com sua vozinha esganiçada e cara de patza). Só que eu o coloco como um dos meus filmes favoritos. Porquê? Nem eu sei direito.&lt;br /&gt;Gosto muito do clima de filme B, bem trashzão mesmo, onde ninguém se leva a sério e a trama não passa de uma desculpa para violência sem sentido e humor negro de monte, como na chegada do casal Curtis e Courtney (John Short e Yeardley Smith); a chegada do garoto Deke na parada de caminhões; a reação do homem que é xingado pelo caixa automático; a cena no departamento de video games do posto e o surto da garçonete Wanda June. E, claro, o caminhão com a cara do Duende Verde é muito legal.&lt;br /&gt;A trilha sonora é um show à parte com a participação bem-humorada da banda AC/DC, mandando vários rocks pesados de responsa para pontuar a carnificina; tecnicamente, bem-feitinho e redondo, em um bom nível para uma produção de baixo orçamento, principalmente a maquiagem e os efeitos especiais.&lt;br /&gt;Depois de tudo, minhas preferências pessoais à parte, fica uma lição. Se o ditado “Se quer uma coisa bem-feita, faça você mesmo” funcionasse de verdade, este seria o melhor filme de terror de todos os tempos. Do jeito que ficou, King nunca mais reclamou dos filmes baseados em sua obra; deve ter se conscientizado que esse negócio de cinema é para profissionais mesmo, ainda que alguns profissionais sejam mais talentosos do que outros. E ele não tem talento nenhum para dirigir cinema.&lt;br /&gt;Foi refilmado em 1997, para a TV, onde o roteiro foi mais fiel ao conto, mas com um resultado bem mais chato. Ficou faltando o clima de gozação geral; filmes que partem de premissas absurdas não podem se levar a sério, sob pena de ficarem enfadonhos e idiotas. Como que você pode acreditar em alguém falando: “meu cortador de grama me atacou hoje de tarde” ou “acho que aquele caminhão de sorvete está me seguindo” com uma cara séria? Impossível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Emilio Estevez (Bill Robinson), Pat Hingle (Hendershot), Laura Harrignton (Brett), Yeardley Smith (Courtney), John Short (Curtis), Ellen McElduff (Wanda June), J.C. Quinn (Duncan), Christopher Murney (Camp Loman), Holter Graham (Deke), Frankie Faison (Handy), Pat Miller (Joe), Jack Canon (Max), Barry Bell (Steve), John Brasington (Frank), J. Don Ferguson (Andy), Leon Rippy (Brad), Robert Gunden (Harry), R. Pickett Bugg (Rolf), Giancarlo Esposito (Jogador de Fliperama), Bob Gunter (Técnico de Beisebol) e Bill Huggins (Juiz de Beisebol).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Stephen King; Roteiro: Stephen King, baseado em seu próprio conto “Trucks”; Produção: Martha Schumacher; Co-produção: Milton Subotsky; Produção Executiva: Dino de Laurentiis, Don Levin e Mel Pearl; Trilha Sonora: AC/DC ; Direção de Fotografia: Armando Nannuzzi; Edição: Evan Lottman; Seleção de Elenco: Mary Colquhoun; Design de Produção: Giorgio Postiglione; Cenografia: Hilton Rosemarin; Figurinos: Clifford Capone; Maquiagem: Marlana May; Efeitos de Maquiagem: Dean Gates; Som: Lee Dichter e Mel Zelniker; Efeitos Especiais: Jeff Frink e Steven Galich; Efeitos Visuais: Barry Nolan.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-116369371112890900?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/116369371112890900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=116369371112890900&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/116369371112890900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/116369371112890900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/11/srie-stephen-king-17-comboio-do-terror.html' title='Série Stephen King 17 / Comboio do Terror'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-116347574713368061</id><published>2006-11-14T01:32:00.000-02:00</published><updated>2006-11-14T01:49:51.850-02:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 16 / A Hora da Zona Morta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Hora da Zona Morta (&lt;em&gt;The Dead Zone&lt;/em&gt;, EUA, 1983)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Em sua mente, ele tem o poder de ver o futuro; em suas mãos, ele tem o poder de mudá-lo.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Johnny (Christopher Walken) está com tudo; seu trabalho vai bem (seus alunos o adoram), os problemas financeiros estão ficando para trás e sua paixão pela colega de trabalho Sarah (Brooke Adams) parece ser correspondida e o relacionamento pode dar o próximo passo brevemente. Depois de deixá-la em casa, e receber um convite muito interessante, Johnny decide deixar para mais tarde e saborear o momento. Está amando e ela o ama de volta.&lt;br /&gt;No caminho de volta para sua casa, um motorista de caminhão causa um terrível acidente e o deixa em coma por mais de quatro anos, do qual ele retorna com um inesperado dom: ele pode “ver” coisas ao tocar nas pessoas. Tendo uma recuperação dolorosa pela frente, com cirurgias, fisioterapia, sua mãe Vera (Jackie Burroughs) descendo a ladeira do fanatismo religioso e Sarah casada com outro homem, fenômenos sobrenaturais são a última coisa com que ele se preocupa. O médico Sam Weizak (o grande Herbert Lom) traz um apoio fundamental para esse objetivo, com suas opiniões ponderadas e mente aberta que não desacreditam do dom que Johnny parece ter.&lt;br /&gt;Aos poucos, Johnny vai retomando as rédeas de sua vida nova ao lado do pai, Herb (Sean Sullivan) e voltando a ensinar, com aulas particulares em sua casa, mesmo com as visões se repetindo. Até que, um dia, ao ir fechar um contrato com um novo aluno, Chris (Simon Stuart) e seu pai Roger (Anthony Zerbe), ele conhece um candidato nada ortodoxo ao Senado, Greg Stillson (Martin Sheen). Em um dos comícios de Stillson, que fez seu comitê central em frente de sua casa, Johnny acaba apertando a mão do candidato e tem uma visão que o aterroriza: Stillson, em um futuro possível, será presidente dos EUA e responsável direto por uma tragédia sem precedentes.&lt;br /&gt;Sabendo que suas visões não são definitivas, pois pode agir para mudar o futuro, se assim o quiser, ele se vê em uma posição na qual uma decisão tem que ser tomada: o que você faria se pudesse salvar a humanidade, mas para isso precisasse agir contra todos seus princípios?&lt;br /&gt;Muito bom thriller que busca uma resposta para a famosa pergunta “Se pudesse voltar no tempo, sabendo o que aconteceria depois, você mataria Hitler?”, com Cronenberg controlando sua tendência ao exagero e imagens grotescas (com raros e bons momentos de recaída) para montar uma trama instigante e sóbria, com uma narrativa mais convencional, algo raro em sua carreira; mas, mantendo sempre sua característica principal de não subestimar seu público.&lt;br /&gt;Dois fatores ajudam o filme a manter o interesse: 1) a excelente adaptação de Jeffrey Boam (escritor de grandes sucessos como “Indiana Jones e a Última Cruzada”, “Máquina Mortífera 2 e 3” e “Os Garotos Perdidos” que faleceu prematuramente após sofrer com uma rara doença pulmonar) do complexo e cheio de detalhes livro do mestre Stephen King, onde criou um roteiro que, mesmo retirando ou encurtando muitas das diversas subtramas onde Smith tem que lidar com seu dom, manteve a grande carga dramática da história, sem ignorar o saboroso tempero sobrenatural e 2) a escolha acertada do elenco, onde brilham o esquisitão Walken como o atormentado Johnny Smith e Martin Sheen, dando vida ao tresloucado e violento Stillson, que não deixa nada nem ninguém atravessar seu caminho rumo à presidência (parece que o ator não consegue fugir de papéis onde ou é o próprio ou está próximo do maior mandatário dos EUA).&lt;br /&gt;Dentre as dezenas de adaptações que a obra de King sofreu para o cinema (sofreu é a palavra certa, pois muitas delas jogam fora toda a força das tramas e personagens criados pelo autor em detrimento de exercícios vazios de estilo ou ainda de incompetência mesmo dos realizadores), esta é uma das que mais próxima chegou da alma do livro.&lt;br /&gt;Ignore o visual datado – tenham em mente que o filme é de 1983 –, o título mocorongo em português (mais uma vítima do sucesso de "A Hora do Pesadelo" aqui nas terras tapuias) e a lentidão, nem sempre proposital, de algumas passagens e embarque em um suspense que levanta questões legítimas e muito interessantes. Amém para a inteligência!&lt;br /&gt;O filme ainda gerou uma série de TV, estrelada por Anthony Michael Hall (que teve seu auge ao participar dos filmes "Mulher Nota 1000", "Clube dos Cinco" e "Gatinhas e Gatões", todos da década de 80), que mesmo dando alguns chutes no balde da lógica da trama original se mantém no ar até hoje; salvo engano, o SBT estava mostrando alguns episódios, com o nome "O Vidente", perdidos na madrugada ou tapando buracos nos domingos da emissora. Não sei se continua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: Christopher Walken (Johnny Smith), Martin Sheen (Greg Stillson), Brooke Adams (Sarah Bracknell), Herbert Lom (Dr. Samuel Weizak), Tom Skerritt (Xerife Bannerman), Sean Sullivan (Herb Smith), Jackie Burroughs (Vera Smith), Geza Kovacs (Sonny Elliman), Anthony Zerbe (Roger Stuart), Nicholas Campbell (Frank Dodd), Colleen Dewhurst (Sra. Dodd), Simon Craig (Chris Stuart), Roberta Weiss (Alma Frechette), Barry Flatman (Walt).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: David Cronenberg; Roteiro: Jeffrey Boam, baseado no livro “The Dead Zone”, de Stephen King; Produção: Debra Hill; Produtor Associado: Jeffrey Chernov; Produção Executiva: Dino de Laurentiis; Trilha Sonora: Michael Kamen; Diretor de Fotografia: Mark Irwin; Edição: Ronald Sanders; Seleção de Elenco: Deirdre Bowen, Janet Hirshenson e Jane Jenkins; Design de Produção: Carol Spier; Direção de Arte: Bárbara Dunphy; Cenografia; Tom Coulter; Figurinos: Olga Dimitrov; Maquiagem: Jenny Arbour e Shonagh Jabour; Som: David Lewis Yewdall, Devon Heffley Curry, Gregg Landaker, Steve Maslow e Bill Varney; Efeitos de Som: James Guthrie; Efeitos Especiais: Jon G. Belyeu; Efeitos Visuais: Michael Lennick.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-116347574713368061?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/116347574713368061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=116347574713368061&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/116347574713368061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/116347574713368061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/11/srie-stephen-king-16-hora-da-zona_14.html' title='Série Stephen King 16 / A Hora da Zona Morta'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-116330512653565147</id><published>2006-11-12T02:15:00.000-02:00</published><updated>2006-11-12T02:18:46.546-02:00</updated><title type='text'>Anjos Rebeldes 3</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Anjos Rebeldes 3: O Ascendente (&lt;em&gt;The Prophecy 3: The Ascent / God’s Army 3&lt;/em&gt;, EUA, 2000)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A única esperança da humanidade contra a destruição total!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Terceiro filme da franquia gerada pelo sucesso de “Anjos Rebeldes”, onde a saga de Gabriel (Christopher Walken), que começou como vilão e roubou o destaque para si, chega ao seu epílogo.&lt;br /&gt;Depois dos eventos do filme anterior, em que foi punido e se tornou humano, Gabriel segue de perto os passos de Danyael (Dave Buzzotta – que nomezinho infeliz), que não tem conhecimento ou consciência de sua herança e importância. O rapaz é um híbrido de uma mortal com um anjo, um Nephilim e pode dar novo rumo à guerra angelical por supremacia contra a humanidade pelas suas características e poderes únicos.&lt;br /&gt;Para evitar que o lado contrário aos homens perca, Zophael (Vincent Spano) vem ao nosso plano para destruir Danyael e libertar Pyriel (Scott Cleverdon), anjo do genocídio, varrer os homens do mapa e enfim voltar a ter Deus somente para eles.&lt;br /&gt;Um caso raro onde as seqüências mantiveram um encadeamento lógico entre os filmes, esta terceira parte, embora mais “viajandona” e padecendo de um elenco melhor, mantém o interesse e tenta fechar a trilogia com dignidade. E consegue. Fica a sugestão de assistir os três de uma vez para entender melhor a trama, já que não se fez nenhuma questão de situar o espectador que ainda não tenha visto os anteriores.&lt;br /&gt;Como mencionado, o roteiro é uma piração total, causando sorrisos amarelos do espectador à medida que os absurdos se acumulam e quase deixam tudo a perder, como por exemplo, nos diálogos entre os anjos e a solução encontrada para evitar a ascensão de Pyriel. Para piorar, o elenco é muito fraco e desperdiça as presenças de Christopher Walken (sempre bem, o cara é demais), Brad Dourif e Steve Hytner (único ator, além de Walken, a aparecer nos três filmes), deixando principalmente Spano (suas tentativas de parecer malvadão são ridículas), Dave Buzzotta (estreando, tadinho – mesmo mostrando certo potencial – é engolido pelos parceiros de cena, sejam quem forem) e Kayren Ann Butler (um rostinho bonito e só), passando vergonha.&lt;br /&gt;No mais, boas cenas de efeitos visuais e de maquiagem, dentro dos limites do orçamento de um filme direto para o mercado de vídeo e montagem interessante, com bons encadeamentos narrativos nas passagens de tempo e entre as alucinações e o mundo real.&lt;br /&gt;Como curiosidade, o diretor Patrick Lussier começou sua carreira como editor, na TV (trabalhou na série “McGyver – Profissão Perigo”) e trabalhou por muitos anos com o mestre do terror Wes Craven, responsável pela franquia “A Hora do Pesadelo”, “Pânico” e o recente “Vôo Noturno”. E a Scream Queen Linnea Quigley (uma loiraça gostosona que participou de muitos filmes de horror, quase sempre sem roupa) faz uma ponta.&lt;br /&gt;Ainda teve mais duas seqüências, filmadas na Romênia e lançadas recentemente em DVD, onde Walken não aparece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Christopher Walken (Gabriel), Vincent Spano (Zophael), Dave Buzzotta (Danyael), Kayren Butler (Maggie), Steve Hytner (Joseph), Brad Dourif (Zealot), Scott Cleverdon (Pyriel), Jack McGee (Detetive), Sandra Ellis Lafferty (Madge), Mark Prince Edwards (Homem das Rosquinhas), Tyrone Tann (Kyle), Moriah Shining Dove Snyder (Mary), William Stanford Davis (Legista), Drew Swaine (Danyael Jovem), Anthony Roselli (Sargento), Hi Border (Mulher Desdentada), Tom Kane (Voz de Anjo), Linnea Quigley (Prostituta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Patrick Lussier; Roteiro: Carl V. Dupré e Joel Soisson, baseados em personagens criados por Gregory Widen; Produção: Joel Soisson e W.K. Border; Produção Executiva: Gregory Widen, Robert Little, Harvey Weinstein e Bob Weinstein; Trilha Sonora: Steve Boeddeker; Direção de Fotografia: Nathan Hope; Edição: Peter Devaney Flanagan; Seleção de Elenco: Mark Tillman; Design de Produção: Deborah Raymond e Dorian Vernacchio; Figurinos: Laura Marolakos; Maquiagem: Solina Tabrizi e Ania Harasimiak; Efeitos de Maquiagem: Roy Knyrim e Jerry Macaluso; Som: Gary Rizzo e Frank Eulner; Efeitos Sonoros: Shannon Mills, André Fenley e Kevin Sellers; Efeitos Especiais: David Waine; Efeitos Visuais: Jamison Scott Goei.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-116330512653565147?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/116330512653565147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=116330512653565147&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/116330512653565147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/116330512653565147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/11/anjos-rebeldes-3.html' title='Anjos Rebeldes 3'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' 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src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-116285592960373704?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/116285592960373704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=116285592960373704&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/116285592960373704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/116285592960373704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/11/aviso-aos-navegantes.html' title='Aviso aos Navegantes'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115940425796769262</id><published>2006-09-27T21:38:00.000-03:00</published><updated>2006-11-05T23:51:40.783-02:00</updated><title type='text'>Madrugada dos Mortos</title><content type='html'>&lt;img src="C:\Documents and Settings\Ricardo\Meus documentos\Minhas imagens\Blog\filmes do blog\Filmes já criticados\Terror\dawn.jpg" alt="dawn.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Madrugada dos Mortos (&lt;em&gt;Dawn of the Dead&lt;/em&gt;, EUA, 2004)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Quando não houver mais espaço no inferno, os mortos caminharão sobre a Terra."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eu, como um fã de terror que sou, sempre admirei o trabalho do diretor americano George A. Romero. Assisti a todos os filmes dele disponíveis no mercado nacional, inclusive o obscuro Martin de 1977 (aguardem crítica em breve). Ele ficou famoso pela absoluta falta de concessões ao Happy End e ao politicamente correto em sua filmografia, sendo um dos maiores cineastas underground do mundo e, por isso, extremamente respeitado. O equivalente nacional seria o querido José Mojica Marins, o Zé do Caixão.&lt;br /&gt;O diretor ficou conhecido pela trilogia dos zumbis, iniciada com o clássico “A Noite dos Mortos Vivos”, de 1968; seguida pelo “O Despertar dos Mortos”, de 1979 e encerrada por “O Dia dos Mortos”, de 1983. A falta de financiamento sempre foi um problema para a realização dos filmes (o que ficou ainda mais evidente no último da trilogia), compensada enormemente pela criatividade e extremo comprometimento dos colaboradores, que muitas vezes faziam vários papéis além de suas tarefas na produção. A segunda parte da trilogia está inédita em nossos cinemas e no mercado de vídeo até hoje e é essa que foi refilmada aqui, pelo estreante Zack Snyder. Por não poder fazer comparações com o original, me aterei ao filme atual apenas.&lt;br /&gt;A história é a seguinte: uma enfermeira (Sarah Polley, musa independente) vai dormir em casa depois de um dia estafante, com seu marido. Na manhã seguinte, os dois são acordados por uma das crianças da vizinhança e o marido dela é atacado e morre; para depois ressuscitar como uma espécie de zumbi devorador de carne humana. Anna foge e pelo caminho encontra outras pessoas como ela, ainda não afetadas (a zumbificação se transmite pela mordida dos mortos-vivos) e que vão se refugiar num shopping center da região, tentando sobreviver à quantidade crescente de zumbis.&lt;br /&gt;A produção é um exemplo de tensão e bebe com prazer da fonte sangrenta do mestre Romero: cenas fortíssimas, ação, questionamentos filosóficos (mesmo que rasos, pela raridade no gênero merecem menção), personagens femininas fortes e nada de concessões (até mesmo crianças são transformadas em zumbis... uau!).&lt;br /&gt;Algumas cenas interessantes: a comunicação de Kenneth com Andy utilizando cartazes; o nascimento do filho de André; a primeira ida à garagem e a cena de encerramento.&lt;br /&gt;Um ótimo filme de terror, sem sustos fáceis e com ótima cenografia, maquiagem e efeitos especiais, além de elenco aplicado e eficiente. Fiquem de olho em Zack Snyder; eu certamente ficarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: Sarah Polley (Anna), Ving Rhames (Kenneth), Jake Weber (Michael), Mekhi Phifer (André), Ty Burrell (Steve), Michael Kelly (CJ), Kevin Zegers (Terry), Michael Barry (Bart), Lindy Booth (Nicole), Jayne Eastwood (Norma), Boyd Banks (Tucker), Inna Korobkina (Luda), R. D. Reid (Glen), Kim Poirier (Mônica), Matt Frewer (Frank), Justin Louis (Luis), Hannah Lochner (Vivian), Bruce Bohne (Andy), Tom Savini (Xerife), Ken Foree (Tele-evangelista), Blu (Chips).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Direção: Zack Snyder; Roteiro: James Gunn, baseado no roteiro de George A. Romero; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Produção: Marc Abraham, Eric Newman e Richard P. Rubinstein; Co-produção: Michael D. Messina; Produção Executiva: Armyan Bernstein, Thomas A. Bliss e Dennis E. Jones; Trilha Sonora: Tyler Bates; Direção de Fotografia: Matthew F. Leonetti; Edição: Niven Howie; Seleção de Elenco: Joseph Middleton; Design de Produção: Andrew Neskoromny; Direção de Arte: Arvinder Grewal; Cenografia: Steve Shewchuk; Figurinos: Denise Cronenberg; Maquiagem: Mario Cacciopo, Evelyn Carr, Carol Hartwick, Diana Ladyshewsky e Jo-Ann MacNeil; Efeitos de Maquiagem: David LeRoy Anderson, Barney Burman, Toni G e Nicole Michaud; Som: Scott A. Hecker, Chris Jenkins e Frank A. Montaño; Efeitos Sonoros: Frederick Howard, Jason Jennings e Eric A. Norris; Efeitos Especiais: Gary D’Amico, Arthur Langevin e Laird McMurray; Efeitos Visuais: Dennis Berardi, Kristy Blackwell e Sean Cohen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115940425796769262?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115940425796769262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115940425796769262&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115940425796769262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115940425796769262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/09/madrugada-dos-mortos.html' title='Madrugada dos Mortos'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115777642047398599</id><published>2006-09-09T01:29:00.000-03:00</published><updated>2006-09-09T01:33:40.490-03:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 15 / Cujo</title><content type='html'>&lt;img src="C:\Documents and Settings\Ricardo\Meus documentos\Minhas imagens\Blog\filmes do blog\cujo.jpg" alt="cujo.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cujo (&lt;em&gt;Cujo&lt;/em&gt;, EUA, 1983)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Agora há um novo nome para o Terror...”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um fofo e delicado cachorro São Bernardo, chamado Cujo (palavra índia que significa “força incontrolável”), está todo catito e saltitante perseguindo um coelhinho na mata; o bichinho se enfia em um buraco - Cujo mete a cabeça dentro da toca e começa a latir, doido para pegar a presa. Só que a toca é, na verdade, uma pequena caverna onde uma comunidade de morcegos-vampiros descansa da labuta noturna.&lt;br /&gt;Um dos morceguinhos, p da vida, ataca e morde o focinho de Cujo, que volta para casa com o rabo entre as pernas; gradativamente, o estado de saúde do cão se deteriora. Ele, então, sai numa fúria assassina e atacando qualquer pessoa que fique na sua frente com seu tamanho e força (que já não eram desprezíveis – lembrem-se, senhoras e senhores: é de um São Bernardo que estamos falando, não um poodle) multiplicados pela raiva.&lt;br /&gt;Nesse meio tempo, vemos que a família de Donna (Dee Wallace Stone) vai mal das pernas; ela está tendo um caso com o vizinho Steve (Christopher Stone). O marido de Donna, Vic (Daniel Hugh-Kelly), quer se afogar no trampo, depois de descobrir o chifre de três pontas que a esposa lhe colocou na cabeça e nem dá muita bola para os apelos do filho Tad (Danny Pintauro, da série dos anos 80 “Quem é o Chefe?”, com Tony Danza).&lt;br /&gt;Indo até a fazenda de Steve para terminar o relacionamento escuso, Donna e Tad ficam presos no carro quando Cujo, depois de ter barbarizado metade da cidade, incluindo seu próprio dono Joe Camber (Ed Lauter), os ataca violentamente.&lt;br /&gt;Eficiente thriller, que supera sua produção mais pobre com ótimo domínio do suspense e um “herói” assustador. O cachorro São Bernardo nada fica a dever ao tubarão branco de “Tubarão” ou ao macaco gigante de “King Kong”, guardadas as devidas proporções, claro. Esse suspense é auxiliado pela edição esperta de Neil Travis, com diversos cortes rápidos e a fotografia mais granulada e suja de Jan de Bont (futuro diretor de “Twister” e “Velocidade Máxima”). O diretor Teague usa alguns enquadramentos subjetivos, do ponto de vista do cachorro, por exemplo, aumentando a tensão.&lt;br /&gt;O roteiro busca a idéia de que Cujo é uma retribuição por comportamentos considerados como inaceitáveis; a maioria das vítimas do cão faz ou fez alguma coisa que não devia. Donna é adúltera; Joe Camber é um beberrão contumaz e que aprecia dar umas pancadas na mulher e nos filhos; e por aí vai. Esse viés mais moralista vem da fonte, um dos primeiros livros de Stephen King e não fica pesado. Dá aquela impressão de ira de Deus, saca?&lt;br /&gt;Outra virtude do filme é não se entregar aos clichês consagrados e ter coragem. O final é um dos mais aterradores de todos os tempos.&lt;br /&gt;Rapaz, se Deus ficasse bravo e mandasse um Cujo atrás de quem faz maldades... Ia ser um pandemônio, senhoras e senhores.&lt;br /&gt;Assista sem medo. Melhor, tenha medo; mas assista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Dee Wallace Stone (Donna Trenton), Danny Pintauro (Tad Trenton), Daniel Hugh-Kelly (Vic Trenton), Christopher Stone (Steve Kemp), Ed Lauter (Joe Camber), Kaiulani Lee (Charity Camber), Billy Jacoby (Brett Camber), Mills Watson (Gary Pervier), Sandy Ward (Bannerman), Merritt Olsen (Professor), Arthur Rosenberg (Roger Breakstone), Terry Donovan-Smith (Harry), Robert Elross (Meara), Robert Behling (Fournier), Clare Nono (Repórter de TV) e Daniel Blatt (Dr. Merkatz).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Lewis Teague; Roteiro: Don Carlos Dunaway e Lauren Currier, baseados no livro “Cujo”, de Stephen King; Produção: Daniel Blatt e Robert Singer; Produção Executiva: Neil A. Machlis; Trilha Sonora: Charles Bernstein; Direção de Fotografia: Jan de Bont; Edição: Neil Travis; Seleção de Elenco: Judith Holstra e Marcia Ross; Design de Produção: Guy Comtois; Cenografia: John Bergman; Figurinos: Jack Buehler; Maquiagem: Robin Neal e Julie Purcell; Efeitos de Maquiagem: Peter Knowlton; Som: Robert Glass, Michael Hilkene, David J. Hudson e Ray West; Efeitos Especiais: Rick Josephsen.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115777642047398599?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115777642047398599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115777642047398599&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115777642047398599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115777642047398599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/09/srie-stephen-king-15-cujo.html' title='Série Stephen King 15 / Cujo'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115591329120342646</id><published>2006-08-18T11:54:00.000-03:00</published><updated>2006-08-18T12:01:31.220-03:00</updated><title type='text'>Hannibal</title><content type='html'>&lt;img src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\hannibal-poster03.jpg" alt="hannibal-poster03.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Hannibal (&lt;em&gt;Hannibal&lt;/em&gt;, EUA/ING, 2001)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;“Quebre o silêncio.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Continuação, mais de dez anos depois, do mega-sucesso “O Silêncio dos Inocentes”.&lt;br /&gt;Clarice Starling (Julianne Moore) continua sua carreira como agente do FBI e, quando uma batida de rotina vira uma tragédia, ela é designada para reabrir o caso do Dr. Hannibal “O Canibal” Lecter (Anthony Hopkins), que a ajudou a pegar o assassino Buffalo Bill no filme de 1991 e está foragido há mais de uma década.&lt;br /&gt;O caso foi reaberto por pressão de Mason Verger (Gary Oldman, irreconhecível), a única vítima do bom doutor que sobreviveu e tem como único objetivo em seu arremedo de vida gastar suas dezenas de milhões de dólares para se vingar, mesmo que tenha que destruir a carreira de Starling, com a ajuda do inescrupuloso membro do departamento de Justiça Paul Krendler (Ray Liotta).&lt;br /&gt;Nesse meio tempo, um zeloso e desesperado policial de Florença, Pazzi (Giancarlo Giannini) desconfia que o refinado novo curador da bilbioteca de Dante Alighieri, o Dr. Fell, é ninguém mais ninguém menos do que o próprio Dr. Lecter. Atrás da recompensa paga por Mason, Pazzi avisa o demente que Lecter está em Florença, forçando-o a fugir da Itália e ir atrás de Clarice e de Verger.&lt;br /&gt;Apesar das críticas negativas que a maioria escreveu, sinto discordar. Adoro este filme, pois houve a acertada decisão de deslocar o foco narrativo de Clarice para Lecter, dando a chance de Hopkins brilhar mais uma vez. O personagem é simplesmente fascinante, pois mistura todo o refinamento e erudição possíveis com um instinto assassino deplorável, além de, é claro, o canibalismo. Recheado de simbolismo, o ato de devorar a carne de um semelhante combina com a personalidade de Lecter. Este se considera uma espécie de juiz de quem merece ou não merece viver e ao comer a carne de suas vítimas, ele considera que sua missão está sendo cumprida a contento; afinal, como ele mesmo disse ao enfermeiro Barney, “eu prefiro comer os rudes” e de grosseria este mundo está cheio, não é mesmo?&lt;br /&gt;Cumpre destacar a troca de atrizes para o personagem de Clarice, saindo Jodie Foster (do papel que lhe rendeu um Oscar) e entrando Julianne Moore. A ruiva defende bem o papel, embora exagere um pouco na frieza e distanciamento emocional da agente Starling, que às vezes fica parecendo uma máquina; no entanto, demonstra muito bem as emoções violentas de Clarice nas cenas mais fortes e mais tristes, tendo sido uma boa escolha – além de ser lindíssima e ter química com Hopkins.&lt;br /&gt;Mais um destaque do elenco é Gary Oldman, sob pesadíssima maquiagem (extremamente competente, aliás), como o piradão Mason Verger e Ray Liotta, simplesmente asqueroso no papel do carreirista Paul Krendler.&lt;br /&gt;O roteiro, escrito a quatro mãos pelos talentosos David Mamet (“Os Intocáveis”, “A Trapaça”, entre outros) e Steven Zaillian (“Missão Impossível”, “A Lista de Schindler”) conseguiu a façanha de ser melhor do que o livro que o originou. Thomas Harris viajou demais e escreveu um romance grotesco e cheio de cenas repugnantes, sem qualquer preocupação em fazer muito sentido, deixando os personagens quase que caricaturas doentias de si mesmos. Os roteiristas reverteram o quadro e, embora deixem várias cenas fortes e bizarras, entregaram uma história mais coerente e palatável ao grande público, em um trabalho cheio de méritos.&lt;br /&gt;Méritos que devem ser divididos fraternalmente com Ridley Scott. Com talento comprovado para contar histórias, apurado senso visual e excelente direção de atores, o diretor inglês fez um de seus melhores filmes; com uso interessante de câmera lenta e enquadramentos estilizados, a trama se desenvolve com naturalidade e fluência; somente perdendo um pouco do rumo, curiosamente, nas cenas mais malucas, como o ataque dos javalis e a ceia macabra entre Lecter, Krendler e Starling.&lt;br /&gt;Com um final irônico e perturbador, é uma sequência digna do filme de 1991 e que ajudou a perpetuar o mito do psiquiatra canibal no inconsciente coletivo, tornando-o um dos mais queridos vilões da história do cinema.&lt;br /&gt;Teve ainda mais uma “prequel”, em 2002, com a refilmagem de “Dragão Vermelho”, de 1986, a primeira aparição de Lecter no cinema, mais uma vez com Hopkins no papel central.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: Anthony Hopkins (Dr. Hannibal Lecter), Julianne Moore (Clarice Starling), Ray Liotta (Paul Krendler), Zeljko Ivanek (Cordell), Frankie Faison (Barney), Giancarlo Giannini (Inspetor Francesco Pazzi), Francesca Neri (Allegra Pazzi), Enrico Lo Verso (Gnocco), Ivano Marescotti (Carlo) e Gary Oldman (Mason Verger).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Diretor: Ridley Scott; Roteiro: Stephen Zaillian e David Mamet, baseados no livro “Hannibal”, de Thomas Harris; Produção: Dino de Laurentiis, Martha de Laurentiis e Ridley Scott; Produtores Associados: Terry Needham e Lucio Trentini; Produção Executiva: Branko Lustig; Trilha Sonora: Hans Zimmer; Direção de Fotografia: John Mathieson; Edição: Pietro Scalia; Seleção de Elenco: Louis Di Giaimo; Design de Produção: Norris Spencer; Cenografia: Crispian Sallis; Direção de Arte: David Crank; Figurinos: Janty Yates; Maquiagem: Giancarlo De Leonardis, Elisabetta De Leonardis e Fabrizio Sforza; Efeitos de Maquiagem: Greg Cannom, Mary Kim, Wendy McNeny, Russell Shinkle, Brian Sipe e Wes Wofford; Som: Per Hallberg, Karen M. Baker, Doug Hemphill e Paul Massey; Efeitos Sonoros: Christopher Assells, Dino Rimuro, Dan Hegeman, Scott Sanders e Jon Title; Efeitos Especiais: Renato Agostini, Kevin Harris, Art Pimentel e Daniel Acon; Efeitos Visuais: Tim Burke e Laurent Hugueniot.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115591329120342646?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115591329120342646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115591329120342646&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115591329120342646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115591329120342646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/08/hannibal.html' title='Hannibal'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115559248157249908</id><published>2006-08-14T18:51:00.000-03:00</published><updated>2006-08-14T18:54:41.583-03:00</updated><title type='text'>A Bolha Assassina</title><content type='html'>&lt;img src="C:\Documents and Settings\Ricardo\Meus documentos\Minhas imagens\Blog\filmes do blog\abolhaassassina.jpg" alt="abolhaassassina.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Bolha Assassina (The Blob, EUA, 1988)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Grite agora, enquanto ainda há espaço para respirar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma recriação (diferente de refilmagem, a recriação é pegar a idéia básica e criar algo diferente) do filme de 1958, é uma boa produção de terror que entrega uma experiência nostálgica e mais violenta dos “monster movies” da década de 50 e começo da de 60.&lt;br /&gt;Na trama, o rebeldezinho da cidade, Brian Flagg (Kevin Dillon), vê um meteoro caindo nas montanhas e vai até o local da queda. Chegando lá, testemunha um velho chegando perto da pedra e esta se abre, revelando uma substância gelatinosa e com um brilho estranho. O velho toca a substância e a bolha se liberta, ficando presa na mão dele.&lt;br /&gt;Assustado, Brian corre para a cidade, tentando encontrar ajuda. Nesse meio tempo, a bolha começa a atacar os jovens da rua dos namorados (sempre tem uma, uma espécie de mirante de onde se vêem as luzes, numa cena clássica que tem em todos os filmes de monstro e de psicopata. Deve ter uma lei obrigando... ;) ) e inicia a descida para o vale. Nesse meio tempo, já no hospital depois de pegar uma carona com o casal Meg (Shawnee Smith) e Paul (Donovan Leitch), Flagg vai embora, incomodado com a atitude desafiadora de Paul e o tratamento amistoso de Meg. Mas a bolha ataca novamente, cada vez mais forte e agressiva.&lt;br /&gt;Meg reencontra Flagg ao fugir do hospital e ambos são surpreendidos com a presença de um grupo de soldados e de cientistas em roupas estranhas, liderados pelo Dr. Meddows (Joe Sêneca), que afirmam estarem lá apenas para ajudar. Quando vêem a equipe do governo decretando um toque de recolher e prendendo todos na igreja da cidade, os garotos desconfiam que as intenções não são das melhores e ainda por cima a bolha está crescendo cada vez mais. Até que chega a hora do confronto final...&lt;br /&gt;Junto com “O Ataque dos Vermes Malditos”, este filme deixa uma bonita homenagem com uma pitadona de sangue e nojeiras; os efeitos da criatura são muito bons (com quase nenhuma utilização de computadores) e os ataques não poupam criancinhas e namoradinhos, além de serem bem encenados no tocante ao suspense, pois o espectador sabe que o monstro está bem ali e ele é rápido para caramba, mas os personagens não. Os demais aspectos técnicos estão na média do período, com boas direção de arte, fotografia e música.&lt;br /&gt;O roteiro, do próprio diretor em parceria com o bom Frank Darabont (“Um Sonho de Liberdade”, “À Espera de um Milagre”), apesar de seguir o esquema antiquado dos filmes homenageados, dá uma atualizada bem-vinda ao desenrolar da trama, como, por exemplo, na cena da farmácia.&lt;br /&gt;Livremente inspirado no conto de H.P. Lovecraft “A Cor que Caiu do Céu”, vale a pena assistir. E não deixe de ver o final-surpresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Kevin Dillon (Brian Flagg), Shawnee Smith (Meg Penny), Donovan Leitch (Paul Taylor), Jeffrey DeMunn (Xerife Herb Geller), Candy Clark (Fran Hewitt), Joe Sêneca (Dr. Meddows), Del Close (Reverendo Meeker), Paul McCrane (Policial Bill Briggs), Sharon Spellman (Sra. Penny), Art LaFleur (Sr. Penny), Beau Billingslea (Moss Woodley), Michael Kenworthy (Kevin Penny), Douglas Emerson (Eddie Beckner), Erika Eleniak (Vicki de Soto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Chuck Russell; Roteiro: Chuck Russell e Frank Darabont, baseados no roteiro de Theodore Simonson e Kay Linaker; História: Irving H. Millgate; Produção: Jack H. Harris, Rupert Harvey e Elliott Kastner; Produção Executiva: André Blay; Trilha Sonora: Michael Hoenig; Diretor de Fotografia: Mark Irwin; Edição: Tod Feuerman e Terry Stokes; Elenco: Johanna Ray; Design de Produção:Craig Stearns; Direção de Arte: Jeff Ginn; Figurino: Joseph A. Porro; Maquiagem: Kathryn Fenton, Cynthia J. Gardner e Tony Gardner; Efeitos Sonoros: Matthew Iadarola; Som: Bruce Fortune, Richard E. Yawn e Frank A. Fuller Jr.; Efeitos Especiais: Philip Bartko, Adam Hill e A. J. Workman; Efeitos Visuais: Hoyt Yeatman.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115559248157249908?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115559248157249908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115559248157249908&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115559248157249908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115559248157249908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/08/bolha-assassina.html' title='A Bolha Assassina'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115438727359296588</id><published>2006-07-31T20:02:00.000-03:00</published><updated>2006-07-31T20:07:53.596-03:00</updated><title type='text'>Zombiethon - A Hora dos Zumbis</title><content type='html'>&lt;img src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\x-zombiethon-jj.jpg" alt="x-zombiethon-jj.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Zombiethon – A Hora dos Zumbis (&lt;em&gt;Zombiethon&lt;/em&gt;, EUA, 1986)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Formas cambaleantes! Demônios rastejantes! Inimigos descarnados! O mais vívido Festival dos Mortos está para começar!”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma coletânea de trechos de filmes e trailers onde os zumbis têm destaque. O título original brinca com o termo “marathon – maratona” aludindo ao fato de mostrar vários filmes de uma vez. Os trechos são ligados por segmentos originais onde moças bonitas são perseguidas por mortos-vivos (quase sempre com máscaras de borracha) e se refugiam em um cinema antigo freqüentado pelos retratados. Esse tipo de compilação teve relativo sucesso na década de 80 e foi responsável por salvar muita coisa do completo ostracismo. O título em português demonstra a influência do sucesso nacional de “A Hora do Pesadelo”, como já apontei diversas vezes aqui no blog.&lt;br /&gt;No primeiro, trechos de “Zumbi”, do diretor italiano Lucio Fulci, são mostrados; neles, vemos algumas cenas de ataques de zumbis, inclusive um que acontece debaixo d’água (!), onde a vítima escapa graças a um tubarão, que luta com o zumbi (!!!). Alguma nudez e sangueira de monte, com olhos perfurados, gargantas rasgadas e cabeças estouradas a tiros. O diretor foi um dos mais importantes realizadores de terror na Europa, com filmes extremamente violentos, que foram banidos do Brasil durante a ditadura militar.&lt;br /&gt;No próximo segmento, trechos de “Lago dos Zumbis”. Numa cidade francesa, alguns soldados alemães são mortos pela Resistência e jogados num lago; depois de muitos anos, retornam como zumbis e atacam os freqüentadores. Mulher pelada de monte e zumbis de cara pintada de azul completa o mote. Foi dirigido por Jean Rollin e escrito pelo espanhol Jesus Franco, dois mestres do gênero na Europa, mas é bem ruinzinho.&lt;br /&gt;No terceiro, somos apresentados a “Oásis dos Zumbis”. Um grupo de pessoas atrás de um tesouro nazista no deserto é atacado por zumbis que protegem a fortuna. Maquiagem ridícula e mulherada pelada sendo atacada. Dirigido por Jesus Franco.&lt;br /&gt;Depois, mais um filme de Fulci, “Medo”, onde um zumbi aparece numa seqüência de pesadelo. A história é mais um thriller de assassinato do que outra coisa, mas vale pelo estilo bacana de filmagem e o clima delirante.&lt;br /&gt;O quinto trecho é de “Morte Invisível” onde um homem-macaco invisível enlouquece e escapa do seu criador para matar as pessoas; como é comum, mulher pelada e cenas sangrentas e ocasionalmente cômicas. Dirigido por Pierre Chevalier.&lt;br /&gt;O próximo é “Uma Virgem entre os Mortos-Vivos”, no qual uma moça, Christine, vai a um castelo para a leitura do testamento dos pais e verifica que os parentes são zumbis, entrando em delírios de rituais satânicos eróticos e sua própria morte por sacrifício. Em mais um filme de Jesus Franco.&lt;br /&gt;O sétimo é “Zumbis do Espaço”, onde um cientista doidão desenvolve criaturas com partes de corpos que saem numa fúria sanguinária, tendo ainda uma gangster gostosona que quer roubar as criaturas para sua gangue. Uma piração completa, mas parece bem divertido. As habituais mulheres peladas num filme dirigido por Ted Mickels, concorrente do pior diretor do mundo, Ed Wood.&lt;br /&gt;Bem difícil de encontrar, é uma raridade onde, pelo menos, se podem ver pérolas do terror europeu e dá um caldo para os fãs. Mas não é para qualquer um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Karrene Janyl Caudle (Imã de zumbi), Tracy Burton (Imã de zumbi), Paula Singleton (Imã de zumbi), Janelle Lewis (Imã de zumbi), Janessa Lester (Imã de zumbi), Randolph Roehbling (Zumbi), Chuck Spero (Zumbi), Mike Groves (Zumbi), Gary Thorpe (Zumbi), David Lady (Zumbi), Laura Lady (Zumbi), Dante Renta (Zumbi), Frank Olechniki (Zumbi).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Ken Dixon; Roteiro: Ken Dixon (segmentos de ligação); Produção: Ken Dixon; Produção Executiva: Charles Band; Maquiagem: David Lady e Joe Reader.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115438727359296588?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115438727359296588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115438727359296588&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115438727359296588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115438727359296588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/07/zombiethon-hora-dos-zumbis.html' title='Zombiethon - A Hora dos Zumbis'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115438693769304933</id><published>2006-07-31T19:59:00.000-03:00</published><updated>2006-07-31T20:02:17.696-03:00</updated><title type='text'>Ecos do Além</title><content type='html'>&lt;img src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\ecosdoalem.jpg" alt="ecosdoalem.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ecos do Além (&lt;em&gt;Stir of Echoes&lt;/em&gt;, EUA, 1999)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Em cada mente, há uma porta que jamais deveria ser aberta.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tom Witzky (Kevin Bacon) é um músico esperando uma chance, que trabalha na companhia telefônica para sustentar a esposa Maggie (Kathryn Erbe) e o filhinho Jake (Zachary David Cope). Altamente cético, Tom, depois de umas e outras em uma festa, aceita ser hipnotizado por Lisa (Illeana Douglas), uma amiga de sua esposa que ele simplesmente detesta. Acontece que Tom fica profundamente hipnotizado e uma porta em sua mente acaba se abrindo, deixando-o sensibilizado a vibrações de espíritos.&lt;br /&gt;Assim, com a companhia de Jake, que sempre demonstrou uma sensibilidade acentuada, Tom instintivamente (ou não) descobre um assassinato, de uma adolescente chamada Samantha (Jennifer Morrison) e que ficou como não resolvido. O crime aconteceu em sua casa, alugada de um amigo da vizinhança, Harry (Conor O’Farrell); com o tempo, a obsessão de Tom revela outros aspectos do ocorrido que as pessoas do local gostariam que ficasse em paz...&lt;br /&gt;Um filme de suspense bem desenvolvido e arquitetado por Koepp, um talentoso roteirista (“Homem-Aranha”, entre outros) em sua estréia na direção; o roteiro deixou diversas homenagens, ao autor Richard Matheson, espalhadas pela trama (o livro que a babá de Sam lê; trechos de filmes baseados em livros dele). É curioso como a história se parece com a trama de “O Sexto Sentido”, lançado no mesmo ano; só que o filme de Koepp foi finalizado antes, mas o estúdio resolveu lançá-lo nos cinemas somente depois do enorme sucesso do filme de Shyamalan; e este aqui ficou marcado como imitação, mesmo tendo sido feito primeiro e foi severamente prejudicado nas bilheterias. Os engravatados (executivos dos estúdios) são complicados, senhoras e senhores.&lt;br /&gt;Tirando esses pequenos detalhes, vamos falar sobre outros aspectos. A opção de fotografia mais granulada (com pequenas falhas de cor e nitidez) e escurecida foi correta, pois deixou a produção com uma aparência mais anos 70 (mesma técnica utilizada por Spielberg em “Munique”) e mais adequada ao objetivo de deixar o espectador colado na cadeira. Os arredores da casa de Tom têm um tom depressivo e inquietante, mesmo com a aparente tranqüilidade e amizade entre os habitantes da área.&lt;br /&gt;As cenas de flashback e as visões de Tom dão arrepios, ainda mais com a outra decisão correta do ponto de vista narrativo de não mostrar tudo, focando em certos detalhes como uma unha quebrada (assistam que vocês vão entender), potencializando o suspense e desconforto e desviando da armadilha de 8 entre 10 filmes de terror de apostar em toneladas de efeitos sanguinolentos e acordes altos de trilha para arrancar sustos fáceis.&lt;br /&gt;Nos demais departamentos técnicos, tudo correto e honesto, mesmo sem ser brilhante, em ressonância com a produção mais modesta. O elenco defende bem seus personagens, com destaque absoluto para Bacon, ator de bons recursos que dificilmente tem uma oportunidade de ter o personagem principal, aproveitando bem a chance e o garotinho Zachary David Cope em boa estréia e demonstrando ter futuro.&lt;br /&gt;Em suma, uma boa dica para os fãs do gênero que apreciam uma opção mais madura e sem tanta pirotecnia.&lt;br /&gt;Uma curiosidade: buscando sempre um realismo maior, as técnicas que Lisa usa em Tom são as mesmas utilizadas por hipnotizadores profissionais; para evitar que pessoas no cinema com maior propensão a entrar em transe realmente o fizessem (e existiram casos de pessoas que foram hipnotizadas mesmo), um acorde alto da trilha foi acrescentado para “despertar” essas pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: Kevin Bacon (Tom Witzky), Zachary David Cope (Jake Witzky), Kathryn Erbe (Maggie Witzky), Illeana Douglas (Lisa Weil), Kevin Dunn (Frank McCarthy), Conor O’Farrell (Harry Damon), Lusia Strus (Sheila McCarthy), Stephen Eugene Walker (Bobby), Mary Kay Cook (Vanessa Damon), Larry Neumann Jr. (Lenny), Jennifer Morrison (Samantha Kozac), Steve Rifkin (Kurt Damon), Chalon Williams (Adam McCarthy) e Liza Weil (Debbie Kozac).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor; David Koepp; Roteiro: David Koepp, baseado no livro “A Stir of Echoes”, de Richard Matheson; Produção: Judy Hofflund e Gavin Polone; Produção Executiva: Michele Weisler; Trilha Sonora: James Newton Howard; Direção de Fotografia: Fred Murphy; Edição: Jill Savitt; Seleção de Elenco: Mary Colquhoun; Design de Produção: Nesoln Coates; Direção de Arte: David W. Krummel; Cenografia: Susie Goulder; Figurinos: Leesa Evans; Maquiagem: Lun Yé Hodges e Linda Melazzo; Efeitos de Maquiagem: Jim Beinke, Villamor Cruz e Tony Gardner; Som: Carmen Baker, Todd Toon, Tim Chau e Andy D’Addario; Efeitos Sonoros: Kurt Nicholas Forsagher, Adam Kopald, Donald J. Malouf e Reggie McGuire; Efeitos Especiais: Rodman Kaiser; Efeitos Visuais: Casey Cannon, Brent O. Coert e Van Ling.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115438693769304933?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115438693769304933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115438693769304933&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115438693769304933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115438693769304933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/07/ecos-do-alm.html' title='Ecos do Além'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115438674505427270</id><published>2006-07-31T19:56:00.000-03:00</published><updated>2006-07-31T19:59:05.076-03:00</updated><title type='text'>A Chave Mestra</title><content type='html'>&lt;img src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\achave.jpg" alt="achave.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Chave Mestra (&lt;em&gt;The Skeleton Key&lt;/em&gt;, EUA, 2005)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Temer é acreditar.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma enfermeira de Nova Orleans, Caroline (Kate Hudson), se cansa da falta de proximidade com os pacientes da clínica onde trabalha e sai à procura de um novo emprego. Por um anúncio de jornal, ela chega até a casa de Violet (Gena Rowlands), que procura uma auxiliar em fazer com que seu marido, Ben (John Hurt), tenha uma morte tranqüila após um derrame gravíssimo.&lt;br /&gt;A casa dos Devereaux é nos bayous (pântanos) da Louisiana, um local permeado de magia dos ex-escravos que ali fizeram seu lar até a venda do estado aos americanos pelos franceses, no século XIX. Por esse motivo, a amiga de Caroline, Jill (Joy Bryant) se espanta com o fato de ela ter aceitado morar tão longe da cidade e com tanta superstição no ar. Caroline não dá bola para Jill e continua a trabalhar.&lt;br /&gt;Com o tempo, ela percebe algo de estranho com sua empregadora e, principalmente, com seu paciente, desconfiando que Violet tenha feito um feitiço contra Ben. Buscando informações, Caroline descobre que a casa onde mora foi residência da família Thorpe, de ricos banqueiros, onde trabalhavam os sacerdotes de vodu Papa Justify (Ronald McCall) e Mama Cecile (Jeryl Prescott), linchados por amigos dos donos da casa pela desconfiança de uso da magia contra os filhos do casal.&lt;br /&gt;Depois de encontrar um LP com uma conjuração (espécie de oração para invocar poderes específicos) feita por Justify, Caroline pede a ajuda de Luke (Peter Sarsgaard), advogado da família e que a contratou, para tirar Ben da casa antes que Violet realmente mate o marido. Mas nem tudo é o que parece ser...&lt;br /&gt;Um filme interessante, onde fica evidente a pesquisa realizada pelo roteirista Kruger (de “O Chamado” e “O Suspeito da Rua Arlington”) para retratar com mais fidelidade o mundo fascinante e misterioso das crenças africanas do vodu (que é uma religião organizada) e do hudu (compêndio de magias com ervas e outros elementos, sem ligação específica com religião), muito fortes na Lousiana, cenário da trama. Só que existem defeitos.&lt;br /&gt;O desenvolvimento dos personagens fica prejudicado pela necessidade infantil de pregar sustos na platéia, com a utilização de clichês em cima de clichês. Está tudo lá: as portas que abrem misteriosamente, os barulhos no sótão, a mão no ombro, etc, etc. Dessa forma, alguns personagens são relegados ao segundo plano, sem coerência narrativa, exceto para cenas onde servem apenas de escada para uma situação vivida pela protagonista ou dar uma explicação para o espectador. Isso, infelizmente, é um problema crônico das produções recentes do gênero. O roteirista dá a impressão de, ao bolar uma situação, se perder; e precisa recorrer a isso para recolocar a história nos eixos.&lt;br /&gt;Claro que nem tudo é ruim, pois as reviravoltas da trama são bem-vindas e o final é surpreendente em uma maneira extremamente positiva. Garanto que ninguém iria imaginar o que estava vindo, apesar das pequenas pistas lançadas, sutilmente, ao longo da projeção de forma eficaz.&lt;br /&gt;Por outro lado, Kate Hudson demonstra, mais uma vez, sua extrema empatia com o público e faz com que a gente se importe com o destino de sua personagem, além de ser uma gracinha – a câmera gosta dela e parece procurá-la. O diretor Softley não fica inventando muito e mostra competência.&lt;br /&gt;No geral, vale a visita, estando acima da média recente de terror. Com o mérito de usar uma história original e sem apelar para tramas requentadas ou importadas de outros países, mesmo abusando um pouco dos lugares comuns.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: Kate Hudson (Caroline Ellis), Gena Rowlands (Violet Deveraux), John Hurt (Ben Deveraux), Peter Sarsgaard (Luke), Joy Bryant (Jill), Maxine Barnett (Mama Cynthia), Fahnlonee Harris (Hallie), Thomas Uskali (Robertson Thorpe), Jen Apgar (Madeleine Thorpe), Forrest Landis (Martin Thorpe), Jamie Lee Redmon (Grace Thorpe), Ronald McCall (Papa Justify), Jeryl Prescott (Mama Cecile), Isaach De Bankolé (Dono do Posto de Gasolina), Christa Thorne (Anciã Creole).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Iain Softley; Roteiro: Ehren Kruger; Produção: Daniel Bobker, Michael Shamberg, Stacey Sher e Iain Softley; Produção Executiva: Clayton Townsend; Trilha Sonora: Ed Shearmur; Diretor de Fotografia: Daniel Mindel; Edição: Joe Hutshing; Seleção de Elenco: Lisa Mãe Fincannon e Ronna Kress; Design de Produção: John Beard; Direção de Arte: Drew Boughton e Suttirat Anne Larlarb; Cenografia: Fontaine Beauchamp Hebb; Figurino: Louise Frogley; Maquiagem: Susan Germaine e Christina Smith; Som: Scott Millan, David Parker e Wylie Stateman; Efeitos Sonoros: Christopher Assells, Tom Ozanich, Bruce Tanis, Jon Title e Tim Walston; Efeitos Especiais: Jason Hamer, Bob Stoker e Matt Sweeney; Efeitos Visuais: Dan Deleeuw, Mark Edwards, Karl Herbst, Richard Malzahn, Stephanie Pollard e James D. Tittle.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115438674505427270?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115438674505427270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115438674505427270&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115438674505427270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115438674505427270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/07/chave-mestra.html' title='A Chave Mestra'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115290740520124680</id><published>2006-07-14T16:58:00.000-03:00</published><updated>2006-07-14T17:03:25.230-03:00</updated><title type='text'>À Beira da Loucura</title><content type='html'>&lt;img src="\\Fileserver\FISC$\PASTAS DE TÉCNICOS\RVieira\Imagens\mouth.jpg" alt="mouth.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;À Beira da Loucura (&lt;em&gt;In The Mouth of Madness&lt;/em&gt;, EUA, 1994)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“VIVEU algum bom livro ultimamente?”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;John Trent (Sam Neill) é um investigador particular especializado em desmascarar fraudes de seguro, considerado um dos melhores dos EUA. Ele recebe uma ligação de um velho amigo, Robinson (Bernie Casey), para investigar um pedido milionário de indenização, feito por uma companhia editorial, em virtude do desaparecimento de Sutter Cane (Jurgen Prochnow) um autor mega-popular de livros de terror e suspense.&lt;br /&gt;Ao longo da investigação, acompanhado da editora de Cane, Linda Styles (Julie Carmen, de “A Hora do Espanto 2” e péssima como sempre), Trent verifica que os livros escritos pelo autor desaparecido possuem descrições e situações extremamente reais e causam um efeito devastador nos leitores, numa espécie de frenesi homicida coletivo. Decidido a encontrar onde está a fraude, Trent e Linda chegam à cidade de Hobb's End – cenário dos livros assustadores de Sutter Cane. E John começa a ter dúvidas se existe uma tentativa de esquema ou se Cane realmente tem poderes para trazer os demônios da escuridão para o mundo dos humanos.&lt;br /&gt;Último filme da “trilogia do apocalipse” (que inclui ainda “O Enigma do Outro Mundo”, de 1982 e “O Príncipe das Sombras”, de 1987), é bastante interessante em sua premissa (uma divertida brincadeira com as vendagens absurdas e a histeria de certo tipo de fã, em homenagem ao amigo do diretor John Carpenter, o escritor Stephen King) e tem bons momentos ao longo do desenvolvimento da trama, como o encarceramento de Trent e a chegada a Hobb's End, entre outros; o roteiro, ainda, não cai na tentação de forçar finais felizes ou coisa que o valha, em uma aposta acertada do diretor Carpenter e do roteirista De Luca.&lt;br /&gt;Um grande porém é a estrutura episódica do desenvolvimento da trama, que fica com jeitão de mini-série de TV e prejudica o ritmo narrativo, deixando-o irregular e cansando o espectador em algumas ocasiões. É de chamar a atenção a péssima atuação de Julie Carmen, que quase estraga tudo.&lt;br /&gt;No mais, ótimos efeitos especiais dos bambas Kurtzman, Berger e Nicotero (sempre competentes e nojentos), performance inspirada de Sam Neill e clima insano bem bacana. Muitas das situações mostradas foram inspiradas pelos livros de H.P. Lovecraft, um dos melhores escritores de terror de todos os tempos, especialista no chamado “terror cósmico”. Lovecraft escreveu muito sobre demônios pré-universais e de além da nossa dimensão e espaço, que enlouqueciam os poucos humanos com sensibilidade para perceberem a existência deles.&lt;br /&gt;Em resumo, nenhuma maravilha e longe do melhor de John Carpenter. Mas tem alguns bons conceitos e dá para o gasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: Sam Neill (John Trent), Julie Carmen (Linda Styles), Jurgen Prochnow (Sutter Cane), David Warner (Dr. Wrenn), John Glover (Saperstein), Bernie Casey (Robinson), Peter Jason (Sr. Paul), Charlton Heston (Jackson Harglow), Frances Bay (Sra. Pickman), Wilhelm Von Homburg (Simon), Conrad Bergschneider (Maníaco do Machado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Diretor: John Carpenter; Roteiro: Michael De Luca; Produção: Sandy King; Produtor Associado: Artist W. Robinson; Produção Executiva: Michael De Luca; Trilha Sonora: John Carpenter e Jim Lang; Direção de Fotografia: Gary B. Kibbe; Edição: Edward A.Warschilka; Design de Produção: Jeff Ginn; Direção de Arte: Peter Grundy; Cenografia: Elinor Rose Galbraith; Figurinos: Robin Michel Bush; Maquiagem: James D. Brown e Donald Mowat; Efeitos de Maquiagem: Robert Kurtzman, Gregory Nicotero e Howard Berger; Som: John Dunn, Jeffrey Perkins, Ken S. Polk e Robert Thirlwell; Efeitos Sonoros: John Pospisil e Ron Bartlett; Efeitos Especiais: Erin Haggerty e Susan Mallon; Efeitos Visuais: Carl N. Frederick e Bruce Nicholson.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115290740520124680?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115290740520124680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115290740520124680&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115290740520124680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115290740520124680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/07/beira-da-loucura.html' title='À Beira da Loucura'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115161411731243138</id><published>2006-06-29T17:46:00.000-03:00</published><updated>2006-06-29T17:48:37.333-03:00</updated><title type='text'>Roubando Vidas</title><content type='html'>&lt;img src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\taking.jpg" alt="taking.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Roubando Vidas (&lt;em&gt;Taking Lives&lt;/em&gt;, EUA, 2004)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Ele mataria para ser você”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Canadá, a polícia está perdida com um caso tenebroso, que pode envolver a presença de um Serial Killer. Para conseguir pegar o assassino, o capitão Leclair (Tchéky Káryo) convoca a agente especial do FBI Illeana Scott (Angelina Jolie), uma nada ortodoxa especialista em traçar perfis de assassinos seriais para trabalhar junto com seus detetives Duval (Jean-Hughes Anglade) e Parquette (Olivier Martinez).&lt;br /&gt;Pouco tempo depois da nada bem-vinda chegada de Scott, por parte de Parquette, um homem testemunha um assassinato e se torna uma testemunha crucial para o caso. Ele é James Costa (Ethan Hawke) – que diabo de nome é esse?!?! - , um negociante de arte e pintor que faz inclusive um retrato falado do bandido. As investigações mostram que o assassino mata suas vítimas, desfigura seus rostos e corta suas mãos para assumir as identidades delas. Sabendo disso, os policiais pedem para que Costa sirva como isca ; enquanto isso, uma certa tensão romântica aflora entre Scott e Costa. Mas será que este inteligente e sensível marchand é o que parece ser?&lt;br /&gt;Filme bem abaixo da média, se esforçando muito no visual para imitar “Se7en” e nem chega aos pés do exemplo. Um roteiro simplista e forçado, onde as reviravoltas são percebidas a quilômetros pelo espectador e dirigido com muita preguiça por Caruso, que já tinha mostrado talento no estranho (mas bacana) “A Sombra de Um Homem”. Essa preguiça se mostra principalmente na péssima atuação em geral do elenco, que mesmo sendo bastante razoável não rende nem um sexto de sua capacidade, em especial: Jolie, se limitando a fazer cara de gostosa e mostrar os olhões verdes, totalmente inconvincente; Olivier Martinez entrando forte na competição de mais canastrão de todos os tempos e o bom ator francês Anglade, totalmente deslocado. O filme ainda desperdiça o ótimo Kiefer Sutherland num papel sem nexo e rapidinho e dá um destaque muito grande ao ator-porcaria Ethan Hawke, cuja carreira de mais baixos do que altos comprova sua falta de talento.&lt;br /&gt;A edição burocrática, efeitos pobres e fotografia sem rumo completam a receita para o desastre.&lt;br /&gt;Se eu fosse um dos atores envolvidos, tiraria do meu currículo para não passar carão. Fuja se puder, a menos que você seja um fã ardoroso de Angelina Jolie e ache que qualquer filme com ela vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Angelina Jolie (Illeana Scott), Ethan Hawke (James Costa), Tchéky Káryo (Capitão Leclair), Jean-Hughe Anglade (Detetive Duval), Olivier Martinez (Detetive Parquette), Kiefer Sutherland (Andy Hart), Gena Rowlands (Sra. Asher), Paul Dano (Martin Asher), Justin Chatwin (Matt Soulsby), Marie-Josée Croze (Legista), Martin Brisebois (Henri Bisonette).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: D.J. Caruso; Roteiro: Jon Bokenkamp, baseado no livro de Michael Pye; Produção: Mark Canton e Bernie Goldmann; Produtor Associado: Josette Perrotta; Co-produção: Alan C. Blomquist e Anna DeRoy; Produção Executiva: Bruce Berman, Dana Goldberg e David Heyman; Trilha Sonora: Phillip Glass e Walter Wersowa; Diretor de Fotografia: Amir M. Mokri; Edição: Anne V. Coates; Seleção de Elenco: Deborah Aquilla e Mary Tricia Wood; Design de Produção: Tom Southwell; Direção de Arte: Serge Bureau; Cenários: Suzanne Cloutier, Anne Galéa e Amanda Moss Serino; Figurinos: Marie-Sylvie Deveau; Maquiagem: Donald Mowat e Jennifer Bower O'Halloran; Próteses: Bruno Gatien, Martin Jutras, Jonathan Lavallée e Adrien Morot; Som: Robert Grieve, John T. Reitz e Gregg Rudloff; Efeitos Especiais: Louis Craig, Gary D'Amico e André Laforest; Efeitos Visuais: Brett Culp, David Sosalla e James D. Tittle.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115161411731243138?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115161411731243138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115161411731243138&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115161411731243138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115161411731243138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/06/roubando-vidas.html' title='Roubando Vidas'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115129176123185030</id><published>2006-06-25T23:37:00.000-03:00</published><updated>2006-06-26T22:43:59.100-03:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 14 / O Iluminado (Mini-série de TV)</title><content type='html'>&lt;img alt="iluminadotv.jpg" src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\iluminadotv.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Iluminado (The Shining /Stephen King`s The Shining; EUA, 1997)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Alguns hóspedes jamais saem!"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quero, hoje, falar a respeito desta mini-série de TV, realizada em 1997, baseada em um dos melhores livros de King (filmado por Stanley Kubrick em 1980) “O Iluminado”, já comentado aqui no blog.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para quem ainda não conhece a história: um homem nas últimas, Jack Torrance (Steven Weber) tem sua chance derradeira de recuperação e de deixar seu turbulento passado de bebedeiras e empregos fracassados. Essa chance é a de trabalhar como zelador do Overlook Hotel, no inverno, o que representa quase cinco meses de total isolamento junto com sua pequena família, o filho Danny (Courtney Mead) e a esposa Wendy (Rebecca de Mornay).&lt;br /&gt;O gerente Stuart Ullman (Elliott Gould) está relutante em permitir que alguém com o passado de Jack tenha tamanha responsabilidade sobre seu precioso hotel, mas um dos acionistas, Al Shockley (Jan Van Sickle) interfere – Jack é um antigo companheiro de porres – e o gerente tem que ceder.&lt;br /&gt;Assim, Jack assume sua posição e a família Torrance se muda para o hotel. Porém, Danny tem um poder imenso, chamado pelo chef do hotel Dick Hallorann (Melvin Van Peebles) de “iluminação”, que permite ao menino ver o futuro, o passado, sentir o que as pessoas pensam.&lt;br /&gt;O hotel tem uma história de tragédias e violência, criando uma entidade maligna que se alimenta das energias negativas e das pessoas que ali se hospedam; e o poder de Danny o torna muito atraente para essa entidade. E o elo mais influenciável da corrente é Jack. Pouco a pouco, o local aumenta as ansiedades e inseguranças dele e tudo explodirá em uma espiral de ódio e loucura.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;King nunca escondeu de ninguém que a versão de Kubrick não lhe agradara, achando que o diretor não conseguiu trazer para a tela o que pensava ser o espírito do seu livro, principalmente pela escalação de Jack Nicholson no papel principal. Na opinião do autor, como Nicholson ganhou um Oscar em 1976 por “Um Estranho no Ninho”, onde interpreta um louco, o público não se surpreenderia de ver a degradação de Jack Torrance. Sendo assim, King sempre desejou refazer a adaptação de forma mais fiel e conseguiu seu intento em 1997, ao realizar essa mini-série de TV, com a direção do amigo Mick Garris, tomando para si a tarefa de escrever o roteiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esta mini-série cumpre esse desejo: é absolutamente fiel ao livro, cobrindo todas as situações descritas ali, desde o alcoolismo de Jack, alguns personagens inexistentes no filme (como o chefe de manutenção e o amigo rico de Jack) até os animais de topiaria (cortados por Kubrick e substituídos pelo labirinto, por causa de dificuldades técnicas). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Dessa forma, fica muito prazeroso para quem já leu o livro ir reconhecendo as passagens e ver como o autor imaginava que elas iam acontecer. Isso é sempre muito legal. Infelizmente, para o espectador comum, que não leu, a estrutura do filme é episódica demais. E, como foi feito para a TV, os breaks para os comerciais ficam evidentes e atrapalham um melhor andamento narrativo. O desenrolar da trama fica cheio de clímax e anticlímax, algo muito cansativo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Outra coisa que não ajuda é a equivocada escolha de parte do elenco; por exemplo, o protagonista Danny Torrance, o ator Courtland Mead. Ele é tão chato e ruim que acaba fazendo o espectador torcer contra. Não gera a identificação e a preocupação pelo que pode acontecer com ele e isso é terrível para qualquer filme, principalmente de terror. Outro destaque negativo é Rebecca de Mornay, que além de ser glamurosa demais para o papel, escolheu uma composição muito irritante e transbordando histerismo; a gente quer bater nela, pelo amor de Deus! Como se importar pelo destino de um personagem se nós mesmos gostaríamos de descer o cacete somente para ela calar a boca?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quanto ao resto do elenco, Steven Webber faz um bom trabalho como Jack Torrance. Apesar de ser prejudicado pela opção de mostrar explicitamente quando o hotel exerce sua influência; acaba matando o esforço do ator em evidenciar os estados emocionais conflitantes que o personagem exige. Outra presença curiosa é de Melvin van Peebles, pai do ator e diretor Mario Van Peebles (“Panteras Negras”, “New Jack City”, entre outros), no papel de Dick Hallorann. No geral, o elenco da mini-série sai perdendo para o do filme de Kubrick, pela razão óbvia: Mick Garris não tem um décimo do talento do genial e esquisito cineasta inglês para a dirigir seus atores, que acabam não rendendo nada e isso faz muita diferença...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os aspectos técnicos estão na média de uma boa produção de televisão nos Estados Unidos (o que não é pouca coisa), com boa fotografia, efeitos especiais e cenários, sendo que a mini-série ganhou os Emmy de Melhor Edição de Som e Efeitos Especiais, além de ter sido indicada para o prêmio de melhor produção. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quem for fã, arrisque alugar (tem quase quatro horas de duração e exige uma certa paciência). Se não for, nem passe perto. Prefira o filme de Kubrick, muito mais interessante enquanto cinema.A minissérie foi rodada em locação no hotel The Stanley Hotel, em Estes Park, Colorado, onde o autor informa que teve a inspiração para escrever o livro. Um detalhe que dá mais sabor...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco (principal): Steven Weber (Jack Torrance), Rebecca de Mornay (Wendy Torrance), Courtland Mead (Danny Torrance), Wil Horneff (Tony), Melvin Van Peebles (Dick Halloran), Elliot Gould (Stuart Ullman), John Durbin (Horace Derwent), Stanley Anderson (Delbert Grady), Pat Hingle (Pete Watson), Cynthia Garris (Lady in Room 217), Jan Van Sickle (Al Shockley).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Direção: Mick Garris; Roteiro: Stephen King, baseado em seu livro `The Shining`; Produção: Mark Carliner e Elliot Friedgen; Produtora Associada: Laura Gibson; Produção Executiva: Stephen King; Trilha Original: Nicholas Pike; Direção de Fotografia: Shelly Johnson; Edição: Patrick McMahon; Seleção de Elenco: Lynn Kressel; Design de produção: Craig Stearns; Direção de arte: Randy Moore; Cenografia: Ellen Totleben; Figurino: Warden Neil; Som: Thomas DeGorter, Don Digirolamo, Elmo Ponsdomenech e Larry Stensvold; Efeitos Sonoros: Joe Earle, Brian Thomas Nist e Eric A. Norris; Maquiagem: Bill Corso e Tim Jones; Efeitos de Maquiagem e Próteses: Joel Harlow, Rob Hinderstein e Steve Johnson; Efeitos Especiais: Lou Carlucci e Patrick M. Gerrety; Efeitos Visuais: Boyd Shermis e Dan Kaufman. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115129176123185030?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115129176123185030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115129176123185030&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115129176123185030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115129176123185030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/06/srie-stephen-king-14-o-iluminado-mini.html' title='Série Stephen King 14 / O Iluminado (Mini-série de TV)'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115121827330447240</id><published>2006-06-25T03:46:00.000-03:00</published><updated>2006-06-26T22:43:26.476-03:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 13 / A Criatura do Cemitério</title><content type='html'>&lt;img alt="criaturacemiterio.jpg" src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\criaturacemiterio.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Criatura do Cemitério (&lt;em&gt;Stephen King`s Graveyard Shift&lt;/em&gt;, EUA, 1990)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O filme é baseado (bem livremente) no conto “Graveyard Shift”, publicado pela primeira vez em 1978 na antologia `Night Visions` (no Brasil, `Sombras da Noite`), e é muito irregular. Foi dirigido por Ralph S. Singleton, dono de um currículo respeitável como produtor (“Perigo Real e Imediato”, “O Último Matador”, “Assassinato na Casa Branca”, “Cemitério Maldito”, entre outros sucessos) e assistente de direção de Scorsese em “Taxi Driver”, que infelizmente deu uma tremenda bola fora aqui. Contando ainda com um roteiro furado e cheio de diálogos clichês de John Esposito, que posteriormente produziria o sucesso “Um Drink no Inferno”, tenho que dizer que a missão era ingrata desde o começo, pois o conto utilizado já não era dos melhores. Vamos à trama: em uma fábrica têxtil decadente, o novo empregado John Hall (David Andrews) é convidado pelo capataz Warwick (Stephen Macht, bem) para, junto com outros companheiros de trabalho, faturar uma grana extra no feriado de 4 de Julho ajudando a limpar os subsolos da fábrica, no turno da noite (o graveyard shift do título original). Movido por um sentimento de aversão extrema ao chefe, Hall aceita o convite, vendo uma oportunidade de armar alguma coisa para cima do capataz. Ao começarem os serviços e chegarem aos níveis mais inferiores da antiga fábrica, os trabalhadores se deparam com uma raça de criaturas assassinas e têm que lutar para sobreviverem...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Apesar do bom começo, com um suspense interessante e um início de desenvolvimento promissor de personagens e situações, o filme vai caindo vertiginosamente até o final chocho e sem graça, com efeitos especiais ridículos e uma total falta de cuidado para com os personagens, que viram caricaturas, destruindo todo o esforço do espectador em tentar, pelo menos, torcer por eles. Nem mesmo a trilha sonora, item básico para salvar um filme de terror, é boa, se limitando aos acordes altos para tentar arrancar sustos. Até conseguiria, se a edição ajudasse... Quanto ao elenco, só se salvam Stephen Macht como Warwick e Brad Dourif, sempre marcante, como o exterminador de ratos. Destaco a opção ridícula de mudar o personagem Wisconsky. No conto, é um gordo bigodudo e covarde; aqui virou uma gata para o herói Hall ter um interesse romântico. Me poupem! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De qualquer forma, o filme pelo menos é curto (93 minutos) e não enche tanto a paciência dos fãs. Fã de terror que se preze assiste de tudo, mesmo porcarias como essa.Ressalte-se ainda a péssima tradução do título, como já é tradição no Brasil: não existe sequer a menção de cemitério em qualquer momento do filme! Provavelmente, quiseram pegar carona no fato de que o diretor produziu “Cemitério Maldito”, mas ninguém entendeu a piada...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: David Andrews (John Hall), Stephen Macht (Warwick), Kelly Wolf (Jane Wisconsky), Andrew Divoff (Danson), Vic Polizos (Brogan), Brad Dourif (Tucker Cleveland/O Exterminador), Robert Alan Beuth (Ippeston), Ilona Margolis (Nordello), Jimmy Woodard (Carmichael), Jonathan Emerson (Jason Reed), Minor Rootes (Stevenson), Kelly L. Goodman (Secretária de Warwick) e Susan Lowden (Daisy Mae).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Ralph S. Singleton; Roteiro: Joe Esposito, baseado no conto `Graveyard Shift`, de Stephen King; Produção: Ralph S. Singleton e William G. Dunn; Produtores Associados: Joan V. Singleton e Anthony Labonte; Produção executiva: Larry Sugar e Bonnie Sugar; Trilha Sonora: Anthony Marinelli e Brian Banks; Diretor de Fotografia: Peter Stein; Edição de: Jim Gross e Randy Jon Morgan; Seleção de Elenco: Richard Pagano, Mary Margiotta e Sharon Bialy; Design de Produção: Gary Wissner; Direção de Arte: Jack Jennings e Mayne Schuyler Berke; Cenografia: George R. Nelson; Figurino: Sarah Lemire; Som: Jon Johnson; Efeitos Especiais: Peter Chesney; Efeitos Visuais: Albert Whitlock.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115121827330447240?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115121827330447240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115121827330447240&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115121827330447240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115121827330447240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/06/srie-stephen-king-13-criatura-do.html' title='Série Stephen King 13 / A Criatura do Cemitério'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115121797712890555</id><published>2006-06-25T03:39:00.000-03:00</published><updated>2006-06-26T22:42:53.603-03:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 12 / Colheita Maldita</title><content type='html'>&lt;img src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\colheitamaldita.jpg" alt="colheitamaldita.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Colheita Maldita (&lt;em&gt;Children of the Corn / Stephen King`s Children of The Corn&lt;/em&gt;, EUA, 1984)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“E uma criança os liderará…”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Este filme foi inspirado pelo conto `Children of the Corn`, parte da antologia `Night Visions`, já traduzida no Brasil sob o nome `Sombras da Noite`. Considero que o filme não foi baseado, mas sim inspirado pelo conto, pois o roteirista George Goldsmith limitou-se a pegar a idéia básica e mais alguns personagens e detalhes, criando algo bem diferente. Notem, não disse algo ruim, mas apenas diferente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Na trama, somos apresentados ao casal Burt (Peter Horton) e Vicky (Linda Hamilton, em começo de carreira e antes do sucesso “O Exterminador do Futuro”), que viajam de carro até Omaha, onde Burt começará uma residência médica. Passando por Nebraska, estado americano famoso por seus campos de milho, Burt se distrai com o rádio, que estranhamente parece captar apenas uma estação religiosa onde o pregador aparenta ter bem pouca idade, pela voz, e acaba atropelando um rapaz (Jonas Marlowe) que saiu, de repente, de dentro do milharal nas margens da estrada, perto de uma cidade chamada Gatlin.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Assustados, Burt e Vicky páram o carro e verificam o corpo. Burt nota que a garganta do garoto está cortada. Resolvem ir até a polícia, na cidade; parando para pegar informações em um posto à beira da estrada, recebe do estranho dono do estabelecimento, Diehl (R.G. Armstrong), o aviso para procurar a polícia o mais longe possível da cidade. Seguindo em frente mesmo assim, aoperceberem, o casal acaba indo parar justamente em Gatlin, que está estranhamente deserta e com sinais de abandono, exceto pela presença de muitas crianças e uma sinistra igreja. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Horrorizados, eles descobrem que a população adulta foi dizimada pelas crianças, insufladas por um demoníaco pregador-mirim chamado Isaac (John Frankiln), profeta de uma entidade chamada Aquele-Que-Anda-Por-Trás-Das-Filieiras. A partir daí, Burt e Vicky terão que lutar contra forças além da imaginação para escaparem vivos da cidade, com ajuda dos irmãos Job (Robbie Kiger) e Sarah (Anne Marie McEvoy), esta dotada de estranhos poderes premonitórios. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;O resultado final da bagunça armada pelo roteirista é um filme de suspense mais convencional, apesar de ter tomado a decisão (corretíssima, a meu ver) de manter o conceito de crianças assassinas, o que é uma imagem sempre assustadora. O elenco está bem, com destaque especial para John Franklin no papel de Isaac, simplesmente alucinado e fazendo um contraste bacana das feições calmas e controladas com a torpeza e veneno das suas palavras. A calma com que ele conta a Burt sobre o que aconteceu com os adultos é chocante. Outro destaque é Courtney Gains como Malachai, o braço direito do pregador e pessoa que lidera a segurança de Gatlin. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;A direção de Fritz Kiersch nada tem de excepcional e ele tem a humildade de deixar o elenco à vontade para contar a história, o que não é pouco. E isso acaba valorizando o filme, que ainda conta com os efeitos especiais razoáveis das produções de terror do período. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Como curiosidade, cumpre destacar que o primeiro corte do diretor, antes de chegar-se à versão lançada nos cinemas e vídeo, era bem mais longo e mostrava um prólogo mais elaborado, com mais detalhes da tomada da cidade pelas crianças e uma cena de Isaac pregando para Aquele-Que-Anda-Atrás-Das-Fileiras onde vê o que vai acontecer com ele, após a chegada do casal. Ainda não vi a versão em DVD (nem tenho informação se ela existe), mas espero que tenha essas cenas cortadas. Seria muito legal vê-las...hehehe! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Em suma, um filme que fica na galeria (seleta) dos que honram a fonte, sem estragar o material do mestre Stephen King. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Peter Horton (Burt), Linda Hamilton (Vicky), John Franklin (Isaac Chroner), Courtney Gains (Malachai), Robby Kriger (Job), Anne-Marie McEvoy (Sarah), R.G. Armstrong (Diehl), Julie Maddalena (Rachel), Jonas Marlowe (Joseph), John Philbin (Richard `Amos` Deigan), Dan Snook (Boy), David Cowen (Dad), Suzy Southam (Mom), Eric Freeman (Israel), D.G. Johnson (Mr. Hansen), Patrick Boylan, Elmer Soderstrom e Teresa Toigo (Clientes do Hansen`s) e Mitch Carter (Pregador no rádio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: Fritz Kiersch; Roteiro: George Goldsmith, baseado no conto `Children of The Corn` de Stephen King; Produção: Donald P. Borscher e Terence Kirby; Produtor Associado: Mark Lipson; Produção Executiva: Earl A. Glick; Trilha: Jonathan Elias; Direção de Fotografia: Raoul Lomas; Edição: Harry Keramidas; Design de Produção: Craig Stearns; Cenografia: Cricket Rowland; Figurinos: Barbara Scott; Som: Gregg Barbanell e Gary B. Bourgeois; Efeitos Especiais: Wayne Beauchamps; Efeitos Visuais: Max W. Anderson.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115121797712890555?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115121797712890555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115121797712890555&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115121797712890555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115121797712890555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/06/srie-stephen-king-12-colheita-maldita.html' title='Série Stephen King 12 / Colheita Maldita'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115121758003737832</id><published>2006-06-25T03:30:00.000-03:00</published><updated>2006-06-26T22:42:06.556-03:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 11 / Christine - O Carro Assassino</title><content type='html'>&lt;img alt="christine.jpg" src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\christine.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Christine - O Carro Assassino (&lt;em&gt;John Carpenter`s Christine / Christine&lt;/em&gt;, EUA, 1983)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“Como você mata algo que não poderia estar vivo?”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Lançado em 1983 e filmado no mesmo ano, conta a saga de um carro amaldiçoado, um Plymouth Fury 1958 e a trilha de tragédia e mortes que o acompanha, até o apocalíptico final. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Adaptado pelo roteirista Bill Phillips com boa fidelidade (e alguma licença poética, como é inevitável), o filme começa ao nos apresentar o adolescente Arnie Cunningham (Keith Gordon). Feio, magricela e sem atrativos, tem como único amigo o atleta Dennis Guilder (John Stockwell). Voltando do trabalho no Departamento Estadual de Estradas de Rodagem, Arnie vê um carro extremamente deteriorado à beira da estrada e resolve comprá-lo; Dennis tenta demovê-lo, mas não consegue. Com o tempo, Arnie - que possui bons talentos de mecânica de automóveis - passa por mudanças perceptíveis de atitude e comportamento em relação à família, amigos e escola, aparentemente influenciado pelo carro, que chama de Christine, como o antigo dono fazia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Depois de uma briga com o valentão da escola Buddy Repperton e sua gangue, Arnie inadvertidamente provoca a expulsão de Buddy e a suspensão dos demais membros, que se vingam no carro, destruindo-o. Dennis e Leigh Cabot (Alexandra Paul) a garota mais bonita da escola, que fora conquistada por Arnie, desconfiam que o carro esconda segredos sinistros, pois ninguém humano conseguiria colocar um automóvel em condições de rodar como Arnie conseguiu, mesmo com a ajuda de um inescrupuloso Will Darnell (Robert Prosky), o dono da garagem, oficina e ferro-velho onde Cunningham guarda Christine desde que a comprou. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Dennis e Leigh sabem que algo está muito errado quando os membros da gangue de Repperton e o próprio morrem, violentamente e sem deixar pistas, deixando até a polícia desconfiada de Arnie, na pele do Detetive Rudolph Junkins (Harry Dean Stanton, habitué nos filmes do diretor na época e muito bem). Então, tomam providências para confrontar Christine e tentar salvar seu amigo e amor das garras do demônio encarnado (ou seria enlatado?)... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Bem dirigido por John Carpenter, que como de praxe também assina a trilha sonora, em um dos seus momentos de alta (como todo fã dele sabe, a carreira de Carpenter é uma montanha-russa, alternando filmes bons e ruins com uma regularidade terrível), tem vários bons momentos que devem ser destacados, como as cenas das mortes e o confronto final, além das impressionantes "ressurreições" do carro. O roteiro ainda teve o bom senso de manter as boas idéias do livro, como o rádio que só pega músicas dos anos 60 e o odômetro que roda para trás, entre outras sacadas inteligentes como as músicas refletirem o estado de espírito do carro nas diferentes situações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Complementando, fotografia e cenografia sujas e escurecidas, na medida, e elenco empenhado, destacando, em um de seus primeiros filmes, a futura Sra. John Travolta, Kelly Preston em papel menor e bem engraçado, completam a boa mistura conseguida, em uma das dignas adaptações de King para o cinema, que infelizmente não é muito lembrada pelos fãs do autor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A título de curiosidade: King, um preguiçoso confesso em matéria de pesquisa para seus livros, criou um Plymouth Fury 1958 vermelho Ford e quatro portas. Mas, o detalhe que lhe escapou, esse modelo só existiu em cor amarelo-banana e em versão duas portas! A explicação de King para a cor, foi de que Roland Le Bay encomendou o carro naquela cor específica; quanto à quantidade de portas do veículo. Para fazer o filme, foram destruídos por volta de 13 a 16 Plymouth Furys, dos 25 que foram utilizados. Como esse modelo teve apenas 5.300 unidades construídas na época, eles são objeto de colecionador. A solução foi substituir alguns dos modelos a serem destruídos por Plymouth Belvedere, muito semelhantes aos Fury, exceto por alguns detalhes como grade do radiador e cromados da carroceria. De qualquer maneira, os fãs do carro ficaram enfurecidos e até hoje se negam a comentar sobre o filme ou o livro. Vai entender...hehehe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De qualquer maneira, polêmicas motorizadas à parte, é um bom filme de suspense que merece ser assistido, seja você fã de Carpenter, de King ou nenhuma das anteriores. Garanto que será uma experiência prazerosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Keith Gordon (Arnie Cunningham), John Stockwell (Dennis Guilder), Alexandra Paul (Leigh Cabot), Robert Prosky (Will Darnell), Harry Dean Stanton (Det. Rudolph Junkins), William Ostrander (Buddy Repperton), Roberts Blossom (George Le Bay), Christine Belford (Regina Cunningham), Robert Darnell (Michael Cunningham), Malcolm Danare (Moochie Welch), Steven Tash (Richard Trelawney), Stuart Charno (Dan Vanderberg), Marc Poppel (Chuck), David Spielberg (Mr. Casey), Kelly Preston (Roseanne), Richard Collier (Pepper Boyd), Keri Montgomery (Ellie Guilder).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: John Carpenter; Roteiro: Bill Phillips, baseado no livro “Christine”, de Stephen King; Produção: Richard Kobritz; Produtor Associado: Barry Bernardi; Co-produção: Larry Franco; Produção Executiva: Kirby McCauley e Mark Tarlov; Trilha Sonora Original: John Carpenter e Alan Howarth; Direção de Fotografia: Donald M. Morgan; Edição: Marion Rothman; Seleção de Elenco: Karen Rea; Design de Produção: Daniel A. Lomino; Cenários: Cloudia; Figurinos: Darryl Levine; Direção de Arte: William J. Durrell Jr.; Maquiagem: Frankie Bergman e Robert Dawn; Som: Robert J. Litt, Steve Maslow, Elliot Tyson e David L. Yewdall; Efeitos Especiais: Roy Arbogast.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115121758003737832?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115121758003737832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115121758003737832&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115121758003737832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115121758003737832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/06/srie-stephen-king-11-christine-o-carro.html' title='Série Stephen King 11 / Christine - O Carro Assassino'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115121702135881652</id><published>2006-06-25T03:25:00.000-03:00</published><updated>2006-06-26T22:41:23.486-03:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 10 / Chamas da Vingança</title><content type='html'>&lt;img alt="incendiaria.jpg" src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\incendiaria.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Chamas da Vingança (&lt;em&gt;Firestarter&lt;/em&gt;, EUA,1984)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Poderá ela sobreviver?”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O filme conta a história de Charlie McGee (Drew Barrymore, aproveitando o sucesso de “E.T”, em 1982), uma garotinha fofa que possui pirocinesia, ou seja, capacidade de fazer coisas ou pessoas ao seu redor queimarem com a força da sua mente. Ela tem esse poder por causa das experiências a que foram submetidos seu pai, Andrew (David Keith) e Vicky (Heather Locklear, em começo de carreira e arriscando no cinema, depois de várias participações na TV, como na série-dramalhão “Dinastia”). Essas experiências foram conduzidas pelo Departamento de Inteligência Científica (DSI-Department of Scientific Intelligence, no original) com o auxílio de uma droga chamada Lote 6, que supostamente induziria seus usuários a desenvolverem poderes telepáticos. O diretor desse departamento, o Capitão Hollister (Martin Sheen), quer capturar a menina para usá-la como arma de guerra. Para isso, contrata o assassino índio John Rainbird (George C. Scott, soberbo como sempre), que tem a fama de nunca perder seu alvo. A perseguição começa e nada poderá salvar a humanidade de queimar nas chamas da mente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O bom elenco reunido pelos produtores salva o filme de virar uma bomba incendiária. A missão de conduzir a produção coube a Mark L. Lester, notório diretor operário que depois se especializou em comandar filmes descerebrados (e divertidos) de ação e porrada. São dele os podreiras “Comando para Matar”, com Schwarzão em começo de carreira; “Massacre no Bairro Japonês”, com Dolph Lundgren e Brandon Lee; “A Base”, com Marc Dacascos e “Blowback-O Anjo da Morte”, com Mario Van Peebles. Com um currículo desses, já se sabia o que esperar, não é mesmo? Mesmo tendo dirigido este filme em começo de carreira, normalmente a melhor fase de um diretor, a mão pesada de Lester já se faz sentir aqui, mas, felizmente, não chega a estragar o espetáculo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O elenco está bem, em especial Scott, que retrata o maníaco Rainbird com maestria, deixando as motivações bizarras do vilão subentendidas e dá um bom contraponto com a figura angelical de Charlie. Drew não sabe atuar, nunca soube, mas tem carisma e preenche bem a câmera, caprichando nas carinhas de inocente, mesmo quando transforma os outros em churrasquinho. Quanto ao restante, seguram as pontas e não deixam a peteca cair em nenhum momento. Até mesmo o fraco David Keith convence como Andrew McGee. Destaque também para, claro, Martin Sheen (“Apocalypse Now Redux”, “Wall Street” e tantos outros). No que diz respeito aos aspectos técnicos, o filme tem um bom nível de efeitos especiais, fotografia, som e cenários, no padrão da época para produções mais bem-cuidadas do gênero. A trilha sonora é do cultuado grupo alemão Tangerine Dream, que já trabalhou com o mestre italiano Dario Argento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desculpe gente, mas não posso deixar de falar do modo com que o diretor resolveu mostrar ao espectador quando Charlie usa seu poder: os closes repentinos com ventiladores no cabelo são de rolar de rir, de tão primário. Só que o filme entretém, apesar de longo demais, e não envergonha a fonte. O que, em se tratando de Stephen King, é um grande elogio. Veja sem medo. Você vai gostar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: Drew Barrymore (Charlene `Charlie` McGee), George C. Scott (John Rainbird), David Keith (Andrew McGee), Heather Locklear (Vicky McGee), Martin Sheen (Capitão Hollister), Louise Fletcher (Norma Manders), Art Carney (Irv Manders), Freddie Jones (Dr. Joseph Wanless), Moses Gunn (Dr. Pynchot), Antonio Fargas (Motorista de Táxi), Drew Snyder (Orville Jamieson), Curtis Credel (Bates), Keith Colbert (Mayo), Dick Warlock (Knowles).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Direção: Mark L. Lester; Roteiro: Stanley Mann, baseado no livro `Firestarter`, de Stephen King; Produção: Frank Capra Jr.; Produtora Associada: Martha Schumacher; Trilha Sonora: Tangerine Dream; Direção de Fotografia: Giuseppe Ruzzolini; Edição: David Rawlins e Ronald Sanders; Seleção de Elenco: Johanna Ray; Direção de Arte e Cenários: Jeff Ginn; Som: Kevin O`Connell, Elliot Tyson e Bill Varney; Efeitos Especiais: Mike Edmondson, Jeff Jarvis e Michael Wood; Efeitos Visuais: William Cruse. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115121702135881652?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115121702135881652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115121702135881652&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115121702135881652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115121702135881652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/06/srie-stephen-king-10-chamas-da-vingana.html' title='Série Stephen King 10 / Chamas da Vingança'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115121671470791680</id><published>2006-06-25T03:18:00.000-03:00</published><updated>2006-06-26T22:40:10.450-03:00</updated><title type='text'>Série Stephen King 9: A Hora do Lobisomem / Bala de Prata</title><content type='html'>&lt;img alt="horadolobisomem.jpg" src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\horadolobisomem.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Hora do Lobisomem / Bala de Prata (&lt;em&gt;Cycle of the Werewolf / Stephen King`s Silver Bullet&lt;/em&gt;, EUA, 1985)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;”Sempre que há lua cheia... Ele retorna!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Baseado na novela “Cycle of the Werewolf”, publicada em 1984 e inédita (no meu conhecimento) no Brasil, marcou a parceria entre King e o artista Berni Wrightson, um dos melhores e mais famosos desenhistas da área de terror, que criou o Monstro do Pântano e outros personagens aterrorizantes, tendo trabalhado em todas as grandes editoras dos EUA como DC Comics e Marvel. Dono de um estilo único e detalhista anatomicamente, é dele a arte de uma das melhores mini-séries do Batman, “Batman-O Messias”, já publicada no Brasil pela Editora Abril. No livro, cada capítulo tem uma ilustração (sensacional, em preto e branco) do artista, ajudando a criar o clima para o leitor ficar grudado na cadeira... Pena que nenhuma editora daqui teve curiosidade para traduzir e lançar esse livro, um dos melhores do gênero já feitos, antecipando as empreitadas de Neil Gaiman (“Sandman”) e Clive Barker (“Hellraiser”) com artistas de HQ que vêm sendo lançadas nos últimos tempos. Quem sabe? Quem quiser conhecer mais sobre o trabalho de Wrightson, procure “Frankestein”, lançado aqui pela Via Lettera Editora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em Tarkers Mills, pequena cidade do interior dos EUA, uma série de assassinatos brutais aterroriza a todos os cidadãos, que vêem a polícia local, na pele do xerife Joe Haller (Terry O`Quinn, ótimo como sempre) impotente e sem forças para parar os crimes. Um garoto paralítico, Marty Coslaw (Corey Haim), sua irmã Janie (Megan Follows) e o tio beberrão e fracassado Red (Gary Busey, muito engraçado) são os únicos que sabem da verdade: os crimes estão sendo cometidos por um lobisomem, que é uma das pessoas mais insuspeitas da cidade. Assim, eles terão que fazer de tudo para deter o monstro, que já tem conhecimento de que eles sabem o seu segredo. A única chance é matar antes de morrer, por uma bala de prata...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Muito bem dirigido por Daniel Attias, com roteiro do próprio King, o filme tem o clima de suspense apropriado, acentuado pela deficiência do protagonista e cenas recheadas de sangue (mais sugerido do que mostrado, em outra opção bem feita do diretor) e tensão. A cenografia é bem legal, no usual bom nível de qualidade dos profissionais italianos da De Laurentiis Films, com cenários bem iluminados e adequados, muita névoa, closes da lua cheia e ataques brutais do monstro, pontuados por uma trilha sonora que se não é brilhante, pelo menos não compromete. O elenco em geral também faz um bom trabalho e abrilhanta o resultado, levando o filme para um louvável “acima da média”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Destaque para os encontros do lobisomem com Marty, na ponte do rio e no dia dos fogos, além do combate final. E, é claro, quando os homens da cidade vão até a floresta para tentar matar o monstro. Atentem para as caras dos `rapazes` quando a névoa sobe...é hilário!Em suma, um filme muito bem realizado e que agrada tanto aos fãs quanto aos espectadores “normais”, que querem um filme diferente do habitual. O título do filme se refere ao nome da cadeira de rodas motorizada que Red dá de presente a Marty. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando foi lançado nos cinemas, sofreu a influência do sucesso estrondoso de “A Hora do Pesadelo”, daí o título nacional. Campeão de exibição no SBT na Sessão das Dez no fim da década de 80 e começo da de 90, foi rebatizado como “Bala de Prata”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elenco: Corey Haim (Marty Coslaw), Megan Follows (Janie Coslaw), Gary Busey (Tio Red), Everett McGill (Reverendo Lowe), Terry O`Quinn (Xerife Joe Haller), Robin Groves (Nan Coslaw), Leon Russom (Bob Coslaw), Bill Smitrovich (Andy Fairton), Joe Wright (Brady Kincaid), Kent Broadhurst (Herb Kincaid), Heather Simmons (Tammy Sturmfuller), James A. Baffico (Milt Sturmfuller), Rebecca Fleming (Sra. Sturmfuller), Lawrence Tierney (Owen Knopfler), William Newman (Virgil Cuts), Sam Stoneburner (Prefeito O’Bannion), Lonnie Moore (Billy McLaren), William Brown (Bobby Robertson), Herb Harton (Elmer Zinneman), David Hart (Pete Sylvester), Wendy Walker (Stella Randolph) e Tovah Felshuh (Narradora).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Daniel Attias; Roteiro: Stephen King, baseado em sua própria novela `Cycle of the Werewolf`; Produção: Dino de Laurentiis e Martha Schumacher; Trilha Sonora: Jay Chattaway; Direção de fotografia: Armando Nannuzzi; Edição: Daniel Loewenthal; Seleção de Elenco: Jeremy Ritzer; Design de Produção: Giorgio Postiglione; Figurino: Clifford Capone; Cenografia: Jeffrey Schlatter; Som: Lee Dichter; Maquiagem: Barbara Page; Efeitos de Maquiagem: Michael McCracken; Efeitos Especiais: Jeff Jarvis e Carlo Rambaldi.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115121671470791680?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115121671470791680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115121671470791680&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115121671470791680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115121671470791680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/06/srie-stephen-king-9-hora-do-lobisomem.html' title='Série Stephen King 9: A Hora do Lobisomem / Bala de Prata'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115112202017836121</id><published>2006-06-24T01:03:00.000-03:00</published><updated>2006-06-24T01:07:00.193-03:00</updated><title type='text'>Halloween</title><content type='html'>&lt;img alt="halloween.jpg" src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\halloween.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Halloween (&lt;em&gt;Halloween&lt;/em&gt;, EUA, 1978)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A noite em que Ele voltou para casa”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um dos mais rentáveis filmes independentes da História do cinema, fez escola no gênero de terror (os chamados &lt;em&gt;slasher movies&lt;/em&gt;, onde psicopatas indestrutíveis chacinam hordas de adolescentes incautos, utilizando armas brancas como machados e facões, com requintes de crueldade) e se tornou um clássico instantâneo.&lt;br /&gt;Aos seis anos de idade, Michael Myers (Will Sandin) enlouqueceu e matou sua irmã depois que ela se entregou para o namorado na casa da família. Em estado catatônico desde então, ele (Tony Moran) de repente desperta e foge do sanatório onde estava internado. Seu psiquiatra, o Dr. Loomis (Donald Pleasance, simplesmente fantástico no papel que marcou sua ilustre carreira) sai em seu encalço, certo de que o psicopata irá perseguir a única parente ainda viva, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis, em seu primeiro filme e linda de morrer) moradora da cidade de Haddonfield, que se prepara para comemorar o Dia das Bruxas. Correndo contra o tempo, o médico se depara com a descrença das autoridades e a fúria assassina de Michael.&lt;br /&gt;Uma aula de cinema. Pura e simples. O desenvolvimento da trama se dá em ambientes cada vez mais fechados (saindo do Estado de Illinois até a casa de Laurie), reforçando o clima claustrofóbico e a presença assustadora de Michael Myers, ajudada pela feliz idéia de deixá-lo sempre mascarado. O diretor estava inspirado, utilizando muito bem câmera subjetiva (ponto de vista da pessoa) e longos travellings (passeios pelos cenários), escondendo, sempre nas sombras, a presença do assassino no recinto; o suspense em diversas cenas é quase insuportável. Os assassinatos são bem sangrentos e criativos.&lt;br /&gt;Por causa das restrições financeiras (o filme foi rodado, inteirinho, em 21 dias com um orçamento de apenas US$ 300.000,00, metade dos quais gasto nas câmeras), a equipe teve que se virar para terminar o filme. Por exemplo, a famosa máscara foi criada em cima de uma do Capitão Kirk (de “Jornada nas Estrelas” com o rosto de William Shatner), onde foi tirado o cabelo, pintada de branco e redesenhados os olhos. Todos os figurinos eram dos próprios atores; conta-se que Jamie Lee Curtis gastou US$ 100,00 na J.C. Penney (uma espécie de C&amp;A americana) para as roupas que usou no filme.&lt;br /&gt;Teve oito seqüências, progressivamente piores, mesmo com alguns picos de qualidade (a parte 6 é bem legal).&lt;br /&gt;Como curiosidade, os filmes que vemos passando nas TVs das casas dos personagens são: “The Thing From Another World – A Coisa do Outro Mundo”, de 1951 (que seria refilmado pelo próprio Carpenter em 1982, com o nome de “Enigma do Outro Mundo”, já comentado aqui no blog); “Forbidden Planet – O Planeta Proibido”, de 1956 e o clássico “Psycho – Psicose” de 1960, dirigido pelo mestre Alfred Hitchcock e uma grande fonte de inspiração para Halloween.&lt;br /&gt;Absolutamente fantástico, não deixe de ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Donald Pleasance (Dr. Sam Loomis), Jamie Lee Curtis (Laurie Strode), Nancy Loomis (Annie Brackett), P.J. Soles (Linda Van Der Clork), Charles Cyphers (Xerife Leigh Brackett), Kyle Richards (Lindsey Wallace), Brian Andrews (Tommy Doyle), John Michael Graham (Bob Simms), Nancy Stephens (Marion Chambers), Arthur Malet (Zelador do Cemitério), Mickey Yablans (Richie), Brent LePage (Lonnie Elamb), Adam Hollander (Keith), Robert Phalen (Dr. Terence Wynn), Tony Moran (Michael Myers – 23 anos), Will Sandin (Michael Myers – 6 anos), Sandy Johnson (Judith Myers), David Kyle (Namorado de Judith), Peter Griffith (Morgan Strode), Nick Castle (A Forma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: John Carpenter; Roteiro: John Carpenter e Debra Hill; Produção: Debra Hill e John Carpenter; Produtor Associado: Kool Lusby; Produção Executiva: Moustapha Akkad e Irwin Yablans; Trilha Sonora: John Carpenter; Direção de Fotografia: Dean Cundey; Edição: Charles Bornstein e Tommy Lee Wallace; Design de Produção: Tommy Lee Wallace; Direção de Arte e Cenários: Craig Stearns; Maquiagem: Erica Ulland; Som: William L. Stevenson e Tex Rudloff; Efeitos Especiais: Conrad Rothmann.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115112202017836121?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115112202017836121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115112202017836121&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115112202017836121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115112202017836121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/06/halloween.html' title='Halloween'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-115103178007137153</id><published>2006-06-22T23:45:00.000-03:00</published><updated>2006-06-23T00:05:26.313-03:00</updated><title type='text'>Ilusões Perigosas</title><content type='html'>&lt;img alt="ilusoesperigosas.jpg" src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\ilusoesperigosas.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ilusões Perigosas (&lt;em&gt;Haunted&lt;/em&gt;, ING, 1995)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;"Você vai acreditar..."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Um professor de psicologia, David Ash (Aidan Quinn), dedica sua vida a desmascarar os psíquicos, videntes e afins, sendo uma pessoa totalmente cética e científica em relação aos chamados eventos paranormais e um autor respeitado nesse meio. Na verdade, David procura uma resposta para um acontecimento traumatizante de sua infância, onde sua irmã gêmea Juliet (Victoria Starlet) morreu afogada, por causa de um acidente em que ele teve participação indireta.&lt;br /&gt;Um dia, David recebe uma carta de Tess Webb (Anna Massey), uma senhora idosa moradora do interior da Inglaterra, numa enorme mansão vitoriana chamada Edbrook, que alega ser vítima de assédio de fantasmas. Intrigado, ele vai até lá e conhece a estranha família Mariell: Robert (Anthony Andrews), o mais velho e que domina os demais; Simon (Alex Lowe), o mais novo e o palhaço da família e Christina (Kate Beckinsale), linda e misteriosa, além da própria Sra. Webb e o idoso médico Doyle (Sir John Gielgud).&lt;br /&gt;Totalmente envolvido com a charmosa Christina, David vai aos poucos descobrindo segredos terríveis, que podem mudar suas convicções; além de estar assustado com repentinas aparições de sua irmã. Será que fantasmas existem? Será que Juliet quer avisá-lo de alguma coisa?&lt;br /&gt;Muito bom filme de fantasmas, com desenvolvimento lento e sóbrio, muito apropriado para o clima pretendido pelos realizadores (entre eles, o ótimo diretor Francis Ford Coppola, da trilogia “O Poderoso Chefão” e “Apocalipse Now”, que aqui somente produz) e totalmente rodado em locação no interior da Inglaterra, onde realmente essas histórias parecem ter uma ressonância maior. Com efeitos simples e muita névoa, recria o ambiente dos filmes ingleses da década de 60 e tem uma trama bem amarrada, preferindo assustar mais pela sugestão que por acordes altos de trilha sonora (que, aliás, é muito boa) e sangue aos borbotões.&lt;br /&gt;Contando com um bom elenco, que inclui a lenda dos teatros ingleses Sir John Gielgud (num papel menor, que pena) e Aidan Quinn (de “Da Magia à Sedução”), num dos poucos, infelizmente, filmes em que tem o papel de protagonista. Mas a presença mais marcante é a da inglesinha Kate Beckinsale, com uma beleza etérea e magnetizante.&lt;br /&gt;Destaque para as cenas da cadeira no coreto (de gelar no sofá), o encontro de David e Christina com uma cigana idosa e a sessão espírita no começo do filme, muito divertida.&lt;br /&gt;Uma grata surpresa e altamente recomendável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco: Aidan Quinn (Professor David Ash), Kate Beckinsale (Christina Mariell), Anthony Andrews (Robert Mariell), Alex Lowe (Simon Mariell), Sir John Gielgud (Doutor Doyle), Anna Massey (Babá Tess Webb), Geraldine Somerville (Kate), Victoria Starlet (Juliet Ash), Linda Bassett (Madame Brontski), Liz Smith (Anciã Cigana), Peter England (Jovem David), Alice Douglas (Clare), Hilary Mason (Senhora Idosa), Edmund Moriarty (Liam) e Emily Hamilton (Mary).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Lewis Gilbert; Roteiro: Timothy Prager, Bob Kellett e Lewis Gilbert, baseados no livro “Haunted” de Frank Herbert; Produção; Anthony Andrews e Lewis Gilbert; Co-produção: William P. Cartlidge; Produção Executiva: Francis Ford Coppola, Fred Fuchs, Ralph Kamp e Jeff Kleeman; Trilha Sonora: Debbie Wiseman; Direção de Fotografia: Tony Pierce-Roberts; Edição: John Jympson; Seleção de Elenco: Joyce Nettles; Design de Produção: Brian Ackland-Snow e John Fenner; Direção de Arte: Gary Tomkins; Cenários: Peter James; Figurinos: Candy Peterson e Jane Robinson; Maquiagem: Christine Beveridge e Marilyn McDonald; Som: Jonathan Bates e Brian Mann; Efeitos Especiais: David Brighton e Peter Hutchinson; Efeitos Visuais: Michael Curtis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19254788-115103178007137153?l=abesapiendiz2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/feeds/115103178007137153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19254788&amp;postID=115103178007137153&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115103178007137153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19254788/posts/default/115103178007137153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abesapiendiz2.blogspot.com/2006/06/iluses-perigosas.html' title='Ilusões Perigosas'/><author><name>Abesapien</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17140428487189512919</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='10' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_X3lDXY_92yw/SgW8D8CBfwI/AAAAAAAAABc/Jz7u0wRhdrk/S220/Beer.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19254788.post-114956216824705568</id><published>2006-06-05T23:35:00.000-03:00</published><updated>2006-06-05T23:49:28.300-03:00</updated><title type='text'>Além da Imaginação: O Filme</title><content type='html'>&lt;img src="C:\Documents and Settings\All Users\Documentos\Minhas imagens\Amostras de imagens\filmes do blog\nolimitedarealidade.jpg" alt="nolimitedarealidade" /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Além da Imaginação: O Filme (&lt;em&gt;Twilight Zone: The Movie&lt;/em&gt;, EUA, 1983)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Você está viajando por uma outra dimensão. Uma dimensão não apenas de sons e imagens, mas da mente. Uma jornada em uma terra maravilhosa cujas fronteiras são apenas as da imaginação. Próxima parada, Além da Imaginação!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um solitário motorista (Albert Brooks) viaja pelas poeirentas estradas do meio-oeste americano, à noite. Ele decide parar para pegar um homem que anda pela beira da estrada (Dan Aykroyd); eles começam a conversar sobre filmes e seriados antigos e aí...&lt;br /&gt;Começa a primeira história: um homem extremamente preconceituoso, Bill Connor (Vic Morrow, em seu último filme; ele morreria, junto com outros dois atores, em um acidente de helicóptero durante as filmagens), fica xingando e resmungando com seus amigos Ray (Charles Hallahan) e Larry (Doug McGrath) sobre como os judeus, negros e asiáticos estão acabando com os EUA. Ele acabou de perder uma promoção para um judeu e está louco da vida; depois de alguma confusão com outros freqüentadores do bar, Bill é expulso. Fora do bar, ele se vê passando por todos os grandes conflitos do século XX sempre como a minoria perseguida – um judeu na II Guerra, um vietnamita na Guerra do Vietnã e um negro perseguido pela Ku Klux Klan no sul dos EUA. Após a experiência apavorante, será que Bill mudará seu modo de pensar?&lt;br /&gt;No segundo segmento, um misterioso velhinho, o Sr. Bloom (Scatman Crothers, de “O Iluminado”) vai mostrar a um asilo, habitado por pessoas desenganadas e apáticas como a vida pode ser prazerosa, mesmo no pôr-do-sol de suas existências.&lt;br /&gt;Na terceira história, uma profess
